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Sindilojas e CDL lançam a campanha Natal da Cidade

por Mônia Ramos 4 de Setembro de 2017 às 12:40
categoria: Economia

 

Durante café da manhã nesta segunda (04), o Sindicato do Comércio Varejista de Petrolina (Sindilojas) e a Câmara de Diretores Lojistas (CDL) reuniram empresários e imprensa para o lançamento oficial da campanha de Natal 2017. Este ano, o evento chega com várias inovações, começando pelo nome, que passa a ser Natal da Cidade.

“Pretendemos estimular as famílias e as pessoas de Petrolina e cidades circunvizinhas a se voltarem para o comércio da cidade, que sempre foi um ponto tradicional de encontro”, destaca Késia Araújo, da Marka Comunicação, agência responsável pela nova concepção da campanha.

Outra mudança diz respeito ao local do evento. As apresentações culturais e musicais, além da decoração específica da época, como o tradicional presépio, acontecerão entre a Praça Dom Malan e a Concha Acústica. A organização deve disponibilizar espaços que servirão como praça de alimentação. “A ideia é dotar a área da festa de toda comodidade, para que os visitantes possam fazer fotos com Papai Noel, com o presépio,  assistam  às apresentações e tenham como fazer suas refeições rápidas ali mesmo. É uma forma também de fomentar a participação de empreendedores locais e garantir a geração de emprego e renda”, pontua Késia.

A chegada de Papai Noel está agendada para o dia 04 de novembro. E este ano o bom velhinho vem de bicicleta. A proposta é divulgar esse meio de transporte que,  além de ecologicamente correto, ainda contribui para uma qualidade de vida mais saudável. Grupos de ciclismo da região serão convidados a participarem da abertura. A concentração deve ocorrer às 8h, no Monumento da Integração. A programação do evento será sempre das quintas aos sábados, durante todo o mês de Dezembro. O grande sorteio com as premiações para quem participar da campanha será realizado na primeira quinzena de Janeiro.

“Nosso objetivo é sempre disponibilizar aos lojistas as melhores possibilidades para que eles possam mostrar seus produtos e serviços. Essa é uma época muito representativa para o segmento e a gente espera que todos possam abraçar a ideia e obter êxito”, enfatiza o presidente da CDL Petrolina, Manoel Vilmar.

Para o secretário Executivo de Indústria e Comércio de Petrolina, Luca Ballalai, o evento também tem o prisma de aquecer o turismo regional. “Sem dúvida, um projeto muito interessante e que tem tudo para agregar geração de emprego e renda para o município, além de ser um atrativo para as pessoas que moram em outras cidades e regiões. É bom ressaltar que a parceria do empresariado é muito importante para que o projeto tenha o êxito desejado”, destaca.  

O Natal da Cidade deve contar ainda com as parcerias da Prefeitura Municipal e da Diocese, esta última, através de apresentações e celebrações alusivas ao período de celebração cristã.

“É um período, sem dúvida, de grande expectativa e movimentação para o comércio. Esperamos que essa nova formatação possa ser abraçada por todos e se torne um referencial para anos posteriores. Sabe-se que o país vivencia um período complexo na economia, mas já houve sinalização de melhoras. Então é preciso acreditar, usar da criatividade para poder fazer com que as estatísticas possam trabalhar a nosso favor”, explica o presidente do Sindilojas, Joaquim de Castro.  

Quem tiver interesse em conhecer os planos de participação e aderir aos kits, pode procurar as equipes do Sindilojas e CDL Petrolina. Informações através dos telefones : 87 3861 2333/ 3862 1322. (Com informações da Ascom)


Agricultores do São Francisco podem renegociar dívidas no Banco do Brasil

por Mônia Ramos 4 de Setembro de 2017 às 08:08
categoria: Economia

Agricultores do Vale do São Francisco recebem uma nova e importante notícia que possibilita a liquidação de financiamentos rurais. A medida beneficia mais de 240 mil produtores e os valores de todas as operações favorecidas somam R$ 2,6 bilhões em todo o país.  O prazo vai até o dia 29 de dezembro deste ano.

