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Vale Ensina Arte movimenta Orla de Petrolina neste sábado (12)

por Redação Nossa Voz 11 de Janeiro de 2019 às 09:55
categoria: Cultura e Arte

Neste sábado (12), a Orla de Petrolina-PE vai ser palco de muita arte. É a primeira edição do Vale Ensina Arte, evento sociocultural que reúne artistas da região ds mais diversas áreas. "Nossa ideia é criar um espaço multicultural e valorizar os artista ribeirinhos pra que a população tenha acesso a essa produção cultural", explicou uma das organizadoras do encontro, Mariana Andrade.  

As atividades começam às 16h e vão ser realizadas em um espaço adaptado para receber a programação. Serão promovidas oficinas de cordel e de grafite, espaço aberto para apresentações de poesia, batalha de rima entre MC’s do cenário do Rap no Vale, apresentações de pockets show de 4 coletivos da região. O projeto será encerrado com uma apresentação de um DJ.

Arte e Solidaridade

Na ocasião serão arrecadados alimentos que serão direcionados à uma instituição de abrigo de menores carentes escolhida pela produção do evento.  A entrada é gratuita, mas a produção pede um quilo de alimento não perecível. 


Netinho está novamente fora do Carnaval: “Não houve renovação”

por Milena Pacheco 3 de Janeiro de 2019 às 16:37
categoria: Cultura e Arte

Netinho ficará mais um ano fora do Carnaval de Salvador. O cantor lamentou o fato de em sua opinião a folia baiana não ser mais a mesma.

© Instagram

“Existem grandes artistas e compositores, mas você vê que não houve renovação no axé nos últimos anos. É tudo misturado com o pop agora. Não existe mais aquele axé gostoso de antigamente”, disse ao “Uol”.

O artista também afirmou que apesar de não se apresentar este ano, não deixará de curtir as festas. “A maneira como estão os blocos não cabe mais no Carnaval de Salvador, então eu prefiro ficar de fã”, disparou.

E continuou: “Quem vai agora em camarote e em cima do trio não sabe o que é Carnaval”.

Vale lembrar que Netinho cantou em 2107 em um camarote em Salvador, contudo,  não subiu no trio. (Fonte: msn/Foto: © Instagram)


Memorial Luiz Gonzaga celebra 106 anos do Rei do Baião com programação gratuita

por Milena Pacheco 13 de Dezembro de 2018 às 10:03
categoria: Cultura e Arte

Equipamento fará visitas guiadas, exibição de vídeos e apresentações musicais

Para celebrar o Rei do Baião, mais fidedigno e festejado representante e defensor que a cultura nordestina já produziu, o Memorial Luiz Gonzaga (Rua São Pedro, 35, São José, Recife) preparou uma programação especial para esta quinta-feira (13), dia em que o Velho Lua festejaria seu aniversário de 106 anos. Das 9h às 18h, serão oferecidas diversas atividades, como oficina de sanfona, visita guiada, apresentações artísticas, exibição de vídeos e sorteios.

(Foto: Andrea Rego Barros/Divulgação)

Pela manhã, o local estará de portas abertas para visitação guiada por seu acervo, que conta com fotos, vídeos, discos, músicas, instrumentos musicais e objetos da cultura sertaneja. Além disso, haverá exibição de vídeos sobre o cantor, sanfoneiro e compositor.

Pela tarde, a partir das 14h, haverá apresentações artísticas para festejar a obra de Gonzaga. A programação musical será comandada por Jurandy da Feira, considerado o parceiro caçula de Luiz Gonzaga, com quatro canções em parceria com o Rei do Baião. A Rural de Roger também vai estacionar na programação.

A programação continua nos próximos dias 17 e 18, com uma oficina introdutória sobre sanfona, com atividades das 14h às 16h30, no Memorial. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo telefone 3355-3155 ou presencialmente, no Memorial Luiz Gonzaga, localizado no Pátio de São Pedro, casa 35, Bairro de São José. (Fonte: Diáriode pernambuco/viver/Foto: Andrea Rego Barros/Divulgação)


Conservatório Pernambucano realiza Semana da Música 2018

por Milena Pacheco 19 de Novembro de 2018 às 17:30
categoria: Cultura e Arte

Festival musical começa nesta segunda (19) e vai até a próxima sexta (23) com uma programação repleta de atividades

Com o intuito de levar musicalidade e cultura à população recifense, o Conservatório Pernambucano de Música realiza desta segunda-feira (19), até a próxima sexta-feira (23) a Semana da Música. Nomeado um dos principais encontros da agenda da instituição, o evento vai acontecer em horários variados na sede da escola, localizada na Av. João de Barros, Nº 594, no bairro de Santo Amaro. 

