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Projeto ‘O Palco é a Rua’ estreia nesta quarta (16) em Petrolina

por Milena Pacheco 16 de Outubro de 2019 às 09:42
categoria: Cultura e Arte

(Foto: Divulgação)

O projeto “O Palco é a Rua – A Música nos Espaços Populares”, que surge para pesquisar as dinâmicas de músicos de ruas em cidades pernambucanas, estreia nesta quarta-feira (16), em Petrolina. Capitaneado pela Theia Produtores Associados, através dos pesquisadores e produtores Laura Sousa e Guilherme Patriota, e com incentivo do Funcultura da Música, o projeto aporta até o dia 23 por áreas que constituem espaços tradicionais das manifestações culturais de rua de Petrolina: ruas, praças, transporte público, feiras, mercados e pontos turísticos.

A ideia é conhecer os artistas, traçar o perfil desses profissionais e entrevista-los sobre as suas vivências nos espaços populares. O resultado do trabalho se desdobrará em um documentário que será lançado em janeiro e site, já no ar e com vídeos, fotos e textos a partir de novembro. 

Através do www.opalcoearua.com.br, o público e os artistas poderão acompanhar a pesquisa estética e social com textos, vídeos, áudios e fotos sobre as culturas musicais das ruas em Pernambuco. “Nossa ação relaciona um olhar poético e um estudo sociológico sobre a Música nos espaços populares como uma prática que alimenta um tipo de formação musical e um tipo de interação com o público que faz parte da história e da memória de muitas cidades. A narrativa sobre estas percepções é o que nos interessa registrar e transformar em conteúdo”, explica a pesquisadora e produtora do projeto, Laura Souza.

“A ideia do projeto veio da observação, passou para o registro e, posteriormente, sugiram os questionamentos e a consequente pesquisa. Como resultado, pretendemos dar visibilidade a estes artistas, por vezes marginalizados pela sociedade e seus governantes, assim como criar links de interação artística entre eles e conosco na própria criação dos conteúdos que serão disponibilizados”, reforça Guilherme Patriota.

A tradição desse tipo de trabalho realizado por músicos, cantadores e bandas são narrativas fundamentais para a compreensão de como os espaços públicos de diferentes cidades definem lógicas distintas de integração e também uma forma de entender como a arte interfere no dia a dia dos transeuntes nas ruas, nas praças, mercados, feiras e transportes públicos.

“O Palco é a Rua – A Música nos Espaços Populares”também circula por Caruaru, de (12 à 17 de novembro), por Goiana, de (03 à 08 de dezembro) e de (03 à 30 de janeiro de 2020), o projeto chega ao Recife. (Ascom)


Documentário ”Cantigas. O Sertão e suas danças” será lançado neste final de semana, veja programação

por Milena Pacheco 11 de Outubro de 2019 às 09:22
categoria: Cultura e Arte

(Foto: Divulgação)

As práticas culturais são marcas da cultura sertaneja e demonstram as expressões artísticas que ainda sobrevivem no meio do povo.

(Foto: Divulgação/ Sertão Mídia)

Dirigido e roteirizado por Luciano Peixinho.”Cantigas. O Sertão e suas danças”, aborda o Reisado, São Gonçalo e Samba de Veio. Tradições que permanecem vivas na prática cultural de homens e mulheres nascidos e criados no Nordeste.

(Foto: Divulgação/ Sertão Mídia)

A produção faz um resgate memorial dessas danças e cantigas tradicionais que contribuem para fortalecer a identidade cultural do Sertão.

Programação:

O filme será lançado nesta sexta (11) às 19h na Comunidade Inhanhu, localizada na cidade de Santa Maria da Boa vista;

No sábado (12), você pode conferir o documentário no projeto Fulgêncio, localizado em Santa Maria;

E para fechar o final de semana com chave de ouro, a mostra visual será no domingo (13), na Ilha do Massangano em Petrolina-PE. (Texto: Pablo Luan/ ASCOM Sertão Mídia)


Exposição do artista Roberto Lisboa apresenta trabalhos com técnicas do bordado sobre tecido

por Milena Pacheco 3 de Outubro de 2019 às 09:48
categoria: Cultura e Arte

Repensar e valorizar o tempo

Os bordados contemporâneos exaltam a lentidão do artesanal, onde o tempo, quando passa, passa mais devagar. Bordar exige que você se posicione em relação ao tempo e à vida digital. Na era virtual, as coisas tangíveis ganham força. Estamos diante de uma expressão concreta do movimento “slow”. Muitas vezes visto como trabalho solitário, o bordado é também, um ato de resistência. Fazer algo com as mãos, nos permite a introspecção, conectando corpo e mente. A mágica é pensar que estamos diante do tempo e do esforço de alguém.