As medidas constam da Lei 13.340, publicada em 28 de setembro de 2016 e tem como objetivo minimizar os impactos na produção e renda de agricultores em regiões atingidas pela seca, localizados na área de abrangência da SUDENE.

Os interessados em renegociar seus débitos devem procurar as agências do banco, explica o superintendente regional do Banco do Brasil, Eliézio Vasconcelos. Para isso, devem comparecer as agências da rede do Banco do Brasil, preferencialmente aquela onde o empréstimo foi contratado. “Conclamamos os produtores que possuem dívida contratada até dezembro de 2011, para irem ao BB e não perderem os benefícios que essa lei traz, como a possibilidade de liquidar com 20% a 95% de rebate, sem contar que o produtor fica com sua situação cadastral totalmente limpa, podendo inclusive retomar os créditos”, frisa.

Diante da situação de estiagem e crise na produção afetada pela falta de chuvas na região, a lei estabelece que a dívida seja calculada pela situação de normalidade a partir da data da contratação, antes de receber o rebate, que varia de acordo com a época de contratação da operação, a região de localização do empreendimento financiado e o somatório do valor contratado, que não pode ultrapassar R$ 200 mil por produtor. “Em Petrolina temos um contingente de quase um mil produtores que são beneficiários desse lei e que devem em torno de R$ 10 milhões; portanto é um ânimo para a economia agrícola do município. Já na região de abrangência da Regional Petrolina, que envolve cerca de 70 municípios, temos quase 8.000 produtores e um montante de mais de R$ 54 milhões passíveis de acerto. No Banco do Brasil só fica com dívida quem quiser; estamos preparados, em todas as agências, para aplicar a 13.340 e reabilitar o crédito desse agricultor. Caso o Produtor não tenha sua dívida enquadrada na lei 13.340, trataremos caso a caso e certamente teremos outra solução também vantajosa para realizar o acerto”, disse Vasconcelos. 


Economista de Petrolina alerta sobre riscos de empréstimos em época de crise

por Redação Nossa Voz 29 de Agosto de 2017 às 08:31
categoria: Economia

A Busca por empréstimos aumentou em tempos de crise. Com as finanças cada vez mais apertadas e o aumento do valor de vários produtos de consumo cotidiano, como, por exemplo, a gasolina, a época de retenção financeira se tornou o cenário principal para o comércio dos empréstimos.

Muita gente tem recorrido a esta alternativa para tentar fugir das dívidas e, numa primeira olhada, a solução parece até boa. Mas só parece. É o que afirma a economista petrolinense, Socorro Macedo. Segundo ela, o risco de se fazer empréstimos, principalmente na reta final do ano, é alto, tendo em vista que ainda não houve reajuste salarial. “Mas as despesas continuam grandes”, destacou.

Ela explica que o primeiro passo é analisar a situação financeira e pensar se vale a pena um empréstimo. “Você tem impressão que aquele dinheiro vai resolver sua vida, mas não é bem assim. Dinheiro é mercadoria do Banco. A contrapartida tem que existir. Se é consignado, existe um bem por trás. Se você já está endividado, avalie se vale a pena pegar esse recurso. Quando você faz um consignado em cima do seu salário, imagina que você vai  ter menos dinheiro e mais obrigações, se já estava apertado, vai ficar ainda mais”,”, analisou a economista.

Alguns riscos devem ser analisados na contratação de um crédito financeiro. “Seu salário serve para suprir várias coisas. [A pessoa] corre vários riscos, como ficar desempregado e salário atrasar”, alertou Socorro. De acordo com ela, a contratação do serviço deve ser realizada quando realmente houver necessidade. “O momento é quando você precisa. Mas você tem que sentar e analisar o seu caso, se sua economia possibilita perceber a sua necessidade”, disse.