Foto: Divulgação

A programação do festival vai contar com uma série de atividades como palestras, workshops, minicursos, shows e concertos de grupos como Choro Pra Cinco (DF), Confluir, Coro Juvenil do CPM, Silva Barros e Grupo, Blue Jeans e Sertão Jazz. A entrada é gratuita. (Fonte: Diário de Pernambuco/Foto: Divulgação)


Taís Araujo estreia como produtora de filme: 'É uma forma de tomar as rédeas'

por Milena Pacheco 30 de Outubro de 2018 às 09:16
categoria: Cultura e Arte

Capa da revista 'Vogue', a atriz fala sobre a estreia como produtora no filme sobre a vida de Elza Soares: 'Produzir é uma forma de tomar as rédeas, de fazer papéis que eu queira'. A mulher de Lázaro Ramos disse que decidiu passar por uma reformulação na carreira após sofrer com críticas pela novela 'Viver a Vida' (2009): 'Entendi que precisava buscar minhas raízes e me reinventar'.

Atualmente no comando do reality "Popstar", Taís Araujo se divide entre TV e cinema. A atriz se prepara para produzir e protagonizar um filme sobre a vida da cantora Elza Soares. "Produzir é uma forma de tomar as rédeas, de fazer papéis que eu queira", refletiu em entrevista à revista "Vogue". Segundo a artista, a ideia de ser produtora surgiu após sofrer com as críticas à novela "Viver a Vida" (2009), em que viveu uma das Helenas de Manoel Carlos. "Ter coragem de dizer 'não' é muito difícil dentro da televisão. Naquele momento, entendi que precisava buscar minhas raízes e me reinventar", explicou. (Com informações PurePeople/© Divulgação, Zee Nunes)


Após transplante, Claudia Rodrigues volta ao teatro

por Milena Pacheco 16 de Outubro de 2018 às 10:34
categoria: Cultura e Arte

Recontratada pela Globo, atriz, que tem esclerose múltipla, recebeu ainda dois convites para levar sua vida e luta contra a doença para o cinema

Duas das principais personagens de Claudia Rodrigues na TV vão para os palcos. A beijoqueira Thalia e a empregada doméstica Sirene, acompanhadas de Camélia (irmã gêmea de Ofélia) e da manicure Marinalva, estarão na peça “Imprevistos acontecem”, que estreia dia 12 de novembro, em Curitiba. Pela primeira vez, a atriz vai dividir a cena com sua filha Iza Rodrigues, de 16 anos.

Recontratada pela Globo, Claudia Rodrigues, que tem esclerose múltipla, recebeu ainda dois convites para levar sua vida e luta contra a doença para o cinema.

Empresária da atriz, Adriane Bonato afirma que, após o transplante de células tronco, Claudia conseguiu acabar com toda a fadiga que tinha e que a impedia de fazer qualquer trabalho que exigisse locomoção.

— O transplante deu condições para ela tratar as sequelas da doença. Falta pouco para ela chegar ao impossível para a medicina, que é reverter as sequelas da esclerose. Até o fim do ano que vem, nenhuma sequela mais ela vai apresentar — afirma Adriane. (Com informações Ibahia/foto: Divulgação)

 

 


O maior grafite do mundo fica no Rio de Janeiro e foi feito por uma mulher

por Milena Pacheco 15 de Outubro de 2018 às 16:24
categoria: Cultura e Arte

Já repararam que os nomes de maior destaque no street art mundial são homens? No entanto, mesmo que existam mulheres tão ou mais talentosas que os artistas masculinos neste segmento da arte, elas não possuem tantas chances de mostrar seu trabalho.

Mas eis que já passou da hora de mudar esta realidade e o ponto de partida foi bem aqui em território nacional. A artista paulistana Luna Buschinelli é responsável pelo maior grafite do mundo produzido por uma mulher. A obra, o enorme painel intitulado Contos, foi feita no prédio da Escola Municipal Rivadávia Corrêa, na Av. Presidente Vargas, entre a Igreja da Candelária e a Central do Brasil, no Rio de Janeiro.

A artista trabalhou das 8 às 18h por cerca de 1 mês para pintar os cerca de 2.500 m² do complexo escolar. Luna foi convidada pelo produtor Pagu, responsável, ao lado de Andrea Franco, pelos murais do Boulevard Olímpico — entre eles, o de Kobra, reconhecido pelo Guinness como o maior grafite do mundo.

O trabalho faz parte do projeto Rio Big Walls, da Secretaria Municipal de Cultura, que pretende valorizar espaços por meio da arte urbana. Sua imensidão é tamanha, que o grafite será apresentado ao Guinness Book.

