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Assalto é registrado no bairro Gercino Coelho

por Redação Nossa Voz 19 de Abril de 2018 às 11:34
categoria: Violência

A ouvinte Viviane Ferreira, da rua vinte e cinco, nº 361, Vale dourado, contou no programa Nossa Voz, que o carro de sua mãe foi roubado por assaltantes na noite de ontem, 19, por volta das 21 horas, em frente a garagem da empresa Joalina, no bairro Gercino Coelho. Segundo ela, dois homens armados praticaram o crime "aparentemente com 20 anos de idade, com uma arma. Colocaram o revólver e pediram para ela descer, e entregar o carro. Levaram dois celulares, o dela e de minha irmã." Viviane disse ainda que em menos de um mês, essa é a segunda vez que a família é assaltada. Na primeira, foi levada uma moto que estava estacionada na Avenida da Integração. Em ambos os casos, foi feito boletim de ocorrência.

O modelo do carro roubado é um  Gol G5 Trend, 2009/2010, placa HMB 6573, na cor prata.


Enquanto Estado anuncia redução de homicídios, Petrolina tem três mortes violentas

por Karine Paixão 16 de Abril de 2018 às 06:50
categoria: Violência

 

Três corpos foram encontrados em Petrolina neste final de semana. O primeiro foi localizado na tarde da última sexta-feira (13) próximo à Tapera, zona rural do município. Identificado como Bruno da Silva Araújo, a vítima tinha idade aparente de 16 anos e a causa da morte não foi informada pelo IML, local para onde o corpo foi removido após ter sido encontrado. 

No sábado (14), a Polícia Militar foi acionada por populares que localizaram nas proximidades da Agrotécnica, no Núcleo 04 do Projeto Senador Nilo Coelho, o corpo de Matheus de Sousa Oliveira, 24 anos. Ele foi atingido por diversos disparo de arma de fogo. Segundo relatos, a vítima mora em Salvador e estava visitando parentes no bairro Dom José Rodrigues, em Juazeiro.

Outro corpo foi encontrado no sábado dentro do matagal do N07. Ainda não há detalhes nem informações sobre uma possível identificação. 


Agricultor é espancado em frente a sua residência no N09

por Karine Paixão 12 de Abril de 2018 às 11:14
categoria: Violência

Segundo informações de populares, Wesley Santos Batista, 20 anos, foi agredido por dois homens e socorrido pela população ao Hospital Universitário. Fato ocorreu na noite de ontem na Quadra L, N-9, PSNC. 

A Polícia Militar foi acionada e lá a vítima relatou que estava em frente a sua casa quando chegou um carro Fiat Estilo de cor prata, ocupado por 04 homens. Dois deles desceram do veículo e começaram a lhe espancar com socos e pontapés. Depois das agressões ele teria sido ameaçado de morte. 

Os policiais intensificaram as rondas à procura dos suspeitos, mas não obtiveram êxito. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil para as devidas providências legais que o caso requer. 


Jovem é assassinado no Henrique Leite

por Karine Paixão 11 de Abril de 2018 às 08:50
categoria: Violência

Foi identificada a vítima de homicídio no bairro Henrique Leite. Segundo informações do 5º Batalhão da Polícia Militar em Petrolina, Mateus Bispo da Silva, 20 anos, foi atingido por diversos disparos de arma de fogo na Rua 31 do referido bairro e morreu no local. A PM foi acionada pela população por volta de 00h30 através do 190. Os policiais isolaram a área até a chegada do Instituto de Criminalística e o corpo foi removido para IML. Após consulta ao relatório de detalhe criminal foi confirmada a informação de que a vítima era ex-presidiária e cumpriu pena por homicídio. Não há informações sobre a autoria do crime. 


Número de mortos em tentativa de fuga de penitenciária no Pará passa de 20

por Adriana Rodrigues 11 de Abril de 2018 às 08:23
categoria: Violência

Uma tentativa de fuga em massa de presos do Centro de Recuperação Penitenciário do Pará III (CRPP III), no Complexo Prisional de Santa Izabel, na região metropolitana de Belém, deixou ao menos 21 mortos na tarde desta terça-feira, 10. Uma das vítimas é um agente penitenciário. As outras são detentos e integrantes do grupo que tentou realizar o resgate dos presidiários.

