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Confira o gabarito da prova do concurso da PMPE

por Adriana Rodrigues 13 de Agosto de 2018 às 06:53
categoria: Segurança

A Comissão de Concursos do Instituto de Apoio a Universidade de Pernambuco (Conupe/Iaupe) divulgou, na tarde deste domingo (12), o gabarito das provas dos certames para Polícia Militar (PM) e Corpo de Bombeiros de Pernambuco (CBMP). Os concurseiros podem consultar os resultados dos exames no site http://www.upenet.com.br.

A prova do concurso foi realizado durante a manhã deste domingo, com o término realizado às 13h15. De acordo com a organização, 4.274 pessoas foram aos 13 locais de aplicação no Recife, registrando uma abstenção de 37,67% dos inscritos.

Na disputa estão 60 vagas para o cargo de oficial da PMPE e 20 para oficial do CBMPE. A concorrência para o cargo de oficial da PM é de 66,93 inscritos por vaga. Para o Corpo de Bombeiros é de 141,25 por vaga.

Resultado

O Iaupe divulgará o resultado do teste objetivo deste concurso da PMPE e dos Bombeiros no dia 28 de agosto.


Aumenta número de vítimas de acidentes de moto em Pernambuco

por Adriana Rodrigues 7 de Agosto de 2018 às 08:13
categoria: Segurança

O número de vítimas de acidentes de moto em Pernambuco permanece em ascensão. Entre 2016 e 2017, houve um crescimento de 6% na quantidade de acidentados no estado. Foram 31,1 mil vitimados no ano passado, 1,7 mil pessoas a mais. Já a elevação no número de acidentes ocorre há, pelo menos, três anos. Entre 2015 e 2016, foi de 11%, uma diferença absoluta de quase 3 mil acidentes. Por dia, no ano passado, os 17 hospitais sentinelas pernambucanos (onde são feitas as notificações para fins de vigilância) registraram por dia 85 novos acidentados por moto.

Esse incremento converge com outro dado alarmante. Depois de apresentar queda entre 2015 e 2016, o número de pessoas que tentaram tirar Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para moto em Pernambuco também voltou a crescer 30% no ano passado, em relação ao mesmo período do ano anterior.



“Os avanços foram pontuais. Ficamos nos lamentando ou elogiando por coisas pequenas. Enquanto isso, a epidemia está aí, matando e deixando pessoas amputadas, sem nenhum ponto de inflexão”, pontua o coordenador executivo do Comitê Estadual de Prevenção aos Acidentes de Moto (Cepam), João Veiga. Em seu mais recente levantamento sobre a temática, Veiga mostra que dois momentos históricos foram determinantes para a epidemia de acidentes de moto.

O primeiro deles ocorreu na virada dos anos 2000. “Começamos a perceber uma mudança no perfil dos atendimentos nas emergências, com o paciente vítima de acidente de moto aumentando de uma maneira geométrica”, explica o coordenador do Cepam. O crescimento da motorização acelerada, naquela época, destaca o Mapa da Motorização Individual no Brasil, divulgado em setembro do ano passado pelo Observatório das Metrópoles, teve correlação com a pujança econômica do país e as desonerações fiscais de impulso de vendas dos anos seguintes.

O segundo momento de aceleração da taxa de vitimados por motos no país ocorreu em 2009. “O problema deixou de ser o quinto a chegar às emergências para ser o primeiro, passando acidentes de carro, agressão por armas brancas e por armas de fogo. O que estava ruim ficou muito pior”, lembra Veiga. Para ele, a justificativa foi a aprovação da lei federal 12.009, de regulamentação do serviço de mototaxista no país.



Entre 1999 e 2009, a quantidade de pessoas que tentaram tirar habilitação para moto em Pernambuco aumentou 16 vezes. Já o número de emplacamentos aumentou em 73%. “Até então, tínhamos a taxa de uma vítima por acidente. Depois disso, passou a ser de 1,7 vítima por acidente. E começamos a pegar pacientes mais graves, com mais mortes.”

Entre 2006 e 2016, morreram em Pernambuco vítimas de acidente de moto 13 mil pessoas, um aumento de 48% em uma década. Entre 2015 e 2016, o aumento foi de 5%. José Romário ainda não sabe como escapou de entrar para essa estatística. Ele, que começou a pilotar aos 16, passou dois anos juntando para comprar a primeira moto e só tirou a CNH no ano passado, não quer voltar a subir em duas rodas de jeito nenhum. “É uma adrenalina boa, mas agora, depois do acidente, Deus me livre”, garante, enquanto faz força para tentar mexer as pernas, sentado em um leito do Hospital da Restauração (HR).

