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'Fico na bilheteria, faço faxina como ninguém. O teatro não fecha', garante Andrea Beltrão

por Milena Pacheco 11 de Junho de 2019 às 16:15
categoria: Cultura e Arte

Após perder patrocínio e ver gente comemorando a notícia, atriz conta o que ela e a sócia, Marieta Severo, estão fazendo para manter o Poeira

Desde abril, o Teatro Poeira não tem mais o patrocínio da Petrobras que mantinha há anos. Criado e administrado desde 2005 por Andrea Beltrão e Marieta Severo (prestes a completar 15 anos, portanto), o espaço não foi o único a sentir a faca. Mas sua perda gerou a reação mais forte: pela internet, as artistas receberam apoio, mas também várias mensagens celebrando “o fim da mamata”. Uma fonte secou, mas o teatro não fecha, diz Andrea.

 Fico na bilheteria, faço faxina como ninguém. A gente ( Marieta e ela ) vem e cuida sozinha, se precisar. — diz a atriz, que complementa. — É uma falta de informação absoluta. Essas duas casas ( o Teatro Poeira e o Poeirinha ) foram compradas com recursos próprios da Marieta Severo e meus. Dinheiro de pessoa física, trabalhado e declarado na Receita Federal. As reformas foram feitas com recursos próprios. A Petrobras entrou cinco anos depois ( da abertura ). O patrocínio que a gente tinha da Petrobras não era salário para Andrea e Marieta, era para artistas do mundo inteiro virem ministrar oficinas, para montar espetáculos para plateias lotadas com gratuidade. Não entendo por que comemorar o fim de uma coisa que dava acesso a todos.

Após passar três anos viajando pelo Brasil com sua premiada montagem de “Antígona”, a atriz volta ao Poeira com o monólogo. Nesta entrevista, ela conta como a história da filha de Édipo e Jocasta — que tenta enterrar o irmão, desafiando o tio, o rei Creonte — dialoga com a busca por justiça em 2019. Comenta também os planos para o teatro e o ódio contra artistas, além de como encara o desafio de fazer “Hebe — a estrela do Brasil” . No filme que estreia em agosto, ela interpreta a apresentadora que era “um ícone contestador, à direita, mas que gostava do pessoal da esquerda”. (Fonte: O Globo/Foto: 

Roberto Moreyra / Agência O Globo)


Chico Buarque recebe o Prêmio Camões 2019

por Milena Pacheco 21 de Maio de 2019 às 17:27
categoria: Cultura e Arte

O cantor, compositor e escritor brasileiro Chico Buarque ganhou o Prêmio Camões 2019. O anúncio foi realizado nesta terça-feira, 21, no Rio de Janeiro, após uma reunião na sede da Biblioteca Nacional. Chico é o 13º brasileiro a levar a honraria, que premia escritores lusófonos pelo conjunto da obra com 100 mil euros.

Foto: AFP/Arquivos

O vencedor foi escolhido por uma equipe de seis jurados indicados pela Biblioteca Nacional do Brasil, pelo Ministério da Cultura de Portugal e pela comunidade africana. São eles os portugueses Clara Rowland e Manuel Frias Martins, os brasileiros Antonio Cicero Correia Lima e Antônio Carlos Hohlfeldt, a angolana Ana Paula Tavares e o moçambicano Nataniel Ngomane. O Prêmio Camões dá a seus vencedores a quantia de 100 mil euros.

Chico Buarque já havia vencido, em 2010, o Jabuti, principal prêmio literário brasileiro, pelo seu romance Leite Derramado, em 2006, com Budapeste, e em 1992, com Estorvo.

Embora sua carreira musical seja a mais proeminente, Chico já escreveu peças de teatro, como Roda Viva, Gota d’Água, Calabar e Ópera do Malandro, e livros como Estorvo, Benjamim, Budapeste, Leite Derramado e O Irmão Alemão.

O prêmio

O primeiro vencedor do Prêmio Camões foi o escritor português Miguel Torga (1907-1995), em 1989. O primeiro autor brasileiro a ser eleito foi João Cabral de Melo Neto (1920-1999), no ano seguinte. Em 1991, o moçambicano José Craveirinha (1922-2003) se tornou o primeiro escritor africano a receber a premiação. Já a primeira mulher a ser galardoada foi a brasileira Rachel de Queiroz (1910-2003), em 1993.

