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Ronaldo Silva ameaça processar Cristina Costa: 'vai responder no banco dos réus'

por Simone Marques 18 de Maio de 2017 às 10:59
categoria: Polêmica

As confusões protagonizadas pelos vereadores Ronaldo Silva (PSDB) e Cristina Costa (PT), na casa Plínio Amorim ganhou um novo capítulo: na sessão da última terça-feira, 16, o parlamentar usou a tribuna para se defender das acusações da petista. Ele afirmou que deve acionar a justiça para responder sobre as “inverdades” que pronunciou sobre ele.

Ronaldo Silva se refere à resposta de Cristina Costa quando ele afirmou que o ex-presidente Lula era ladrão. Na oportunidade, ela afirmou que o parlamentar também não havia explicado como tinha adquirido um posto de gasolina na cidade, tendo em vista que é um empreendimento para o salário de R$ 15 mil como vereador de Petrolina.

“Eu não sabia que o nome da vereadora era Luiz Inácio Lula da Silva. E eu vou continuar chamando de ladrão e quem quiser que tome as suas providências. A senhora passou a semana toda dizendo que parti para agredir fisicamente. Tomei as providências necessárias: fiz a representação nessa Casa e quem estiver errado, o presidente [da mesma diretora, Osório Siqueira] pode punir. Não é justo um pai de família ser chamado de ladrão perante a sociedade”, desabafou.

Em seguida, Ronaldo Silva disse que pretende processar a vereadora. “Quem tem que tomar de conta disso é a Justiça. A vereadora vai ter quer provar se eu sou ladrão, se eu tenho posto de gasolina. Pode se preparar, a senhora vai responder no banco dos réus”, disse.

Parece que pode rolar mais processos nesse caso: Cristina Costa afirmou que as palavras ditas pelo vereador se encontram em posse da Assessoria do ex-presidente Lula para as devidas providências. “O que me estranhou não foram as palavras dirigidas ao presidente Lula, por que essa palavra já se encontra de posse da assessoria do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não sou eu que vou botar processo contra A, B ou C, é a assessoria que vai analisar”, disse.

A vereadora ainda foi enfática em dizer que não vai agredir aos colegas, mas que também não vai se intimidar. “Aqui não é lugar de amigos, é um parlamento de forma democrática. Aqui, eu tenho que respeitar todos os parlamentares porque são autoridades representadas e constituídas pelo povo de Petrolina. Como vereadora, nunca fui de agredir, mas também não sou de baixar a cabeça”, destacou.