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As dietas podem ser perigosas, explica o endocrinologista Luiz Gonzaga

por Mônia Ramos 27 de Junho de 2017 às 11:41
categoria: Saúde

Barriguinha chapada é o sonho da maioria das mulheres, mas o que fazer para atingir a massa corpórea ideal e o corpo desejado? O médico endocrinologista Luiz Gonzaga chama a atenção que obesidade por si só é uma patologia, ou seja, perder as gordurinhas não é só uma questão de beleza, mas de saúde. “Gordura traz problema não só de alteração de taxas, mas de coluna, de joelho, apneia do sono, pressão, aumenta o risco de morte súbita. A questão não é só metabólica, laboratorial, mas existem as consequências mecânicas da obesidade”, disse.

O médico explica que assim como existe o gordo metabolicamente magro, existe o magro metabolicamente gordo. “Tem que se estudar o paciente para ver em que modalidade ele se enquadra para poder abordá-la da forma correta”.

Ele chama também a atenção para os riscos das dietas da moda. “A cada dois, três meses têm uma moda nova e nenhuma se sustenta porque são dietas baseadas em nada do ponto de vista científico, coisas que são extremamente contestáveis, algumas que eu chamo até de criminosas. Algumas dessas coisas mirabolantes que se dizem milagrosas fazem mal a saúde”.

Gonzaga acrescenta que, principalmente as mulheres, se preocupam mais com a estética buscam milagres e esses milagres não existem no ponto de vista científico. 

    

 

 


Dr.Luiz Gonzaga defende a venda de anfetamina e derivados com prescrição médica

por Mônia Ramos 27 de Junho de 2017 às 10:49
categoria: Saúde

Recentemente, foi sancionado o projeto de lei que autoriza a produção, a venda e o consumo, sob prescrição médica, de remédios que tenham em sua composição as substâncias sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol, utilizadas para emagrecimento.

O uso dessas substâncias chegou a ser proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2011, sob a argumentação de que o consumo desses remédios pode causar problemas cardíacos nos pacientes. Um decreto legislativo de 2014, no entanto, suspendeu a proibição. Como a proibição foi suspensa, a Anvisa publicou uma nova norma autorizando a produção, comercialização e consumo, com prescrição médica, desses remédios, desde que respeitadas limitações de quantidade. A agência, no entanto, aumentou os mecanismos de controle. O órgão definiu que, para o remédio ser vendido, a receita deve ficar retida na farmácia e o médico deve assinar um termo de responsabilidade. Além disso, o paciente também deve assinar um documento afirmando que conhece os riscos que essas substâncias podem causar.

Para o médico, especialista em endocrinologia Luiz Gonzaga, o primeiro passo para um paciente que quer e precisa emagrecer é adotar o MEV (Mudança de Estilo de Vida) e só depois, se necessário, é utilizado substâncias medicamentosas. “Houve uma má interpretação dos levantamentos feitos à época da suspensão da venda dos medicamentos, a Europa foi a primeira a suspender a venda do medicamento, depois veio EUA, e o Brasil também suspendeu a sibutramina do mercado. Com o passar do tempo, com a falta de medicação anfetamina no mercado, se restringiu numa gama muito pequena para o uso do tratamento para a obesidade. Depois de vários estudos começou a se repensar sobre o assunto, e por falta de arsenal satisfatório voltou a se pensar na venda desses medicamentos, e quem ganhou foi o bom senso. As medicações têm seus benefícios e todas devem ser utilizadas a partir de uma prescrição médica”, defende a liberação da venda dos remédios para o tratamento da obesidade.

Quanto aos efeitos colaterais com o uso desses medicamentos (arritmia cardíaca, insônia e agravamento de transtornos psiquiátricos), Dr. Gonzaga explica que o paciente precisa passar pela avaliação médica, para que o profissional estude as várias possibilidades que podem ser utilizadas com o paciente. “Não é todo paciente que pode chegar na farmácia e comprara medicação porque pode ter problema. Os efeitos colaterais sendo do conhecimento do médico, ele vai, com certeza, direcionar o tratamento para quem pode utilizar e não tem risco de ter esse tipo de problema”.