Ao todo, um angolano, dois cabo-verdenses, dois moçambicanos, 12 portugueses e 12 brasileiros receberam a honraria. Em 2006, o luso-angolano José Luandino Vieira se tornaria o segundo representante de Angola, depois de Pepetela, a ganhar o Camões, mas recusou o prêmio por, na época, estar há 30 anos sem escrever.

O último brasileiro a vencer o Prêmio Camões foi Raduan Nassar, autor de clássicos como Lavoura Arcaica e Um Copo de Cólera, eleito em 2016. Além dele, os brasileiros ganhadores do Camões são: João Cabral de Melo Neto (1990), Rachel de Queiroz (1993), Jorge Amado (1994), Antonio Candido (1998), Autran Dourado (2000), Rubem Fonseca (2003), Lygia Fagundes Telles (2005), João Ubaldo Ribeiro (2008), Ferreira Gullar (2010), Dalton Trevisan (2012) e Alberto da Costa e Silva (2014). (Fonte: istoe/Foto: AFP/Arquivos)


Entre espetáculo e exposição APAE Petrolina sediou projeto de dança

por Milena Pacheco 2 de Maio de 2019 às 15:58
categoria: Cultura e Arte

Os alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae Petrolina) puderam vivenciar nesta quinta-feira (02) pela manhã a linguagem da dança. O pátio da instituição foi palco para o projeto ‘Batuques nos terreiros’ da Cia. Balançarte, que levou sua temporada gratuita de apresentações e também uma exposição que conta a história do trabalho que desenvolvem na região há 13 anos.

Para o professor Nilson Castro, momentos como esse são importantes para a inclusão dos alunos. “Quanto mais eles estiverem expostos a manifestações de cultura como foi o espetáculo Batuques, sem dúvidas vão agregar muito na convivência diária de cada um”, afirmou.

O sorriso de Maria Luiza Ana Falcão confirma o impacto positivo da ação na Apae. “Eu achei ótimo o espetáculo, achei tudo muito bonito. E achei a exposição linda”, comentou. O professor também comentou que a exposição tem despertado a atenção dos alunos. “Eles ficam bastante curiosos na exposição, fazem questionamentos à todo tempo para saber detalhes”, disse. (Fonte: Blog Nossa Voz/Foto: Reprodução)


Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, Frevo completa 112 anos neste sábado (9)

por Milena Pacheco 9 de Fevereiro de 2019 às 10:23
categoria: Cultura e Arte

Comemorações serão duplicadas no Paço do Frevo, que faz cinco anos como guardião do ritmo

Das expressões culturais mais representativas de Pernambuco, o frevo é música, dança, cor e alegria. Neste dia 9 de fevereiro, é comemorado o Dia do Frevo, data na qual recebeu título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela ONU e Patrimônio Cultural do Brasil concedido pelo Iphan. O ritmo completa 112 anos e tem sua efervescência representada através do trabalho de maestros, músicos, agremiações e passistas, que mantém vivas as tradições. 

Foto: Teresa Maia

O dia também é marcado pelo aniversário do Paço do Frevo, espaço que celebra cinco anos de funcionamento e comemora a atuação para a salvaguarda do ritmo. “Apesar das crises econômicas e financeiras, tivemos um saldo muito positivo ao longo dos anos. Passaram por aqui 520 mil pessoas. Somente em 2018, foram 120 mil visitantes, média de 10 mil por mês, marca importante para qualquer equipamento do Brasil”, avalia o diretor do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), responsável pela gestão do espaço, Ricardo Piquet. 

O Paço do Frevo promove grade de atividades mensais, dando suporte à produção artística e abraçando a cadeia produtiva. O espaço se aproxima das agremiações, músicos, compositores e grupos culturais e desenvolve projetos como Hora do Frevo, Arrastão do Frevo, rodas de diálogo e aulas de dança. O diretor projeta novas ações para o centro de memória e referência, voltadas para ampliar o diálogo com a comunidade, incluindo a participação dos jovens. 