Gabriela Canário


Gasolina fica mais cara a partir de amanhã nas refinarias

por Mônia Ramos 28 de Agosto de 2017 às 17:31
categoria: Economia

A partir desta terça-feira (29), o preço da gasolina nas refinarias sofrerá um aumento de 1,1% e o do diesel de 0,4%. O anúncio foi feito segunda (28) pela Petrobras e segue a nova política de ajuste de preço, que tem como base o preço de paridade de importação.

O ajuste anterior havia sido anunciado no sábado (26), com aumento de 1,2% na gasolina e diminuição de 0,7% no diesel. A nova política foi adotada no começo de julho e, desde então, os reajustes são feitos quase que diariamente. Os percentuais podem ser acompanhados no site da Petrobras.


Brasil precisa melhorar qualidade da carne para não perder mercado, diz empresa

por Mônia Ramos 27 de Agosto de 2017 às 07:00
categoria: Economia

Com o maior rebanho mundial e ocupando o segundo lugar em produção e exportação de carne bovina, o Brasil tem agora o desafio de melhorar a qualidade do produto, segundo o gerente de Inteligência de Mercado da Minerva Foods, Leonardo Alencar. "O aumento de produção tem que vir com ganho de qualidade. Sem ganho de qualidade, há o risco de termos que comer mais e mais, porque os países lá fora não vão querer comprar nossa carne".

A Minerva Foods é uma das empresas líderes na América do Sul na produção e comercialização de carne bovina. Alencar participou do 5º Fórum de Agricultura da América do Sul, promovido pelo Agronegócio Gazeta do Povo, em Curitiba.

A qualidade da carne brasileira voltou a ser discutida desde a Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal, que denunciou a comercialização de carne adulterada no mercado interno e externo. O maior rigor de outros países em relação à carne brasileira levou recentemente à suspensão das importações de carne fresca pelos Estados Unidos (EUA). O Brasil havia conseguido abrir esse mercado após 17 anos de negociação.

"O mercado internacional conhece a carne do Brasil, sabe que é competitiva e de qualidade, mas o ponto principal [que faz com que compre a carne brasileira] ainda é a competitividade, mais que a qualidade", diz o gerente.

O Brasil, segundo Alencar, está bem posicionado internacionalmente. Em 2016, o país aparece como o segundo maior exportador, com 19,7% da fatia mundial, atrás da Índia, com 23,2%. Em terceiro lugar vem a Austrália, com 18,5%, e em quarto, os Estados Unidos, com 16,3%. Em 2017, o cenário se mantém mais ou menos constante - a Índia, 19,8%; o Brasil, 19,2%; a Austrália, 17,3%, e os Estados Unidos, 16,7%.  "O Brasil tem hoje produto de qualidade e produto sem qualidade, tem produto barato, bastante competitivo. A gente consegue atender a quase todos os mercados. Exportamos para mais de 100 países. Os Estados Unidos e a Austrália exportam para menos de cinco países. O Uruguai, a Argentina, todos para poucos".

De acordo com o gerente, da Minerva Foods, o Brasil tem produção bastante heterogênea, o que acaba prejudicando a imagem do produto. Atualmente, um dos principais concorrentes é a Índia, que oferece carne barata e de baixa qualidade. "A gente tem que continuar se diferenciando para não ficar nessa briga com a Índia. Hoje temos a carne ingrediente, a da Índia, que é consumida misturada em outros produtos, tem aquela carne que se compra no supermercado e até mesmo em restaurantes, que é a carne dos EUA, e tem a carne premium, que é do Uruguai, da Argentina e Austrália. O Brasil precisa caminhar nesse sentido", defende. Para Alencar, o Brasil consegue atender a nichos específicos de qualidade, mas a maior produção do país "ainda está longe disso".

