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Advogado tira dúvidas sobre FGTS inativo e alerta sobre o uso do dinheiro

por Redação Nossa Voz 1 de Fevereiro de 2017 às 10:54
categoria: Economia

A partir do dia 13 de março, mais de 10 milhões de trabalhadores terão direito a retirar o dinheiro de contas inativas até o dia 31 de dezembro de 2015, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Em entrevista ao programa Nossa Voz, o advogado trabalhista, Bruno Moraes, explicou que anteriormente, só tinha direito a retirar o fundo de uma conta inativa quem estivesse desempregado há, pelo menos, três anos ininterruptos. É importante alertar que o trabalhador deve estar afastado do emprego desde o fim de 2015 ou antes para ter direito à retirada do dinheiro.

O que fazer com o dinheiro?

O dinheiro pode está sendo liberado em um momento propício, onde o Governo esperar injetar pelo menos R$ 30 bilhões na economia brasileira. Mas é preciso ter cautela, como alerta o advogado Bruno Moraes. De acordo com ele, a melhor forma de utilizar o fundo de garantia é para pagar dívidas. “O trabalhador deve saber usar esse dinheiro para não gerar novos prejuízos. É um momento de crise. Melhor pagar o que deve. O FGTS é uma reserva que é garantida ao trabalhador, mas ele tem de ser usado com sabedoria”, enfatizou o advogado.

Atualmente existem 18,6 milhões de contas inativas há pouco mais de um ano, de acordo com o Ministério do Trabalho, estimando-se cerca de R$ 41 bilhões depositados nestas contas. O dinheiro poderá ser sacado até o dia 14 de julho, seguindo um calendário de acordo com a data de nascimento do trabalhador. Não existe limite para o saque. Entretanto, vale ressaltar que o trabalhador não pode sacar o FGTS de uma conta que ainda esteja ativa.

Aplicativo permite consultar o saldo do FGTS

O trabalhador pode consultar o saldo pelo site da Caixa Econômica Federal ou do próprio FGTS e pelo aplicativo para smartphones e tablets (com versão para Android, iOS e Windows). O beneficiário pode ainda consultar seu extrato do FGTS presencialmente no balcão de atendimento de agências da Caixa. Também é possível ir a um posto de atendimento e fazer a consulta utilizando o Cartão Cidadão, desde que tenha em mãos a senha.

Com informações do G1