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Pastor acusado de matar filho e enteado é indiciado por mais um estupro no ES

por Gabriela Canário 9 de Julho de 2018 às 14:12
categoria: Violência

O pastor George Alves, acusado de estuprar, agredir e matar o filho e o enteado vivos no Espírito Santo, foi indiciado por mais um estupro, nesta quarta-feira (4). A informação foi divulgada com exclusividade pela TV Gazeta, nesta segunda-feira (9).

Depois da prisão de George, uma mulher procurou a polícia para denunciar o crime que aconteceu em 2015. Inquérito foi encerrado e, agora, o pastor responde por mais um estupro.

A defesa diz que a perícia será contestada, que o casal é “vítima de uma tragédia” e que a acusação “usa a mídia” para criar uma “culpa inexistente”.

Os irmãos Kauã e Joaquim, de 6 e 3 anos, morreram carbonizados em um incêndio em Linhares, no dia 21 de abril. Para a polícia, George Alves, padrasto de Kauã e pai de Joaquim, foi responsável pelas mortes. Ele foi preso no dia 28 de abril.

A perícia apontou que o acusado estuprou as crianças, agrediu e colocou fogo nelas ainda vivas. Inicialmente, o pastor George Alves, que estava sozinho em casa com os meninos, disse que eles morreram em um incêndio que atingiu apenas o quarto onde as vítimas dormiam.

Na primeira entrevista à imprensa, ele chorou e disse que tentou salvar as crianças. Mas, segundo a polícia, a versão dele não estava de acordo com os fatos apurados durante as investigações.

A mãe dos meninos, a pastora Juliana Sales, também foi presa por omissão no caso da morte dos filhos. No dia do incêndio, a mãe disse que estava em um congresso em Minas Gerais com o filho mais novo do casal.

Segundo a decisão da Justiça, Juliana sabia dos “supostos abusos sexuais” sofridos pelos filhos e ela e o marido tinham planos de usar a morte das crianças como forma de ganhar notoriedade e ascensão religiosa.

O filho mais novo dos pastores foi entregue ao avô materno depois da prisão dos pais. Ele estava com a mãe no momento da prisão e chegou a ficar no Conselho Tutelar.

G1


Homem é assassinado na estrada das Pedrinhas

por Karine Paixão 11 de Junho de 2018 às 09:49
categoria: Violência

O corpo de um homem foi encontrado na via pública, sem identificação e com várias perfurações causados por arma de fogo. Segundo informações da Polícia Militar, a vítima foi encontrada por populares por volta das 7h30 da manhã deste domingo (10), próximo à Chácara Milenium, em Petrolina. 

O Instituto de Criminalística foi até o local periciar a cena do crime. O corpo foi recolhido ao Instituto Médico Legal (IML).


Violência em quatro estados teve aumento acima de 100% nos homicídios

por Gabriela Canário 6 de Junho de 2018 às 08:37
categoria: Violência

 

Resultados do Atlas 2018 divulgado ontem (5) com base em dados oficiais do Ministério da Saúde, no intervalo de 2006 a 2016, mostram que quatro estados tiveram aumento maior do que 100% na taxa de homicídios por 100 mil habitantes. Rio Grande do Norte teve a maior variação, indo de uma taxa de 14,9 em 2006 para 53,4 em 2016, um aumento de 256,9%.

Além dele, Sergipe saiu de 29,2 para 64,7 no mesmo período, um crescimento de 121,1%, o que levou o estado à maior taxa de homicídios do país. E Tocantins aumentou 119%, indo de uma taxa de 17,2 por 100 mil em 2006 para 37,6 em 2016. Alagoas é o segundo estado mais violento, com taxa de 54,2.

De acordo com o estudo, o Rio de Janeiro interrompeu em 2012 o ciclo de diminuição no número de homicídios (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Seis estados tiveram redução na taxa de homicídios no período. Além de São Paulo, o Espírito Santo reduziu 37,2%, indo de 50,9 em 2006 para 32 em 2016; o Rio de Janeiro reduziu 23,4%; Mato Grosso do Sul diminuiu 15,8%; Pernambuco reduziu a taxa em 10,2%; e o Paraná registrou queda de 8,1% no período.