“Queremos intensificar a relação e discutir as programações de maneira mais intensa. Ouvir as agremiações e a nova geração que vai tomar a frente dos blocos, para trazer esse olhar de renovação”, afirma Piquet. “Também queremos convidar os recifenses, os moradores da cidade, para visitarem o Paço. Trazer os amigos, os turistas e apoiar de forma mais ativa, participando dos equipamentos culturais do Recife, dos museus e centros culturais da cidade.”

PROGRAMAÇÃO

Diversas atividades culturais reverenciam o gênero musical neste sábado. O Paço do Frevo vai abrir com acesso gratuito para todos os visitantes. A partir das 15h, na Praça do Arsenal, haverá orquestra de frevo e passistas para animar os foliões. A Prefeitura também promove passeio do projeto Olha! Recife, às 14h, com visitação às sedes da escola Gigantes do Samba, Troça Abanadores do Arruda e Maracatu Encanto da Alegria. As inscrições são gratuitas através do site www.olharecife.com.br.

Duplo aniversário 

Embora o Dia Nacional do Frevo seja comemorado oficialmente em 14 de setembro no país, o termo foi publicado pela primeira em 9 de fevereiro de 1907 pelo jornalista Osvaldo da Silva Almeida, no Jornal Pequeno, com circulação no Recife. Assim, o ritmo pernambucano também sempre é celebrado nesta data, especialmente no estado onde nasceu. A origem do nome vem de “ferver”, chamado por corruptela na época de “frever”, inspirado nas marchinhas carnavalescas, com influência de danças afro-brasileiras e passos de ballet clássico. (Fonte: Diariodepernambuco/viver/Foto: Teresa Maia)


Geraldo Azevedo lança primeiro disco de frevo

por Milena Pacheco 7 de Fevereiro de 2019 às 16:41
categoria: Cultura e Arte

Com cinco faixas, o EP só terá versão digital 

Foto: Divulgação

JOSÉ TELES

Embora seja mais conhecido por canções românticas como Dia Branco (com Renato Rocha), Dona da Minha Cabeça (com Fausto Nilo) e Moça Bonita (com Capinam), Geraldo Azevedo também é da folia. Estreou na composição com a marcha de bloco Aquela Rosa (com Carlos Fernando), lançada em 1967 por Teca Calazans. Foi criador com o citado Carlos Fernando do projeto Asas da América, que renovou o frevo em 1980. Há anos é presença certa no Carnaval pernambucano. Este ano se apresenta sábado, com a Transversal Frevo Orquestra, na Praça do Arsenal, e, domingo, no Pátio de São Pedro Geraldo estende sua participação lançando hoje, nas plataformas digitais, um EP de músicas para o Carnaval, o primeiro em sua discografia.

É o Frevo, É Brasil, título do disco, que sai pela ONErpm, traz cinco faixas, duas delas inéditas. O projeto tem produção e direção musical de César Michiles, que também assina quatro dos arranjos, e faz a orquestração. A única faixa que ele não arranjou foi Lembrando Carlos Fernando, que tem arranjo do maestro Edson Rodrigues. A música também é a única que não foi composta por Geraldo Azevedo. O autor é J. Michiles, em homenagem ao compositor caruaruense, falecido em 2013, e autor do frevo canção mais bem sucedido da história do gênero, Banho de Cheiro. Michiles fez para ele um frevo de bloco: “Nas asas da América/seu frevo brilhou”, começa a letra, que celebra o “boêmio da folia”, com citações de músicas de Carlos Fernando.

No início influenciado por seresteiros e pela bossa nova, Geraldo Azevedo – como aliás todos os músicos pernambucanos – tem o frevo correndo na inspiração. “Quando fevereiro chegar/saudade já não mata a gente”, qualquer um diria que os versos são de um frevo canção. Pertencem à balada Chorando e Cantando, um dos clássicos de Geraldinho (numa parceria com Fausto Nilo). A partir deste EP são também versos de frevo. A balada vestiu roupas carnavalescas e cai na folia exatamente quando chega fevereiro.

 Quatro Dias de Amor, parceria com Maciel Melo) que abre o EP, é como uma atualização de Aquela Rosa, iniciação de Geraldo Azevedo na composição de frevos. Tem por tema o amor de Carnaval, que tinha a eternidade da duração da festa, hoje dificultado pelas muitas amarras do politicamente correto, que excluiu do Carnaval o buliçoso personagem Arlequim.