RIO é o título da exposição do artista Roberto Lisboa que apresenta trabalhos na técnica do bordado sobre tecidos que se manifestam mais como um meio que apenas como um suporte. As obras se colocam na re-significação das práticas domésticas na arte contemporânea. Nesses trabalhos, alguns aspectos contextualizam a presença de práticas da tradição familiar. Ao percorrer esse caminho, o artista serviu-se da técnica do bordado, o uso da plasticidade e praticidade desses recursos, adicionado à sua memória. Bordando alguns momentos desse caminho, algumas peças se destacam e se mostram em sua plenitude, como um corpo complexo, latente de uma memória particular.

O Rio da integração nacional e o Rio de Janeiro (Cidade dos brasileiros), - como disse outro juazeirense, João Gilberto, - se misturam e se alimentam produzindo um trabalho potente onde beleza e tradição resistem e se reinventam pelas mãos do artista mostrando como as linhas têm potencial também para o discurso político. As obras de Roberto Lisboa são artefatos resultados de uma fabulação toda pessoal do artista e refletem sua trajetória de cientista à artista visual.

O processo criativo foi conquistado e desfrutado no percurso. Mais do que apenas desfrutar da grande flexibilidade dos padrões estéticos visuais atuais, o artista vive em um processo povoado por incertezas e questionamentos decorrentes da atual liberdade no fazer artístico. Essas práticas estão ligadas a uma memória coletiva de ambiente familiar, da infância, do lar, do lugar onde nasceu e viveu. Mostra-se como transfiguração de uma questão recorrente na arte de hoje: a intimidade do indivíduo, percebendo esse intuito poético como expressão da necessidade em firmar sua identidade. Mostrar origens é um eficaz modo de falar das nossas raízes. Nossas memórias são os pilares da nossa identidade e imagem que temos de nós mesmos, sendo este um material referencial.

Nas obras de Roberto, a figura humana, ligada sempre ao manejo dos barcos, torna-se depois o homem do sertão interior, quando o artista recria em um painel, uma visão particular de Canudos antes e depois do ataque e destruição do povoado de Belo Monte. A figura central é o Rio Vaza Barris e o sol que o artista pega emprestado da produção gráfica de Rogério Duarte para o filme “Deus é o Diabo na terra do sol”, onde tal qual os beatos do Brasil interior anunciava, “o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão”. Nestes trabalhos com referências fortes nos anos 50, onde a democracia recente convidava a se pensar o Brasil, finaliza por trazer de volta hoje o tema da destruição do povo de Canudos e a produção de injustiças com cores vibrantes presentes no sertão brasileiro onde a natureza resiste a tudo e na beleza dos jardins de Burle Marx que tanto nos representa. (Com informações da Assessoria)

SERVIÇO:

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL

TÍTULO: RIO

ARTISTA: ROBERTO LISBOA

ABERTURA: 03 DE OUTUBRO DE 2019- 19h

PERÍODO DE EXPOSIÇÃO:  de 04.10 à 04.11. (2ªs, 4ªs e 6ªs)

HORÁRIO: das 14h às 19h.

LOCAL: ESPAÇO POTÓ. Rua São José, 136. Centro. Petrolina-PE

 

 


Coreógrafo mineiro participa de Oficina de Dramaturgia da Dança no Sesc Petrolina

por Milena Pacheco 26 de Setembro de 2019 às 09:56
categoria: Cultura e Arte

De 1º a 5 de outubro o Sesc Petrolina vai realizar a oficina “Danças Urbanas em Interação com Dança Contemporânea”, ministrada pelo coreógrafo mineiro Vanilton Lakka. Voltada para pessoas a partir de 16 anos, a atividade integra o projeto nacional Sesc Dramaturgias.

