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Operadoras começam testes no Brasil da tecnologia 5G

por Redação Nossa Voz 24 de Julho de 2020 às 10:49
categoria: Tecnologia

As maiores operadoras do país de telefonia celular iniciaram neste mês de julho o funcionamento, em caráter experimental, da tecnologia de quinta geração (5G) para os aparelhos móveis. Neste primeiro momento, o 5G compartilhará as faixas de transmissão já existentes do 3G e do 4G, com o uso da tecnologia chamada DSS (compartilhamento dinâmico de espectro, na sigla em inglês). 

Isso ocorre porque o leilão do espaço do espectro, destinado exclusivamente ao 5G (a faixa de 3,5GHz), só deverá ocorrer no início de 2021. Com a tecnologia DSS é possível compartilhar, com o 5G, a faixa do 3G e 4G não utilizada. No entanto, como esse espectro não possui uma banda contínua e dedicada, a experiência do 5G ainda não poderá ser utilizada em sua totalidade.

O 5G, em sua máxima potência, deverá oferecer altíssimas velocidades de internet, maior confiabilidade e disponibilidade, além da capacidade para conectar massivamente um número significativo de aparelhos ao mesmo tempo. 

Para poder utilizar o serviço, porém, o usuário terá de ter em mãos um aparelho celular que seja compatível com a tecnologia 5G. Hoje, no mercado brasileiro, há apenas um modelo disponível com a tecnologia, o Motorola Edge, com valor acima de R$ 4,9 mil na loja oficial da fabricante.

Locais com cobertura 5G

A operadora Vivo está ativando, no mês de julho, o funcionamento do 5G DSS em oito cidades brasileiras: São Paulo (regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia e Berrini), Brasília (regiões do Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios e shoppings), Belo Horizonte (regiões da Savassi e Afonso Pena), Salvador (regiões da Pituba e Itaigara), Rio de Janeiro (Copacabana, Ipanema e Leblon), Goiânia (região central da cidade), Curitiba (regiões do Centro Cívico/Alto da Glória e Batel/Água Verde), Porto Alegre (regiões do Moinhos de Vento, Avenida Carlos Gomes e Shopping Iguatemi).

Já a o 5G DSS da operadora Claro está disponível inicialmente em São Paulo, desde a última semana, na região da Avenida Paulista e Jardins. Em seguida, vai gradativamente estender-se pelos bairros Campo Belo, Vila Madalena, Pinheiros, Itaim, Moema, Brooklin, Vila Olímpia, Cerqueira César, Paraíso, Ibirapuera, além da região da Avenida Berrini e também de Santo Amaro. 

O serviço será instalado também na Central Única das Favelas (CUFA) e no Instituto Pró-Saber SP, ambos na comunidade de Paraisópolis, onde a operadora desenvolve trabalhos sociais. 

No Rio de Janeiro, os primeiros pontos de cobertura estarão em Ipanema, Leblon e na Lagoa. Devem se expandir por toda a orla, do Leme até a Barra da Tijuca, passando pelo Jardim Oceânico, Joá, São Conrado e Copacabana.

A cobertura do 5G DSS da operadora TIM terá início em setembro, em três cidades: Bento Gonçalves (RS), Itajubá (MG), e Três Lagoas (MS). Já a Oi informou que está avaliando iniciar a operação comercial da tecnologia 5G no país antes da realização do leilão de frequências. A operadora disse que já instalou experimentalmente a tecnologia 5G no país, de forma pontual, no ano passado, no município de Búzios (RJ) e em grandes eventos, como na Conferência Rio2C, GameXP, Rock in Rio e Comic Con Experience (CCXP). 

Fonte: Agência Brasil

Imagem: Marcelo Casal


Cidades e estados brasileiros se adequam à chegada do 5G no país

por Redação Nossa Voz 7 de Julho de 2020 às 16:10
categoria: Tecnologia

No momento em que as discussões do leilão do 5G estão paralisadas devido à pandemia da Covid-19, estados, municípios e Distrito Federal criam legislações para a chegada da tecnologia no país. Na última semana, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou uma proposta conhecida como Lei das Antenas, que estabelece normas para a instalação da infraestrutura de suporte, como a altura máxima das torres e as adequações urbanísticas que devem ser implementadas na instalação desses dispositivos. 