O mercado externo tornou-se atrativo especialmente pelo câmbio, com o dólar alto e com a queda do consumo no mercado interno, devido à crise econômica. Alencar diz que o Brasil tem cenário favorável, primeiro pela diminuição da exportação de outros países. Entre 2000 e 2017, a Rússia registrou retração de 34,3%; o México, de 34,6%; a China, de 21,2%; e os Estados Unidos, de 4,8%. Como segundo fator, ele cita o aumento do rebanho. Também entre 2000 e 2017, o Brasil aumentou em 54,5% o rebanho. Outros países da América do Sul que se destacam no mercado da carne bovina tiveram aumentos menores: o Paraguai aumentou em 39,8%; a Argentina, em 6,3%; e, o Uruguai, em 12,2%.

O Brasil tem hoje, de acordo com dados divulgados pela Minerva, 215 milhões de cabeças de gado e produz 9,5 milhões de toneladas de carne bovina. A produtividade é considerada baixa quando comparada com os Estados Unidos, que produzem 12 milhões de toneladas, com 86 milhões de cabeças de gado. Os números demonstram o potencial de crescimento da produção.  "Temos que continuar aumentando os investimentos e melhorando produtividade. Agora, isso não pode ser feito de maneira desconexa em relação à qualidade, ou vamos começar a inundar o mercado com uma carne que não necessariamente tem a absorção no ritmo em que a gente está mantendo a produção".


Bandeira tarifária na conta de luz passa de vermelha para amarela em setembro

por Mônia Ramos 27 de Agosto de 2017 às 07:00
categoria: Economia

A bandeira tarifária para o mês de setembro será amarela, com acréscimo de R$ 2,00 a cada 100 quilowats-hora (kwh) consumidos na conta de luz. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o que determinou a mudança da bandeira de vermelha para amarela foi a melhora das condições hidrológicas nas regiões Sul e Sudeste.

Em agosto, a bandeira tarifária em vigor é a vermelha patamar 1, com acréscimo de R$ 3 a cada 100 kwh consumidos. Segundo o relatório do Programa Mensal de Operação do Operador Nacional do Sistema (ONS), o valor da usina térmica mais cara em operação é de R$ 411,92/megawatts/hora, o que determinou a redução da bandeira vermelha para a amarela.

Custo de acionamento das usinas termelétricas

A cor da bandeira tarifária depende do custo de acionamento das usinas termelétricas. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.

Segundo a Aneel, a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de apresentar um valor que já está na conta de energia, mas que geralmente passa despercebido. (Com informações da Agência Brasil)


Salário mínimo não será reduzido, diz ministro

por Mônia Ramos 23 de Agosto de 2017 às 15:32
categoria: Economia

O ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, gravou um vídeo, publicado nas redes sociais do governo, esclarecendo que o salário mínimo não será reduzido e que o valor definitivo só será divulgado em dezembro.

"Estou postando este vídeo para esclarecer falsas notícias que circulam na internet e nas redes sociais a respeito do salário mínimo. Não é verdade que o governo reduziu o salário mínimo. O que está valendo hoje, para 2017, é o salário mínimo de R$ 937, e para 2018 vale o que está na lei. Ou seja, o salário mínimo será reajustado pela inflação. Mas o valor definitivo só será conhecido em dezembro, quando nós teremos um número mais preciso sobre a inflação de 2017."

Recentemente, o governo divulgou uma nova projeção para o salário mínimo em 2018: R$ 969, R$ 10 a menos que os R$ 979 previstos inicialmente. De acordo com o professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília, Vander Mendes Lucas, isso se deu por causa da queda da projeção da inflação para o ano que vem.

"Como a gente está tendo uma previsão de queda da inflação, o governo já está refazendo as suas contas. Como ele tem agora que fazer a diretriz orçamentária para 2018, então ele já está incorporando esta nova previsão de inflação, que é uma queda. Se há uma queda da inflação, consequentemente o reajuste do salário mínimo vai ser menor do que ele tinha previsto no primeiro semestre de 2017. Então o que ele está colocando é que houve um burburinho de que o governo estava reduzindo o salário mínimo, mas não é."

