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Cinemas têm até janeiro para garantir acessibilidade a cegos e surdos

por Milena Pacheco 19 de Agosto de 2019 às 10:32
categoria: Cinema

A partir do dia 1º de janeiro de 2020, todas as salas de cinema do país serão obrigadas, sob pena de multa, a oferecer aparelhos de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos. A determinação está na Instrução Normativa 128/2016, da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Até o dia 16 de setembro deste ano, os exibidores precisam ter atingido a meta de 35% das salas dos grandes complexos e 30% das salas dos grupos menores.

Foto: Leo Rodrigues/Agência Brasil

Segundo o secretário-executivo da Ancine, João Pinho, o dia 16 de junho foi o primeiro prazo para o cumprimento das metas, com a exigência de 15% das salas de grandes complexos oferecendo os recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras) para quem solicitar.

“Agora a gente entrou efetivamente na segunda fase, que é monitoramento do cumprimento em si. Ainda tem um pouco de orientação, mas já começa com a fiscalização pelos complexos. Estamos acompanhando semanalmente pelos sistemas internos da agência e de acordo com o plano de fiscalização, que envolve visitas técnicas quando necessário. Estamos divulgando a lista dos cinemas que se declaram acessíveis”.

Segundo o último levantamento feito pela agência, divulgado no fim de junho, a meta de 15% havia sido cumprida. A lista das salas com os recursos pode ser consultada na internet e o próximo levantamento deve ser divulgado no início de setembro.

Pinho explica que as exigências de acessibilidade para o setor de cinema no Brasil começaram em 2014, com a obrigatoriedade de todos os filmes produzidos com recursos públicos oferecerem os recursos para audiência de cegos e surdos. E desde 16 de junho todos os filmes, inclusive estrangeiros, já estavam adaptados.

“Se a gente colocasse a obrigatoriedade logo, o exibidor não ia ter conteúdo acessível para oferecer ao público alvo. Isso era para criar um estoque de filmes e também de séries, porque vamos começar isso depois para a TV. Então a gente já teve 100% dos filmes nacionais, agora 100% dos filmes de qualquer nacionalidade e em 1º de janeiro 100% dos cinemas”.

O secretário explica que não há dados sobre a utilização dos recursos de acessibilidade nas salas, mas para o ano que vem o sistema da Ancine que contabiliza a bilheteria dos cinemas do país vai trazer essa informação. Além disso, ele destaca que duas câmaras técnicas montadas dentro da agência, uma sobre acessibilidade e outra com os exibidores, acompanha a implementação das medidas para avaliar a eficácia e qualidade dos serviços oferecidos.

“Tem as duas câmaras técnicas para dar o feedback, como melhorar o equipamento, aumentar o número de equipamentos disponíveis se tiver muita demanda, legenda em libras malfeita, por exemplo. Daí teremos que fazer campanhas para melhorar essas coisas”.

Segundo Pinho, o Brasil é pioneiro na área, sendo o único país que exige exibição cinematográfica com língua de sinais. “Temos recebidos feedbacks qualitativos, muito emocionantes, de pessoas com deficiência que nunca tinham ido ao cinema na vida, pessoas que nunca viram ou asistiam filme sem entender. A gente vê que está impactando positivamente a vida dessas pessoas”, explicou. (Fonte: agenciabrasil/Foto: Leo Rodrigues/Agência Brasil)


Aldeia do Velho Chico celebra 15 anos com grande programação

por Milena Pacheco 13 de Agosto de 2019 às 09:49
categoria: Cultura e Arte

Entre as atrações musicais do festival estão os cantores Rita Beneditto, Mariana Aydar, Larissa Luz, Almério e Alessandra Leão

Durante o mês de agosto Petrolina vai se tornar a capital cultural do Sertão pernambucano.  De 16/8 a 31/8 o Sesc, em parceria com a Prefeitura Municipal,  movimentará a cidade com a realização da 15ª edição da Aldeia do Velho Chico – Festival de Artes do Vale do São Francisco. A programação comemorativa de 15 anos do festival, que acontecerá em Petrolina, Juazeiro (BA) e Lagoa Grande (PE), foi lançada na manhã desta quinta-feira (8/8)  no Teatro Dona Amélia. Consolidado como importante projeto multicultural do Vale do São Francisco, a Aldeia é um desdobramento do Palco Giratório, maior projeto de artes cênicas em circulação no país, e contará com a participação de mais de cem artistas regionais e nacionais.