CLIPE

 É o Frevo, É Brasil recorre ao artifício do frevo autorreferencial, e à apologia ao gênero do carnaval pernambucano “De Recife a Olinda/do mar até o sertão”. É Só Brincadeira (com Zamma) é um frevo galope, à Moraes Moreira, de balanço irresistível, com solos de guitarra em meio aos metais, da orquestra de César Michiles. É Só Brincadeira teve direito a clipe, gravado semana passada no clássico Hotel Central, na Manuel Borba.

O EP é importante por ser de um grande nome da música pernambucana, e brasileira, trazendo novos frevos. Um diferencial de um Carnaval cujos palcos serão ocupados por músicos, e grupos, com repertório alheio à época.

GERALDO E O FREVO

Da Alemanha, onde passa férias, Geraldo Azevedo mandou um comentário sobre sua relação com o frevo:

Realmente é o primeiro lançamento de frevo de Geraldo Azevedo, mas há de convir que na minha trajetória toda o frevo está presente, desde o começo da minha carreira. Na década de 80 criamos o projeto Asas da América, eu Alceu e Carlos Fernando, incentivamos sempre revigorar e renovar o frevo. Em vários discos meus tem uma faixa de frevo. E meus shows são marcados por terminar fazendo frevo juntos. Venho fazendo o carnaval há muitos anos, sempre ligado ao frevo.

Meu sonho era gravar um DVD, porém a produção é muito cara. Mas esta coisa ainda vai ser realizada. Comecei pelo EP, mas com certeza para o ano vai ter um CD completo. Além destas cinco canções vão entrar mais cinco para completar um CD. Quem sabe o DVD vem por ai também? Porque é o meu sonho realizar este projeto, é muito vibrante, grandiosa, a minha relação com o público, e com o carnaval pernambucano.

Sempre ouvi os mestres Claudionor Germano, Expedito Baracho, já regravei música de Capiba, Luis Bandeira, Zé Michiles, compositores importantes da história do frevo. E sou um compositor de frevo, fiz muitos com Carlos Fernando, e continuo fazendo. Agora mesmo fiz um com Maciel Melo, com Zamma, e mais umas canções conhecidas transformadas em frevo, que é o nosso rock, a nossa música mais energética, e eu sempre vou trabalhar com ele. Gostaria que se tornasse mais nacional, um ritmo com que o Brasil inteiro vibre e dance. (Fonte: jconline/ Foto: Divulgação)


Saulo divulga DVD com show em estação de metrô

por Milena Pacheco 2 de Fevereiro de 2019 às 12:01
categoria: Cultura e Arte

Imagine só descer em uma estação de metrô e encontrar o cantor Saulo realizando um show? Foi o que aconteceu no início da noite desta sexta-feira, 1º. O artista esteve no Acesso Norte para divulgar o DVD 'Sol Lua Sol', gravado em São Paulo em 2018.

Foto: Tiago Caldas | Ag. A TARDE

A estação ficou lotada de fãs do artista, que juntos cantaram músicas como "Terra Nossa" e "Anjo", passeando entre canções conhecidas durante a participação de Saulo na banda Eva até as divulgadas a partir da sua carreira solo. (Fonte: A tarde/Foto: Tiago Caldas | Ag. A TARDE)


Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos: Gibis agradam 29% dos brasileiros

por Milena Pacheco 30 de Janeiro de 2019 às 17:12
categoria: Cultura e Arte

Desde 1984, em 30 de janeiro se comemora o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, um dos gêneros preferidos dos brasileiros. De acordo com a 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura do Instituto Pró-Livro, os gibis agradam entre 13% e 29% dos leitores da país.

A nona arte, como é conhecida, ganhou esta data no Brasil por conta do cartunista Ângelo Agostini, italiano radicado no Brasil. O cartunista publicou, em 30 de janeiro de 1869, a primeira história em quadrinhos brasileira As aventuras de Nhô-Quim, ou Impressões de uma viagem à corte, publicada na revista Vida Fluminense. 

Mauricio de Sousa/Divulgação

O quadrinho mostra a história de Nhô Quim, caipira que vai para o Rio de Janeiro e se espanta com a civilização que era um mistura da vida rural com a vida urbana.