O projeto aprovado inclui uma regra que obriga que os medicamentos para emagrecimento devem fazer parte da classificação tarja preta, ou seja, só podem ser comercializados mediante retenção de receita de cor azul.

        

     


Casa Plínio Amorim discute interligação dos Rios Tocantins e São Francisco

por Mônia Ramos 27 de Junho de 2017 às 09:26
categoria: Cotidiano

A última sessão plenária da Câmara de Vereadores de Petrolina no primeiro semestre deve acontecer nesta quinta (29), mas os trabalhos legislativos da Casa Plínio Amorim ainda se estenderão até a sexta-feira (30), com a realização de mais uma audiência pública. O debate, proposto pelos vereadores Ronaldo Cancão e Osinaldo Souza (ambos do PTB), vai tratar do projeto de transposição das águas do Rio Tocantins para o São Francisco. Marcada para começar às 9h, a audiência deverá reunir lideranças políticas, ambientalistas e a comunidade em geral.

Já aprovado pelo Ministério da Integração Nacional, o projeto de Lei – de autoria do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) – compensa o suprimento hídrico do Velho Chico, melhora o volume de água no Lago do Sobradinho, aumenta a disponibilidade aquática no semiárido e vai gerar energia a partir da queda d’água na divisa de Tocantins com a Bahia.

De acordo com a proposta, a captação será feita diretamente do Rio Tocantins, depois pelo Rio do Sono, terá transposição pela Lagoa Três Rios (TO), destinando-se ao Rio São Francisco pelo Rio Sapão (BA) e, depois, pelo Rio Preto. Gonzaga, que é um dos convidados para a audiência, dará mais detalhes do projeto na sexta-feira. No ano passado, o parlamentar já havia participado de outra audiência pública na Casa sobre o assunto.

 


Homem é preso por tráfico de drogas no Residencial Praia do Rodeadouro

por Mônia Ramos 27 de Junho de 2017 às 09:19
categoria: Policial

Um homem foi preso por tráfico de drogas no Residencial Praia do Rodeadouro, do ‘Minha Casa, Minha Vida’, em Juazeiro (BA), na última segunda-feira (26). Segundo informações da Rondesp, coorporação9 da Polícia Militar, o suspeito, de 23 anos, estava numa motocicleta quando foi abordado.

Com ele os policias encontraram dentro do capacete, quatro pedras de crack acondicionadas num saco plástico, suficientes para produzir 80 pedras pequenas. Já na casa do suspeito, no mesmo residencial, os policiais encontraram 29 pedras da mesma droga e material para embalar entorpecentes. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o material apreendido, onde foi autuado por tráfico de drogas.


Em relatório final, PF diz que Michel Temer embaraçou investigações

por Mônia Ramos 27 de Junho de 2017 às 07:48
categoria: Política

O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou o relatório final sobre as investigações das delações da JBS, enviado no início da noite à Corte pela Polícia Federal (PF). No documento, a PF diz que o presidente Michel Temer e o ex-ministro Geddel Vieira Lima cometeram crime de embaraço às investigações. A acusação é baseada no áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa, com o presidente, em março, no Palácio do Jaburu. A assessoria do Palácio do Planalto informou que não irá se manifestar sobre o relatório.

“Cumpre-nos, à luz do exposto, respeitando o espectro cognitivo próprio desta sede indiciária, concluir pela prática, em tese, das condutas típicas abaixo especificadas: Michel Miguel Elias Temer Lulia, por embaraçar investigação de infração penal praticada por organização criminosa, na medida em que incentivou a manutenção de pagamentos ilegítimos a Eduardo Cunha, pelo empresário Joesley Batista, ao tempo em que deixou de comunicar autoridades competentes de suposta corrupção de membros da Magistratura Federal e do Ministério Público Federal que Ihe fora narrada pela mesmo empresário”, diz trecho do relatório.

