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Secretária de Saúde se afasta de herança maldita e prega melhorias na saúde de Petrolina

por Karine Paixão 16 de Maio de 2018 às 10:39
categoria: Saúde

Presente na Câmara de Petrolina na manhã desta terça-feira (15) para apresentar os dados do primeiro quadrimestre de 2018, a secretária municipal de saúde, Magnilde Albuquerque, acredita que o período ruim na sua administração já passou. Reforçando os problemas deixados pela gestão passada como unidades de saúde sucateadas, demanda reprimida para marcação de exames, farmácia municipal desabastecida, além de equipes da saúde da família incompleta, a secretária garante que sua gestão segue num período de bonança. 

“Esse é o terceiro relatório quadrimestral, mas a gente fez questão de colocar o primeiro, o segundo e ele até para se fazer uma avaliação da evolução do crescimento dos serviços de saúde e de tudo que a gente conseguiu fazer em 2017, que foi um ano difícil pela forma como a gente encontrou a secretaria. Em 2018 será muito mais tranquilo. Nós estamos com todas as equipes de saúde da família completas. Desde que nós entramos, não tivemos mais problemas com as equipes de saúde da família. Quando entramos em janeiro de 2017, tínhamos várias equipes que não tinham médicos e inclusive estávamos correndo o risco de perder recursos do Ministério da Saúde. Agora nós temos as equipes completas. E os médicos especialistas nós também conseguimos aumentar e também aumentamos no tipo de especialidades que a gente também não tinha”, relatou.  

Sobre a falta de vacinas nas unidades de saúde, Magnilde Albuquerque explicou que o problema está relacionado ao fornecimento interrompido pelo Governo do Estado. Até mesmo as vacinas da gripe foram encaminhadas com um número abaixo da meta estabelecida para Petrolina. “Elas vem do Ministério da Saúde e do Estado, então na falta de vacinas nós não temos gestão porque o Estado que manda as vacinas para que possamos distribuir nas unidades de saúde. A exemplo agora da vacina da influenza, a vacina de gripe. Nos estamos em plena campanha, precisamos receber 70 mil doses e até agora só chegaram 40 mil. A gente conta que o resto das doses cheguem até o final da campanha”. 

A secretária de saúde reconhece a necessidade de ampliar o atendimento para marcação de exames, mas afirma já ter uma estratégia traçada para atender a população. “Tivemos problemas com atraso, inclusive fizemos uma notificação para a empresa que estava atrasando mais de 30 dias, ela foi notificada extrajudicialmente, chamamos e ela voltou a entregar os exames com 15 dias no máximo. Em relação a demanda de pacientes para exames, realmente é muito grande. Nós temos cinco laboratórios e quem diz a quantidade de serviços que vai oferecer é o próprio laboratório, não sou eu, da demanda dele, o que ele pode oferecer de exames. Estamos realizando um mutirão que vai começar no próximo sábado pra gente acabar com essa fila de espera porque a nossa meta é de que um paciente espere mais do que 45 dias, que é o normal para se esperar pra realizar um exame”. 

Questionada mais uma vez se deixaria o cargo, Magnilde Albuquerque destaca que o papel de nomear ou exonerar é do prefeito de Petrolina e deu pistas de que, se não saiu na reforma administrativa não há indícios de que deixará a pasta. “Para essa pergunta eu sempre digo que as pessoas devem fazer ao prefeito. Houve a mudança administrativa e o prefeito me manteve no cargo. Então como o cargo é dele, essa pergunta é para ele”.