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Impugnado na disputa pela Alepe, Osinaldo Souza aguarda recurso no TRE: “Fui prejudicado”

por Karine Paixão 24 de Outubro de 2018 às 11:57
categoria: Eleições 2018

Com o registro de candidatura a deputado estadual indeferido a 10 dias das eleições gerais do dia 07 de outubro, o vereador Osinaldo Souza (PP), perdeu o empenho  em fazer campanha. Mesmo assim ainda obteve 4.189 votos que não são oficialmente contabilizados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Segundo o vereador, a inviabilidade atestada pela Justiça está relacionada ao fato dele não ter se afastado do cargo que exerce no INSS. O parlamentar protesta tal justificativa.  

“Faltando uns 10 dias para a eleição o Tribunal divulgou que a minha candidatura estava indeferida. Eu fui muito prejudicado devido a isso, começaram a espalhar nas redes sociais, começaram a falar isso nas rádios e eu fui prejudicado e muito. Consequentemente não pude fazer o que deveria ser feito na minha campanha porque tinha o receio de  no TSE não fosse deferido o meu registro. O que aconteceu? A Justiça alegou que eu demorei a me afastar no meu cargo no INSS. Como é que se altera uma Lei Eleitoral e não altera a Lei do Servidor? Como eu poderia como servidor ficar em casa, ganhando o dinheiro do povo sem trabalhar? Não, eu trabalhei até o momento, o último dia antes de começar a campanha, o que era o normal de todo processo eleitoral”, questionou.

Ainda de acordo com Osinaldo, mesmo sem a possibilidade de entrada na Assembleia Legislativa de Pernambuco ele recorreu da decisão do TRE e aguarda o resultado. “Entrei com o recurso, o Tribunal não julgou meu recurso até hoje, mas divulgou que o meu registro estava indeferido e o voto não volta mais para a urna. Mas estou muito satisfeito e muito feliz por todos aqueles que me deram seu voto de confiança num momento de campanha difícil, no momento de uma campanha muito acirrada em que fui injustiçada”.

À reportagem do Nossa Voz, o parlamentar garantiu não ter ingressado numa campanha de faixada, utilizada apenas para manter o nome presente junto ao eleitorado local. “De maneira nenhuma. Era uma campanha para ganhar a eleição, mas no momento em que eu tive esse impasse e esse risco, nenhum assessor jurídico me deu a garantia de que o Tribunal poderia acatar de forma efetiva porque era uma decisão porque ainda não tinha nenhuma jurisprudência por ser uma legislação nova, a mudança foi feita há pouco tempo, então eu não pude fazer o que realmente eu queria fazer na minha campanha”, assegurou.