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MEC libera R$ 85,2 milhões para uso dos hospitais universitários

por Gabriela Canário 11 de Dezembro de 2017 às 08:33
categoria: Saúde

O Ministério da Educação liberou, nesta semana, R$ 85,2 milhões em recursos financeiros para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada à pasta, para o custeio dos hospitais, a compra de materiais de consumo, como medicamentos, e aplicação no patrimônio. Desse valor, R$ 32 milhões fazem parte do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf).



“A liberação desse valor por parte do MEC, na reta final de fechamento do ano, foi fundamental para mantermos o mesmo volume de recursos do ano passado, abastecer os nossos hospitais e fazer investimentos em projetos que precisavam desses repasses extras”, explicou o diretor vice-presidente da Ebserh, Paulo Henrique Costa. “Dessa forma, estamos preparados para o fechamento do ano e para o novo ciclo de investimentos e custeio em 2018.”



As filiais da Ebserh estão localizadas em 20 estados do país, mais o Distrito Federal. Além delas, outras unidades não filiadas, de três estados, recebem recursos do Rehuf. São elas: Hospital de Clínicas de Uberlândia, em Minas Gerais, Hospital de Clínicas de Porto Alegre e o complexo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que possui oito unidades.



Ao longo de 2017, o MEC liberou para a Ebserh R$ 317.190.902,00 para serem investidos no Rehuf; R$ 120.815.000,00 no Programa Mais Médicos; R$ 3.200.259.053,00 para o pagamento de pessoal, benefícios e sentenças judiciais; R$ 161.516.370,00 para recursos de custeio; e R$ 29.607.328,00 para recursos de investimento.



Programa – Os recursos do Rehuf são geridos pela Ebserh e são oriundos dos ministérios da Educação e da Saúde. O investimento é destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados ao Sistema Único de Saúde (SUS).



O objetivo do programa é criar condições materiais e institucionais para que os hospitais universitários federais possam oferecer atendimento médico e hospitalar de qualidade à população, assim como proporcionar a formação qualificada de profissionais da área de saúde.



O programa também prevê o financiamento compartilhado das filiais entre as áreas da educação e saúde e contempla iniciativas de modernização da estrutura física e do parque tecnológico dos hospitais.


Petrolina recebe R$ 13,8 milhões para obras e ações na saúde pública

por Redação Nossa Voz 9 de Dezembro de 2017 às 16:03
categoria: Saúde

Em visita a Petrolina, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, autorizou a liberação de R$ 13,8 milhões para diversas ações de atenção à saúde da capital do Sertão. O anúncio ocorreu, na tarde desta sexta-feira (07), com a presença do prefeito Miguel Coelho, do senador Fernando Bezerra e do ministro de Minas e Energia, Fernando Filho.



Parte dos recursos será empregada na construção de unidades básicas (UBS), um laboratório de exames e um centro municipal de diagnósticos por imagem. Também estão previstos investimentos para aquisição de ambulâncias, consultórios de odontologia, manutenção de postos de saúde, compra medicamentos entre outras ações para a rede básica. “Esses recursos garantem a realização de novas estruturas para melhorar o atendimento médico da cidade. São investimentos importantes resultado da força política que tanto falamos, pois quase todo esse recurso vem de emendas do senador Fernando Bezerra e dos deputados Fernando Filho e Adalberto Cavalcanti. Agora vamos acelerar o planejamento para antecipar ao máximo o uso dessa verba tão essencial à saúde básica”, explicou o prefeito.



Segundo o ministro Ricardo Barros, os recursos já estão à disposição da Prefeitura. A primeira parcela deve ser liberada pelo Governo Federal ainda este ano. “O prefeito terá liberdade para usar esses investimentos da forma mais adequada. Os recursos serão empunhados e pagos já a partir deste ano. Agora será importante agilizar as licitações e acompanhar o andamento dessas obras necessárias para a saúde de Petrolina”, destacou Barros.