De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), a tentativa de fuga aconteceu por volta das 13 horas e contou com apoio de um grupo externo fortemente armado. Segundo informações preliminares, os presos também tinham armas dentro do presídio. Durante a ação, foram utilizados explosivos contra um dos muros do solário do Pavilhão C. Nesse momento, houve uma intensa troca de tiros entre a equipe que efetuava a tentativa de resgate em apoio externo, parte dos custodiados e a equipe do Batalhão Penitenciário. 

Até as 18 horas, a Segup informou que a situação já estava controlada. Agentes penitenciários e policiais militares faziam a contagem de presos. Ainda não foi confirmada a fuga de nenhum detento.

Com a troca de tiros, foi confirmada a morte de um agente penitenciário, que tem a identidade preservada em sigilo até que a família seja oficialmente comunicada. Outros quatro agentes de segurança também ficaram feridos, sendo um em estado grave - ele está internado em um hospital na Grande Belém.

Até o momento, a secretaria confirmada a morte de outras 20 pessoas, entre presos e integrantes do grupo criminoso de resgate. Segundo a pasta, a identificação e contagem poderá identificar quantos eram custodiados do sistema penal e quantos pertenciam ao grupo criminoso que tentou realizar o resgate.

Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a unidade tem capacidade para 432 detentos, mas abriga 659. Já no complexo penitenciário, há cerca de 3.400 presos. 

A Companhia de Operações Especiais da Polícia Militar do Pará deslocou efetivo tático para reforçar a segurança do complexo. Já a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) ainda não confirmou se houve fuga de presos na ação. Uma revista e recontagem de detentos é realizada na unidade prisional.

Buscas

A Segup informou ainda que, desde o início da tarde, foram iniciadas as buscas pelos criminosos que atuaram na tentativa de resgate em apoio externo. Também iniciaram as investigações para apurar os grupos que agiram no caso, assim como a entrada de armas na unidade, além de todas as circunstâncias das trocas de tiros durante a tentativa de resgate de presos.

O delegado Rodrigo Leão, diretor da Seccional de Santa Izabel do Pará, está com equipe policial acompanhando a situação, além de duas equipes da Divisão de Homicídios e uma da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).

A polícia apreendeu no local dois fuzis, três pistolas e dois revólveres que estavam com o bando que tentou invadir o presídio.


Assassinos da menina Beatriz Mota continuam livres

por Adriana Rodrigues 10 de Abril de 2018 às 12:09
categoria: Violência

Quando chega o dia 10, as feridas doem ainda mais. Os pais da menina Beatriz Mota, de 7 anos, assassinada no colégio onde estudava, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, acordam e, mais uma vez, sentem o sabor amargo da impunidade. Nesta terça-feira, o crime bárbaro completa dois anos e quatro meses. E até agora nenhum culpado foi punido.

Durante todo esse tempo de angústia e múltiplos sentimentos de dor para a família e amigos de Beatriz, a Polícia Civil de Pernambuco já fez pelo menos três trocas de delegados responsáveis por comandar as investigações. Mesmo assim,pouco se avançou no caso. O máximo que a polícia conseguiu foi uma imagem pouco nítida do homem que possivelmente entrou no colégio e matou a menina. Uma câmeras flagrou o suspeito do lado de fora, mas nenhuma imagem do lado de dentro registrou a dinâmica do crime.

Mesmo com a imagem desse suspeito, que foi divulgada nacionalmente, a Polícia Civil ainda não conseguiu descobrir a identidade do homem para esclarecer o crime. Cerca de 100 pessoas já passaram por exames de DNA, mas o confronto do material genético deu negativo em relação ao encontrado nos restos mortais da menina. Os investigadores sequer bateram o martelo sobre a motivação do homicídio. Atualmente, a delegada Polyanna Néry comanda o inquérito, cercado de sigilo. Uma força-tarefa formada por promotores de Justiça também acompanha o caso. 

O CASO

O corpo de Beatriz Motta foi encontrado com várias lesões provocadas por faca dentro de uma sala isolada no colégio particular onde ela estudava. Acontecia uma festa de formatura e a instituição estava bastante movimentada, mas nenhuma testemunha disse ter visto o crime. Segundo as investigações, com base em depoimentos de testemunhas, o suspeito teria tentado se aproximar de outras duas crianças antes de chegar até Beatriz.

Em outubro do ano passado, a Polícia Militar prender um homem suspeito de um homicídio e ao afirmar que ele apresentava semelhanças físicas com o suspeito de matar a menina em Petrolina. A Polícia Científica colheu material genético dele para exames. Mas, como mostrou o Ronda JC, o homem não poderia ter praticado o crime pois naquele 10 de dezembro de 2015 ele estava preso por tráfico de drogas na Cadeia Pública de Santa Maria da Boa Vista. A prisão aconteceu oito dias antes do homicídio e ele só teve o relaxamento autorizado pela Justiça em maio do ano seguinte. 

