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Se comandar o MDB, FBC condicionará candidatura de Jarbas ao Senado à rendição para aliança com Armando

por Karine Paixão 17 de Julho de 2018 às 11:55
categoria: Eleições 2018

Animado com o parecer da Procuradoria-Geral da República, que opinou pela perda do objeto do processo no Supremo Tribunal Federal, restaurando as decisões que foram favoráveis ao seu pleito, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) já enxerga a volta ao comando do MDB pernambucano. Em entrevista ao Nossa Voz na manhã desta terça-feira (17), Bezerra Coelho confirmou o ingresso de uma medida cautelar solicitando que o mérito do caso seja julgado pela presidente do supremo Carmem Lúcia, plantonista do STF durante o recesso do judiciário.

“Na realidade todas as vezes que essa matéria foi analisada no mérito nós sempre tivemos decisões favoráveis a mudança do diretório regional do MDB. E todas as vezes que ela foi analisada em caráter liminar pela Justiça de Pernambuco, os atuais dirigentes do MDB de Pernambuco conseguiram retardar a decisão”, relembrou o senador.

 Para quem não lembra, quando ingressou no Movimento Democrático Brasileiro, Fernando Bezerra Coelho foi conduzido a presidência do diretório estadual após a convenção da legenda dissolver a atual diretoria. O vice-governador Raul Henri, apoiado pelo deputado federal e pré-candidato ao Senado, Jarbas Vasconcelos, recorreu na justiça e foi reconduzido a presidência do partido e a disputa se arrasta dentro do STF. 

“A nossa expectativa é que se matéria for julgada agora durante o recesso, tendo em vista que as convenções partidárias iniciam agora no dia 20, o diretório estadual do MDB de Pernambuco quis realizar, inclusive publicou o edital convocando a convenção do MDB para o dia 20, depois voltou atrás e jogou para o dia 03 de agosto. Nós estamos na expectativa de que quando a matéria for analisada a decisão nos será favorável. Por quê? Porque a Constituição é clara, os partidos têm autonomia para decidir os seus destinos e a executiva nacional do MDB reunida em Brasília, por mais de dois terços decidiu mudar a direção estadual do MDB de Pernambuco e me escolheu. Eu dirigi o MDB de Pernambuco por alguns dias até que tive que me afastar pela decisão de uma liminar”. 

Mesmo com a decisão de Henri de adiar a data da convenção da legenda para evitar a aceleração da apreciação do mérito do processo, Bezerra Coelho acredita que a decisão final será abreviada pelo início do período eleitoral. “Assim que chegarmos ao dia 20 nós estamos em período eleitoral, e estando no período eleitoral a matéria tem urgência. Agora nós não sabemos se ela será analisada por Carmem Lúcia ou quem estiver respondendo pelo plantão ou se ela vai ser analisada pelo próprio ministro Ricardo Lewandowski, que foi quem deu a primeira liminar favorável aos dirigentes atuais do MDB de Pernambuco”.

Sobre a decisão de manter ou não a candidatura do deputado federal Jarbas Vasconcelos ao Senado, Fernando Bezerra Coelho condiciona à rendição do ex-governador de Pernambuco a aliança com Armando Monteiro. “Nós temos que primeiro aguardar a decisão. A gente nunca fez política procurando atropelar ninguém. Mas o fato concreto que é inafastável é que Jarbas defende uma aliança com o atual governador e nós defendemos uma aliança com o senador Armando Monteiro. Se isso for conciliado a gente senta para conversar, se isso não puder ser conciliado, paciência. Certamente não haverá espaço para que a candidatura ao senado do atual deputado federal Jarbas Vasconcelos possa prosperar”. 


Sobre PSDB recuar da vice e indicar Senado, Armando lembra compromisso para a atração de novos aliados

por Karine Paixão 16 de Julho de 2018 às 09:59
categoria: Eleições 2018



Depois de assumir a indicação da vaga de vice na chapa que será encabeçada pelo senador Armando Monteiro na disputa pelo Governo de Pernambuco, o PSDB, liderado no Estado deputado federa, Bruno Araújo, parece ter mudado de ideia inseminando na imprensa estadual a possibilidade de apontar o segundo candidato da frente oposicionista ao Senado. 