Confira o resumo das ações previstas para a saúde de Petrolina:

Novas estruturas

: cerca de R$ 2 milhões serão destinados para a construção de um laboratório público de exames e um centro de diagnósticos. O pacote de obras ainda conta com a construção de 5 unidades básicas de saúde (UBS) a um custo de quase R$ 3 milhões;



Atenção básica: a maior parte dos recursos anunciados pelo ministro da saúde é voltada para o custeio da rede municipal. Um total de R$ 5 milhões será usado na manutenção de postos de saúde, pagamento de profissionais, compra de medicamentos e utensílios usados no atendimento médico diariamente;



Mais estrutura

​​: com uma frota com desgaste avançado, a compra de 13 novas ambulâncias vai renovar e agilizar o atendimento do Samu. Outra parcela dos investimentos será empregada na aquisição de 30 consultórios odontológicos.


Brasil registra queda no número de casos e de mortes por aids

por Gabriela Canário 4 de Dezembro de 2017 às 10:05
categoria: Saúde

Os casos de aids e a mortalidade provocada pela epidemia estão caindo no Brasil. Isso é o que aponta a nova edição do Boletim Epidemiológico de HIV/Aids, lançado nesta sexta-feira (1/12) em Cutiriba (PR), durante evento em alusão ao Dia Mundial de Luta contra a Aids. A publicação indica que em 2016 a taxa de detecção de casos de aids foi de 18,5 casos por 100 mil habitantes - uma redução de 5,2% em relação a 2015, quando era registrado 19,5 casos. Já a mortalidade, observa-se uma queda de 7,2%, a partir de 2014, quando foi ampliado o acesso ao tratamento para todos. Passando de 5,7 óbitos por 100 mil habitantes para 5,2 óbitos, em 2016.



Os resultados demonstram a assertividade da política de assistência do Ministério da Saúde, que ampliou o diagnóstico do HIV, diminuiu o tempo para iniciar o tratamento, aumentando, consequentemente, o número de pessoas recebendo a terapia antirretroviral. Dando positivo, a pessoa inicia o tratamento no máximo 41 dias após o diagnóstico. Em 2014, esse tempo era 101 dias.



“O Ministério da Saúde quer diminuir o número de pessoas que desenvolvem a doença. E é isso que estamos fazendo, ofertando os medicamentos mais modernos e investindo mais.  Além disso, contamos com a mobilização da sociedade, especialmente daqueles que sabem que têm o vírus e que não se tratam, já que temos um tratamento gratuito e da melhor qualidade”, ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante a solenidade desta sexta-feira (1º). O ministro lembrou que os jovens são os que mais se expõe à infecção pelo vírus. “Por isso, vamos agir junto às escolas. Vamos orientar os jovens para reverter essa tendência de crescimento. Para isso, não faltam recursos e nem mobilização”, afirmou Ricardo Barros.  



O perfil da aids revelado pelo Boletim demonstra que, nos últimos dez anos, há uma tendência de queda de casos em mulheres e aumento em homens. Em 2016, foram 22 casos de aids em homens para cada 10 casos em mulheres. Em relação à faixa etária, a taxa de detecção quase triplicou entre os homens de 15 a 19 anos, passando de 2,4 casos por 100 mil habitantes em 2006 para 6,7 casos em 2016. Entre os com 20 a 24 anos passou de 16 casos de aids por 100 mil habitantes, em 2006, para 33,9 casos em 2016. Já nas mulheres, houve aumento da doença entre 15 a 19 anos - passou de 3,6 casos para 4,1. Também há crescimento em idosas acima dos 60 anos, passando de 5,6 para 6,4 casos por 100 mil habitantes.



Quanto à forma de transmissão, a doença cresce entre homens que fazem sexo com homens, mudando o perfil, nos últimos dez anos, quando a proporção maior de caso era de transmissão heterossexual. Na comparação a 2006, observa-se aumento de 33% nos casos de transmissão de homens que fazem sexo com homens.



TRANSMISSÃO VERTICAL - Outro anúncio feito durante a divulgação do Boletim Epidemiológico foi a eliminação da transmissão vertical do HIV em Curitiba, que torna-se o primeiro município brasileiro a ficar livre da transmissão de mãe para filho. Lançada no ano passado pelo Ministério da Saúde, a estratégia tem foco nos municípios com mais de 100 mil habitantes e atendam a critérios estabelecidos pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre esses critérios estão atingir a taxa de detecção de HIV inferior a 0,3 por mil nascidos vivos, e proporção anual inferior a 2% de crianças expostas ao vírus que se infectaram.



