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Zé Batista se prepara para retorno à Câmara de Vereadores e manda recado aos desafetos: 'aqui o cabresto é curto, viu?'

por Gabriela Canário 3 de Janeiro de 2019 às 11:54

Assumindo que estará de volta a Câmara Municipal de Petrolina em fevereiro, o vereador José Batista da Gama fez um discurso contundente no plenário da Casa Plínio Amorim. Ele disse que estará focado em ajudar aos menos favorecidos e alertou que não aceitaria que nenhum dos seus pares tirasse “ondinha”. Zé Batista também comentou como seria o relacionamento com demais integrantes da Câmara com quem ele teve desavenças no passado.

“Eu quero aqui dizer a vocês todos: aos meus pares e nem todos os meus pares. Porque aqui tem uns pares nossos, da minha equipe, que sempre quiseram minha cabeça lá na Prefeitura. Agora, eu não vou me indispor com nenhum deles, eles sabem muito bem de quem eu estou falando. Já tive, inclusive, conversa com dois e nos reconciliamos. Fumamos o cachimbo da paz. Agora, não venha tirar onda para cima de mim não, rapaz. Que aqui o cabresto é curto, viu?”, alertou.

Mas o que mais chamou a atenção na fala de Zé Batista foi sua opinião sobre as consequências das brigas entre os vereadores na Câmara de Petrolina. Batista afirmou que as discussões estão dando munição para que lideranças comunitárias, que não sabem nem ler nem escrever, pudessem falar mal da atuação dos parlamentares minimizando suas ações. E foi além: associou o comportamento dos vereadores à possibilidade ou não de serem reeleitos.

“Faço um apelo, veemente, à Mesa Diretora que se instala agora: vamos acabar com brigas pessoais nessa Casa. Não é brincadeira líderes comunitários gozando com a cara da Câmara de Vereadores. Os vereadores estão baixando a cabeça para líderes comunitários e estou voltando para cá exigindo respeito. Vamos usar o regimento, acabar com essas brigas de maricas [...]”, pronunciou-se.

Questionado se teria saído do cargo de secretário por pressão dos colegas vereadores, Zé Batista disse com todas as letras que sim, foi excluído por inveja e ciúme de alguns integrantes do grupo do prefeito Miguel Coelho. “Ciúmes e inveja de mim e ai começaram a fazer um burburinho”, lembrou.

Zé Batista nega ter usado a máquina municipal para promover o filho, mas admitiu estar preparando Wenderson Batista para ser político e disparou: “Fernando Bezerra Coelho foi prefeito, deputado, senador e preparou os filhos para a política. Por que eu também não posso?”, finalizou.