Enquanto o Rio de Janeiro interrompeu em 2012 um ciclo de diminuição no número de homicídios, São Paulo persiste nessa queda desde o ano 2000. Segundo o estudo, o final das Olimpíadas Rio 2016 marcou a transição para o forte crescimento no índice, unido às crises econômica e política no estado. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes no estado caiu de 47,5 em 2006 para 29,4 em 2012 e saltou para 36,4 em 2016.

Os dados do Atlas da Violência 2018 foram coletados e analisados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Segundo a análise, a taxa de homicídios no Brasil corresponde a 30 vezes a da Europa, e o país ultrapassou o patamar de 62  mil homicídios por ano.

Monopólio do PCC

Os pesquisadores apontam que São Paulo obteve algum sucesso em políticas de controle das armas de fogo; melhorias no sistema de informações criminais e na organização policial; diminuição acentuada na proporção de jovens na população e melhorias no mercado de trabalho.

O estudo levanta também a hipótese da “pax monopolista do Primeiro Comando da Capital (PCC)”, com o tribunal da facção criminosa controlando o uso da violência letal e gerando efeitos locais sobre a diminuição de homicídios em algumas comunidades.

A taxa no estado de São Paulo caiu de 20,4 por 100 mil em 2006 para 10,9 em 2016, uma queda de 46,7%, desbancando Santa Catarina como a taxa mais baixa no país. Os dois estados são as únicas unidades da Federação com taxas abaixo de 20 por 100 mil. O estado do sul saiu de 11,2 em 2006 para 14,2 em 2016. O terceiro estado com a menor taxa é o Piauí, com 21,8.

O estudo aponta, ainda, a intervenção de governos estaduais na melhoria dos índices, com o lançamento, em 2011, na Paraíba e no Espírito Santo, dos programas Paraíba pela Paz e o Estado Presente, que fizeram os dois estados saírem da 3ª e 2ª unidades da Federação mais violenta do país para a 18º e 19º colocações em 2016, respectivamente.

Em números absolutos, a Bahia foi o estado com mais assassinatos no país em 2016, com um total de 7.171 mortes, seguida de Rio de Janeiro, com 6.053 e São Paulo, com 4.870 homicídios. Os estados com menos homicídios foram Roraima, com 204 pessoas mortas, o Acre teve 363 assassinatos e o Amapá registrou em 2016 381 mortes violentas intencionais.

Panorama global

O estudo fez um panorama global dos homicídios, com base em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização das Nações Unidas (ONU) entre os anos 2000 e 2013. A taxa global oscila entre 6 e 9 assassinatos por 100 mil habitantes no período analisado, enquanto nas Américas sobe para 15 e na Europa, Oceania e na Ásia a taxa fica sempre abaixo de 2 por 100 mil.

A pior região em termos de violência é a América Central, com Honduras chegando a 85 e El Salvador. Guatemala e Belize estão na faixa de 40 homicídios por 100 mil habitantes. Na América do Sul, a Venezuela aparece nos dados da ONU com 54 homicídios por 100 mil habitantes em 2012.

Agência Brasil 


Mapa mostra mais de 11 mil assassinados no 1º trimestre do ano no Brasil

por Gabriela Canário 4 de Junho de 2018 às 10:28
categoria: Violência

Ao menos 11.578 pessoas foram assassinadas nos três primeiros meses deste ano no Brasil. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, uma ferramenta que permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. O número de vítimas é ainda maior que esse – isso porque a estatística não comporta os dados de cinco estados, que não divulgam todos os números. Dois deles não informam os números de nenhum dos três meses.