O novo salário mínimo, que entrará em vigor em janeiro, é calculado em função da variação do Índice Nacional de Preço ao Consumidor, o INPC, no ano anterior e também em função do resultado do Produto Interno Bruto de dois anos antes. (Com informações de Agência)


Preço da cesta básica tem queda de 1,13%, em Petrolina

por Mônia Ramos 16 de Agosto de 2017 às 16:39
categoria: Economia

O valor da cesta básica caiu em Petrolina. É o que diz a pesquisa realizada pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape). Comparada ao mês de junho, a cesta apresentou uma queda de 1,13% no mês de julho, com valor estimado em R$329,83.

Entre os produtos mais caros, o tomate e banana sofreram queda. Já a carne apresentou aumento. De acordo com a pesquisa, a tendência é que o preço do tomate aumente, enquanto banana de carne diminuam a partir da demanda de oferta.

A pesquisa constatou ainda que nos acumulado dos últimos doze meses, Petrolina apresenta deflação de 1,80% no valor da cesta básica. No ano de 2017, os cálculos mostram inflação de 3,40% na cidade.(Divulgação)

 


Sem chuvas, pescadores do São Francisco ficam sem fonte de renda

por Mônia Ramos 16 de Agosto de 2017 às 11:53
categoria: Economia

O Rio São Francisco deveria estar com seu volume elevado ou, pelo menos, no seu leito normal nesta época do ano, mas a estiagem mantém o nível do manancial muito baixo e as consequências ambientais e econômicas assustam os ribeirinhos. Sem chuvas, num período que espera-se água, os pescadores também estão sem sua única fonte de renda: a pesca.

Quem depende da pesca no rio São Francisco reclama do prejuízo porque nunca viu o rio tão vazio como este ano e a expectativa, segundo o presidente da Associação de Pescadores da Ilha do Fogo Tadeu Reis da Costa, é o enfrentamento de dias piores. “A situação já está crítica e a tendência se não chover é piorar. O rio São Francisco vem perdendo duas margens, os afluentes secando, sem chuvas nas cabeceiras, e o pescador é o primeiro que sente o reflexo dessa situação porque o nosso sustento é retirado do rio”.

De braços cruzados sem exercer suas atividades de pesca, os pescadores tendem a recorrer para outras fontes de renda,  em contrapartida, não podem abandonar suas embarcações à margem do rio. “Estamos sofrendo muito porque não tem peixe”, se queixa Tadeu.

Na associação são 42 pescadores, somados aos de colônias e outros grupos formados nas cidades circunvizinhas banhadas pelo São Francisco que estão unindo forças em busca de outras alternativas de sobrevivência. “O anúncio da Chesf de que chegaremos ao volume morto no mês de outubro, torna mais grave a nossa situação”.

Tadeu solicita do Governo a extensão do seguro-desemprego, subsídio liberado para os pescadores apenas no período da piracema (4 meses). “Estamos parados e infelizmente vamos continuar parados”. Tadeu alega, que poucos recebem esse benefício. “Se o pescador fizer um freelancer perde esse direito, não temos como sobreviver e cuidar dos nossos filhos dessa força”, reclama da política adotada pelo Governo Federal. “Enquanto isso nossas famílias vêm passando fome”.

      

Setores como a agricultura também são prejudicadas pela menor disponibilidade de água para irrigação, além da navegação e da pesca que sofrem prejuízos devido à queda do nível do São Francisco.

 

 

 


Preço do Tomate continua baixo na cotação do Mercado do Produtor de Juazeiro

por Redação Nossa Voz 16 de Agosto de 2017 às 08:32
categoria: Economia

Acompanhe  cotação diária de todos os produtos comercializados na maior Central de Abastecimento do Norte/Nordeste e a quinta maior do país em volume.  O preço da cebola roxa nesta terça-feira, 15 de Agosto está R$2,45 o quilo, o tomate chega ao menor preço do mês e está custando R$ 0,77 o quilo. Já a batatinha está cotada por R$ 60,00 o saco com 50 quilos.

A cotação completa dos produtos comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro está disponível no site da prefeitura (http://www5.juazeiro.ba.gov.br/). Os preços são resultado de uma pesquisa diária no comércio atacadista do entreposto municipal.