A PF também concluiu que não houve edições ou fraude no áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista com Temer.  O relatório chegou ao Supremo e foi rremetido à Procuradoria-Geral da República (PGR), órgão que será responsável por eventual denúncia ao Supremo contra o presidente e Geddel. A perícia na gravação foi solicitada pela defesa de Temer, no mês passado. Os advogados questionam no STF a legalidade da gravação e afirmam que há muitas contradições no depoimento de Joesley Batista.

No mesmo documento, a PF acusa o ex-ministro Geddel Vieira Lima “por ter manifestado interesse junto a executivos do Grupo J&F na manutenção de pagamentos a Lúcio Bolonha Funaro, como forma dissuasória de eventual colaboração com a Justiça, monitorando junto a familiares de Funaro o seu ânimo para tal iniciativa”, diz o relatório.

Na semana passada, o ministro Edson Fachin, relator da investigação sobre o presidente, abriu prazo para a PGR se manifestar sobre o inquérito para investigar o presidente. Com a decisão,  a procuradoria tem até esta terça (27) para decidir sobre eventual denúncia contra o presidente e outros citados nas investigações, entre eles, o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).


Defesa de Temer afirma que o presidente não cometeu crime de corrupção

por Mônia Ramos 27 de Junho de 2017 às 07:32
categoria: Política

O advogado do presidente Michel Temer, Antônio Cláudio Mariz, afirmou que o presidente Michel Temer não cometeu crime de corrupção. Ele disse que ainda está lendo a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), e que ainda não pode se manifestar sobre a peça de forma detalhada. O advogado adiantou, entretanto, que o presidente é inocente das acusações de prática de corrupção.

“Comecei a ler a denúncia agora. Mas posso adiantar que o presidente não cometeu o crime de corrupção que lhe foi imputado. Sobre os aspectos fáticos da denúncia, eu só poderei me pronunciar depois”, disse Mariz à reportagem da Agência Brasil.

A denúncia foi entregue ao STF nesta segunda (26) e acusa Temer de prática de corrupção passiva. A acusação está baseada nas investigações iniciadas a partir do acordo de delação premiada da JBS. A denúncia foi enviada ao gabinete do ministro Edson Fachin, relator da investigação envolvendo o presidente. O ministro poderá conceder prazo de 15 dias para manifestação da defesa, antes de enviá-la para a Câmara. A formalidade de envio deverá ser cumprida pela presidente do STF, Cármen Lúcia.

Para o procurador, Temer usou o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures para receber vantagens indevidas. “Entre os meses de março a abril de 2017, com vontade livre e consciente, o presidente da República, Michel Miguel Temer Lulia, valendo-se de sua condição de chefe do Poder Executivo e liderança política nacional, recebeu para si, em unidade de desígnios e por intermédio de Rodrigo Santos da Rocha Loures, vantagem indevida de R$ 500.000 ofertada por Joesley Batista, presidente da sociedade empresária J&F Investimentos S.A., cujo pagamento foi realizado pelo executivo da J&F Ricardo Saud”, diz a denúncia apresentada por Janot.


Janot denuncia Temer ao Supremo sob acusação de corrupção passiva

por Mônia Ramos 27 de Junho de 2017 às 06:54
categoria: Política

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou criminalmente o presidente Michel Temer por corrupção passiva no caso JBS. A denúncia foi protocolada nesta segunda-feira, 26, no Supremo Tribunal Federal. Janot atribui crime a Temer a partir do inquérito da Operação Patmos - investigação desencadeada com base nas delações dos executivos do grupo J&F, que controla a JBS.

A ação proposta por Janot não pode ser aberta diretamente pelo Supremo. O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte máxima, terá de enviar a acusação formal do procurador à Câmara, Casa que pode autorizar a abertura do processo contra o presidente - é necessária a aprovação de dois terços dos 513 deputados.

