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Aero acusa colegas de bancada pela desarmonização na definição de Comissões na Câmara

por Simone Marques 12 de Fevereiro de 2019 às 19:27

Após a queda de braço entre oposição e situação por conta das definições das Comissões na Casa Plínio Amorim, finalmente uma reunião realizada na segunda-feira (11) terminou com a celeuma e pé de guerra entre os edis. Mas engana-se quem pensou que as discussões se encerraram por ali, não por enquanto.

Responsável pelas articulações dentro do seu próprio grupo e líder da situação, o vereador Aero Cruz reconheceu que precisava ter mais harmonia. Em sua fala Aero deixa claro que existiam sete líderes onde todos estavam alinhados com o governo, porém acusou que dois deles estavam conversando com a oposição ocasionando a desarmonia. “Procuramos chamar esses dois líderes, sentamos, nos articulamos para que fossemos  para as Comissões todas já certas e dentro dessa conversa nós colocamos também a participação da oposição, que foi um levantamento de todos e nós achamos por bem não chegar como um trator, passando por cima. Nós teríamos condições de ganhar as Comissões sem a participação da oposição, mas achamos por bem a secretaria de Educação, Direitos Humanos e secretaria da Mulher nós articulamos para colocar a oposição”, esclareceu.

Questionado sobre a sua não participação em nenhuma das Comissões, o situacionista disse ter achado por bem se retirar das Comissões, mas sem abrir mão do espaço do seu partido. “Todo o espaço que nós tínhamos eu poderia ficar, mas indiquei o nosso membro vereador Zé Nildo do Alto do Cocar”, completou.

Por outro lado já a vereadora Cristina Costa elogiou a articulação dos seus colegas de oposição, e rebateu Aero Cruz quando ele disse que teria aberto para os oposicionistas participarem das Comissões. “Nós temos direito de participar das Comissões até porque temos três líderes aqui, articulamos enquanto lideranças de oposição que queríamos ficar em Comissões que nos deixaria mais próximos da população, vamos promover debates, audiências públicas nos bairros pra fortalecer, nós temos que usar estratégias”.

Cristina ainda lamentou a falta de preparo por parte do executivo que não foi capaz de dialogar com as lideranças. “Isso aqui é um espaço público, democrático, um ambiente político, e um ambiente político você tem que ter muito dialogo. A gente não faz política  com radicalismo, fechando as portas tudo querendo pra si, pois nem toda minoria ela é unanimidade, mas uma maioria que se acha unânime isso pra gente é uma burrice”.