(Raphael Guerra)


Avô paterno de Isabella Nardoni diz que chora ao lembrar da neta

por Gabriela Canário 30 de Março de 2018 às 12:04
categoria: Violência

G1 SP, São PauloAntonio Nardoni diz que 'são dez anos de sofrimento' por morte da neta (Foto: Reprodução/Arquivo/TV Globo)

Avô paterno de Isabella Nardoni, o advogado Antonio Nardoni, disse ao G1 que ele e sua família também choram pela morte da menina. Nesta quinta-feira (29), o crime que chocou o país completa dez anos. "A perda não foi só para o lado da família materna", diz Antonio. "As pessoas esquecem que a Isabella é também minha neta".

Isabella foi encontrada morta em 29 de março de 2008, quando caiu da janela do sexto andar do Edifício London, na Zona Norte de São Paulo. Ela tinha 5 anos de idade na época. O pai de Isabella, Alexandre Nardoni, e a madrasta dela, Anna Carolina Jatobá, foram presos e condenados na Justiça pela morte da criança.

Antonio, pai de Alexandre e sogro de Jatobá, recorda com carinho a saudade de Isabella. "Eu lembro das conversas que nós tínhamos. A gente lembra e chora, não tem o que fazer. Porque a única coisa que eu nunca briguei para mudar é esse fato, o fato dela ter morrido, isso eu não vou conseguir mudar".

A 'briga' de Antonio foi e continua sendo a de querer provar a todos, e principalmente à Justiça, que seu filho e a nora não mataram a pequena Isabella. O casal Alexandre e Jatobá sempre negou o assassinato.

"Tudo que foi feito lá atrás foi uma montagem. Estou tranquilo da inocência da minha nora e do meu filho. Sempre tive essa convicção”, diz Antonio, que ainda tem de lidar com o fato de ser investigado pela polícia, que apura se ele teve participação no crime.

"Eu sei que nunca faria isso. As pessoas não têm noção das coisas. Ela é minha neta", rebate Antonio, que, após uma década, diz ainda não saber o que pode ter causado a morte de Isabella. "Eu não sei. Tem todo tipo de história. Tem gente que diz que foi um acidente..."

Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella, sempre negaram o crime, mas foram condenados (Foto: Reprodução/Arquivo/TV Globo)

Nova investigação

Para a polícia, no entanto, a queda de Isabella não foi acidental, mas um homicídio intencional. Jatobá foi acusada de esganar a enteada após uma discussão. Alexandre, achando que a filha estivesse morta, cortou a rede de proteção da janela e a jogou para simular um acidente, tudo segundo o Ministério Público (MP).

Alexandre e Jatobá foram presos à época e acabaram condenados em 2010 pelo crime. Eles sempre alegaram inocência. Chegaram a dizer que algum invasor, não identificado, poderia ter matado Isabella. A investigação, porém, nunca o encontrou.

“Então na verdade, meu filho e minha nora foram condenados, como eu sempre disse há dez anos atrás, por uma produção de provas inexistente”, reforça Antonio.

Em 2015, Antonio passou a ser investigado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A Promotoria determinou que fosse apurada a denúncia de duas ex-funcionáriasda Penitenciária de Tremembé, onde o casal Nardoni está preso.

Elas contaram ter ouvido Jatobá dizer que, na época do crime, havia telefonado para Antonio, dizendo que matou Isabella e que o sogro orientou o casal a simular um acidente doméstico. Alexandre então teria decidido jogar a filha pela janela.

Antonio já foi ouvido nesse inquérito, em março do ano passado, e negou o que as testemunhas disseram. O DHPP, porém, ainda não concluiu a investigação.

"Não tem nada no inquérito. Está lá há três anos. Tá indo para quatro. Ouviram, eu acho que 20 ou 30 pessoas. Ouviram todo mundo. Aparentemente elas [as ex-funcionárias] tentaram criar uma situação, não sei para prejudicar quem, e usaram meu nome, mas até onde eu sei, nunca aconteceu", se defende.

"É uma coisa absurda, mas todo mundo na televisão diz o que quer, então não precisa provar nada, então fica tudo mundo fácil. Você destrói a vida de uma pessoa com duas palavras", lamenta Antonio.

O consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni (c) deixa o 9º Distrito Policial de São Paulo, na zona norte da capital paulista. Alexandre é pai da menina Isabella, de 5 anos, que morreu ao cair do sexto andar do prédio onde moram. Foto de 03/04/2008 (Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo/Arquivo)

O consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni (c) deixa o 9º Distrito Policial de São Paulo, na zona norte da capital paulista. Alexandre é pai da menina Isabella, de 5 anos, que morreu ao cair do sexto andar do prédio onde moram. Foto de 03/04/2008 (Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo/Arquivo)

Casal Nardoni

A morte de Isabella e a condenação do filho e da nora têm tirado o sono de Antonio. "Para mim são dez anos de sofrimento", diz. "A perda foi para todo mundo, inclusive pro casal porque, na verdade, o Alexandre estava com a Isabella todos os dias quase."

De acordo com o avô de Isabella, a investigação se ateve exclusivamente a culpar o casal, deixando de checar outros suspeitos e demais pistas.

"Eu acho que as coisas foram mal conduzidas porque na verdade teriam que ter investigado melhor, teriam que ter, na verdade, um pouco mais de tempo. E a alegação dos policiais é de que a pressão da mídia era muito forte e eles tinham que terminar logo. E terminar logo era acusar o casal, como eu sempre disse", lamenta Antonio. A polícia, porém, sempre sustentou que apurou todas as hipóteses.

Quando terminou o julgamento do casal Nardoni em 2010, algumas pessoas em frente ao Fórum de Santana soltaram rojões para comemorar a condenação de Alexandre e Jatobá. Para Antonio, a maior parte da opinião pública foi levada pela imprensa, que reproduzia o trabalho da polícia, a acreditar que seu filho e nora mataram Isabella.


Acusado de decepar mãos da companheira é condenado no RS

por Gabriela Canário 28 de Março de 2018 às 07:56
categoria: Violência

Por G1 RS

Jovem teve as mãos decepadas pelo ex-companheiro em São Leopoldo (Foto: Diego Vara/Agência RBS)

(Foto: Diego Vara/Agência RBS)

O homem acusado de tentar matar a companheira e de decepar as mãos dela durante uma discussão em São Leopoldo, no Vale do Sinos, interior do Rio Grande do Sul, em agosto de 2015, foi condenado a 17 anos e quatro meses de prisão em regime inicial fechado. A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri, em julgamento que durou mais de 10 horas, nesta terça-feira (27).

Os jurados consideraram Elton Jones Luz de Freitas culpado pela tentativa de matar sua ex-companheira. Ele respondeu por tentativa de homicídio triplamente qualificado, ao tentar matar sua ex-namorada Gisela Santos de Oliveira com diversos golpes de facão, o que resultou na amputação das mãos e do pé direito dela.

O julgamento foi presidido pelo juiz José Antônio Prates Piccoli. O réu está preso, e conforme determinação da Justiça ele não poderá apelar em liberdade.

Relembre o caso

Conforme a denúncia encaminhada pelo Ministério Público (MP), após discutir com Gisele e inconformado com o fim da relação, o agressor a trancou no quarto e tentou matá-la. Além das facadas no rosto, no couro cabeludo e nos membros inferiores, o réu ainda lesionou os braços direito e esquerdo da ex-companheira, assim como o pé direito, que tiveram que ser amputados.

Ainda de acordo com o MP, durante a tentativa de execução, o réu dizia: "Morra, sua desgraçada". O crime foi considerado triplamente qualificado, por ter sido cometido por meio cruel, ter tido o recurso que impossibilitou a defesa da vítima, além do emprego de violência doméstica e familiar.

Ela precisou se fingir de morta para sobreviver, e foi socorrida por vizinhos, que chamaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) assim que viram seu estado. Gisele foi encaminhada para atendimento médico e cirúrgico de urgência no Hospital Centenário, inclusive com internação na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), o que evitou a morte.

Gisele ficou quase sete anos com o homem que tentou lhe mata (Foto: Arquivo Pessoal)

(Foto: Arquivo Pessoal)


Após reunião, presidente Temer confirma R$ 1 bilhão para intervenção federal no RJ

por Redação Nossa Voz 22 de Março de 2018 às 08:15
categoria: Violência

O presidente da República, Michel Temer, afirmou que nesta quarta feira (21) ouviu as necessidades econômicas do gabinete de intervenção e confirmou que vai destinar R$ 1 bilhão para a intervenção federal na segurança.