(Foto: Raissa Coe/Divulgação)

O projeto envolve toda a cadeia de elaboração de espetáculo em artes cênicas, com espaços de formação, experimentação, intercâmbio artístico e cultural com profissionais de referência. A oficina se propõe a experimentar códigos, técnicas e elementos culturais das Danças Urbanas , além do histórico de vivências dos alunos para novas composições cênicas.

Os interessados em participar da oficina podem se inscrever no Ponto de Atendimento do Sesc, que fica na Rua Pacifico da Luz, nº 618, no Centro. A formação acontecerá das 18h às 21h de terça a sexta, e no sábado das 14h às 18h.  Vanilton Lakka é doutorando em Artes Cênicas no PPGAC-UFBA e membro do grupo de pesquisa poéticas tecnológicas ligado ao Instituto de Humanidades, Artes e Ciências desta mesma universidade. É mestre em Artes pelo PPGArtes e professor na graduação de dança Universidade Federal de Uberlândia.

O valor da taxa de inscrição é R$20, mas comerciários e dependentes pagam R$10. Para obter informações: (87) 3866-7474. (Fonte: Blog Nossa Voz)


Sesc Petrolina realiza oficina de Criação Literária

por Milena Pacheco 24 de Setembro de 2019 às 09:39
categoria: Cultura e Arte

Atividade integra o Circuito de Criação, do projeto Arte da Palavra, e está com inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para a oficina de Criação Literária, que acontecerá de 23 a 27 de setembro, das 18h às 22h, no Sesc Petrolina. Ministrada pelo escritor paraense Andrei Simões, a atividade integra o projeto Arte da Palavra - Rede Sesc de Leituras, desenvolvido pelo Departamento Nacional do Sesc para divulgar a literatura no país, facilitando o acesso da população à obra literária.

A Oficina de Criação Literária tem como objetivo exercitar a prática da escrita literária. O público-alvo são escritores, professores, estudantes do Ensino Médio e pessoas a partir de 16 anos de idade, que tenham afinidade com a escrita. Os interessados podem se inscrever no Ponto de Atendimento do Sesc Petrolina. O valor da inscrição para o público em geral é de R$20. Trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes pagam R$10.

Convidado para ministrar a oficina, Andrei Simões é escritor, roteirista, biólogo e mestre em Teoria do Comportamento pela Universidade Federal do Pará (UFPA). É autor dos livros “Espiral” (2000), “Putrefação” (2005), “Zon, o Rei do Nada” (2013), “TAU- O Senhor da Putrefação” (2019), entre outros. 

Projeto – O Arte da Palavra é composto por três eixos: Circuito de Autores – circuito nacional de escritores, voltado para a valorização e divulgação nas diferentes comunidades literárias, onde as obras são lidas localmente antes da chegada dos autores, a fim de enriquecer o debate no encontro com os leitores; Circuito de Oralidades – circuito nacional de apresentações em que a oralidade é privilegiada, voltado para contadores de histórias, saraus, cantadores e apresentações que mesclam poesia com outras manifestações artísticas; e o Circuito de Criação Literária – composto por oficinas de diferentes temáticas, que objetivam exercitar a prática da escrita literária nas suas diferentes categorias, além de propiciar maior bagagem de leituras aos envolvidos.

Sesc - O Serviço Social do Comércio (Sesc) foi criado em 1946. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 20 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br.

(Com informações da Assessoria)


Espetáculos teatrais gratuitos vão incrementar programação do aniversário de Petrolina

por Milena Pacheco 19 de Setembro de 2019 às 15:48
categoria: Cultura e Arte

Dentro da vasta programação cultural em homenagem aos 124 anos de Petrolina, a gestão municipal reservou um momento especial dedicado ao teatro e à cultura popular brasileira através da obra do escritor Ariano Suassuna. Possibilitando aos petrolinenses e turistas mais uma opção gratuita de lazer durante o período festivo, a iniciativa da prefeitura pretende atrair o público também para o Teatro Dona Amélia- SESC, nos dias 21 e 22 de setembro.