Foto: Fernando Pereira

O homenageado desta edição será o Grupo TPA (Teatro Popular de Arte) de Petrolina, companhia que contribuiu para a construção do movimento teatral na região, com uma trajetória de mais de 30 anos. O tema escolhido para a edição é a hashtag  #SOMOSALDEIA, para designar um jeito de pensar coletivo que se desdobra a partir da diferença potencializada pela multiplicidade que a arte e a cultura na contemporaneidade propõem. “O projeto solidificou uma política de cultura. Desde 2005, se a gente for fazer uma avaliação, a quantidade de grupos que surgiu a partir da expectativa do festival, para acolher suas produções, é muito grande. Percebemos ao longo dos anos o crescimento das linguagens artísticas, mostrando que é possível profissionalizar a arte. É o festival que tem trazido espetáculos atuais, contemporâneos, artistas que trazem outros modos de produzir. É um festival atento ao tempo, as discussões atuais, como: racismo, intolerância, violência contra a mulher, homofobia. Pensar isso dentro dos recortes curadoriais também são demandas deste festival, que acaba sendo também um lugar de educação através da arte”, destaca o supervisor de cultura do Sesc Petrolina, Jailson Lima.

A abertura acontece no dia 16 de agosto, a partir das 15h, no Sesc Petrolina, com a Mostra Pedagógica das Oficinas que terão início no dia 12/8, seguida pelo Painel de Visualidades da Aldeia, apresentação do Reisado da Comunidade Quilombola Mata de São José (Orocó-PE) e Maracatu Beira-rio (Petrolina). Logo depois, às 17h, o tradicional cortejo Abre Alas pro Velho Chico parte do Sesc e vai percorrer as principais ruas do centro comercial da cidade com a Frevuca, até a Orla. A partir das 18h, a programação acontecerá no palco montado na Orla de Petrolina, com apresentações do Reisado da Comunidade Quilombola do Lambedor (Lagoa Grande-PE), São Gonçalo de Amarante de Zezinho do Vira Beiju (Petrolina), Quadrilha Explode Coração (Petrolina) e Quadrilha Buscapé (Juazeiro-BA). Os shows musicais serão abertos às 19h30 com a cantora caruaruense Gabi da Pele Preta e logo depois o grupo Mande in Quebrada (Juazeiro-BA). A noite de abertura será encerrada com o show Tecnomacumba, da cantora maranhense Rita Beneditto.

Até o dia 31 diversas atrações se revezarão na Aldeia, que contará com espetáculos musicais no Teatro Dona Amélia com a cantora Mariana Aydar (São Paulo –SP),  que se apresentará no dia 23, às 20h30, e a cantora pernambucana Alessandra Leão, no dia 29/8, às 20h30. Os cantores Larissa Luz (Salvador-BA) e Almério (Caruaru-PE), farão seus shows no Virarte, no último dia do festival. Com apresentações em Petrolina, em Juazeiro e Lagoa Grande, a programação ainda contará com grandes apresentações de teatro, como “Se eu fosse Iracema”, do 1Comum Coletivo (Rio de Janeiro-RJ), que integra o projeto Palco Giratório. As crianças também terão espaço na grade do Aldeia com espetáculos voltados especialmente para elas, como “Estelita entre fadas e outros bichos”, da Trup Errante (Petrolina-PE).  

O último dia do festival (31/8) começará às 16h, com a intensa programação do Virarte. Além dos cantores Larissa Luz e Almério, o encerramento do festival contará com apresentações teatrais e de dança.  Durante o Virarte, o Mercado Cultural vai funcionar no corredor do Sesc comercializando diversos produtos. A programação completa da Aldeia do Velho Chico pode ser conferida no site do Sesc Pernambuco (www.sesc.org.br) .