Incomodado com a situação e vislumbrando a possibilidade de afastar novas alianças, Armando Monteiro divulgou um comentário questionando o fechamento de chapa pelos jornais.

Questionado na última sexta-feira (13) quando chegava a Petrolina sobre a movimentação do PSDB, Monteiro voltou a pregar a unidade da frente de oposição Pernambuco Vai Mudar, mas discretamente cobrou bom senso dos tucanos. 

“O PSDEB é um grande construtor dessa aliança. É um dos pilares da aliança porque eles estiveram presentes no início desta construção. E é um partido que tem importância, que tem quadros, que tem construção, inclusive do seu presidente, Bruno Araújo. Ele poderá qualquer posição numa chama a rigor, mas desde o início o PSDB também sinalizou que tem compromisso no sentido de que se busque a melhor equação possível, inclusive sinalizando até para essa posição de abertura


Armando volta ao Sertão e comenta especulações sobre majoritária: “Manifestações públicas não ajudavam”

por Karine Paixão 13 de Julho de 2018 às 14:17
categoria: Eleições 2018



De volta a região do Sertão do São Francisco, o senador e pré-candidato a governador de Pernambuco Armando Monteiro (PTB) desembarcou em Petrolina no início da tarde desta sexta-feira (13), acompanhado do deputado federal e pré-candidato a senador Mendonça Filho, para manutenção das alianças com as lideranças da região. Nenhum ato público está previsto na programação que inclui um almoço com os integrantes do grupo do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) em Petrolina, uma visita a fazenda do ex-prefeito Jorge Garziera em Lagoa Grande e a participação da Serenata da Recordação em Santa Maria da Boa Vista ainda esta noite, atendendo ao convite do prefeito Humberto Mendes (PTB). Em entrevista à reportagem do Nossa Voz, Monteiro falou sobre as andanças e expectativa de adesões, além da habilidade de lidar com as especulações em torno da composição da chapa majoritária que ainda carece da indicação do candidato a vice-governador e a segunda vaga na disputa pelo Senado. 

Segundo Armando Monteiro, as declarações recentes que soaram como um puxão de orelha nas suposições de composição da majoritária foram necessárias para evitar a fuga de potenciais aliados. “O que houve é que em algum momento eu acho que havia várias manifestações públicas que de alguma maneira não ajudavam, a meu ver, a criar, a definir a melhor condição de encaminhamento. Essas manifestações poderiam emitir sinais públicos que não ajudariam para que a gente pudesse concluir essa tarefa que me foi delegada. Porque o que eu quis em última instância dizer é que eu não imponho, porque não sou que decide isoladamente, mas eu coordeno. E eu quero ser muito fiel a delegação que recebi exercendo essa coordenação e o que a gente pretende ao final? Fazer uma composição que enseje na chapa mais competitiva possível. Nós temos ainda a expectativa de incorporar novas forças, novos partidos, então, é preciso ter claramente essa compreensão pra que a gente conclua bem essa tarefa que me foi dada”. Em recente comentário divulgado o pré-candidato ao governo puxou o freio dos mais empolgados. “Não sabia que se definia chapa pelos jornais. Como candidato a governador, com a delegação que recebi do conjunto desde a consolidação da formação da frente Pernambuco Vai Mudar, sou eu que coordeno o processo. Salvo se me for retirada essa delegação.”, afirmou anteriormente. 