A principal mudança trazida pela proposta aprovada é a permissão de instalação de antenas em lotes particulares. Até então, os equipamentos poderiam ser colocados apenas em áreas públicas. 

O projeto aprovado ainda precisa ser sancionado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). Em nota, a Secretaria de Assuntos Legislativos do Distrito Federal afirma que “o governo ainda aguarda o parecer da área técnica para se manifestar sobre o PLC nº 12/2019”. Segundo a pasta “o projeto foi encaminhado e está sendo analisado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitacional.”

De acordo com Rodrigo Porto, coordenador do Grupo de Pesquisa em Telecomunicações sem Fio (GTEL) da Universidade Federal do Ceará (UFC), as antenas que fornecem que as tecnologias 4G e 5G são menores e, consequentemente, necessitam de uma maior quantidade. Segundo ele, o processo burocrático do Poder Público para permitir a instalação dessas antenas é o grande empecilho para o maior acesso da população à internet móvel. 

“Não há uma garantia de prazo [para a aplicação de leis]. Obviamente isso cria um déficit na quantidade de antenas que seriam necessárias para que o sinal do serviço móvel de celular estivesse com maior velocidade e rapidez”, afirma o pesquisador. 

Fonte: Agência do Rádio

Imagem: Depositphotos 


WhatsApp: Saiba como ler a conversa toda sem precisar abrir o aplicativo

por Milena Pacheco 4 de Junho de 2020 às 15:13
categoria: Tecnologia

O WhatsApp tem funcionalidade que permite responder às mensagens sem abrir o aplicativo no celular. A função de notificações pop-up está disponível apenas para celulares Android, usuários de iPhone (iOS) podem responder às mensagens através de banners no canto superior da tela. As informações são do TechTudo. 

A função traz praticidade aos usuários, mas é preciso ter cuidado com a privacidade, pois qualquer um poderia visualizar e responder os textos em pop-up. 

Como funciona as notificações pop-up? 

O recurso permite que a mensagem recebida apareça como um quadro no centro da tela do smartphone. Dessa forma, a mensagem pode ser visualizada e respondida rapidamente, sem que o usuário precise sair de outro aplicativo para abrir o WhatsApp. 

Para usar a funcionalidade, o usuário precisa abrir o aplicativo e tocar nos ícone de "três pontinhos" para acessar as "Configurações". Depois, clicar em "Notificações" e buscar por "‘Notificação pop-up". Em seguida, escolha entre as opções de exibir apenas com a tela ligada, desligada, ou "Sempre mostrar notificação". (Com informações Ibahia/Imagem de Thomas Ulrich por Pixabay)


Covid-19: checadores de fatos e WhatsApp criam robô contra fake news

por Milena Pacheco 5 de Maio de 2020 às 16:09
categoria: Tecnologia

Serviço envolve redes de agências de checagem em 74 países

 


O WhatsApp e a Rede Internacional de Checadores de Fatos (IFCN, na sigla em inglês) criaram um serviço de esclarecimento para tirar dúvidas e combater notícias falsas envolvendo a pandemia do novo coronavírus. A iniciativa envolve redes de agências de checagem em 74 países, que já produziram mais de 4,8 mil desmentidos em 43 idiomas.

A disseminação de conteúdos enganosos sobre a covid-19 vem crescendo e gerando preocupação entre autoridades de saúde, bem como medidas por parte das plataformas digitais onde essas mensagens circulam.

O serviço consiste em um robô virtual (ou bot, no termo técnico utilizado). Para tirar dúvidas, basta o usuário de WhatsApp clicar neste link ou enviar a mensagem “hi” para o número +1 (727) 291-2606.

Ao acessar o serviço, é possível buscar checagens por tema, conferir as últimas verificações, obter dicas sobre como não cair em boatos e mensagens falsas e encontrar iniciativas de checagem próximas ao usuário.

Na procura pelas últimas verificações, a informação é oferecida de forma cronológica. Nesta seção, o interessado pode conhecer os últimos conteúdos avaliados e quais são as informações oficiais relativas a ele.

Para buscar uma checagem, o usuário insere uma palavra, assim como ocorre em mecanismos de busca. Por enquanto, esse procedimento funciona apenas em inglês, mas nas próximas semanas o aplicativo deve disponibilizar a busca em outras línguas. Não há previsão para quando o serviço será ofertado em português.