Toda a programação do Aldeia do Velho Chico é gratuita, com exceção dos espetáculos realizados no Teatro Dona Amélia, que terão ingressos vendidos a R$ 20 (Inteira) e R$ 10  (Meia). Trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm desconto, pagando apenas R$ 5. Para o show  de Mariana Aydar  o ingresso custa R$ 30 se for comprado antecipadamente, R$ 40 (Inteira), R$ 20 (Meia) e R$10 (Trabalhadores do Comércio e dependentes). Este ano, Para ter acesso à programação do Virarte o público pode optar por pagar R$10 ou doar 2 Kg de alimento não perecível que será doado ao Banco de Alimentos do Sesc Petrolina. Um programa de responsabilidade social do Sesc que atua para diminuir o abismo da desigualdade social no país, minimizando os efeitos da fome e da desnutrição.

A aldeia do Velho Chico conta com o apoio do Instituto Federal do Sertão Pernambucano – IFSertão, TV Grande Rio, Janela 353, Vapor do Vinho, Café de Bule e JB Hotel. (Fonte: Ascom)


Um mês após alta, João Gordo volta para a UTI com pneumonia grave

por Milena Pacheco 12 de Agosto de 2019 às 09:38
categoria: Música

Informação foi confirmada pela banda de João Gordo, Ratos de Porão, através de uma nota nas redes sociais

Cerca de um mês após ter alta médica de um quadro de pneumonia , o cantor e apresentador de TV João Gordo voltou a ser internado em São Paulo pelo mesmo problema. Ele encontra-se na unidade de tratamento intensivo (UTI) do Hospital São Camilo, em São Paulo, com pneumonia grave.

 

A informação foi confirmada pela banda de João Gordo, Ratos de Porão, através de uma nota nas redes sociais. O grupo de hardcore anunciou ainda que os shows marcados até o fim de 2019 estão cancelados, inclusive a turnê europeia que se avizinhava.

As únicas apresentações mantidas são as mais próximas três, em Ourinhos (neste sábado), Goiânia (domingo) e Fortaleza (dia 17), que contarão com o guitarrista Jão assumindo os vocais.

Ainda segundo a nota, "João Gordo agradece o carinho e compreensão, pois logo estará recuperado e dando o seu melhor".

João Gordo, de 55 anos, passou uma semana no hospital em junho com quadro de pneumonia. Ele também apresentou alteração na glicemia.

Na ocasião, Vivi Torrico, companheira do artista, publicou: "Finalmente JG teve alta! Ainda tem um período de recuperação e cuidados, exames e retornos médicos, mas está tudo bem. Gratíssimos pelas good vibes, mensagens, enfermeiros, médicos e suporte de nossos amigos! Todo nosso amor para vocês".

Em março, João Gordo deu entrevista ao GLOBO, quando falou sobre os 30 anos do disco "Brasil", um clássico do Ratos de Porão. (Fonte: Ibahia)


Valesca deixa apartamento de luxo e volta a morar com a mãe por conta de crise, diz site

por Milena Pacheco 8 de Agosto de 2019 às 09:45
categoria: Famosos

 

 

A cantora Valesca Popozuda deixou o apartamento de luxo que alugava no Recreio, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e se mudou para a casa da mãe, que está com câncer, no subúrbio. De acordo com informações do Extra, a artista enfrenta problemas financeiros após não fazer mais tantos shows e visto o cachê cair.

Em seu site oficial, por exemplo, não consta nenhuma apresentação agendada. Vale dizer que recentemente ela encerrou a parceria com a empresária Kamilla Fialho, a mesma que já cuidou de artistas como Anitta e Lexa. O Bahia Notícias tentou contato com Valesca, mas não obteve resposta até o fechamento da nota. (Fonte: bahianotícias/holofotes)


Atriz acusa Xanddy de intolerância religiosa: 'não conseguia acreditar'

por Milena Pacheco 7 de Agosto de 2019 às 09:59
categoria: Climão

Cantor nega que teria evitado trechos que faziam referência ao candomblé na música Raiz de Todo Bem

Fã do Harmonia do Samba, a atriz Luana Xavier acusou o líder da banda de intolerância religiosa. A denúncia foi acompanhada de um vídeo e um longo texto, no qual ela relata que Xanddy evitou cantar trechos que faziam referência ao candomblé na música Raiz de Todo Bem, cantada originalmente por Saulo. 