Sobre a possibilidade do PSDB deixar de indicar a vice e passar a ocupar a segunda vaga na disputa pelo Senado, Monteiro destacou que a legenda tem credencial para escolher, mas não deve deixar de considerar o que é melhor para o grupo. “O PSDB é um grande construtor dessa aliança, é um dos pilares dessa aliança porque esteve presente desde o início dessa construção. E é um partido que tem importância, tem quadros, tem expressão, inclusive do seu presidente, Bruno Araújo. Ele pode ter qualquer posição na chapa a rigor, mas desde o início o PSDB sinalizou que também tem compromisso no sentido que se busque a melhor equação possível, inclusive sinalizando até para essa posição de abertura em relação a necessidade de incorporarmos novos partidos para fortalecer ainda mais esse conjunto”. 


Cresce lista de pré-candidatos em Petrolina. Saiba quem são

por Karine Paixão 11 de Julho de 2018 às 12:03
categoria: Eleições 2018



Seguem as andanças dos pré-candidatos e em Petrolina a cada dia a lista aumenta. Segundo o levantamento do Programa Nossa Voz já  15 confirmaram a disposição de ingressar na disputa por uma vaga a Assembleia Legislativa de Pernambuco. Nesse universo o que mais chama atenção  relação é que poucos estão circulando pelas demais cidades do Sertão. A maioria dos pretensos  postulantes assume acreditar que pode eleger-se com a conquista de parte dos 198.599 eleitores registrados na cidade, segundo levantamento do Tribunal Regional Eleitoral.

Declaram-se integrantes dessa  pré-disputa a vaga de deputado estadual até o momento:



Andrea Lóssio (REDE)

Antônio Coelho (DEM)

Cícero Freire (PR)

Cristina Costa (PT)

Coronel Leite (PP)

Dulcicleide Amorim (PT)

Edvaldo Landim (PSOL)

Gabriel Menezes (PSL)

Jorge Ancelmo (PEN)

Lucas Ramos (PSB)

Lucinha Mota (PSOL)

Osinaldo Souza (PTB)

Persio Antunes (SD)

Ruy Wanderley (PSC)

Socorro Lacerda (PCdoB)

Para deputado Federal a lista é mais curta, constando nove concorrentes:

Adalberto Cavalcante (Avante)

Fernando Filho (DEM)

Guilherme Coelho (PSDB)

Gonzaga Patriota (PSB)

Horário Freire (PT)

Josélia Maria (REDE)

José Nildo (PEN)

Odacy Amorim (PT)

Rosalvo Antônio (PSOL)


Antônio Coelho garante ideias próprias e critica deputados estaduais locais: “Avalio de forma negativa”

por Karine Paixão 27 de Junho de 2018 às 11:24
categoria: Eleições 2018



Avaliando negativamente os atuais deputados estaduais eleitos com voto dos petrolinenses, o pré-candidato à Assembleia Legislativa de Pernambuco, Antônio Coelho garante que está buscando aprovação dos eleitores por seus méritos. O iniciante é o filho mais novo do senador Fernando Bezerra Coelho e garante buscar conselhos e o apoio do pai, porém, pretende propagar suas próprias ideias. Em entrevista ao Nossa Voz na manhã desta quarta-feira (27), Coelho também teceu duras críticas ao governo Paulo Câmara.

“Venho de forma muito humilde colocar meu nome a disposição para julgamento da população no pleito eleitoral que se aproxima e espero ser julgado pelos próprios méritos e pelas próprias ideias. Eu venho para somar, fortalecer a representatividade política do meu grupo, mas também para fortalecer a cidade de Petrolina na Assembleia Legislativa”, destacou.

Questionado sobre suas bandeiras de luta, Antônio Coelho critica a falta de investimentos do Governo do Estado com o atendimento materno infantil na região e destaca a necessidade de implantação do Porto Digital como alternativa para desenvolvimento regional. “Uma causa em particular que é muito querida pelos petrolinenses é a recuperação do Hospital Dom Malan que se encontra numa situação lamentável, sobrecarregado e sem nenhuma condição de oferecer um parto com dignidade para as mães petrolinenses. Para melhorar a situação e melhorar o quadro precisamos construir uma casa de parto, o prefeito Miguel já tem o projeto, já tem o terreno, no entanto precisa de mais força política, mais ajuda parlamentar para tirar esse grande projeto do papel. Também precisamos ter uma agenda econômica para garantir uma nova perspectiva para os petrolinenses e para isso me coloco a disposição para lutar para trazer de uma vez por todas o porto digital para Petrolina. Uma promessa que ficou no papel da atual gestão administrativa”.