O caso JBS mergulhou o presidente em sua pior crise política. Na noite de 7 de março, Temer recebeu no Palácio do Jaburu o executivo Joesley Batista, que gravou a conversa com o peemedebista. Nela, Joesley admite uma sucessão de crimes, como o pagamento de mesada de R$ 50 mil ao procurador da República Ângelo Goulart em troca de informações privilegiadas da Operação Greenfield, investigação sobre rombo bilionário nos maiores fundos de pensão do País.

A investigação revela os movimentos do 'homem da mala', Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial do presidente. Na noite de 28 de abril, Loures foi flagrado em São Paulo correndo com uma mala de propinas da JBS - 10 mil notas de R$ 50, somando R$ 500 mil.

Os investigadores suspeitam que a propina seria destinada a Temer, o que é negado pela defesa do presidente.


Motociclista é preso com espingarda calibre 12 em Juazeiro

por Mônia Ramos 27 de Junho de 2017 às 06:49
categoria: Policial

Um motociclista foi preso com uma espingarda calibre 12 no distrito de Maniçoba, zona rural de Juazeiro (BA), no final da noite de domingo (25). Segundo informações da 75ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), José Nunes da Silva tentou se desfazer da arma quando avistou os policiais.

Ao procederem à abordagem e busca pessoal no suspeito, a equipe da 75ª CIPM encontrou a espingarda e três cartuchos intactos  jogados ao lado da motocicleta que ele conduzia. Ele foi levado à Delegacia de Polícia Civil (DPC), onde foi autuado por porte ilegal de arma de fogo.


Sindicatos e movimentos sociais promoverão manifestação nesta sexta em Juazeiro

por Mônia Ramos 27 de Junho de 2017 às 06:47
categoria: Regional

A exemplo de Petrolina e de várias cidades do País, Juazeiro (BA) engrossará nesta sexta-feira (30) a manifestação nacional pedindo a saída do presidente Michel Temer (PMDB). O ato público está marcada para 8h30, em frente ao INSS, na Avenida Adolfo Viana, área central. O movimento é batizado de ‘greve geral’.

Sindicatos de trabalhadores e movimentos sociais vão estar reunidos pela terceira vez este ano para mostrar a insatisfação pelas Medidas Provisórias (MPs) e Propostas de Emendas à Constituição (PECs) promovidas pelo presidente. Os trabalhadores irão paralisar as atividades em todas as partes do país como forma de protesto, principalmente pelas reformas previdenciária e trabalhista.

Entre outras entidades, o Sindicato dos Bancários e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinserp) confirmaram presença na mobilização. A APLB/Sindicato informou que realizará uma assembleia geral, para debater com a categoria, que está de recesso. A reunião acontecerá na sede da APLB, Bairro Alagadiço, às 9h.

 


Reforma trabalhista entra na última etapa antes da votação no plenário do Senado

por Mônia Ramos 26 de Junho de 2017 às 17:00
categoria: Política

O Senado deve encerrar nesta semana os debates sobre a proposta de reforma trabalhista nas comissões. Depois dessa etapa, o projeto segue para a fase final que é a votação no plenário da Casa. Segundo o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), isso deve ocorrer até a primeira semana de julho.

Na semana passada, após uma reunião tumultuada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) Jucá e os senadores de oposição conseguiram fechar um acordo. Os parlamentares concordaram que o relatório do peemedebista fosse apenas lido e que a votação do texto, favorável à constitucionalidade da proposta, ficasse para a reunião desta quarta-feira (28). Antes, porém, a oposição garantiu amanhã (27) a realização de mais uma rodada de audiências públicas com especialistas favoráveis e contrários ao texto. Entre os seis convidados que estão na pauta está o juiz do Trabalho Marlos Melek e o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Curado Fleury.