O número consolidado até agora contabiliza todos os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, que, juntos, compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais. Foram 3.716 casos apenas em março.

mapa faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

PÁGINA ESPECIAL: Mapa mostra mortes violentas no país

ANÁLISE DO FBSP: O buraco negro da informação em segurança pública no Brasil

ANÁLISE DO NEV: Governos frágeis fortalecem tiranias ligadas ao crime e à polícia que se matam na disputa por poder

METODOLOGIA: Monitor da Violência

Desde o início do ano, jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados via Lei de Acesso à Informação, seguindo o padrão metodológico utilizado pelo Fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

O objetivo é, além de antecipar os dados e possibilitar um diagnóstico em tempo real da violência, cobrar transparência por parte dos governos.

Cinco estados, por exemplo, ainda não possuem todos os dados referentes a março – no caso do Mato Grosso do Sul, só parte da estatística é informada. Mais que isso, dois deles (Bahia e Paraná) também não informam os números de janeiro e fevereiro, mesmo vários meses depois.

Veja a justificativa de cada um deles:

Bahia: a secretaria não detalha a quantidade de crimes mês a mês nem a tipologia mensal das ocorrências (quantos são homicídios dolosos, latrocínios ou lesões seguidas de morte). O órgão diz que o setor que trabalha com o fechamento dos dados não determina um prazo para a conclusão e que, quando as informações forem liberadas, serão divulgadas. A pasta afirma apenas que ocorreram, ao todo, 1.993 mortes violentas no estado no período. Já a Ouvidoria diz que "os dados solicitados ainda estão sendo auditados para não correr riscos de erro".

Maranhão: a secretaria não informa os dados de março. “O período obedece ao prazo de três meses legalmente estabelecido pelo Ministério da Justiça, o qual considera as condições de registro de ocorrências disponíveis nas unidades federativas do país, como as dimensões territoriais e oferta de serviço de internet disponíveis nos estados.”

Mato Grosso do Sul: a secretaria diz que só pode fornecer os dados que estão no site oficial – ou seja, apenas os números de homicídio doloso. Por isso, não foram informados os dados de latrocínio e lesão corporal seguida de morte de fevereiro e de março

Paraná: a secretaria diz que ainda não possui a informação sobre todos os meses. “As estatísticas referentes a homicídios, antes da divulgação, passam por quatro ciclos de controle de qualidade. Durante a realização da validação foram encontradas distorções que estão sendo homologadas para, então, ocorrer a divulgação." Segundo o governo, o relatório estatístico referente ao primeiro trimestre deste ano deve ser publicado no site nas próximas semanas

Tocantins: a secretaria diz que as delegacias levam um tempo para informar os números e, por isso, os dados de fevereiro e março ainda não foram consolidados

Página especial

Na página especial, é possível navegar por cada um dos estados e encontrar dois vídeos: um com uma análise de um especialista indicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e outro com um diagnóstico de um representante do governo.

Ambos respondem a duas perguntas:


  1. Quem são os grupos/pessoas que mais matam no estado, por que eles matam e como isso mudou ao longo da última década?

  2. O que fazer para mudar esse cenário?

Apenas 3 dos 27 governos estaduais não enviaram respostas às questões em vídeo: Bahia, Ceará e Rio de Janeiro. Juntos, eles respondem por mais de 1/4 das mortes violentas no ano passado.


Petrolina promove ações na Semana de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

por Adriana Rodrigues 18 de Maio de 2018 às 16:00
categoria: Violência

Através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Prefeitura convoca a sociedade petrolinense para colaborar com as ações de enfrentamento à violência sexual praticada contra crianças e adolescentes.

Através da campanha ‘Mexa-se! A infância precisa da Rede de Proteção’, o município está realizando uma programação referente à Semana de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A proposta da campanha é mobilizar sociedade e autoridades acerca do amparo necessário às vítimas.

Nesta sexta-feira (18), celebra-se o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi escolhida com o objetivo de mobilizar a população e convocá-la para o engajamento contra a violação dos direitos sexuais do público alvo da campanha. Petrolina contará com a parceria da Polícia Rodoviária Federal durante as atividades.