Sobre a desistência de Maria Elena, que seria a segunda em apoio do seu grupo político na disputa por uma vaga na Alepe, Coelho afirmou não reconhecer uma falta de apoio ao projeto da vereadora. “Pelo contrário, encaramos com muita naturalidade a desistência da vereadora Maria Elena, afinal de contas essa é uma decisão muito pessoal. Entretanto havíamos oferecido todo o apoio a Maria Elena, uma pessoa que admiro muito, amiga da minha avó, dona Elizete, minha amiga também. Mas no final das contas após uma reflexão com a família dela, ela decidiu optar por permanecer no mandato de vereadora”. 

Para Antônio Coelho, a aliança de Lucas Ramos com o governador Paulo Câmara tem limitado sua atuação parlamentar. Ao avaliar o trabalho dos políticos eleitos com votos dos petrolinenses, o pré-candidato a deputado estadual ainda inclui Odacy Amorim na cota de defensores de Câmara. “Eu avalio de forma negativa. Com todo respeito aos deputados que já ganharam o mandato, que já ganharam a confiança do povo e aqui eu digo a opção política deles se aliarem a governo que fica impondo ao povo de Petrolina a Compesa, uma empresa que arrecada na cidade de Petrolina mas que investe nas cidades em que o prefeito é amigo do governador Paulo Câmara. É importante lembrar a trágica situação em que se encontra o Dom Malan. Eles que já estão no mandato o que estão fazendo para melhorar o quadro?”


Em caso de aliança com o PSB, Marília não apoia Câmara, torce Armando

por Karine Paixão 15 de Junho de 2018 às 10:23
categoria: Eleições 2018

Avaliando o cenário que se desenha no processo eleitoral deste ano, o senador e pré-candidato ao governo Armando Monteiro (PTB) se mostra animado com dois cenários: a rejeição da população ao Governo Paulo Câmara (PSB) e o posicionamento da vereadora Marília Arraes (PT), que mesmo pontuando bem nas pesquisas de intenção de voto, corre o risco de ser fritada por uma aliança entre o PT e o PSB. A dissidência da pré-candidata petista, que tende a não apoiar a reeleição de Câmara pode dispensar parte do seu eleitorado que pode rejeitar o socialista.  

“A vereadora Marília sempre fez uma caminhada acentuando e frisando que ela se situa na oposição em Pernambuco. E ela tem um discurso muito crítico em relação a administração de Pernambuco. Mais ainda, não é só a administração, ela tem um discurso muito crítico a esse sistema de forças ao qual o atual governador se vincula. Ora, eu como respeito muito a nossa vereadora e sei que ela é uma pessoa de convicções muito firmes, se ela vier a ser preterida ou atropelada por qualquer razão, eu tenho certeza de que ela vai continuar, coerentemente, fazendo o discurso de oposição ao governo”, torceu Armando. 

Para o senador ainda é cedo para analisar as pesquisas feitas até agora, mas o reforço na reprovação da administração estadual tem embalado o pré-candidato a governador. “O que me impressiona nessas pesquisas não são somente os percentuais atribuídos aos candidatos porque há claramente um empate em qualquer situação, ou seja, ninguém tem uma margem que assegure vantagem. Agora tem um dado que todas as pesquisas confirmam e é um dado que vai definir a eleição em Pernambuco, que é a larga desaprovação do governo. É uma avaliação negativa impressionante que se dá em todas as regiões quase que de maneira uniforme. Esse é o dado mais contundente que vem sendo divulgado até agora”. 