No Brasil, diversas agências trabalham com análise de conteúdos falsos, especialmente neste momento de pandemia. O Ministério da Saúde tem uma página específica para desmentir notícias falsas. (Fonte: Agência Brasil/Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)


Um em cada 4 brasileiros não tem acesso à internet, mostra pesquisa

por Milena Pacheco 29 de Abril de 2020 às 14:05
categoria: Tecnologia

Número representa 46 milhões que não acessam a rede

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Tecnologia da Informação e Comunicação (Pnad Contínua TIC) 2018, divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que uma em cada quatro pessoas no Brasil não tem acesso à internet. Em números totais, isso representa cerca de 46 milhões de brasileiros que não acessam a rede.

Os dados, que se referem aos três últimos meses de 2018, mostram ainda que o percentual de brasileiros com acesso à internet aumentou no país de 2017 para 2018, passando de 69,8% para 74,7%, mas que 25,3% ainda estão sem acesso. Em áreas rurais, o índice de pessoas sem acesso é ainda maior que nas cidades, chega a 53,5%. Em áreas urbanas é 20,6%.

Quase a metade das pessoas que não têm acesso à rede (41,6%) diz que o motivo para não acessar é não saber usar. Uma a cada três (34,6%) diz não ter interesse. Para 11,8% delas, o serviço de acesso à internet é caro e para 5,7%, o equipamento necessário para acessar a internet, como celular, laptop e tablet, é caro.

Sem serviço

Para 4,5% das pessoas em todo o país que não acessam a internet, o serviço não está disponível nos locais que frequentam. Ou seja, mesmo que queiram, não conseguem contratar um pacote de internet. Esse percentual é mais elevado na Região Norte, onde 13,8% daqueles que não acessam a internet não têm acesso ao serviço nos locais que frequentam. Na Região Sudeste, esse percentual é 1,9%.

“Então, talvez, para poder abranger, aumentar esse acesso à internet a toda a extensão do país, investir na questão da disponibilidade na Região Norte seja um caminho”, diz a gerente da Pnad Contínua, Maria Lucia Vieira.

A pesquisa aponta também desigualdades entre áreas rurais e urbanas. O percentual de moradores de áreas rurais que não utilizam a internet porque o serviço não está disponível é 12%, dez vezes maior que a da área urbana, 1,2%. Já o índice daqueles que dizem ser caro o equipamento necessário chega a 7,3% na área rural, enquanto nas cidades é 5%.

Entre 2017 e 2018, no entanto, tanto na área rural quanto na urbana o percentual de pessoas que utilizaram a internet cresceu. Passou de 74,8% para 79,4%, em áreas urbanas, e de 39% para 46,5%, em áreas rurais.

Internet em casa

O índice de domicílios com acesso à internet também aumentou entre 2017 e 2018, passando de 74,9% para 79,1%. “O crescimento mais acelerado da utilização da internet nos domicílios da área rural contribuiu para reduzir a grande diferença em relação aos da área urbana”, diz o texto. De 2017 para 2018, o percentual de domicílios em que a internet era utilizada passou de 80,2% para 83,8% em área urbana e de 41% para 49,2% na área rural.

Em relação à renda, nas casas onde havia acesso à internet, o rendimento médio por pessoa era R$ 1.769, quase o dobro do rendimento nas casas daqueles que não acessavam a rede, que era R$ 940.

Esta é a terceira vez que a (Pnad) compila dados sobre Tecnologia da Informação e Comunicação. Os dados referem-se ao quarto trimestre de 2018. A pesquisa trata do acesso à internet e à televisão nos domicílios particulares permanentes e do acesso à internet e à posse de telefone móvel celular para as pessoas de 10 anos ou mais de idade, o que equivale a um total de cerca de 181,9 milhões de pessoas. (Fonte: Agência Brasil/Foto: Marcello Casal Jr)


WhatsApp vai limitar reenvio de mensagens a 1 destinatário por vez

por Milena Pacheco 9 de Abril de 2020 às 15:23
categoria: Tecnologia

O WhatsApp informou nesta terça-feira (7) que adotou novas medidas para evitar o compartilhamento de informações falsas pela plataforma em meio à pandemia do novo coronavírus. Agora uma mensagem que não foi criada pela pessoa que irá reenviá-la só poderá ser encaminhada para um destinatário por vez.