Foto: Divulgação

Com 30 anos de história e contribuição para o fortalecimento da cultura local, o Teatro Popular de Arte, o TPA, foi o escolhido pela Secretaria de Educação, Cultura e Esportes para interpretar no palco dois grandes sucessos do escritor paraibano. A escolha pelos artistas locais também se deu pela consagração do TPA pela opinião pública e por difundir e divulgar a cultura pernambucana por todo país.

“Quando pensamos em incluir o teatro dentro da nossa programação, logo nos veio o TPA em mente. O grupo tem uma trajetória muito rica no cenário do teatro amador, não só no Vale do São Francisco, mas dentro e fora do estado de Pernambuco. Não poderia faltar o TPA em uma programação tão ampla e diversificada com essa dos 124 anos da nossa amada Petrolina”, ressalta o secretário executivo de Cultura, Cássio Lucena.

Nas quatro apresentações previstas, o público poderá prestigiar as interpretações teatrais das obras “A pena e a Lei” e “Auto da Compadecida“. Os textos estão entre os mais conhecidos, lidos e interpretados na extensa relação de obras de Ariano Suassuna. Com duração de cerca de 1h50, cada sessão poderá ser assistida por centenas de pessoas, sem nenhum custo. Os ingressos serão distribuídos, no local, com 1h de antecedência. (Ascom)

Cronograma – 21 e 22 de setembro:

1ª Sessão, 16h, “A Pena a Lei”

2ª Sessão - 20h, “Auto da Compadecida”


Juazeiro: Espetáculo “Sentimentos Gis” é selecionado por projeto da FUNCEB

por Milena Pacheco 18 de Setembro de 2019 às 16:30
categoria: Cultura e Arte

Durante as noites de setembro, o palco do Teatro Gamboa Nova se transforma em Gayboa, assumindo uma programação artística voltada para a diversidade. É neste clima de celebração que o solo Sentimento Gis, do juazeirense Cleybson Lima, chega a capital baiana através do projeto “Se Mostra Interior”, realizado pela Fundação Cultural da Bahia (Funceb) em parceria com o Teatro.  As apresentações acontecem nos dias 28 e 29 de setembro, às 19h e 17h respectivamente, com ingressos a preço popular R$ 20,00 e R$ 10,00. 

Foto: Divulgação

Sentimento Gis põe os holofotes nas vivências invisibilizadas de transexuais e travestis a partir da memória de Gisberta Salce Junior, imigrante brasileira que viveu em situação de rua em Portugal sendo torturada durante sete dias por 14 adolescentes que a mantiveram em cárcere num prédio abandonado. A memória de Gisberta é também uma denúncia aos crimes de transfobia que coloca o Brasil como terceiro país do mundo com mais mortes violentas de pessoas trans e travestis.

Unindo Teatro, Dança e Música, Cleybson exibe ao público um olhar mais sensibilizado à causa, em que memórias, teorias, ícones e estigma transitam sob o fio da navalha de dar corpo à discussão de gênero. “Não queremos apenas tratar de Gisberta, mais sim, aumentar a voz dos sentimentos espalhados por ela”, descreve o dançarino.

Trazer o solo ao palco do Gayboa é um sonho que o artista logo mais vai realizar. “Muitos amigos diziam que seria bom levar meu trabalho para o Teatro que neste mês pauta fortemente o respeito às diferenças, e agora estou chegando muito feliz com o meu solo”, afirma Cleybson. (Ascom)


Araripina: Segunda Edição da Mostra de Música Vozes do Sertão começa nesta terça (27)

por Milena Pacheco 27 de Agosto de 2019 às 16:00
categoria: Cultura e Arte

A segunda edição da Mostra de Música Vozes do Sertão em Araripina, no Sertão de Pernambuco. O evento segue até o sábado (31) no Sesc Ler, localizado na Rua Vereador José Barreto de Alencar.

O evento acontece no Sesc Ler Araripina (Foto: Reprodução/ Google)

O objetivo da Mostra é impulsionar produções autorias de artistas da região. A programação conta com apresentações culturais gratuitas. Além disso, doze compositores selecionados participarão de oficinas de formação musical.