Ações no Interior 

Uma das estratégias foi dar ênfase às ações na zona rural de Petrolina. Por se tratar de uma área com altos índices de violência, bem como, pelo quantitativo de crianças e adolescentes desprotegidos e pela extensa área demograficamente. Esse será um trabalho contínuo. A proposta é ampliar as atividades abrangendo um maior número de territórios.

 Programação:

PANFLETAGEM  (18/05)

PRAÇA DO BAMBUZINHO

Hora: 9h às 11h

BR 407-Sinal de Trânsito do Hospital HGU

Hora: 9h às 11h

BR 428-Próximo do depósito (antigo) da Schin e Policia Rodoviária Federal

Hora: 16h às 18h

PANFLETAGEM: “CREAS e Comunidade, Unidos no Fortalecimento da Rede de Proteção”

Local: Roçado

Horário: 19h


Pontos de exploração sexual de menores aumentam nas rodovias de PE

por Adriana Rodrigues 18 de Maio de 2018 às 10:12
categoria: Violência

Em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Crespo, 8 anos, foi raptada, drogada, estuprada e brutalmente morta. O crime aconteceu no Espírito Santo. Exatos 45 anos se passaram, sem que ninguém fosse punido. A data virou símbolo de luta contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes em todo o País. Mas, quase meio século depois, as violações persistem, ainda invisibilizadas. A violência contra meninos e meninas se esconde nas casas, nas ruas e até mesmo nas estradas. É o que aponta um levantamento realizado entre 2017 e 2018 pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), em parceria com o instituto Childhood Brasil. Nas rodovias federais brasileiras, foram identificados 2.487 pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes. 45 estão localizados em Pernambuco.

A quantidade de pontos vulneráveis no Estado aumentou 26% desde o último estudo Mapear, realizado em 2013 e 2014. O número é superior ao aumento de 21% no País, mas não chega a colocar Pernambuco no ranking dos Estados mais propícios à exploração sexual em rodovias. Para a presidente da comissão de direitos humanos da PRF em Pernambuco, Luciana Lima, o aumento não é necessariamente ruim. “Não quer dizer que a violência aumentou, mas que conseguimos verificar outros pontos vulneráveis nas nossas rodovias”, argumenta.

De acordo com o mapeamento, as vítimas são, em 48% dos casos, meninas. 36% são meninos e 16% são transgêneros. Os locais mais vulneráveis são postos de combustíveis, bares, casas de show, pontos de alimentação e de hospedagem. “São lugares onde há venda de bebidas alcoólicas e grande parada ou concentração de veículos. Além disso, também estão associados ao consumo de drogas”, explica Luciana Lima. Para que um ponto seja considerado vulnerável não é necessário que haja flagrante de exploração sexual. Cada característica (escuro, com grande circulação de pessoas, propício ao tráfico de drogas) conta “pontos” que, somados, indicam se o local é crítico, de alto risco, de médio risco ou de baixo risco. No Brasil, são 489 pontos críticos. Em Pernambuco, apenas 10.

Na última edição do Mapear, a utilização de um aplicativo otimizou o trabalho. “Antes, os policiais preenchiam um formulário a mão e, posteriormente, transferiam as informações para uma plataforma online. Dessa vez, eles puderam utilizar o aplicativo, que realiza automaticamente o somatório e indica quais os pontos mais vulneráveis”, explica Eva Dengler, gerente de programas e relações empresariais da Childhood Brasil. “Não temos efetivo para cobrir todas as estradas brasileiras, por isso saber quais os pontos mais críticos nos ajuda a atuar de maneira preventiva”, completa.

MULTIFATORIAL

Para ela, a exploração sexual é consequência de uma série de fatores. “Quando traçamos comparativos entre os locais de maior vulnerabilidade e dados do IBGE, descobrimos que são municípios de baixo Índice de Desenvolvimento Humano e com muita desigualdade social. Mas a pobreza não é o único indicativo. Em muitos os casos, a criança foi abusada em casa e, para não continuar vivendo nesse ambiente, resolve se envolver nisso fora de casa, até como maneira de sobrevivência. Muitos se prostituem também para comprar drogas.”