"Sou muito fã do Harmonia do Samba, há muitos e muitos anos. Já fui em inúmeros shows deles: aqui no Rio, em Salvador e até em Vitória. Mas hoje me decepcionei bastante com o Xanddy. Que ele é evangélico e fala bastante sobre sua religião, inclusive em shows, disso todo mundo sabe. E definitivamente não é um problema. Porque falar da nossa própria religião é um direito que nos compete", iniciou o relato.

 

No decorrer do texto, ela explica que o motivo foi a omissão de algumas palavras, como o "candomblé" e "Senhor do Bonfim. "Peço que reparem no vídeo. Comecei a filmar depois de um minuto de música rolando porque eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Pois bem... Xanddy suprimiu a frase 'do canto Candomblé' durante toda a música. Um desrespeito sem tamanho", contou Luana. No vídeo, de fato, é possível perceber vários trechos da música que Xanddy não canta, incluindo menções ao Senhor do Bonfim, uma representação tipicamente católica, além da frase citada por ela.

"Se por questões religiosas, morais ou seja lá o que for, ele não pode pronunciar a palavra 'Candomblé', então deveria tirar essa música do repertório. Simples assim. Mas Luana, você foi se divertir em um show e já voltou problematizando? Sim! E sabe por que? Porque durante anos o Candomblé foi uma religião proibida de ser exercida".

Luana finalizou o textão fazendo um pedido: "E ao cantor, fica aqui o meu apelo... apelo de alguém que sempre admirou o trabalho dele: Respeite o nosso sagrado! Respeite a nossa fé! Principalmente você que canta 'respeite quem pôde chegar aonde a gente chegou'".

A publicação já passa das 35 mil visualizações, incluindo o da jornalista Tia Má, que comentou: "Uma das formas de nos matar é assegurando a nossa invisibilidade! Por isso, nós, pessoas das religiões de matriz africana, temos a obrigação de problematizar! Isso não é bobagem, é genocídio!". 

Em um post publicado em seu perfil pessoal na tarde desta terça-feira (6), Xanddy negou as acusações e lamentou o fato de pessoas que não o conhecem intimamente estarem "reduzindo o meu caráter de forma irresponsável e tóxica". "Eu respeito e amo o ser humano seja ele católico, espírita, umbandista, candomblecista, judeus, budistas, evangélico... Acima de tudo procuro respeitar a história, particularidade e trajetória de todos, aprendendo a cada dia", escreveu. 

O cantor ainda se desculpou com aqueles que porventura tenham se sentido ofendidos com o caso. "De qualquer forma, peço perdão se ofendi alguém. Do fundo do meu coração, acreditem, não houve intenção de machucá-los. Que Deus abençoe a todos!!!".

Cantores como Tonny Salles e Lincoln Senna comemoraram a atitude do colega. "Vc é um exemplo de pessoa meu irmão, e quem te conhece sabe bem disso. Fique em paz e receba nosso carinho. ????", disse o primeiro.  "Vc é em Gentleman professor ???????? Até em momentos desafiadores, vc destriibuiu flores", reforçou Lincoln. (Fonte: correio24horas/Foto: Reprodução Internet)


Avião com equipe da cantora Pink pega fogo após pouso de emergência

por Milena Pacheco 7 de Agosto de 2019 às 09:52
categoria: Susto

Aeronave tinha saído da Noruega após show e aterrissou na Dinamarca

Um avião particular que transportava a equipe da cantora norte-americana Pink fez um pouso de emergência no aeroporto de Aarhus, na Dinamarca, e pegou fogo após a aterrissagem. A cantora não se encontrava no avião.

 

A aeronave havia partido de Oslo, na Noruega, depois da atuação da cantora, e tinha como destino o local onde ocorreu o acidente, nessa segunda-feira.

No avião encontravam-se cerca de dez pessoas, incluindo o manager da artista, mas todos saíram sem ferimentos. As causas do acidente ainda são investigadas. (Fonte: correio24horas/Foto: Reprodução Internet)


Com seis anos de hiato no lançamento de álbum, o retorno de Marcelo Jeneci

por Milena Pacheco 7 de Agosto de 2019 às 09:39
categoria: Música

Um homem sentando na areia em volta de algumas pedras e com uma cumbuca na cabeça foi a imagem escolhida para ilustrar a capa do novo álbum de Marcelo Jeneci, Guaia. A escolha é um forte símbolo das origens do compositor e combina perfeitamente com o tom do novo trabalho, perpassado de lirismo. Com Mana Bernardes assinando a capa do CD, produção por Pedro Bernardes, além de Jeneci e Lux Ferreira como os coprodutores, o disco marca a volta do cantor, após seis anos sem lançar álbuns.

