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Coronavírus: Regiões onde moradores dependem do transporte público têm mais contaminação, diz estudo

por Redação Nossa Voz 7 de Julho de 2020 às 16:01
categoria: Coronavírus

Um estudo do Instituto Pólis concluiu que a covid-19 tem se propagado com maior intensidade em regiões da capital paulista onde os moradores dependem mais de transporte público para trabalhar. A pesquisa foi elaborada em parceria com o Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade), vinculado à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP).

Para realizar a análise, os especialistas reuniram dados da SPTrans sobre a circulação de ônibus municipais; da Pesquisa Origem Destino de 2017, da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô de São Paulo); e registros do DataSUS, vinculado ao Ministério da Saúde. 

Do sistema DataSUS foram extraídas informações que documentaram, até 18 de maio, hospitalizações de pacientes com a covid-19 e Síndrome Respiratória Aguda e Grave (SRAG) não identificada e óbitos pós-internação. 

A associação dos indicadores permitiu aos pesquisadores mapear os pontos do município que apresentam maior número de internações. Na lista, destacam-se bairros como Capão Redondo, Cidade Ademar e Jardim Ângela, na zona sul; Brasilândia e Cachoeirinha, na zona norte; e Sapopemba, Cidade Tiradentes, Itaquera e Iguatemi, na zona leste.

Para o levantamento, foram consideradas somente pessoas que utilizam o transporte público para trabalhar, que não têm diploma universitário e que ocupam cargos não executivos. Tais critérios foram adotados porque se partiu do pressuposto de que, em geral, pessoas com nível superior, que trabalham por conta própria, ou seja, são profissionais liberais, ou que ocupam cargos executivos, aderiram ao home office, não precisando se deslocar até o local de trabalho.

Os pesquisadores observaram que, apesar de terem associado às taxas de infecção e mortalidade a de adesão ao transporte público, não se pode afirmar com certeza que o contágio ocorreu dentro dos veículos. Contudo, admitem, que é possível dizer que as pessoas mais expostas à doença têm sido as que precisam furar a quarentena para trabalhar.

Fonte: Agência Brasil 

Imagem: Roberto Casemiro/Fotoarena/Estadão Conteúdo

 

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