Armando Monteiro critica segurança no governo Câmara e diz que BIESP é marketing

por Karine Paixão 15 de Junho de 2018 às 10:01
categoria: Eleições 2018

Para o senador e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB), os altos índices de violência no Estado são fruto da falta de investimento nas áreas de inteligência e o desaparelhamento da força policial. Em entrevista a imprensa petrolinense na tarde de ontem (14), Monteiro nem mesmo a implantação dos Batalhões Integrados Especializados de Policiamento (Biesp) vai colocar um freio nas estatísticas negativas registradas nos últimos anos. 

“Agora já perto da eleição vocês verificaram uma ação que se destina muito até ao marketing que é a presentar a ampliação dos efetivos, a instalação de batalhões em algumas áreas que há muito tempo eram reclamadas pela população. Mas quando você olha o orçamento em 2015, 2016 você verifica que investimos muito pouco em inteligência. Não se faz segurança só com policiamento ostensivo, embora seja muito importante. Se faz com investimentos na área de inteligência investigativa”, avaliou. 

Ainda de acordo com o senador, nem mesmo os crimes ocorridos são solucionados, aumentando a sensação de impunidade entre os criminosos. “Ainda ontem foi divulgado um dado muito preocupante: 70% dos homicídios que acontecem em Pernambuco, só para registrar que o ano passado foram 5.500, uma trágica estatística essa, 70% não são sequer, em 70% as investigações não são sequer concluídas. Ou seja, você não sabe quem são os responsáveis, o processo de investigação na se completa, não se conclui. Significa dizer que você termina a conviver com a impunidade crescente, as pessoas que cometem essas ações não são alcançadas pelo Estado porque simplesmente porque o aparelho policial e o sistema de investigação não conclui os inquéritos”.

Dando pistas sobre o processo de formulação do seu plano de governo, Armando Monteiro reforça que está ouvindo os setores especializados para fazer diferente caso tenha a oportunidade de governar o Estado. “Então eu acho que há muito o que fazer, nós estamos conversando com especialistas e ouvindo alguns setores que discutem esse tema que tem absoluta centralidade na agenda do país e do Estado de Pernambuco. E vamos oferecer propostas, mas eu diria que o mais importante é a atitude que vamos assumir restabelecendo a autoridade do governo, convocando a sociedade, fazendo com que o aparelho de segurança possa estar cada vez mais integrado com melhor desempenho operacional e sobretudo sabendo que há uma coordenação que se monitora resultado e acompanha os resultados dessa área”. 


Frente de oposição confirma Armando ao governo e Mendonça ao senado, mantendo mistério sobre vice

por Karine Paixão 11 de Junho de 2018 às 12:30
categoria: Eleições 2018

Sem nenhuma novidade, a Frente das Oposições de Pernambuco confirmou na manhã de hoje (11) os nomes de Armando Monteiro Neto (PTB) como pré-candidato ao Governo do Estado e Mendonça Filho (DEM) ao Senador. O anúncio ocorreu em entrevista coletiva à imprensa, realizada no Hotel Bugan (antigo Marriot), em Boa Viagem. O ato, que reuniu os partidos PTB, DEM, PSDB, PRB, Podemos, PV e PPS, começará às 10h.

Havia uma expectativa de que os oposicionistas quebrassem o mistério dos demais componentes da chapa majoritária apresentando o segundo nome que ingressará como pré-candidato a senador. Nos bastidores especulava-se a adesão de André Ferreira do PSC, que deixaria o grupo do Governador Paulo Câmara, o que traria alívio do vereador de Petrolina, Ruy Wanderley que precisaria mais apoiar o projeto de reeleição de Câmara, mantendo-se na do senador Fernando Bezerra Coelho, em Petrolina. Também foi frustrada a expectativa de apresentação do vice de Armando. Sabe-se apenas que será uma indicação do PSDB e foi ventilado o nome do ex-deputado federal, Guilherme Coelho. 