 

 

Com De Graça (2013), último lançamento antes de Guaia, o músico foi indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira e emplacou sucessos com os hits Nada a ver, Julieta, O melhor da vida e Um de nós. Agora, com Guaia, ele volta com o assunto do qual fala com mais propriedade: a própria vida. Transmite, pela música, as vivências divididas entre São Paulo e Pernambuco, além da necessidade de prestar atenção ao redor e à Terra. “Trago na alquimia desse álbum a rua onde cresci, o agreste de Pernambuco e a grande metrópole, que se fundiram em mim”, conta Marcelo Jeneci.

Em Guaia, o artista segue explorando a multiplicidade de instrumentos e reverbera o lado músico do cantor e compositor. Em meio ao piano, à sanfona, e ao violão, ele explora os instrumentos para enfatizar as emoções do outro lado da linha, o ouvinte. “Eu sinto que a busca pela canção que, para muitos, se resume a melodia e letra, para mim, ela vai tridimensionalmente para todos os elementos que compõem o fonograma. Essa multiplicidade sonora é bem escolhida para ampliar alguns elementos que a letra já traz”, pontua o cantor e compositor.

Experiência

As participações ficaram restritas a uma única voz, a de Maya. Com apenas 19 anos, a cantora é dona de uma voz doce e extremamente bonita. Marcelo e Maia dividem a faixa Vem vem, que nada mais é, segundo Jeneci, que a sedução tropical com consciência do território do outro. Sobre a experiência, o cantor conta: “Conheci Maya no estúdio, ela estava lançando uma música, eu adorei. Achei-a de uma potência, ela é incrível canta de um jeito muito gigante e especial. É uma voz do Brasil”.

No atual momento político e social, o compositor reforça a importância das comunidades indígenas para a preservação ambiental e territorial na faixa inicial do álbum, intitulada Emergencial. Embalada pelo canto de uma integrante da tribo Iauanauá, logo após é enfatizada a questão com o trecho: “É emergencial a gente se conectar com a terra”, a frase é frequentemente falada por Mana Bernardes, par do cantor. “A questão indígena é uma questão do planeta, planetária, os índios são os guardiões do mundo e a gente precisa falar disso”, afirma Jeneci.

O Nordeste também é temática, aliás foi em Pernambuco que Marcelo Jeneci passou boa parte da vida. “São fragmentos e arquétipos que compõem a pessoa que eu sou. Eu sou um tanto do agreste de Pernambuco, porque eu fui criado lá”, conta. Estas partículas são evidências em Oxente, música composta com Chico César, que envolta pela sanfona, passeia pelo baião.

Para a produção do disco, Marcelo Jeneci ficou cerca de um ano trabalhando no disco. Sempre junto dos parceiros Pedro Bernardes e Lux Ferreira, com quem o cantor pretende trabalhar mais algumas vezes. “Eu entrei no território de entrega máxima e isso passou a me dominar, não tinha espaço para distração. A inspiração é todo o momento presente, é dos encontros, das relações com as pessoas que trabalharam no disco, na alquimia das relações e dos sons”, relembra Jeneci. (Fonte: diariodepernambuco/viver/Foto: Reprodução/Facebook)


Longe de Hollywood há cinco anos, Cameron Diaz se diz completa: “Não sinto falta de atuar”

por Milena Pacheco 7 de Agosto de 2019 às 09:28
categoria: Internacional

 

Foto: Reprodução

Cameron Diaz, famosa por suas atuações em O Máscara, As Panteras e diversos outras produções, escreveu uma carta aberta à inStyle norte-americana e falou sobre o seu afastamento do mundo artístico. “Eu dei mais da metade da minha vida para o público, e sinto que tudo bem ter tempo agora para me reorganizar e escolher como eu quero voltar [para o mundo do cinema]. Se eu decidir. Eu não sinto falta de atuar”, disparou ela, que ainda relembrou boa parte de sua carreira no texto.