De exceção a transporte de massas

Em 1990, para cada oito carros circulando em Pernambuco, havia uma motocicleta. Os veículos sobre duas rodas somavam 33 mil e representavam 8% do total da frota transitando no estado. Era uma parcela ínfima de representatividade no trânsito. Em quase três décadas, a quantidade de motos aumentou em 32 vezes. Em 2018, a proporção é de 1,2 carro para cada moto. Especialistas defendem que uma forma de mitigar o impacto dessa mudança é rever como um todo o modelo de sistema de transporte priorizado no país.

As motocicletas não foram adotadas somente por incentivos fiscais ou porque a população tinha dinheiro. Foram priorizadas como modal, sobretudo nas cidades de médio porte, porque o sistema de transporte público é deficitário. E nas cidades de grande porte em consequência dos longos engarrafamentos provocados pela adoção volumétrica dos automóveis. “Em alguns centros urbanos, nos horários de pico, a velocidade média das vias não chega a 7km/h. E a moto oferece uma das características mais desejadas pelo viajante, a rapidez no deslocamento. Ela se configura como uma forma mais rápida e barata de transporte”, explica o diretor regional Nordeste da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP), César Cavalcanti.

Na visão do professor do departamento de engenharia civil da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Leonardo Meira, a preferência na adoção das motos se explica pela má qualidade do transporte público coletivo. “Ela acaba se tornando útil para aquela pessoa que precisa se locomover, não quer usar o ônibus, mas também não têm dinheiro para comprar um carro”, diz. O Mapa da Motorização Individual ressalta ainda que, como o carro particular, a moto permite uma liberdade quase irrestrita e a possibilidade de realizar uma viagem de porta a porta.

É por isso que, ao mesmo tempo em que questiona a implantação da lei de regulamentação dos mototaxistas, o médico João Veiga ressalta a importância que esses serviços adquiriram nas cidades de médio porte pernambucanas ao longo dos últimos nove anos. “Nosso medo era que a moto virasse transporte coletivo, como é hoje. Agora é algo que não volta mais. São milhares de pessoas empregadas e milhões de pessoas transportadas”, admite.

O mototáxi se converteu em peça fundamental de deslocamento entre a zona rural e os pequenos e médios centros. “São cidades em que o transporte coletivo ou é muito ruim ou inexiste. Não fosse a moto, as pessoas não chegariam ao trabalho, nas escolas. Até dentro dos hospitais e das UPAs do interior têm ponto de mototáxi”, comenta Veiga. Para ele, o grande problema é a fiscalização. Em Caruaru, por exemplo, existe um mototaxista regulamentado para três operando na ilegalidade.

“Os mototaxistas são regulamentados para trafegar nas cidades, mas eles se converteram em transporte intermunicipal, dado que vários municípios estão a menos de 50km uns dos outros. A quantidade de mototaxistas morrendo por acidente com animal vem aumentando exageradamente”, alerta Veiga. Para ele, é de urgência resolver três pontos: melhorar a segurança pessoal de mototaxistas no interior, para a qual sugere a adaptação de veículos ao estilo tuk tuk; a melhoria no transporte público, viabilizando sobretudo o modal a pé. Em terceiro, intensificar a legislação. (Como informações DP)


São João de Petrolina está tranquilo, garante Polícia Militar

por Gabriela Canário 19 de Junho de 2018 às 13:07
categoria: Segurança

O São João de Petrolina, que se estende até o dia 23 de junho, está tranquilo, é o que garante o Tenente Coronel André Rodrigues, do 5º Batalhão de Polícia Militar. Em entrevista ao Nossa Voz, ele explicou que os festejos não estão registrando muitos problemas. Neste ano, 180 policiais trabalham diretamente no Pátio de Eventos Ana das Carrancas, com seis plataformas e quatro patrulhas permanente circulando entre a população. Além da segurança privada, há câmeras de segurança no local.

Um posto do Alerta Celular também está no local, mas a população não aderiu ao programa criado pela Secretaria de Defesa Social para a recuperação de aparelhos celulares furtados ou roubados. “Esse mês foram recuperados 11 aparelhos furtos de assaltos ou roubos na cidade”. O comandante explica que o cadastro pode ser efetuado no local até de forma gratuita até as 4 da madrugada.

