asdasdasdasd

Sobre atraso no início do ano letivo em Casa Nova, Secretário diz tentar 'arrumar a casa'

por Redação Nossa Voz 7 de Março de 2017 às 08:34
categoria: Educação

O ano letivo escolar no município de Casa Nova, no norte da Bahia, foi adiado pela segunda vez. As aulas que estavam previstas para começar início do mês, foram remarcadas para o dia 13 de março. Segundo a Prefeitura, o primeiro adiamento se deu por conta das condições precárias das escolas municipais e a segunda, por falha em contratos. Entretanto, o Secretário de Educação, Marcos José Ribeiro Oliveira, diz que a atual administração está tentando 'arrumar a casa'.

Em entrevista à redação do Nossa Voz, o Secretário explicou que a atual gestão enfrentou diversos problemas na transição da administração e que a falta de informações influenciou no atraso das aulas. “A gente não teve transição, então tivemos problemas em várias escolas [que estavam] precisando de reformas, muitos professores da gestão passada estavam sem carga horária. Conseguimos lotar 60% desses professores e até o final de semana vamos lotar os demais 40%”.

Para que as aulas tenham inicio, o secretário disse que foi ainda preciso refazer a rota para o transporte escola do município. “Tivemos que contratar uma empresa para fazer esse levantamento e georreferenciar todo o município. São mais de 190 escolas. Tivemos todos esses problemas ai”, disse. Ainda de acordo com o secretário, existem problemas de infraestrutura e equipamentos depredados nas escolas do município.

As licitações, segundo a prefeitura, foram organizadas pela gestão anterior, mas nenhuma informação foi repassada para a atual gestão. “O governo passado não nos passou nenhuma informação sobre o município. Na realidade, nós estamos trabalhando com o que nós encontramos. Fizemos vários reuniões com o Ministério Público, nós recebemos [a prefeitura] no escuro. Nós passamos o primeiro mês tentando 'arrumar a casa' e estamos tentando até agora. Muita coisa não era formalizada, [haviam] situações não tinham uma rotina administrativa”, disse.