Dengler explica que há dois caminhos que levam os jovens até a prostituição: quando a própria família obriga e quando eles são aliciados. “As redes criminosas não se limitam à exploração sexual. Os menores são usados para vender drogas ou facilitar roubos. Também acabam sendo vítimas de tráfico de pessoas. São vários crimes relacionados.”

Em 2012, Pernambuco se tornou o primeiro Estado a utilizar a metodologia também nas rodovias estaduais, durante um projeto piloto. A iniciativa deve ser retomada nos próximos anos, segundo Eva Dengler.


Pernambuco registra média de 254 roubos por dia em abril de 2018

por Gabriela Canário 15 de Maio de 2018 às 06:59
categoria: Violência

Por G1 PE

Imagem de  câmera de segurança mostra assalto a ônibus no Recife (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Imagem de câmera de segurança mostra assalto a ônibus no Recife (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Em abril de 2018, Pernambuco contabilizou uma média diária de 254,86 casos de roubo, incluindo investidas criminosas contra ônibus, bancos, de veículos, de celulares, entre outros. Ao todo, foram 7.646 casos dos chamados Crimes Violentos Contra o Patrimônio (CVPs), o que representa uma média de 10,61 roubos a cada hora do referido mês no estado.

Segundo a Secretaria de Defesa Social (SDS) de Pernambuco, os dados divulgados nesta segunda (14) equivalem a uma diminuição de 24% em relação ao mesmo período de 2017, com 10.068 ocorrências em abril do ano passado.

A redução segue a tendência do mês de março de 2018, que teve 8.613 CVPs no estado, o que corresponde a uma média diária de 272 roubos, número inferior aos 10.920 casos contabilizados em março de 2017, com média de 352 ocorrências por dia.

Segundo a SDS, o Recife foi a cidade onde mais aconteceram roubos, entre os 184 municípios pernambucanos. A capital teve, de acordo com a pasta, 3.489 casos em abril deste ano e 2.561 no mesmo mês em 2017.

Houve, em abril deste ano, 52 ocorrências de roubos de cargas. Como no mesmo mês no ano passado, foram contabilizadas 65 ocorrências, houve uma queda de 20% no índice desse tipo de investida criminosa. Comparando-se abril de 2018 com abril de 2017, verificou-se um aumento de dois para três roubos contra agências bancárias.

Em abril deste ano, 496 celulares foram recuperados pelo programa Alerta Celular, do governo de Pernambuco (Foto: Reprodução/TV Globo)

Em abril deste ano, 496 celulares foram recuperados pelo programa Alerta Celular, do governo de Pernambuco (Foto: Reprodução/TV Globo)

Com relação às investidas criminosas contra veículos, foram 1.392 roubos e 443 furtos de veículos em abril deste ano, contra 1.788 roubos e 607 furtos no quarto mês do ano passado. Esses números representam uma redução de 22,15% e 27,02%, respectivamente.

Também diminuiu o número de aparelhos celulares roubados em Pernambuco: de 4.500 em abril de 2017 para 3.023 em abril deste ano, o que representa uma redução de 32,82%.

"Abril de 2018 foi, também, o mês com a maior recuperação de telefones celulares roubados no estado: 496 aparelhos foram apreendidos pelas polícias", informou o governo do estado em nota, fazendo referência ao programa Alerta Celular.

Ainda segundo a SDS, foram registradas 67 queixas de investidas criminosas contra ônibus no estado em abril deste ano, número 34,31% inferior às 102 queixas feitas no referido mês em 2017. Neste ano, 46 pessoas foram presas por assaltos a coletivos.