Segundo dados do Boletim, registra-se queda em todos o país de 34% na taxa de detecção de HIV/aids em menores de 5 anos. Passando de 3,6 casos por 100 mil habitantes, em 2006, para 2,4 por 100 mil habitantes, em 2016. “Essa redução acontece graças ao esforço de toda a rede do SUS na ampliação da testagem e detecção precoce do HIV entre gestantes, aliado ao reforço na oferta de tratamento”, explica o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Já em gestantes, os casos de aids aumentam de 2,3 por 100 mil habitantes em 2006 para 2,6 em 2016. Isso pode estar associado a realização do pré-natal, que está detectando o HIV na gravidez.



Dados do Relatório de Monitoramento Clínico do HIV, divulgados na semana passada pelo Ministério da Saúde mostraram que, das 830 mil pessoas que viviam com HIV no país, 84% já estão diagnosticadas; que 72% destas estavam em tratamento antirretroviral; e que, destas, 91% já tinham carga viral indetectável. “Isso revela que já estamos muito próximos de atingir a meta 90-90-90 estipulada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids; quanto mais pessoas diagnosticadas e mais pessoas em tratamento precoce, menos pessoas doentes e menos vírus sendo transmitido”, comemora Adele Benzaken, Diretora do Departamento de IST, HIV/ais de hepatites virais do Ministério da Saúde (DIAHV). As metas estipulam que, até 2020, todas as pessoas vivendo com HIV no país sejam diagnosticadas; que 90% das pessoas diagnosticadas estejam em tratamento; e que 90% das pessoas em tratamento alcancem carga viral indetectável (supressão viral, ou redução da circulação do vírus no sangue para menos de 1.000 cópias/mL).

  

CAMPANHA - A nova campanha publicitária do Ministério da Saúde traz o slogan “Vamos combinar? Prevenir é viver” e a hashtag#VamosCombinar e tem foco nos jovens, reforçando as diversas formas de prevenção do HIV garantidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Conta com filme para TV aberta e fechada, além da divulgação nas mídias sociais. O clipe tem a participação do grupo Dream Team do Passinho - revelação nacional entre o público jovem - que vai convidar a população, nas redes sociais, a fazer o seu próprio passinho da prevenção com a canção do filme. Além disso, haverá ações específicas nas redes sociais para públicos segmentados como profissionais de saúde, gestores, homens que fazem sexo com homens, gestantes e população trans.



PREVENÇÃO COMBINADA - Além de distribuir gratuitamente preservativos, o Ministério da Saúde oferta tratamento pós-exposição ao HIV, a chamada PEP. O medicamento está disponível em 151 serviços de 115 municípios com mais de 100 mil habitantes. Desde 2009, a oferta cresceu cinco vezes, passando de 10.963 para 57.714 medicamentos distribuídos em 2016. Nos primeiros seis meses de 2017, foram 32.559 enviados tratamentos.



A partir de dezembro, as populações com maior vulnerabilidade à infecção terão acesso ao tratamento pré-exposição (PrEP). O Ministério da Saúde adquiriu 3 milhões e 600 mil comprimidos para abastecimento de um ano. A oferta será gradativa: em 2017, 35 serviços em 22 municípios receberão o medicamento e outros 16 estados iniciarão em 2018. Os medicamentos serão para homens que fazem sexo com homens, gays, travestis, transexuais, profissionais do sexo e casais sorodiferentes em situação de vulnerabilidade à infecção. “É um medicamento bem específico, de uso contínuo e o usuário precisa tomar o comprimido diariamente para ficar protegido do HIV, além de só pode ser indicada após testagem. Por isso não, em hipótese alguma, podemos esquecer da camisinha”, observa o Ricardo Barros.


SUS tem 904 mil cirurgias eletivas na lista de espera, aponta CFM

por Karine Paixão 4 de Dezembro de 2017 às 08:50
categoria: Saúde

 



Levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que pelo menos 904 mil cirurgias eletivas estão pendentes no Sistema Único de Saúde (SUS) em diferentes estados e municípios do país. As cirurgias eletivas não são de urgência ou emergência. O estudo, feito pela primeira vez pelo conselho, divulgado nesta segunda-feira (4) mostra que do total pelo menos 746 procedimentos cirúrgicos estão na fila de espera há mais de dez anos e 83% dos pedidos entraram na fila a partir de 2016. O Ministério da Saúde informou que desde maio passou a adotar o sistema de fila única para organizar a demanda. 