Durante o evento na capital, numa clara estratégia de demonstrar unidade, as lideranças partidária que não compõe a lista anunciada nesta manhã discursaram apresentando os escolhidos. Bruno Araújo, presidente estadual do PSDB, teceu elogios ao deputado Mendonça Filho (DEM), destacando a atuação dele à frente do Ministério da Educação. “Algo que não pode ser negado é que o seu legado nunca apresentará falta de coragem e fidelidade à história da política pernambucana”, destacou Araújo ao se referir as reformas empreendidas por Mendonça Filho no MEC, como a reformulação da Base Nacional Comum Curricular e a Reforma Nacional do Ensino Médio. “O Senado vai receber o melhor da história de Pernambuco”. 

Ao iniciar seu discurso, Mendonça Filho agradeceu as palavras de Bruno Araújo e destacou o tamanho do desafio de enfrentar a máquina no Governo do Estado na campanha deste ano. “Mas não há força que possa, não há hegemonia que possa impedir a força da vontade do povo”, reiterou. Segundo Filho, a vontade de fazer mais pelo Estado motivou a aglutinação de forças que atuavam de forma dispersa. “Todos sem vaidade, sem solavancos para ocupar espaços no poder. Tudo foi debatido com vontade de construir com confiança”. Criticando o que apontou como falta de liderança do governador Paulo Câmara, Mendonça filho classifica que “o entorno tem mais força que a cadeira do governador”. Ao finalizar ainda profetizou que o “horizonte do Estado seria estreito”, se houver a continuidade da atual gestão. 

Integrante desse bloco de oposição, o senador Fernando Bezerra Coelho anunciou a pré-candidatura de Armando Monteiro. FBC ficou fora do páreo na indicação da Frente Pernambuco quer Mudar quando não conseguiu viabilizar o comando do MDB aqui no Estado. “Armando é o mais preparado, tem mais experiência, é uma liderança forjada no talento e na atuação junto as entidades de representação de classe e não uma liderança fabricada”, destacou. 

Armando Monteiro Neto assumiu estar tomado de emoção diante da missão que lhes foi confiada. Prometendo percorrer todo o Estado para ouvir as demandas das 12 regiões pernambucana, Monteiro prometeu um plano de governo tangível, “sem falsas promessas. Vamos assumir compromissos que possamos cumprir ao longo desse tempo”, prometeu. Ao elogiar Mendonça Filho, o pré-candidato ao Governo de Pernambuco afirmou estar honrado em estar nessa caminhada ao lado do democrata. Reforçou a dificuldade de enfrentar a máquina apontando que “muitas estruturas se alimentam dela”, mas assegurou estar animado pelo espírito de mudança que vem observando nas pessoas. Por fim, Armando Monteiro convocou a militância para seguirem com “sua melhor energia” e reforçou estar pronto para a luta. 


Apesar da orientação de aliança com o PSB, Marília Arraes mantém pré-candidatura

por Karine Paixão 11 de Junho de 2018 às 10:00
categoria: Eleições 2018

Uma reunião entre os apoiadores da vereadora do Recife, Marília Arraes, lotou o auditório do sindicato dos bancários na Boa Vista, área central do Recife, na manhã do domingo (10). O encontro teve a finalidade de traçar uma agenda de pré-campanha, mas não contou com a presença da parlamentar, que precisou cumprir outras agendas partidárias. Apesar do lançamento da nota da executiva nacional, sinalizando para as alianças com o PSB, PCdoB e outros partidos, os entusiastas da candidatura própria de Arraes se recusam a aceitar que possam ter que subir no palanque da Frente Popular, do governador Paulo Câmara (PSB).

De acordo com a assessoria de Marília, a pré-candidatura ao Governo de Pernambuco continua mantida e o calendário de atividades segue do mesmo modo até o dia 26 e 27 de julho, quando será realizado o encontro com os dirigentes estaduais. A partir desta semana, Marília Arraes deve iniciar conversas e negociações para apresentar um plano de governo. 