“Me sinto realizada com as aventuras que busquei em minha vida. Os meados dos anos 90 nunca mais existirão. Sou muito grata por ter testemunhado e participado de tudo isso”, disse Diaz, achando engraçado o fato de ninguém saber o que ela faz na atualidade. “Meu tempo é todo meu. Não estou vendendo nenhum filme, não estou vendendo nada e não preciso dar nada a ninguém. Estou apenas vivendo a minha vida”, completou.

Aos 47 anos, ela agradece ao entretimento e se diz uma mulher realizada profissionalmente. “Eu tenho algumas coisas em vigor, mas ainda é cedo para falar sobre elas. No geral, me sinto sortuda por estar no mundo [do entretenimento] e tê-lo explorado quando ainda era um lugar diferente. Foi um privilégio real. Sou grata por tudo o que tenho. Eu só quero construir amizades melhores e mais fortes com as pessoas que estão comigo”, finalizou ela, mencionado o marido, Benji Madden. 


Camila Pitanga estreia no Superbonita e quer romper padrões de beleza

por Milena Pacheco 6 de Agosto de 2019 às 16:21
categoria: Televisão

A atriz Camila Pitanga estreia na apresentação do Superbonita nesta quarta-feira (7), às 23h, no canal GNT. A primeira convidada é a jornalista e comentarista Andréia Sadi. Elas vão discutir o tema Vida Sem Rotina, com o objetivo de enfatizar "a importância sobre 

Sobre a proposta do programa, Camila esclarece que "o Superbonita não está a fim de ditar nenhuma regra". "Ele quer criar um painel de comportamentos para mostrar que toda mulher pode ser como quiser, gostar de si e de se respeitar", avisa. Assim, a atriz segue a linha de suas antecessoras, Taís Araújo e Karol Conká; a última comandou a atração entre 2017 e 2018.

Outra mudança é que o programa deixa de ser uma competição entre maquiadores, como foi nas duas últimas temporadas, e volta a ter um formato que valoriza entrevistas. Pitanga conversa com famosas e anônimas, que falam sobre as suas transformações e compartilham dicas de maquiagem, beleza e autocuidado.

As atrizes Mariana Xavier e Luana Xavier, e a youtuber Gabi Oliveira, do canal DePretas, são algumas das entrevistadas. Sasha Meneghel, Letícia Colin, Ludmilla, Julia Lemmertz, Débora Nascimento são alguns dos outros nomes confirmados.

"Ainda que a cada programa, as convidadas tenham caminhadas bem diferentes, uma fala comum a todas é como é importante as mulheres se amarem e não carem presas em função de algum tipo de padrão", explica Pitanga. Entre os temas, estão menstruação, sono e maturidade. (Fonte: Correio24horas/Foto: Reprodução)


Manno Goés chama Ricardo Chaves de 'medíocre': 'Deu rasteira em todos'

por Milena Pacheco 6 de Agosto de 2019 às 16:15
categoria: Barraco

O músico Manno Goés resolveu proferir algumas ofensas ao ex-parceiro Ricardo Chaves neste final de semana. Os ataques tiveram início em uma foto em que o atual integrante do projeto Mudei de Nome aparece ao lado de Durval Lelys. O registro foi publicado pelo colunista Osmar Marrom.

 

"Ricardo Chaves é o maior bunda mole da música baiana! Um medíocre que deu rasteira em todos que o ajudaram. De talento discutível e puxa-saco indiscutível. Em resumo: um bosta", comentou.

Representantes do Axé, Manno e Ricardo estivaram juntos no Alavontê entre os anos de 2013 e 2016, época em que o ex-integrante da banda Jammil e Uma Noites alega ter sido expulso do conjunto por questões políticas, especialmente pelas críticas que fazia ao prefeito ACM Neto na "luta" pelos direitos autorais.

Ele chegou a declarar que os músicos do grupo tinham medo de não serem mais contratados pela prefeitura de Salvador por causa dos ataques. Em 2018, Chaves comentou a briga que travava com o ex-amigo na Justiça por conta da marca "Alavontê". (Fonte: bahianotícias/holofotes/