Para manter a segurança e evitar o extravio desses aparelhos, o Comandante faz algumas orientações básicas. “Se for fazer uso do aparelho celular, fique em um local movimentado e em companhia, se possível, perto da Polícia Militar. O meliante, em si, só espera a oportunidade”, pontuou.


Comerciante do São Gonçalo relata ter atendimento negado pela Polícia Militar

por Karine Paixão 14 de Maio de 2018 às 12:06
categoria: Segurança



Quando iniciou o atendimento em sua lanchonete localizada no bairro São Gonçalo, Maria do Socorro Souza não imaginava que iria se deparar com a impunidade a qual desfrutam alguns infratores de Petrolina. Ao participar do programa Nossa Voz desta segunda-feira (14) a ouvinte reatou que no último sábado foi vítima de um golpe e ai tentar acionar a Polícia Militar teve o atendimento negado. 

“Um cliente chegou, lanchou, colocou banca, escolheu o tipo de refrigerante que preferiu tomar e na hora na pagar saiu correndo. Um dos meus funcionários foi atrás dele e recebeu um empurrão, caiu e outras pessoas saíram correndo atrás do acusado. Saíram umas 40 pessoas atrás desse senhor para tentar pegar. Enquanto isso eu liguei para a polícia e fui surpreendida com um questionamento. Ela (atendente da Central de Operações), perguntou se a população já tinha detido o acusado e eu falei que não e reforcei que se ele fosse alcançado, com certeza, seria linchado. A atendente então me disse que a polícia não poderia fazer nada e que se o acusado fosse detido eu deveria ligar novamente”, explicou Socorro. A comerciante ainda tentou convencer a policial militar da importância de enviar uma equipe para atender ao seu chamado. “Eu questionei se eu deveria esperar que o homem fosse linchado pra entrar em contato novamente. A atendente alegou que a polícia não tinha como ir pegar porque não saberiam nem para onde o acusado foi”, completou. 

O acusado conseguiu escapar e a comerciante se sentiu desassistida e indignada com a situação. “Eu tive essa resposta quando liguei para o 190. Deixa a gente ciente de que a gente está desamparado nessa questão de segurança pública. Se fosse algo mais sério... A sorte é que não conseguiram pegar, ele ficou jogando pedra nas pessoas e foi por pouco. Mas se ele fosse alcançado, com certeza, teria acontecido até o pior”.

Ainda de acordo com Maria do Socorro, enquanto sua lanchonete permaneceu em funcionamento, nenhuma viatura da Polícia Militar passou pelo local. “Nenhuma viatura, nem sequer apareceram. Isso aconteceu sábado mais ou menos umas nove e meia e eu fiquei com o comércio aberto até a meia-noite e não apareceu ninguém lá. A gente está desamparado em questão de segurança pública. Eu gostaria de chamar a atenção do governador, deputados, todos que foram eleitos pelo povo que olhassem por nós. Porque você carro-forte sendo explodido em pleno centro da cidade. Eu quero ver o que falta acontecer ainda em Petrolina e a gente fica revoltada com essa situação”, declarou. 


Pacto pela Vida completa 11 anos sem transparência e com muitas críticas

por Redação Nossa Voz 9 de Maio de 2018 às 10:08
categoria: Segurança

O programa de segurança pública Pacto pela Vida completa 11 anos nesta terça-feira (08). E apesar da (ainda tímida) queda dos índices de violência no primeiro trimestre, não há o que se comemorar em Pernambuco. Com números de homicídios e roubos ainda muito altos, o Pacto pela Vida é alvo de críticas pela forma como vem sendo conduzido, sem espaço para debate, e também pela falta de transparência.

Desde 2014, os índices de criminalidade no Estado só subiram. Mesmo assim, o governador Paulo Câmara, que assumiu no ano seguinte, demorou para aumentar os investimentos, promover mudanças na cúpula da segurança e avançar nos concursos para as polícias Civil e Militar. Somente em 2017, quando houve recorde histórico da violência e críticas ferozes da oposição, o Governo do Estado se movimentou. Investimentos importantes e óbvios foram realizados, mas as críticas não cessaram.