Os questionamentos quanto à manutenção da pré-candidatura de Arraes tiveram início no último sábado (9), quando a executiva nacional lançou a ‘Resolução da Comissão Executiva Nacional sobre tática eleitoral’. Na nota, a candidatura do ex-presidente Lula (PT) ao Planalto é colocada como prioridade máxima - mesmo que o apoio de outros partidos sacrifique palanques estaduais. Além disso, o texto ainda sinaliza para a formalização de uma frente de esquerda, formada, também, pelo PSB e PCdoB, o que, a depender dos termos do acordo, poderia minar a candidatura de Arraes ao Palácio do Campo das Princesas.  (Folhape)


FBC e Fernando Filho comentam mudança do anúncio de candidato da oposição: “Data correta”

por Karine Paixão 4 de Junho de 2018 às 12:12
categoria: Eleições 2018

Com a nova data do anúncio do pré-candidato do bloco de oposição Pernambuco quer Mudar, marcado para o próximo dia 11, o grupo pode trazer mais um nome junto aos que já forma ventilados pela imprensa em todo o Estado. Segundo o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), segue confirmado que o senador Armando Monteiro (PTB) será o escolhido para a disputa pelo Governo de Pernambuco e que o deputado federal Mendonça Filho (DEM) vai disputar uma vaga para o Senado. 

Em entrevista ao Nossa Voz após a assinatura da ordem de serviço de reforma do Bodódromo no último sábado (02), o senador Fernando Bezerra Coelho destacou a importância de fazer esse anúncio no dia 11, um dia após a revelação do posicionamento do PT sobre ter ou não candidatura própria. Foi dele a declaração de que o grupo deve trazer mais um nome da chapa que se desenha para a eleição deste ano. “Será um grande evento, quando nós estamos trabalhando para que além do nome de Armando e o nome de Mendonça, a gente possa anunciar pelo menos mais um nome porque estamos em construção dessa chapa majoritária. Existem forças políticas descontentes com o atual governo e que começam a dialogar para poder compor a frente política Pernambuco quer Mudar. Por outro lado também nós não precisamos ter muita pressa. Existe ainda muita indefinição do lado de lá e como todos sabem, vai ter um encontro do Partido dos Trabalhadores e portanto a data do 11 é uma data correta porque nos vamos definir já conhecendo melhor o posicionamento de atores importantes da política pernambucana”. 

O deputado federal Fernando Filho (DEM), também presente no local, destacou  que a greve dos caminhoneiros foi fator determinante para o adiamento do anúncio. “De fato era inevitável esse adiamento. O país estava num momento extremamente delicado e dentro de tudo que a gente passou não fazia nenhum sentido a gente fazer, no meio dessa discussão, de todo esse tencionamento político-social, a gente estar fazendo um movimento desse tipo”. 

Questionado se estaria mesmo fora da chapa majoritária, seguindo assim com sua postulação a reeleição, Fernando Filho confirmou. “Eu inclusive recebi em conversas com o grupo, com senador Armando Monteiro, com deputado Mendonça, com o deputado Bruno, com o senador Fernando Bezerra. Nesse convite, eu não tenho idade  para disputar ao Senado, é bom que se diga que é necessário ter 35 anos para disputar ao Senador e eu tenho 34. O DEM vai estar representando na chapa com o deputado Mendonça Filho e não faria sentido você ter dois nomes”. 

Sobre a possibilidade de Guilherme Coelho (PSDB) ser indicado a vice na chapa com Armando Monteiro, Fernando Filho reforça que é uma decisão interna do PSDB. “Vou dizer para vocês o que nós dissemos ao deputado Guilherme Coelho é uma responsabilidade de PSDB. Evidentemente que ficaria muito feliz em ter alguém da região, ainda mais com a proximidade que nós temos com o deputado Guilherme Coelho. Mas não cabe a gente porque dentro desse combinado de alianças para que a  a gente possa fazer o maior palanque possível o PSDB tem que estar representado. Então é uma questão interna do PSDB”.