“Conversamos e percebemos que o déficit de 3 bilhões refere-se na maior parte a passivo, portanto no passado. Estamos destinando R$ 1 bilhão nos próximos dois, três dias, a alocação destes recursos para a intervenção federal”, afirmou o presidente, que fez nesta quarta o que ele chamou de primeira reunião de trabalho da intervenção.

“Devemos fazer outras reuniões como estas, aqui no Rio e em Brasília. Há uma tendência de queda em varias espécies delituosas“, disse Temer. “A segurança pública ocupa o primeiro lugar nas preocupações dos brasileiros”.

O presidente está otimista quanto ao resultado do trabalho de segurança no Rio. “Tudo revela que poderá haver uma tendência de queda nas várias espécies delituosas. Não restou dúvida em relação a isso. Ao longo do tempo isso realmente ocorrerá”.

O pronunciamento foi feito após rápida reunião no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) entre Temer, o governador Luiz Fernando Pezão e o interventor federal de segurança do Rio, o general Walter Braga Netto.

Enquanto Temer era recebido por volta das 21h30 pelo governador Pezão no terceiro Comar, próximo do aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, a Rocinha vivia um intenso tiroteio que àquela altura já durava quase uma hora.

Os tiroteios deixaram um morador e um PM mortos, e chegaram a forçar o fechamento do túnel Zuzu Angel, importante via da cidade.

Por volta das 22h05, ambos já estavam no CICC, quartel general da Intervenção Federal na Segurança do Rio, para conversar com o interventor, o ministro-chefe do gabinete de segurança institucional, Sérgio Etchegoyen; o ministro da segurança pública, Raul Jungmann, além do ministro da Defesa interino, general Silva e Luna.

Temer viria ao Rio para o balanço do mês de intervenção federal na segurança, que seria no último domingo (18), mas cancelou a visita.

O presidente optou por cancelar a viagem, após ser aconselhado por assessores depois da morte da vereadora Marielle Franco, na última quarta-feira (14).

G1


Petrolina registra 44 homicídios em 2018 e cerca de 64% dos casos são extermínio

por Redação Nossa Voz 20 de Março de 2018 às 09:15
categoria: Violência

Em menos de três meses, Petrolina já registra 44 homicídios de acordo com dados da Polícia Militar. Durante todo o ano de 2017, a cidade registrou 131 assassinatos, ficando entre as 10 cidades mais violentas à nível de estado no ranking apresentado pela Secretaria de Defesa Social de Pernambuco. Apenas no último final de semana, cinco pessoas foram assassinadas em menos de 24 horas na cidade.

Uma característica em comum entre a maioria desses crimes foi o uso de arma de fogo e também a autoria dos disparos ocupando motocicletas sem placa. De acordo com Capitão Freitas, do 5º Batalhão de Polícia Militar, os casos registrados estão relacionados ao tráfico de entorpecentes, vingança pessoal e acerto de contas. “São fatos que fogem [...] e mesmo que a gente tenha uma viatura em cada esquina não tem como evitar que um homem mate a sua esposa”, justificou o policial sobre os crimes de aproximação, em grande parte ocorridos dentro do ambiente familiar.

Um outro ponto marcante tem sido a violência contra moradores de rua. De acordo com Capitão Freitas, há uma dificuldade de prevenir esse tipo de violência tendo em vista que eles são programados. “Será que a culpa da polícia ter moradores de rua?”, questionou, acrescentando que, do número total de assassinatos neste ano, cerca de 64% dos casos possuem características de extermínio. “Isso quer dizer que são 28 pessoas certas que vão morrer”, explicou.

'Legislação Frouxa'

De acordo com Capitão Freitas, “as forças de segurança são integradas” e que “a Polícia Civil faz um excelente trabalho”, mas o problema da criminalidade está na legislação vigente no país. “A legislação é muito frouxa. A gente faz a prisão, mas o delinquente volta para a rua e faz novos delitos”, salientou. Entretanto, para o PM, os números, apesar de elevados, correspondem proporcionalmente ao desenvolvimento do município. “Petrolina tem população flutuante de 500 mil pessoas. Vamos fazer uma análise fria: latrocínio [roubo seguido de morte] só foi um. Não estamos satisfeitos com isso, deveria ser nenhum”, enfatizou.

Reforço Policial

Segundo o Capitão, em 2017, cerca de 20 policiais foram aposentados, mas o Batalhão recebeu “um incremento de cerca de 30 policiais” em compensação. Ele enfatiza que existe a previsão de Petrolina receber “o encaminhamento de mais 200 homens para uma unidade especializada com rádio patrulha, canil e ROCAM”, explicou.