Um dos motivos, como disse acima, é pela falta de debate com especialistas em segurança pública e com a sociedade em geral. Criado em 2007, nos primeiros meses do governo Eduardo Campos, o Pacto pela Vida foi pensado a partir de dezenas de sugestões. Mas, ano após ano, o espaço para ideias vindas de outros setores foi diminuindo. Tanto que pesquisadores, a exemplo de José Luiz Ratton, um dos idealizadores do programa estadual, não pouparam questionamentos. E até sentenciaram: “O Pacto pela Vida morreu”, o que levantou a ira dos aliados do PSB preocupados com as próximas eleições.

Se a segurança pública era um trunfo para eleger candidatos apoiados pelo partido, agora se tornou um pesadelo. Tanto que as redes sociais do Governo do Estado agora massificam expressões como “maior investimento da história” para classificar o gasto com novos policiais e equipamentos para combater a criminalidade.

Vale lembrar que em 2013 o Pacto pela Vida recebeu uma premiação da Organização das Nações Unidas (ONU) pelo serviço público prestado à sociedade pernambucana. Naquele ano, 3,1 mil homicídios foram contabilizados. Já em 2017, pior ano da história, foram 5.427 crimes contra a vida.

Outro sinal de falência do programa de segurança pública está no funcionamento das delegacias. Quem precisa de atendimento à noite ou nos fins de semana encontra dificuldades, já que a maioria das unidades está de portas fechadas. Sejam as delegacias de bairro ou as especializadas (como a da Mulher e a da Criança e do Adolescente), registrar uma queixa fora do horário comercial é uma verdadeira peregrinação. Apesar do aumento de agentes e delegados da Polícia Civil, no início deste ano, as delegacias não voltaram a funcionar 24 horas por dia. Nem a Secretaria de Defesa Social sinalizou para isso.

CENSURA

E se não bastasse a falta de diálogo para reverter os números, o acesso à informação sobre os casos de violência também foi tolhido. Desde o mês de março deste ano, servidores do Instituto de Medicina Legal (IML), peritos e até delegados estão recebendo insistentes avisos de que não podem dar entrevistas em locais de crimes, nem repassar informações aos veículos de comunicação sobre homicídios em tempo real.

Na verdade, o problema só se agravou. A atual gestão da Polícia Civil de Pernambuco, que assumiu em fevereiro de 2017, é o maior exemplo disso. Assessores não confirmam informações, não respondem demandas e, quando fazem, é com bastante atraso – numa clara tentativa de dificultar o trabalho da imprensa. Um assunto que já chegou, por diversas vezes, aos ouvidos da cúpula da Secretaria de Defesa Social (SDS), mas que não foi solucionado.

No ano passado, a divulgação diária dos números de homicídios no site da SDS, bem como os nomes, idades e cor da pele das vítimas, também saiu do ar. Somente um boletim mensal é divulgado desde então com o número de mortes por cidade, mas sem nenhum detalhe, impossibilitando, inclusive, estudos acadêmicos sobre recortes da violência no Estado.

O Governo do Estado falha por não enxergar a imprensa e a sociedade como aliados no combate à criminalidade e no avanço da cultura de paz. Se no décimo aniversário do Pacto a cobrança era por um maior efeito policial, agora, no décimo primeiro, o pedido é por mais diálogo e transparência. Afinal, como bem lembrou a presidente do Supremo Tribunal Federal, Carmen Lúcia, numa decisão em 2015, “Cala a boca já morreu, quem disse foi a Constituição”.

Fonte JC


TJPE denuncia atraso dos processos criminais por ‘omissão da Polícia militar’

por Redação Nossa Voz 7 de Maio de 2018 às 10:29
categoria: Segurança

Se já não basta o excesso de processos, as varas criminais do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) contam com outro entrave: a ausência de policiais militares convocados como testemunhas nas audiências de instrução e julgamento. De tão recorrente, o problema está sendo levado para a reunião semanal do Pacto pela Vida, onde será cobrado do Governo do Estado mais empenho para que os integrantes da Polícia Militar e também da Civil não faltem às audiências.

O assunto vem sendo discutido em todas as reuniões do Conselho de Magistratura do TJPE, porque ofícios com reclamações não param de chegar. Só nos dois últimos encontros, na semana passada, o Conselho analisou mais de 20 documentos assinados por juízes dos municípios como Paulista, Lagoa dos Gatos, Lagoa de Itaenga, Tracunhaém e até do Recife. Todos informando que as audiências criminais foram suspensas e precisarão ser remarcadas porque houve ausência dos policiais convocados.