O sucesso dos quadrinhos no Brasil é tamanha, que a Turma da Mônica, criada em 1959 por Mauricio de Sousa, é uma das maiores marcas brasileiras tendo se expandido para além dos gibis, como em livros, brinquedos, jogos, entre outros.

Recentemente a turma do bairro do limoeiro foi parar nos Estados Unidos, com uma graphic novel que conta as aventuras da Turma da Mônica Jovem, com os já conhecidos personagens, só que agora na versão adolescente.

Para celebrar essa importante data, o Janeiro Geek, no Sesc Estação 504 Sul, promove, nesta quarta (30/1), o bate-papo "Mauricio de Sousa por todos nós", que vai debater a obra de um dos maiores quadrinistas do país. O evento vai ter como convidados Magali Spada e Sousa, filha de Maurício e inspiração para a famosa Magali, além do roteirista Gerson Luiz Borlotti e o cartunista José Alberto Lovetro. (Fonte: Diariodepernambuco/viver/Foto: Mauricio de Sousa/Divulgação)


Bodocó: Sesc inscreve para Curso de Teatro

por Redação Nossa Voz 17 de Janeiro de 2019 às 12:36
categoria: Cultura e Arte

Sesc Ler de Bodocó-PE está com inscrições abertas para o Curso de Teatro. A atividade é voltada para crianças, jovens e adultos. Estão sendo oferecidas duas turmas para crianças de 9 a 11 anos, com aulas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, e outra das 16h às 18h. Para jovens a partir de 15 anos e adultos, as aulas também ocorrem às terças e quintas-feiras, das 19h às 21h. A previsão é que as aulas comecem no dia 14 de fevereiro.

As inscrições devem se feitas no Ponto de Atendimento do Sesc Ler, de segunda a sexta-feira, em horário comercial. É necessário apresentar cópia de RG, CPF ou Certidão de Nascimento, cópia do comprovante de residência, uma foto 3×4. Trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo devem apresentar o Cartão Sesc atualizado.

Foto: Pxhere


Vale Ensina Arte movimenta Orla de Petrolina neste sábado (12)

por Redação Nossa Voz 11 de Janeiro de 2019 às 09:55
categoria: Cultura e Arte

Neste sábado (12), a Orla de Petrolina-PE vai ser palco de muita arte. É a primeira edição do Vale Ensina Arte, evento sociocultural que reúne artistas da região ds mais diversas áreas. "Nossa ideia é criar um espaço multicultural e valorizar os artista ribeirinhos pra que a população tenha acesso a essa produção cultural", explicou uma das organizadoras do encontro, Mariana Andrade.  

As atividades começam às 16h e vão ser realizadas em um espaço adaptado para receber a programação. Serão promovidas oficinas de cordel e de grafite, espaço aberto para apresentações de poesia, batalha de rima entre MC’s do cenário do Rap no Vale, apresentações de pockets show de 4 coletivos da região. O projeto será encerrado com uma apresentação de um DJ.

Arte e Solidaridade

Na ocasião serão arrecadados alimentos que serão direcionados à uma instituição de abrigo de menores carentes escolhida pela produção do evento.  A entrada é gratuita, mas a produção pede um quilo de alimento não perecível. 


Netinho está novamente fora do Carnaval: “Não houve renovação”

por Milena Pacheco 3 de Janeiro de 2019 às 16:37
categoria: Cultura e Arte

Netinho ficará mais um ano fora do Carnaval de Salvador. O cantor lamentou o fato de em sua opinião a folia baiana não ser mais a mesma.

© Instagram

“Existem grandes artistas e compositores, mas você vê que não houve renovação no axé nos últimos anos. É tudo misturado com o pop agora. Não existe mais aquele axé gostoso de antigamente”, disse ao “Uol”.

O artista também afirmou que apesar de não se apresentar este ano, não deixará de curtir as festas. “A maneira como estão os blocos não cabe mais no Carnaval de Salvador, então eu prefiro ficar de fã”, disparou.

E continuou: “Quem vai agora em camarote e em cima do trio não sabe o que é Carnaval”.

Vale lembrar que Netinho cantou em 2107 em um camarote em Salvador, contudo,  não subiu no trio. (Fonte: msn/Foto: © Instagram)