A pesquisa traz dados enviados pelas secretarias de saúde de 16 estados e dez capitais até junho deste ano. Outros sete estados e oito capitais não enviaram informações, alegando não tê-las disponíveis ou por negativa de acesso aos dados. Por ser o primeiro levantamento desse tipo, não há dados dos anos anteriores. A pesquisa contabiliza o número de procedimentos agendados, e não o número de pacientes na fila.

Hospitais

CFM aponta que 904 mil cirurgias eletivas estão pendentes no SUS Marcello Casal/Agência Brasil

Catarata

Na lista de espera, a maioria dos pedidos de cirurgias é de catarata, hérnia, vesícula, amígdalas e adenoide, além de cirurgias ortopédicas. Os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Ceará apresentaram o maior número de cirurgias pendentes. Entre as capitais e estados que disponibilizaram informações de perfil dos usuários, as mulheres representam 67% dos pacientes que aguardam algum tipo de procedimento especializado.

Angelita Máximo dos Santos, 53 anos, de Maceió, espera desde junho por um procedimento no olho. Depois de fazer pela rede pública uma cirurgia de catarata, ela teve piora no quadro de sua visão e foi encaminhada pelo médico para realizar um procedimento de lavagem da lente colocada na primeira cirurgia.

Com dificuldades para enxergar, Angelita teve que deixar o trabalho de doméstica e cuidadora de idosos, o que acabou reduzindo a renda mensal familiar. “Ele [o médico] disse que não podia passar os óculos, porque eu não estava vendo nada, então eu tinha que esperar a lavagem da lente e nunca ninguém ligou. Aí eu estou esperando”, relatou Angelita.

Médicos alertam que a demora na realização de determinado procedimento é decisiva no sucesso de um tratamento. O representante do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Cristiano Caixeta, explica que a demanda por procedimentos nos olhos tem crescido devido ao envelhecimento da população, entre outros fatores. E a demora para atender todas as solicitações nem sempre está relacionada à falta de profissionais especializados. 

Já Mauro Ribeiro, presidente em exercício do CFM, defende políticas integradas entre os entes federados. “O número de pacientes que precisam dos procedimentos e não tem acesso ao Sistema Único de Saúde é imenso. Tanto os dados do Ministério [da Saúde], quanto os dados do Conselho Federal de Saúde são subestimados, muito aquém da realidade. [….] É necessário que o governo federal estabeleça políticas públicas com os estados e municípios para poder organizar o sistema e dar acesso a esses pacientes ao sistema de saúde”, disse. 

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde informou que, em julho deste ano, foi fechada a primeira lista para cirurgias eletivas no SUS. A lista identificou pouco mais de 667 mil pacientes aguardando por algum procedimento eletivo no país. O ministério ressalta que em maio deste ano adotou o sistema de lista única para organizar a rede de saúde e diminuir a fila de espera. O novo sistema tem o objetivo de centralizar as demandas em um único cadastro e ampliar as possibilidades de atendimento do paciente para outros hospitais de sua região.

De acordo com o levantamento do CFM, o SUS realizou no ano passado mais de 1,5 milhão de cirurgias eletivas. O número é inferior aos anos de 2015, que registrou 1,7 milhão de cirurgias; e 2014, com o total de 1,8 milhão, com base em dados do sistema de informação do Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde divulgou na semana passada balanço parcial de 2017, que mostra crescimento de 39% no número de procedimentos realizados na rede pública entre janeiro e setembro, mês que registrou mais de 150 mil cirurgias. 

A pasta informou ainda que o governo federal repassa de forma regular mensalmente recursos de média e alta complexidade a todos os estados e municípios e ainda dispõe de R$ 250 milhões em valores extras que poderão ser liberados para os gestores locais. Cerca de R$ 41,6 milhões já foram liberados este ano para a realização de mutirões. (Agência Brasil)


Nota de Esclarecimento UPAE

por Redação Nossa Voz 1 de Dezembro de 2017 às 11:51
categoria: Saúde

A Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina informa que atende em torno de 65% da demanda SUS de urgência e emergência clínica de Petrolina, com mais de 9 mil atendimentos registrados por mês, com resolutividade de mais de 90% dos casos e aprovação de cerca de 80% dos seus usuários.