Outras informações no telefone (87) 3873-0812.

Veja programação completa:

27/08 (Terça-feira)

19h| Apresentações – Cia de Dança do Sesc Araripina | Balé Clássico do Sesc Araripina | Grupos de Dança do ETE

28/08 (Quarta-feira)

19h|Espetáculo – Palco Semeado | Grupo Sementes Sonoras do Sesc Araripina | Apresentação de música dos artistas Toninho de Olinda e Tustão

29/08 (Quinta-feira)

19h| Apresentação de Música do Grupo Triato da Cidade de Araripina | Apresentação de música do artista Rudiney.

30/08 (Sexta-feira)

19h| Apresentação musical da Rabequeira Aglaia Costa de Recife PE.

31/08 (Sábado)

19h| Apresentação dos 12 artistas selecionados com suas canções autorais.

Fonte: Blog Nossa Voz


Aldeia do Velho Chico celebra 15 anos com grande programação

por Milena Pacheco 13 de Agosto de 2019 às 09:49
categoria: Cultura e Arte

Entre as atrações musicais do festival estão os cantores Rita Beneditto, Mariana Aydar, Larissa Luz, Almério e Alessandra Leão

Durante o mês de agosto Petrolina vai se tornar a capital cultural do Sertão pernambucano.  De 16/8 a 31/8 o Sesc, em parceria com a Prefeitura Municipal,  movimentará a cidade com a realização da 15ª edição da Aldeia do Velho Chico – Festival de Artes do Vale do São Francisco. A programação comemorativa de 15 anos do festival, que acontecerá em Petrolina, Juazeiro (BA) e Lagoa Grande (PE), foi lançada na manhã desta quinta-feira (8/8)  no Teatro Dona Amélia. Consolidado como importante projeto multicultural do Vale do São Francisco, a Aldeia é um desdobramento do Palco Giratório, maior projeto de artes cênicas em circulação no país, e contará com a participação de mais de cem artistas regionais e nacionais.

Foto: Fernando Pereira

O homenageado desta edição será o Grupo TPA (Teatro Popular de Arte) de Petrolina, companhia que contribuiu para a construção do movimento teatral na região, com uma trajetória de mais de 30 anos. O tema escolhido para a edição é a hashtag  #SOMOSALDEIA, para designar um jeito de pensar coletivo que se desdobra a partir da diferença potencializada pela multiplicidade que a arte e a cultura na contemporaneidade propõem. “O projeto solidificou uma política de cultura. Desde 2005, se a gente for fazer uma avaliação, a quantidade de grupos que surgiu a partir da expectativa do festival, para acolher suas produções, é muito grande. Percebemos ao longo dos anos o crescimento das linguagens artísticas, mostrando que é possível profissionalizar a arte. É o festival que tem trazido espetáculos atuais, contemporâneos, artistas que trazem outros modos de produzir. É um festival atento ao tempo, as discussões atuais, como: racismo, intolerância, violência contra a mulher, homofobia. Pensar isso dentro dos recortes curadoriais também são demandas deste festival, que acaba sendo também um lugar de educação através da arte”, destaca o supervisor de cultura do Sesc Petrolina, Jailson Lima.

A abertura acontece no dia 16 de agosto, a partir das 15h, no Sesc Petrolina, com a Mostra Pedagógica das Oficinas que terão início no dia 12/8, seguida pelo Painel de Visualidades da Aldeia, apresentação do Reisado da Comunidade Quilombola Mata de São José (Orocó-PE) e Maracatu Beira-rio (Petrolina). Logo depois, às 17h, o tradicional cortejo Abre Alas pro Velho Chico parte do Sesc e vai percorrer as principais ruas do centro comercial da cidade com a Frevuca, até a Orla. A partir das 18h, a programação acontecerá no palco montado na Orla de Petrolina, com apresentações do Reisado da Comunidade Quilombola do Lambedor (Lagoa Grande-PE), São Gonçalo de Amarante de Zezinho do Vira Beiju (Petrolina), Quadrilha Explode Coração (Petrolina) e Quadrilha Buscapé (Juazeiro-BA). Os shows musicais serão abertos às 19h30 com a cantora caruaruense Gabi da Pele Preta e logo depois o grupo Mande in Quebrada (Juazeiro-BA). A noite de abertura será encerrada com o show Tecnomacumba, da cantora maranhense Rita Beneditto.