Também ficou acertado que antes da votação do relatório de Jucá, na quarta-feira, todos os votos em separado serão lidos entre 10h e 16h. O voto em separado é um voto divergente ao do relator da matéria. Até a publicação desta reportagem, os senadores Eduardo Braga (PMDB-AM) e Paulo Paim (PT-RS) já haviam apresentado seus votos contrários à proposta. Entretanto, até o fim da discussão na CCJ outros podem ser apresentados por membros da comissão.

Longo debate

A expectativa é que de que a votação do relatório do senador Romero Jucá seja bastante demorada, já que depois das leituras dos votos em separado, cada senador terá até 10 minutos de fala. Vencida essa etapa, será a vez dos líderes de partidos encaminharem a votação - para isso cada um terá cinco minutos.

“Acredito que a votação entrará pela madrugada até pelo debate que vamos fazer. É natural, é do processo democrático que todos expressem suas convicções e divergências. Mas vamos esgotar esse tema na Comissão de Justiça na quarta-feira”, avaliou o senador Ricardo Ferraço, que relatou a proposta nas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos (CAS). Na primeira, o relatório dele foi aprovado. Na segunda, foi rejeitado e aprovado o voto em separado do senador Paim.

Ainda animados com a rejeição do relatório do senador Ferraço por um voto na CAS, a oposição espera conseguir o mesmo com o parecer de Romero Jucá na CCJ. Mas, mesmo que o relatório oficial seja derrotado, a discussão segue para o plenário da Casa. A proposta só seria arquivada na CCJ se houvesse unanimidade na rejeição do relatório pela inconstitucionalidade. Como o voto do relator favorável à matéria já é conhecido, não há chance de arquivamento da proposta.

Votação final

Depois de votada na CCJ a proposta de reforma trabalhista estará pronta para deliberação em plenário, em data a ser definida pelo presidente da Casa, Eunício Oliveira. Lá, todos os pareceres das comissões servirão apenas para balizar as discussões. O debate, desta vez com todos os senadores, recomeça. Para ser aprovado, o projeto precisará de maioria simples, ou seja, metade dos senadores presentes mais um voto.

A proposta

A proposição a ser analisada prevê, além da supremacia do negociado sobre o legislado, o fim da assistência obrigatória do sindicato na extinção e na homologação do contrato de trabalho. Além disso, extingue a contribuição sindical obrigatória de um dia de salário dos trabalhadores. Há também mudanças nas férias, que poderão ser parceladas em até três vezes no ano e regras para o trabalho remoto, também conhecido como home office. Para o patrão que não registrar o empregado, a multa foi elevada e pode chegar a R$ 3 mil. Atualmente, a multa é de um salário-mínimo regional.

Para que a proposta não tenha que voltar para análise pela Câmara dos Deputados, os senadores não podem fazer nenhuma mudança de mérito no texto. Para acelerar a tramitação nas duas comissões em que relatou a matéria, o senador Ferraço se posicionou pela aprovação do projeto assim como foi votado pelos deputados e rejeitou todas as emendas apresentadas pelos senadores. Em seus relatórios o senador ressaltou o acordo firmado com o presidente Michel Temer para que ele vete seis pontos polêmicos da reforma inseridos pelos deputados para que os temas sejam reapresentados via medida provisória ou projeto de lei.

Um desses pontos é o que aborda o tratamento da gestante e do lactante em ambiente insalubre. O texto prevê que a trabalhadora gestante deverá ser afastada automaticamente, durante toda a gestação, apenas das atividades consideradas insalubres em grau máximo. Para atividades insalubres de graus médio ou mínimo, a trabalhadora só será afastada a pedido médico.

Em relação ao trabalho intermitente, o relator recomenda veto aos dispositivos que regulamentam a prática. Neste tipo de trabalho, são alternados períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador. Segundo ele, o melhor seria regulamentar por medida provisória, estabelecendo os setores em que a modalidade pode ocorrer.