Por meio de nota divulgada em seu site, o aplicativo informou que também passará a usar a sinalização de setas duplas para indicar que a mensagem recebida não foi criada por quem a enviou.

"Geralmente, as mensagens encaminhadas muitas vezes podem conter informações falsas e não são tão pessoais quanto as mensagens típicas enviadas pelos seus contatos no WhatsApp. Agora, atualizamos o limite de encaminhamento para que essas mensagens só possam ser encaminhadas para uma conversa por vez", diz comunicado.

Segundo o WhatsApp, não é ruim que os usuários encaminhem informações úteis, vídeos divertidos, pensamentos ou orações. "Entretanto, temos visto um aumento significante na quantidade de mensagens encaminhadas que, de acordo com nossos usuários, podem contribuir para a disseminação de boatos e informações falsas." (Com informações G1)


Agência Brasil Explica: o que são pagamentos por QR code e cashback

por Milena Pacheco 9 de Março de 2020 às 07:50
categoria: Tecnologia

Ferramentas tecnológicas permitem pagamentos e transações via internet

    

Com o desenvolvimento de tecnologias da informação e comunicação (TIC), novas opções de pagamentos e transações financeiras também surgiram. Elas impulsionaram compras e circulação de dinheiro com cartões e transferências pela Internet, mas agora avançaram para novos recursos com a disseminação da conexão móvel e dos smartphones.

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Uma das novas ferramentas é o uso do chamado QR code. O código é organizado de forma gráfica bidimensional em formato quadrado ou retangular. Os elementos gráficos trazem informações que podem ser decodificadas por um aparelho, como um smartphone, desde que possua essa funcionalidade.

O recurso é disponibilizado em alguns modelos de telefones. Caso ele não venha pré-instalado, é possível baixar aplicativos em lojas como a Apple Store, a Play Store, a Samsung Store, entre outras. Há diversas opções, inclusive gratuitas.

Um exemplo, no Brasil, é o PagSeguro, por meio do aplicativo PagBank. Pela função “aponte e pag” o usuário pode realizar o pagamento desde que o fornecedor do bem ou serviço também possua o código em QR code para efetivar a transação. O Picpay é outra alternativa que vem crescendo no país.

A maioria dos bancos brasileiros já oferece esse serviço. O Banco do Brasil traz a funcionalidade como um recurso de seu aplicativo. Além de pagar, também é possível receber recursos utilizando o QR Code. A instituição anuncia entre as vantagens da modalidade a ausência de taxação e a possibilidade de transações a qualquer momento.

O banco Itaú também lançou serviço semelhante, chamado Iti. Ele funciona de forma semelhante ao PagBank. A instituição informa no material de divulgação do serviço que ele pode ser usado inclusive por pessoas sem conta no banco. O Bradesco também permite o uso do recurso, associado a um cartão da instituição. Para operar esse tipo de pagamento, é preciso utilizar o aplicativo “Bradesco cartões”.

E de onde vem o dinheiro? Neste e em outros aplicativos é preciso transferir recursos que possam ser utilizados nos pagamentos e transações. Em geral é possível fazer o repasse por meio de uma transferência bancária ou até mesmo boletos.

Cashback

Outra novidade entre os serviços de pagamento digital vem sendo chamado de cashback, ou dinheiro de volta, em tradução livre. Diversos bancos e empresas passaram a oferecer o recurso, que devolve ao cliente uma parte do dinheiro quando este realiza uma compra.

O recurso é disponibilizado por aplicativos de carteira digital, como o Picpay. Há também serviços específicos para esse tipo de ferramenta, como Meliuz, Cashola, Beblue, In Mais e Mycashback. Elas funcionam como um “clube de vantagens”, no qual empresas cadastradas oferecem descontos diferentes para compras.

Alguns sites têm foco em estabelecimentos físicos, enquanto outros firmam parcerias apenas com lojas online. Em parte dos serviços, o usuário instala uma extensão em seu navegador e quando estiver em uma loja virtual pode ser avisado das possibilidades de desconto disponíveis. Há também mecanismos de retorno em forma de crédito para compras futuras. Algumas opções também oferecem cupons de desconto.