De acordo com o perfil de pactuação da UPA 24h, os pacientes não devem ficar internados no local. Deveriam apenas ser estabilizados e encaminhados para um hospital de referência pela Central Interestadual de Regulação de Leitos (CRIL), ou receber alta após, no máximo, 24h de observação.

Entretanto, devido à superlotação dos hospitais de referência, na maioria das vezes, essa regulação não sai no tempo esperado e a UPA permanece com esse paciente até 10, 20 dias ou mais, mantendo-o dentro das melhores condições possíveis de assistência, enquanto a vaga surge em um hospital de maior complexidade dentro da Rede PEBA.

Vale ressaltar que UPA não tem gestão nenhuma sobre a regulação de leitos, sendo essa exclusivamente de responsabilidade da CRIL.


Vereador Gilberto Melo critica Paulo Câmara: "O que esse governador está fazendo no comando do Estado?"

por Adriana Rodrigues 30 de Novembro de 2017 às 12:21
categoria: Saúde

Os vereadores que pouco falam nas sessões da Câmara aproveitaram a ausência dos parlamentares da situação - que foram acompanhar o ministro da integração, Helder Barbalho, em sua visita a Petrolina - para reivindicarem suas demandas. Um dos tais, foi o vereador Gilberto Melo (PR), que abriu o verbo e teceu várias críticas ao governo do Estado.                                                                    

Ele relata a falta de segurança e a dificuldade da população no que diz respeito ao atendimento no Hospital Dom Malam. "A gente precisa que o governador tenha um olhar mais especial para petrolina. A gente tem orgãos como a UPA e IMIP e as pessoas morrendo. O governador a direção da UPA não faz nada.

O parlamentar que também é presidente da Comissão de Saúde na Câmara, conta que tem recebido reclamações da população. "Eu conheço pacientes que tem mais de 10 dias esperando regulação na UPA, um parecer para ser transferido para uma especialidade, tem gente que chega a falecer, o que acontece lá é inacreditável, relata.

O edil ainda denunciou o atendimento do Hospital Dom Malam. Segundo ele, segunda-feira (27) uma paciente do km 25 chegou às 05h  e foi atendida às 17h, porque não tinha médico para urgência no Hospital. "E não era só uma, eram várias no calor. Várias vezes acontece no Dom Malam. A administração não disse para que veio ou então o chefe maior dele do Estado tem que tomar uma providência, porque não pode uma paciente ficar esse tempo todo perdendo líquido, sem ver um médico? O que esse governador está fazendo no comando do Estado? Se ele não faz o papel dele. O IMIP tá matando as pessoas, porque não tem médico para atender", criticou.

O Major Enfermeiro (PMDB), considerou legítimas as reclamações do companheiro, porém, disse que o dinheiro da saúde tá em dia. De acordo com ele, a responsabilidade é administração. "A questão aí é administração, esses camaradas querem colocar estagiários para economizar dinheiro e o dinheiro a gente não sabe pra onde vai. É administração que não vale nada", alfinetou.

Gilberto Melo (PR) lembra das promessas de Campanha de Paulo Câmara. "Cadê o Hospital da Mulher? O Hospital de Câncer, a Apami tem uma estrutura enorme para atender Petrolina e cidades da região, tem mais de R$ 2 milhões de emenda colocado pelo Senador Fernando Bezerra. O Hospital fechou por falta de dinheiro. Cadê a secretaria de saúde do Estado? O ano que vem é ano de eleição, e o governador não tem olhado para Petrolina. Ele prometeu dinheiro para nossa cidade e não cumpriu, ele não tem a coragem de liberar essas emendas", disparou.

 


Secretária de saúde diz que 2017 foi para organizar bagunça deixada pela gestão anterior

por Gabriela Canário 30 de Novembro de 2017 às 08:42
categoria: Saúde

A secretária de saúde de Petrolina, Magnilde Albuquerque, reuniu a imprensa na manhã desta quarta-feira, dia 29, para fazer um balanço das ações realizadas pela pasta durante quase um ano de gestão. De acordo com ela, os avanços foram elevados se levados em consideração a situação que a Secretaria foi encontrada no início da gestão. Um relatório apresentado mostrou que os quatro locais onde funcionavam as atividades da pasta “era inadequados para o funcionamento” e que também “não foram encontrados diversos documentos”.