Aliás, desde a inauguração, a obra de arte está chamando a atenção das pessoas que passam pela região central do Rio de Janeiro. Em entrevista à revista Veja, Luna destaca a força do grafite feminino.

“Fico muito feliz em poder trazer com esse trabalho a força de um graffiti feminino, além de abrir portas e dar visibilidade não só para mim, mas também para todas as mulheres que se aventuram no mundo do graffiti e da arte.”(Com informações Hypeness/fotos © Humberto Ohana)


Filme sobre Chacrinha ganha trailer oficial. Assista

por Milena Pacheco 4 de Outubro de 2018 às 09:12
categoria: Cultura e Arte

Com direção de Andrucha Waddington, o longa-metragem traz Eduardo Sterblitch e Stepan 

Foi divulgado o trailer oficial de Chacrinha: O velho guerreiro, cinebiografia do apresentador que fez história no rádio e na tevê entre as décadas de 1950 e 1980. Com direção de Andrucha Waddington, o longa-metragem traz Eduardo Sterblitch e Stepan Nercessian dividindo-se entre duas fases da vida de Abelardo Barbosa. O longa retrata desde a chegada ao Rio de Janeiro como um jovem pernambucano aspirante a radialista, até ele se tornar ícone do humor que eternizou bordões como "Quem não se comunica se trumbica" e "Quem quer bacalhau?".

Com roteiro assinado por Cláudio Paiva, o filme aborda a personalidade carismática de Chacrinha em frente às câmeras e a relação conturbada que tinha com sua mulher, Florinda, interpretada por Amanda Grimaldi e por Carla Ribas. Pelo trailer, é possível ver que histórias já conhecidas sobre o apresentador, como o concurso de cães pulguentos que infestou os estúdios da Rede Globo e o suposto romance com Clara Nunes (Laila Garín), também estão na trama.

No elenco de Chacrinha: O velho guerreiro ainda estão Gianne Albertoni (Elke Maravilha), Rodrigo Pandolfo (Jorge), Thelmo Fernandes (Boni) e Karen Junqueira (Rita Cadillac). A estreia do filme está marcada para o próximo dia 25. (Com informações diariodepernambuco/Foto: Divulgação)


Documentário sobre Reginaldo Rossi é exibido em mostra de cinema em Pernambuco

por Milena Pacheco 3 de Outubro de 2018 às 06:50
categoria: Cultura e Arte

Ação faz parte do Festival No Ar Coquetel Molotov e acontece em Belo Jardim

A partir do dia 17 de outubro o município de Belo Jardim recebe a Mostra Play The Movie, ação integrada do Festival No Ar Coquetel Molotov. O evento chega a 12ª edição e vai acontecer no Cine Teatro Cultura, área central do município. Com entrada gratuita, a mostra traz em sua programação lançamentos e exibição de filmes, entre eles o longa metragem ‘Reginaldo Rossi – Meu Grande Amor’ (2017).  

Com direção do cineasta José Eduardo Mignoli e roteiro do DJ Dolores, o filme conta um trecho da trajetória do cantor pernambucano, apresentando várias etapas da carreira e da história de Rossi que vão desde sua fase mais roqueira, com o grupo Silver Jets até o final de sua vida em 2013. O longa foi gravado sob o padrão de três vertentes cinematográficas, sendo desenvolvido nos formatos de documentário, homenagem e obra de ficção. 

Apresentada pelo Ministério da Cultura e com patrocínio do Instituto Conceição Moura, a Mostra Play The Movie vai contar também com apresentação de curtas e outras produções como ‘Paraíso Perdido’ (2018), ‘Quase Samba’ (2015) e ainda uma seleção de clipes e um cine concerto com o cantor Rafa Emery. A programação segue até o dia 19 de outubro, com inicio sempre as 19h30. 

Clipes 

Este ano, a Mostra também recebe inscrições de videoclipes de artistas e bandas nacionais. As inscrições são gratuitas e abertas a produtores e realizadores que tenham feito videoclipes oficiais para artistas brasileiros que tenham colocado sua obra em canais oficiais do artista ou banda. O envio dos materiais deve ser feito mediante formulário online no site (www.coquetelmolotov.com.br) com um link para visualização da obra em plataformas virtuais em perfis oficiais do artista ou banda (YouTube, Vevo, Vimeo ou Facebook) não sendo admitido o envio por outras formas. As inscrições vão até 10 de outubro de 2018. (Com informações Diáriodepernambuco/viver/Foto: Divulgação)

 

 


Fora de cena há 20 anos, Tim Maia ainda é a voz mais forte do soul e do funk do Brasil

por Milena Pacheco 28 de Setembro de 2018 às 18:19
categoria: Cultura e Arte

Na noite de 8 de março de 1998, um domingo, haveria show de Tim Maia no Teatro Municipal de Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Mas não houve. Ou quase houve. Tim – "o cantor que mais comparece a shows no Brasil", como ele se autodefinia, gozador, para ironizar a justa fama de faltar aos próprios shows – foi. Mas não conseguiu cantar. Até soltou o vozeirão grave no primeiro verso de Não quero dinheiro (Só quero amar), o petardo autoral de 1971 que era tiro certeiro na plateia. Mas a voz de baixo-barítono não completava o verso da primeira música do roteiro do show que Tim tinha idealizado, com orquestra, para ser gravado ao vivo e dar origem a um disco acústico.