Contudo, é sempre importante, como em qualquer serviço, consultar quem já o utilizou, o que pode ser feito por meio de comentários em sites de reclamações na Internet. (Fonte: agenciabrasil/Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil)


WhatsApp ultrapassa 2 bilhões de usuários em todo o mundo

por Milena Pacheco 14 de Fevereiro de 2020 às 09:45
categoria: Tecnologia

O WhatsApp anunciou, nesta quarta-feira (12), que ultrapassou a marca de 2 bilhões de usuários em todo o mundo. O mensageiro é o segundo aplicativo de propriedade do Facebook a conquistar o feito desde que a rede social atingiu o mesmo número, em 2017.

Lançado em 2009, o app de mensagens celebra o recorde histórico prestes a completar 11 anos e passados pouco mais de cinco anos desde que foi adquirido pela empresa de Mark Zuckerberg por US$ 16 bilhões, em 2014.

Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo

O anúncio foi feito no blog oficial do WhatsApp, em que o mensageiro aproveitou a oportunidade para reiterar seu compromisso em proteger a privacidade dos usuários. "O WhatsApp nasceu com o objetivo de oferecer um serviço simples, confiável e privado. Continuaremos com o mesmo compromisso inicial: ajudar a conectar o mundo com privacidade e proteger a comunicação pessoal de 2 bilhões de usuários em todo o mundo", disse a empresa.

O recorde veio pouco mais de dois anos após o WhatsApp atingir a marca de 1,5 bilhão de usuários ativos por mês, em 2018. Desde então, a popularidade do mensageiro só fez crescer: em janeiro, o aplicativo chegou a 5 bilhões de instalações na Google Play Store, loja de apps para celulares com sistema Android.

No Brasil, o WhatsApp foi o aplicativo mais usado em 2019, segundo relatório da empresa de monitoramento App Annie. O mensageiro também ocupou a liderança no ranking mundial de usuários ativos por mês, que leva em conta celulares Android e iPhone (iOS).

O último ano foi, de fato, importante para o WhatsApp: um levantamento da empresa de análise de dados Sensor Tower aponta, ainda, que o WhatsApp terminou 2019 como o aplicativo mais baixado do mundo. Foram cerca de 850 milhões de downloads, somadas as lojas Google Play Store e App Store. (Fonte: Techtudo/Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo)


Podcast Remexendo a Notícia traz panorama sobre mudanças previstas para Eleições Municipais

por Karine Paixão 28 de Janeiro de 2020 às 14:47
categoria: Tecnologia

O que já era bom, agora ficou melhor. O Remexendo a Notícia saiu da grade de programação da Grande Rio FM para proporcionar ao seu público uma experiência personalizada e única, passando agora ao formato de Podcast para ser acessado onde e quando o ouvinte/internauta quiser.

Todas as semanas, aqui no Blog Nossa Voz, você acompanha a análise dos assuntos que foram pauta das grandes redações brasileiras, mas com o olhar diferenciado e análise inteligente de Vanda Torres e Cristina França.

Na estreia, as meninas remexeram o cenário da eleição municipal que se avizinha. Em 2020, o pleito traz novidades nas disputas pelas Câmaras Municipais em todo o Brasil e também o uso do Fundo Eleitoral, fixado em R$ 2 bilhões.

Quais fatores determinam a divisão desse montante? O que muda na eleição para vereador? A eleição deste ano vai influenciar em 2022 quando serão eleitos deputados, governadores e presidentes?

Ouça as repostas aqui, no Podcast Remexendo a Notícia.


Marketing Digital é tema de curso gratuito em Petrolina

por Adriana Rodrigues 23 de Janeiro de 2020 às 12:22
categoria: Tecnologia

(Foto: Sebrae)

Com o objetivo de abordar as principais estratégias de relacionamento no mundo online, a Faculdade UNINASSAU Petrolina promove, na próxima terça-feira (28) o minicurso sobre Marketing Digital. Evento acontece na Instituição a partir das 18h30.

O evento é direcionado a qualquer pessoa que tenha interesse pessoal e/ou profissional na temática. O curso será ministrado pelo jornalista, professor universitário e especialista em jornalismo digital, Cecílio Bastos.

O diretor da Instituição, Sérgio Murilo, destaca que “o curso abrange todas as áreas de atuação, todas as profissões, afinal, todos estão imersos no mundo online e é preciso conhecimento para traças estratégias coerentes e de sucesso para alcançar as metas estabelecidas”, disse.

Para participar basta se inscrever no site extensao.uninassau.edu.br e doar 1 kg de alimento não perecível. (Ascom)