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Operação da PF desarticula esquema de fraudes contra Previdência Social em Juazeiro

por Redação Nossa Voz 11 de Agosto de 2017 às 08:48
categoria: Policial


Uma operação da Polícia Federal (PF) em Juazeiro (BA) desarticulou, na manhã desta quinta (10), um grupo que cometia fraudes contra a Previdência Social. De acordo com as investigações, os envolvidos estavam apresentando perante a agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) local requerimentos de benefício, na modalidade “auxílio-doença”, mediante a apresentação de documentos falsos.

As investigações comprovaram que atestados médicos e laudos de exames estavam sendo falsificados, com a utilização de carimbos e papéis timbrados forjados, além da falsificação das assinaturas de diversos médicos da região.

Por ordem da Justiça Federal em Juazeiro, foi realizada uma busca na casa de um dos envolvidos na falsificação dos documentos. Na oportunidade, foram localizados diversos documentos originais (CNH, RG e CTPS), pertencentes a terceiros e que estavam sendo utilizados para realização de outras fraudes, além de cartões bancários de benefícios previdenciários.

Alguns dos documentos encontrados estavam escondidos dentro de panelas e também em uma lixeira que se encontrava na cozinha da residência. Além disso, foi apreendida uma Carteira Nacional de Habilitação falsa, onde estava aposta a fotografia de um dos investigados, mas constando um nome de um terceiro indivíduo.

Na diligência, também foi cumprido um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem (o qual não teve o nome revelado), que, após ser interrogado na Delegacia de Polícia Federal local, será encaminhado ao Conjunto Penal de Juazeiro (CPJ), onde permanecerá à disposição da Justiça Federal.

O valor do prejuízo causado à Previdência Social ainda não foi apurado pelo INSS, tendo em vista que ainda há processos de benefício que estão em análise para confirmação de outras fraudes.

Penalidades

Os envolvidos no cometimento da fraude responderão pela prática dos crimes de estelionato qualificado, falsificação de documento público e associação criminosa, cujas penas, somadas, podem chegar a 13 anos de reclusão