Tim, então, saiu de cena. E não voltou. Nunca mais. Internado em hospital da cidade fluminense de Niterói (RJ), Sebastião Rodrigues Maia (28 de setembro de 1942 – 15 de março de 1998) sairia definitivamente de cena dali a uma semana, em outro domingo. Vítima dos excessos dos 56 anos incompletos que tinha vivido a mil por hora. Sem freios, inclusive na língua.

Fora de cena há 20 anos, Tim Maia permanece lendário, mitológico e memorável como a voz mais forte e bem-sucedida do soul do Brasil. Muitos tentam seguir a receita desse cantor e compositor carioca que traduziu o soul e o funk norte-americanos para o idioma da música brasileira. Mas todos soam como genéricos ou, no máximo, como discípulos que somente reforçam a personalidade do mestre, tão talentoso quanto temperamental, a ponto de ter tido passagens atribuladas por todas as gravadoras do Brasil.

Criado na Tijuca, bairro da Zona Norte da partida cidade do Rio de Janeiro (RJ), Tim se deixou contagiar pelo rock'n'roll dos anos 1950, pela batida diferente que João Gilberto apresentou ao mundo em 1958 no toque do violão revolucionário e pela bossa das vozes do grupo Os Cariocas (com o qual gravaria álbum em 1997, Amigo do rei, na fase crepuscular da carreira fonográfica). Mas Tim se encontrou mesmo quando, em viagem atribulada pelos Estados Unidos entre o fim dos anos 1950 e o início da década de 1960, foi na fonte da música negra-americana, bebendo do soul, do funk que emergiu nos anos 1960 e do R&B propagado pelo som da (gravadora) Motown.

Na volta ao Brasil, Tim se revelou um gênio ao misturar tudo isso com os ritmos brasileiros. Juntou soul com samba, soul com baião, soul com xaxado. E compôs baladas matadoras como Azul da cor do mar (Tim Maia, 1970) e funkaços como Não vou ficar (Tim Maia, 1969), tiro certeiro de Roberto Carlos nas paradas quando o Rei da juventude dos anos 1960 resolveu enegrecer a discografia no fim daquela década de 1960.

Mais tarde, esse artista de peso – em todos os sentidos – ainda misturou soul e funk com a batida da disco music, fusão que deu o tom festivo do álbum Tim Maia Disco Club (1978), um dos melhores títulos de discografia irregular que foi sendo adoçada com doses progressivas de glicose a partir dos anos 1980, década do tecnopop e do império da dupla de compositores Michael Sullivan & Paulo Massadas nas paradas musicais do Brasil (dupla, aliás, lançada por Tim em 1983 com a gravação da balada Me dê motivo).

O suprassumo da obra fonográfica de Tim Maia está concentrado nos quatro álbuns que o cantor lançou pela gravadora Polydor entre 1970 e 1973, todos batizados com o nome do artista. O Tim Maia de 1970 é antológico, um dos melhores discos da história da música brasileira. O Tim Maia de 1971 roça o alto nível do álbum de estreia do cantor. Já o de 1972 soa (bem) inferior. O cantor recupera (parcialmente) a forma no Tim Maia de 1973, por conta de dois irresistíveis sambas com acento de soul, Gostava tanto de você (Edson Trindade) e Réu confesso (Tim Maia).

De 1975 em diante, os repertórios dos álbuns se tornam menos coesos, ainda que uma ou outra música tenha se destacado a ponto de garantir lugar nos roteiros pouco variáveis dos shows do Síndico, casos de Você eu, eu e você (Juntinhos) (Tim Maia, 1980) e Do Leme ao Pontal (Tim Maia, 1981). Quando Tim ia, os shows dele eram inesquecíveis. Uma festa que alternava as músicas feitas para esquentar sovaco com as canções criadas para melar cuecas, como ele fazia questão de explicar, dando a receita de um sucesso que somente deu certo porque se tratava de um cantor e de um compositor singular como Sebastião Rodrigues Maia, grande nome da música do Brasil. (G1)