Os maiores problemas, de acordo com a secretária, estão relacionados a atrasos nos salários de colaboradores e pagamento de fornecedores. O que ela chamou de “terra atrasada” apresentou ainda milhares de medicações vencidas e unidades básicas de saúde com até três anos sem o fornecimento de vacinas.

Até a atual data, cerca de 20 auditorias foram feitas na secretaria. “Agora, podemos sentar e planejar”, disse a secretária, explicando que o ano de 2017 foi de organização da pasta e que, a partir de agora, será colocado em prática um planejamento plurianual 2018/2021 para a secretaria de saúde. Para isso, ela explicou que o município tem feito investimentos e que há atrasos do estado de Pernambuco.

Dentre esses planos, ela disse que vai otimizar a marcação de consultas, bem como a descentralização de algumas unidades de saúde, levando os serviços para dentro dos bairros.

A redação do Nossa Voz questionou a secretária sobre as diversas denúncias com relação à morte de crianças recém-nascidas no Hospital Dom Malan. Ela explicou a taxa está abaixo da meta, e que apesar da unidade ser de responsabilidade do estado, iniciará ações para que esses números sejam cada vez menor.

Um outro assunto que ganhou destaque no encontro foi o número significativo de acidentes envolvendo motos em Petrolina, representando mais de 70% dos casos e superlotando os hospitais. Magnilde explicou que um comitê está discutindo com municípios da rede PEBA os atendimentos do Hospital Universitário, em Petrolina e, o Hospital Regional, em Juazeiro, para a regularização dos atendimentos.


Com obras concluídas, Hospital Dom Tomás aguarda repasse do estado para funcionamento

por Redação Nossa Voz 23 de Novembro de 2017 às 15:14
categoria: Saúde

Uma recepção imensa aguarda a passagem de pelo menos 1500 pessoas que fazem tratamento contra algum tipo de câncer em Petrolina, mas ainda não se sabe quando as portas serão abertas. São 6 mil metros quadrados de área construída, com oito enfermarias, centro cirúrgico, UTI e uma unidade de radioterapia, porém o que falta para o funcionamento do Hospital Dom Tomás são os equipamentos.

O prédio era para ter sido inaugurado no final de 2015, e mesmo com a primeira etapa já concluída, aguarda-se a liberação de verbas de emendas que foram destinadas à compra de equipamentos para a instituição. Mas, até agora, nada foi destinado ao Hospital. O administrador da instituição, Antônio Dion, explicou que existe uma burocracia enfrentada, junto ao Governo do Estado de Pernambuco, para a liberação de cerca de 5 milhões de reais. “Se elas fossem liberadas, seria o bastante para colocar o serviço para funcionar. A APAMI faz a sua parte, mas a secretaria de saúde não está”, destacou.

O administrador acrescenta que é preciso também agilizar algumas documentações, mas que existem dificuldades de diálogo com o Governo do Estado. “Aquilo que é básico já temos, mas não estamos funcionando porque precisamos de um credenciamento junto ao Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde do Estado. Estamos na dependência deles”, explicou. A Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância - APAMI - aguarda a liberação de emendas orçamentárias do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) e do deputado Adalberto Cavalcanti (PTB). “Lamentavelmente essas emendas estão paradas na Secretaria de Saúde do Estado há mais de um ano. É tudo muito burocrático. Talvez isso não seja prioridade”, acredita.

O novo hospital, que fica no Bairro Gercino Coelho, tem o objetivo de completar o trabalho desenvolvido pela APAMI, entidade filantrópica, que através do Centro de Oncologia Dr. Muccini presta assistência a portadores de câncer de mais de 60 municípios, dos estados de Pernambuco, Bahia e Piauí. Na primeira etapa vão funcionar de imediato as alas de enfermaria adulto e pediátrica, cuidados paliativos, bloco cirúrgico, emergência e semi-intensiva.

A obra completa do hospital Dom Tomás terá uma área construída de 11.280 metros. Assim, será possível oferecer desde serviços de prevenção, com exames laboratoriais até tratamentos complexos como quimioterapia, hormonioterapia, cirurgia de pequena, média e grande porte e pediátrica; além de radioterapia, mastologia, urologia, hematologia, ginecologia, patologia, clínica geral, cuidados paliativos; enfermagem, nutrição, assistência social e fisioterapia.

