As maravilhas vistas em jogos do Manchester City e do Real Madrid

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O futebol é maravilhoso entre outras razões porque o time muito pior, e jogando muito pior, pode complicar a vida do time muito melhor, e jogando muito melhor.

Assim aconteceu entre o dinamarquês Copenhage e o inglês Manchester City.

Os Cidadãos saíram na frente com belo gol de Kevin De Bruyne, logo aos 10 minutos.

Depois viram a bola ir ao travessão dos donos da casa, criaram outras chances de gol, ficaram com a bola o tempo quase todo e Ederson apenas fazia aquecimento embaixo das traves, para não dormir.

Daí, o goleiro brasileiro errou um passe primário, ele que é brilhante com os pés, e permitiu o 1 a 1, aos 34, ressuscitando quem só corria atrás da bola.

Era para estar 3 a 0 e estava empatado.

Como o que é do homem o bicho não come, no minuto derradeiro do primeiro tempo, o português Bernardo Silva, ao receber de De Bruyne, fez 2 a 1, de três dedos, com a sutileza dos grandes.

No segundo tempo o MC se poupou, administrou a vantagem, perdeu chances, não correu risco algum, fez 3 a 1 com Phoden, nos acréscimos, e voltou para casa, onde poderá perder por um gol, no dia 6 de março, véspera do clássico com o Liverpool, pela Premier League, no dia 9, em Anfield.

Sétima vitória em sete jogos do City e 21 gols, três por jogo.Continua após a publicidade

Enquanto isso, sem o genial inglês Jude Bellingham, o Real Madrid sofria em 0 a 0 com o RB Leipzig, na Alemanha.

Só que aí o time inferior jogava de maneira superior.

Até que o segundo tempo começou e o marroquino/espanhol Brahim Díaz fez um golaço para botar os madridistas na frente, aos 48, 1 a 0, placar final.

Porque o talento individual às vezes prevalece sobre o comportamento coletivo. Era o caso.

Aos 71, então, Vini Jr. ia fazendo gol de placa e a trave salvou.