O atraso preocupa porque os processos se acumulam nas varas e o sentimento de impunidade para os envolvidos também só cresce.

O juiz Marcelo Góes de Vasconcelos, em exercício cumulativo na Comarca de Lagoa dos Gatos, foi taxativo. No ofício enviado ao TJPE, o magistrado afirmou que a “Instrução de Processo Criminal deixou de ocorrer em virtude, unicamente, da omissão da Polícia Militar em encaminhar os policiais para serem ouvidos, sequer justificando a ausência”.

Na reunião do Pacto pela Vida, o assunto será abordado pelo juiz Gleydson Gleber Pinheiro, assessor especial da Presidência do TJPE. A missão do magistrado é cobrar medidas efetivas para que os policiais não faltem às audiências.

Fonte JC


Miguel Coelho anuncia R$ 2 milhões para segurança e confirma concurso para Prefeitura Petrolina

por Karine Paixão 27 de Abril de 2018 às 11:58
categoria: Segurança

Comemorando os 24 anos da Guarda Municipal, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho anunciou  na manhã desta sexta (27), um investimento de R$ 2 milhões na reestruturação da chamada “Força Azul” com a compra de equipamentos, veículos, melhoria no treinamento dos agentes dessa corporação. Durante o prefeito assinou um decreto para a liberação dos recursos e reestruturação da corporação. 

Entre as ações previstas está a reorganização da Guarda com a criação de novas divisões como as patrulhas do Interior, Maria da Penha e Ambiental. Além disso, o trabalho da Guarda ganhará um incremento substancial com a contratação de novos agentes por meio de concurso público. “Estamos organizando o edital e a ideia é contratar de 40 a 60 novos guardas. Com esse reforço, expandiremos a cobertura policial em áreas como Rajada, Izacolândia, no combate à violência contra a mulher e no patrulhamento escolar”, adianta o prefeito.

A infraestrutura da Guarda Municipal ainda terá a aquisição de novos armamentos, fardamento, coletes, munição e escudos. 

A Prefeitura já iniciou o processo de compra do material, deve adquirir 12 novas viaturas e picapes para o patrulhamento.

 

Confira as principais ações anunciadas para a segurança municipal: 

 

- reforço na estrutura com aquisição de 600 fardamentos, munição, novo armamento e kits de proteção individual (capacetes, coletes, escudos entre outros);

- Concurso público para 40 a 60 novos guardas municipais;

- Reforço no patrulhamento com a aquisição de 10 viaturas, 2 picapes, 9 motos e 6 bicicletas; 

- Realização de treinamento em tiro, relacionamento social e técnicas operacionais;

- Lançamento do programa Mais Luz para implantar novo sistema de iluminação em diversos bairros. (Com informações Ascom PMP)


Jungmann envia carta a governadores cobrando dados de segurança pública e diz que verba pode ser bloqueada

por Redação Nossa Voz 25 de Abril de 2018 às 08:01
categoria: Segurança

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, enviou na segunda-feira (23) uma carta aos governadores alertando para o risco de bloqueio nos repasses de recursos federais para os estados, por conta de atraso no fornecimento de dados sobre criminalidade.

Embora a carta também tenha sido enviada ao governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), as verbas destinadas para o estado, que está sob intervenção federal na segurança pública desde fevereiro, não serão afetadas por um eventual bloqueio, pois são extraordinárias.

Por lei, os estados devem enviar periodicamente informações ao Sistema Nacional de Segurança Pública (Sinesp), criado em 2012, e que reúne dados sobre segurança pública, sistema prisional, execução penal e drogas. Quem não fornece fica impedido de receber recursos e firmar convênios com o governo federal voltados à área de segurança.

Na carta, Jungmann pede o envio de dados referentes a 2016 e 2017 até 23 de maio, e afirma que, sem os dados, não é possível planejar e executar ações e programas por meio do repasse de recursos. "Nesse contexto, o Ministério Extraordinário da Segurança Pública estará impossibilitado de continuar transferindo recursos aos Estados que não disponibilizarem informações ao SINESP."

O ministro lembra também que os estados que não atualizarem os dados ficarão impedidos de receber firmar convênios com a Secretaria Nacional de Segurança Pública, inclusive os que tenham como origem dos recursos emendas parlamentares, individuais ou de bancada.

Por fim, Jungmann afirma que os bloqueios atingirão também os recursos do Fundo Penitenciário (Funpen).