Gabriela Canário 


Ação identifica casos suspeitos de tuberculose na Penitenciária de Petrolina

por Redação Nossa Voz 23 de Novembro de 2017 às 08:44
categoria: Saúde

Os detentos da Penitenciária, Dr. Edvaldo Gomes, em Petrolina, tiveram um dia diferente, nesta terça-feira (21), quando a Secretaria Municipal de Saúde realizou uma ação em combate à tuberculose. Com folders, cartazes e faixas, os profissionais ministraram uma palestra sobre a doença e fizeram uma avaliação nos detentos identificando 16 casos suspeitos.

As atividades - que fazem parte da programação do mês nacional de combate à doença - visam, principalmente, à conscientização da população, além da busca ativa nos grupos mais propensos. “A abertura da nossa campanha foi com as pessoas em situação de rua e, desta vez, com as pessoas privadas de liberdade. É importante ressaltar que esta é uma doença contagiosa, e, por isso, sempre procuramos orientar as pessoas sobre as formas de contágio, que é através de gotículas nos espirros e tosse, sobretudo em ambientes fechados”, destacou a responsável pelo programa de Tuberculose em Petrolina, Juliana Viana.

Em Petrolina, entre 2015 e 2017 foram registrados 331 casos de tuberculose. O tratamento é gratuito, feito através do Sistema Único de Saúde. 

Sintomas

Tosse por mais de duas semanas; produção de catarro; febre; sudorese; cansaço; dor no peito; falta de apetite e emagrecimento são os principais sintomas da tuberculose. Nos casos mais avançados, pode aparecer escarro com sangue. Pessoas com esses sintomas associados ou isoladamente devem procurar um Posto de Saúde o mais rápido possível. 


Parceria entre Secretaria de Saúde e Hospital de Olhos oferta 500 exames gratuitos a pacientes diabéticos

por Redação Nossa Voz 22 de Novembro de 2017 às 08:32
categoria: Saúde

No próximo dia 25 de novembro (sábado), pacientes diabéticos de Petrolina terão uma oportunidade única: realizar o exame para detecção de retinopatia diabética, agravo que acomete os olhos, em virtude de alguns fatores de risco, como glicemia não controlada. A iniciativa acontecerá através do Mutirão “De Olho no Diabetes”, a partir das 8h na Rua Dr. Júlio Melo (atrás do Itaú).

 Idealizado pelo Hospital de Olhos de Petrolina, o mutirão está em sua segunda edição e conta com a parceria da Secretaria de Saúde do município, que ofertará também serviços odontológicos, aferição de pressão arterial e atividades de prevenção e promoção da saúde. 

 Serão disponibilizados 500 atendimentos, e, para participar, os pacientes devem estar munidos de documento de identificação e cartão do SUS. As pessoas que forem diagnosticadas com retinopatia diabética e necessidade de cirurgia a laser serão encaminhadas para a realização da mesma de forma gratuita, no dia 29 de novembro (quarta-feira).

 “Este é um momento de grande importância para atender a população diabética de Petrolina e nós firmamos esta parceria, pois acreditamos em ações que auxiliem às pessoas, neste caso, realizando não somente o exame, mas dando o diagnóstico e a data para a cirurgia, que será feita de forma gratuita. Ou seja, estamos concedendo a este paciente o resultado da sua ida ao mutirão”, destaca a secretária de Saúde, Magnilde Albuquerque.

 SOLIDARIEDADE

 Aproveitando o ensejo do clima natalino, os pacientes devem levar um kg de alimento não perecível, que será doado posteriormente à casa “Cantinho do Aconchego”. De acordo com um dos idealizadores do mutirão, Dr. Guilherme Moura, “500 pacientes, cada um doando um quilo de alimento, correspondem à meia tonelada, que ajudará muito aos idosos que irão receber a doação”, ressalta.

SERVIÇO

 O quê? Mutirão “De Olho no Diabetes” com exames de detecção de retinopatia diabética

 Quando? 25 de novembro, a partir das 8h

 Onde? Hospital de Olhos Rua Dr. Júlio Melo, atrás do Banco Itaú.

 Custo? 1 kg de alimento não perecível