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Morte de bebê no Dom Malan é tema de discussão na Câmara de Vereadores de Petrolina

por Redação Nossa Voz 11 de Agosto de 2017 às 11:59
categoria: Polêmica

O caso de Shislane Milhomens Cavalcante, que perdeu um bebê durante o parto realizado na manhã da última quarta-feira (09) no Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina, gerou polêmica na sessão ordinária de quinta-feira (10). Ela estava grávida de gêmeos e deu entrada no hospital por volta de no último sábado (05) para que fosse realizado o parto e uma das crianças veio a óbito.

O vereador Ronaldo Cancão, forte aliado do Governado de Pernambuco, Paulo Câmara, disse que aguarda um posicionamento do Conselho Regional de Medicina do estado. “Eu repudio o que está acontecendo no Hospital Dom Malan/IMIP. Não foi só uma criança e sim uma sequência. Espero que o Cremepe faça uma intervenção. Sou aliado de paulo Câmara, mas não sou conivente com erro. O que está acontecendo com os filhos de Petrolina é inaceitável. Espero que a Polícia Cívil possa apresentar todas as denúncias de óbito em Petrolina”, destacou.

A vereadora Cristina Costa também comentou sobre o assunto. “Não estou aqui a acusar o hospital IMIP. Não estou a dizer que houve erro médico. Mas estou a dizer que há algo errado no procedimento. É estranho. O que mais me chamou a atenção foi a criança falecer e o hospital não saber onde o corpo estava”, analisou.

Em nota, o Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina informou que a paciente Shislane Milhomens Cavalcante deu entrada na unidade materno-infantil no dia 05 de agosto (sábado), onde foi verificado através de ultrassom e exames clínicos uma gestação gemelar de 37 semanas, com 5cm de dilatação, bolsa íntegra e ausência de trabalho de parto; tendo a paciente evoluído até o dia 08 (terça-feira) com o mesmo quadro.

Ainda de acordo com o texto, um dos bebês nasceu em estado grave e veio à óbito pela possível causa de hipóxia intrauterina, provavelmente provocada pela própria complicação da gestação gemelar, que por si só já apresenta riscos em dobro.

A equipe médica do hospital ressaltou que o caso trata-se de uma fatalidade, já que nenhuma situação de agravo foi identificada na evolução da paciente. Em momento algum mãe e bebês apresentaram sinais de alteração que pudessem indicar uma situação de risco ou apontar um desfecho desfavorável.

Ainda de acordo com a avó dos bebês, Maria de Fátima Milhomes, uma enfermeira aplicou uma medicação e Shislane que entrou em sono profundo, passando da hora do parto ao ponto de umas das crianças defecar em sua barriga.