Até o dia 31 diversas atrações se revezarão na Aldeia, que contará com espetáculos musicais no Teatro Dona Amélia com a cantora Mariana Aydar (São Paulo –SP),  que se apresentará no dia 23, às 20h30, e a cantora pernambucana Alessandra Leão, no dia 29/8, às 20h30. Os cantores Larissa Luz (Salvador-BA) e Almério (Caruaru-PE), farão seus shows no Virarte, no último dia do festival. Com apresentações em Petrolina, em Juazeiro e Lagoa Grande, a programação ainda contará com grandes apresentações de teatro, como “Se eu fosse Iracema”, do 1Comum Coletivo (Rio de Janeiro-RJ), que integra o projeto Palco Giratório. As crianças também terão espaço na grade do Aldeia com espetáculos voltados especialmente para elas, como “Estelita entre fadas e outros bichos”, da Trup Errante (Petrolina-PE).  

O último dia do festival (31/8) começará às 16h, com a intensa programação do Virarte. Além dos cantores Larissa Luz e Almério, o encerramento do festival contará com apresentações teatrais e de dança.  Durante o Virarte, o Mercado Cultural vai funcionar no corredor do Sesc comercializando diversos produtos. A programação completa da Aldeia do Velho Chico pode ser conferida no site do Sesc Pernambuco (www.sesc.org.br) .

Toda a programação do Aldeia do Velho Chico é gratuita, com exceção dos espetáculos realizados no Teatro Dona Amélia, que terão ingressos vendidos a R$ 20 (Inteira) e R$ 10  (Meia). Trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm desconto, pagando apenas R$ 5. Para o show  de Mariana Aydar  o ingresso custa R$ 30 se for comprado antecipadamente, R$ 40 (Inteira), R$ 20 (Meia) e R$10 (Trabalhadores do Comércio e dependentes). Este ano, Para ter acesso à programação do Virarte o público pode optar por pagar R$10 ou doar 2 Kg de alimento não perecível que será doado ao Banco de Alimentos do Sesc Petrolina. Um programa de responsabilidade social do Sesc que atua para diminuir o abismo da desigualdade social no país, minimizando os efeitos da fome e da desnutrição.

A aldeia do Velho Chico conta com o apoio do Instituto Federal do Sertão Pernambucano – IFSertão, TV Grande Rio, Janela 353, Vapor do Vinho, Café de Bule e JB Hotel. (Fonte: Ascom)


Passeata de sanfoneiros homenageia 30 anos da morte de Luiz Gonzaga

por Milena Pacheco 2 de Agosto de 2019 às 09:41
categoria: Cultura e Arte

Petrolina recebe nesta sexta-feira (2) a 1ª Sanfoneata, passeata de sanfoneiros da região. O objetivo é homenagear os 30 anos da morte do rei do baião Luiz Gonzaga. O evento é promovido pelo sanfoneiro Luiz Rosa.

Foto: Karine Paixão/ Nossa Voz

A concentração está acontecendo na Praça do Galo, que fica localizada na rua da Simpatia, centro de Petrolina. A data 2 de agosto, é a data da morte de Luiz Gonzaga e os sanfoneiros seguem ás ruas e avenidas da cidade até a orla onde vão sair de barca pelas águas do rio São Francisco em celebração.

O evento tem a participação da quadrilha junina Buscapé, do bairro do Quidé, em Juazeiro. Este ano, a quadrilha participou dos festivais de Juazeiro, na Bahia, e também de Petrolina, onde apresentou a história de amor entre Diadorim e Riobaldo do clássico da literatura brasileira Grande Sertão Veredas, de Guimarães Rosa.

Luiz Rosa já confirmou a presença de mais de 120 sanfoneiros. Também estará presente tocadores de São Raimundo Nonato, do Inocêncio (Piauí), Senhor do Bonfim (Bahia), Remanso (Bahia), Jacobina, Recife e Salvador, além daqueles que residem em Petrolina e Juazeiro. (Fonte: Blog Nossa Voz)