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A volta de Vadão à Seleção Feminina do Brasil

por Mário Souza 2 de Outubro de 2017 às 15:38
categoria: Futebol Feminino

Fonte / Futebol Interior

A CBF está prestes a reparar um erro cometido no final do ano passado. Nos próximos dias é bem provável que o presidente da entidade, Marco Polo Del Nero, anuncie a volta de Osvaldo Alvarez, o Vadão, ao comando da comissão técnica da Seleção Brasileira de Futebol Feminino.

Influenciada pela FIFA, que quer mulheres dirigindo as seleções nacionais, a CBF acabou trocando Vadão por Emily Lima, profissional ainda sem experiência de comando para uma função tão importante.

Emily Lima vem se mostrando despreparada para o cargo desde quando foi anunciada como nova treinadora da Seleção Feminina, no final da temporada passada.

OS ERROS ÓBVIOS

Começou criticando os profissionais que vinham fazendo um revolucionário trabalho no futebol feminino do Brasil, e depois começou fazendo experiências com a convocação de jogadoras.

O óbvio era dar sequência com a manutenção das atletas que se destacaram nas últimas Olimpíadas, quando a seleção brasileira fez grandes exibições e terminou em quatro lugar.

O resultado não poderia ser pior, dentro e fora de campo.

Fora de campo, com Vadão no comando, a Seleção Brasileira começou a ter um espaço na grande mídia que nunca teve, impulsionando a prática do futebol entre as mulheres em todo o Brasil.

DEIXOU DE SER NOTÍCIA

Bastou a saída de Vadão e a chegada de Emily Lima para o futebol feminino não ser notícia, limitando-se apenas a ter notas divulgadas em desprestigiados blogs especializados.

E dentro de campo, com um time limitado e mal convocado, os resultados estão sendo ruins, demonstrando que passou da hora da CBF reparar o erro, fazendo retornar a comissão comandada por Vadão.

É voz corrente na CBF e nos bastidores do futebol feminino que somente Vadão terá condições de recuperar o prestígio do selecionado brasileiro, voltando a ser respeitado fora de campo e obtendo resultados positivos nos jogos e nas competições.