Em 13 anos, mortes em ações policiais aumentaram 623% em Pernambuco

por Gabriela Canário 12 de Maio de 2018 às 12:00
categoria: Violência

Levantamento da Secretaria de Defesa Social (SDS) aponta que 535 pessoas foram mortas em ações policiais nos últimos 13 anos em Pernambuco. Em 86% dos casos, as vítimas foram executadas por PMs. Já 14%, a autoria foi da Polícia Civil. Os dados foram disponibilizados por meio da Lei de Acesso à Informação.

Em 2004, quando as estatísticas começaram a ser registradas pela SDS, 17 mortes em confrontos policiais foram somados no Estado. Já no ano passado, o número subiu para 123. A variação é de 623%.

Os dados da segurança pública também revelam que, ano após ano, o número de mortes registraram nas intervenções policiais só cresceu. Em 2014, foram 27 mortes. Em 2015, a polícia matou 37 pessoas. Já no ano seguinte, 64. Por fim, em 2017, o número quase dobrou: 123.

Um dos casos mais polêmicos registrados no ano passado foi a morte do estudante Edvaldo da Silva Alves, de 19 anos, baleado pela polícia durante um protesto que pedia mais segurança para o município de Itambé, na Mata Norte de Pernambuco, em março. Após 25 dias internado na UTI, ele morreu. Os policiais envolvidos na ação desastrosa foram punidos administrativamente e respondem criminalmente por homicídio.

Naquele mesmo mês, cinco suspeitos de assaltar agências bancárias no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, também foram mortos durante confronto com a polícia. Outros cinco criminosos foram presos na ação. De tão perigosos, a Justiça determinou a transferência deles para um presídio federal, como revelou o Ronda JC.

Confira, a seguir, as estatísticas de mortes em ações da polícia nos últimos 13 anos:

 


Carro-forte é alvo de explosão em Petrolina

por Gabriela Canário 12 de Maio de 2018 às 10:06
categoria: Violência

JC Online

 

Um carro-forte da Preserve foi alvo de explosão em Petrolina, no Sertão do Estado, na noite desta sexta-feira (11). De acordo com o Sindicato dos Vigilantes do Transporte de Valores do Estado de Pernambuco (Sindforte), ainda não se sabe se os suspeitos do crime conseguiram levar alguma quantia em dinheiro ou se há feridos.

Ainda segundo o Sindforte, quatro funcionários estavam no carro-forte no momento da investida, que foi registrada nas proximidades da base da empresa Preserve. Policiais do 5º Batalhão de Polícia Militar estão no local.


Pernambuco registra 144 casos de abuso sexual contra crianças em 2018

por Redação Nossa Voz 7 de Maio de 2018 às 15:00
categoria: Violência

Desde o início do ano, Pernambuco já registrou 144 casos de violência sexual envolvendo crianças e adolescentes. Uma dessas vítimas foi Pablo Henrique Maciel da Silva, de um ano e oito meses, que chegou a ser atendido no Hospital Otávio de Freitas, no Recife, mas não resistiu aos ferimentos sofridos e faleceu na última segunda-feira (30). O principal suspeito é o padrasto.

Para chamar a atenção acerca da violência a que esses jovens estão expostos, a Rede de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes de Pernambuco, formada por organizações não governamentais e órgãos públicos, lançou a campanha “Mexa-se!”. O objetivo é mobilizar a sociedade e autoridades quanto à necessidade de acompanhar estes casos.

Campanha

O Dia Nacional de Enfrentamento é celebrado no dia 18 deste mês, mas a campanha já terá início na quinta-feira (17), com atividades para crianças da Escola Estadual Siderando Silveira, em Santo Amaro, no centro do Recife.

Dia 18 14h - Caminhada, com saída do Parque 13 de maio.

Dia 23 8h às 17h - Seminário na Faculdade Integrada de Pernambuco (Facipe), no bairro da Boa Vista.

CARUARU

Dia 29 8h às 13h: Centro de Educação Popular Comunidade Viva, bairro do Cedro.

Dados

No último ano foram registradas 1.382 denúncias contra abuso sexual infantil. Dessas, 90% o agressor é alguém da família.

Fonte TV Jornal