Fonte G1


Temer sanciona projeto que aumenta pena para roubo com explosivos

por Redação Nossa Voz 24 de Abril de 2018 às 15:00
categoria: Segurança

O presidente Michel Temer sancionou nesta segunda-feira (23) um projeto de lei que prevê aumento de pena para roubo e furto que envolva uso de explosivos.

A informação foi divulgada por meio de um vídeo publicado nas redes sociais de Temer. "São duas medidas importantes na área da segurança pública que eu faço questão de comunicar a você."

O projeto foi aprovado no fim de março no Senado, depois de já ter sido aprovado na Câmara, e tinha esta segunda como prazo máximo para sanção.

O objetivo principal da nova lei é coibir os casos de roubo e furto nos quais são utilizados explosivos para destruir caixas eletrônicos e carros-fortes. O texto estabelece que a pena de furto qualificado, de três a oito anos de prisão, será ampliada para quatro a dez anos se houver emprego de explosivo.

A mesma pena de quatro a dez anos será aplicada para quem furtar substâncias explosivas ou acessórios que permitam sua fabricação.

No caso de roubo, que se caracteriza pelo emprego de violência ou ameaça, que já tem previsão de quatro a dez anos de pena na lei atual, a sentença será ampliada em um terço se os objetos subtraídos forem explosivos ou acessórios relacionados à fabricação.

A lei determina também que bancos instalem nos caixas eletrônicos equipamentos que inutilizem as cédulas em caso de arrombamento, movimento brusco ou alta temperatura. Isso poderá ser feito com tinta colorida, pó químico, ácidos insolventes e até "pirotecnia, desde que não coloque em perigo os usuários e funcionários", de acordo com o projeto.

O banco deverá, ainda, instalar uma placa informando a existência do equipamento de segurança.

No vídeo, Temer afirma que esse ponto do projeto vai revelar ao assaltante que ele "nada conseguirá levar e, portanto, o produto do assalto será zero".

De acordo com a legislação sancionada, as instituições financeiras terão de um ano e meio a três anos para concluir a adaptação das máquinas, a depender do número de habitantes de cada município.

Arma de fogo

Atualmente, casos de roubo que tenham uso de arma de fogo geram um aumento de pena de um terço até metade. No texto aprovado, a ampliação será de dois terços. O mesmo agravamento valerá para roubo que tenha destruição de obstáculo com emprego de explosivo.

O projeto ainda estabelece que a pena será de sete a 18 anos de prisão se a violência do roubo resultar em lesão corporal. No caso de morte, a reclusão será de 20 a 30 anos.

Fonte: Folha PE


Secretário da SDS explica ‘censura’ de informações sobre violência em PE

por Redação Nossa Voz 23 de Abril de 2018 às 15:00
categoria: Segurança

O secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, comentou as críticas em relação à falta de informações repassadas à imprensa sobre os crimes registrados em Pernambuco. Ele afirmou que, muitas vezes, o inquérito policial precisa ser sigiloso para preservar a família das vítimas ou mesmo a própria investigação. O assunto foi questionado pelo Ronda JC durante entrevista do gestor à Rádio jornal, na última sexta-feira (20).

Desde o mês de março, funcionários do Instituto de Medicina Legal (IML) deixaram de passar informações sobre os homicídios registrados no Estado. Eles afirmaram à imprensa que essa foi uma determinação da SDS e que podem ser punidos se não cumprirem com a regra. Os 140 delegados nomeados em janeiro deste ano também foram surpreendidos em março ao serem informados pela Chefia da Polícia Civil de Pernambuco de que não deveriam dar entrevista à imprensa nos locais de crimes.

Pádua justificou: “A investigação policial é um processo muito completo. O que se fala no momento do crime é tudo hipótese, suposição. A gente sabe que o inquérito tem natureza sigilosa, não só para preservar a família das vítimas como a própria investigação. Quando você antecipa informações, elas podem ser mal interpretadas. O melhor momento de falar é na conclusão”, disse.

O secretário também falou sobre a divulgação dos números da violência que, há um ano, deixaram de ser divulgados diariamente. “Os dados divulgados diariamente podem ser equivocados, porque um corpo que pode ser tido como suicídio ou morte a esclarecer, na semana que vem pode se descobrir que é uma morte violenta. Por isso a publicação dos números deve acontecer até o dia 15 do mês seguinte, para evitar dados equivocados”, afirmou.

Fonte: JC