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Após acusações, Cancão rotula trabalho de Zé Batista: 'não tem capacidade de estar nessa cadeira'

por Simone Marques 8 de Fevereiro de 2018 às 09:43

As acusações do Secretário de Desenvolvimento Econômico e Agrário de Petrolina, Zé Batista da Gama, sobre um grupo de vereadores da base que pediram a exoneração do cargo dele para o prefeito Miguel Coelho ainda rendem e não ficaram sem respostas. Gaturiano Cigano e Ronaldo Cancão estiveram na manhã desta quinta-feira, dia 08, no estúdio do Nossa Voz onde rebateram o pronunciamento e taxaram o trabalho do secretário como falho.

Amigos de longa data, Ronaldo Souza e Zé Batista da Gama parecem mesmo ter traçado um grande embate no atual governo. O parlamentar diz que admira o secretário, mas que reconhece falhas. “Ainda falta muito a ser feito. Não estou aqui para encobrir erros. Estamos com dificuldades de licitação. Eu sou amigo dele, mas exijo respeito. Ele não tem humildade de escutar o conselho de um vereador, não tem capacidade de estar nessa cadeira”, criticou.

Na oportunidade, Zé Batista acusou os parlamentares de usarem as ações da prefeitura para fazerem política e os taxou de incompetentes, chegando a mencionar que havia um parlamentar que era “bocão”. O vereador Ronaldo Souza – o Cancão – entendeu que a afirmação era para ele e rebateu. “Eu sou um bocão verdadeiro e amigo. Mas por incompetência, inveja... ele não tem moral". E mandou um recado: "Para o meu bocão o senhor não é espelho. O senhor não é corretivo para falar de minha postura na câmara. Eu voltei com muita vontade e não é o senhor que vai me dar lição”, disse.

Sobre o pedido de exoneração mencionado pelo secretário, o pedetista explicou que realmente houve um encontro de cinco vereadores da base com Miguel Coelho, mas que a pauta era outra no momento. Ele, juntamente aos vereadores Edilsão [do Trânsito], Rodrigo Maia, Gilberto Melo e Gaturiano Cigano solicitaram ao chefe do executivo que fosse melhorada a forma como os parlamentares são tratados. O parlamentar alega que a sintonia com o secretariado precisa melhorar. “Queremos direitos iguais”, disse.