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Haddad critica o adversário por suposto esquema de divulgação de notícias contra o PT

por Gabriela Canário 19 de Outubro de 2018 às 15:54
categoria: Eleições 2018

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, teve vários compromissos nesta quinta-feira (18), em São Paulo, entregou ao Tribunal Superior Eleitoral uma nova versão do programa de governo - que exclui a proposta de uma nova constituinte - e criticou o adversário, Jair Bolsonaro(PSL).

O PT entrou na Justiça pedindo a inelegibilidade de Bolsonaro por suposto esquema de divulgação de notícias contra o PT nas mídias sociais.

Pela manhã, Fernando Haddad, deu uma entrevista para a rádio Tupi do Rio de Janeiro e falou sobre geração de emprego.

"Nós já temos um plano emergencial de emprego estabelecido, retomada de obra, tem muita obra parada no Rio. Nós vamos retomar para gerar empregos, inclusive investimentos da Petrobras no polo naval do Rio de Janeiro, eu tenho ido ao Rio de Janeiro e visto com tristeza todos os estaleiros fechados. Retomar Minha Casa, Minha Vida que gera muito emprego, baixar imposto de que quem ganha pouco, vamos zerar o Imposto de Renda de quem ganha até cinco salários mínimos e vamos baixar os juros bancários", afirmou.

Ainda pela manhã, o candidato do PT teve um encontro com advogados e juristas num hotel de São Paulo. Eles entregaram um manifesto com mais de 1.500 assinaturas pedindo a continuidade do regime democrático.

"Quem lutou pela democracia no Brasil foram os juristas democráticos. Goste-se ou não das acardas da PUC, a gente sabe que foram nessas instituições que várias piras foram acesas em nome da liberdade. Várias", afirmou.

Fernando Haddad entregou na terça-feira ao TSE uma nova versão do programa de governo. É a terceira desde o pedido de registro da candidatura do PT, ainda com o nome do ex-presidente Lula.

A versão anterior propunha uma nova assembleia constituinte. Isso foi retirado. Também houve mudança no item sobre o Supremo e outros tribunais superiores. Antes, o programa defendia instituir tempo de mandato para os juízes Agora, fala só em debater o tema.

Onde antes eram citadas "políticas de promoção da orientação sexual e identidade de gênero", agora aparecem "políticas de combate à discriminação em função da orientação sexual e identidade de gênero". Por fim, houve alteração no trecho sobre a política para as drogas. A versão anterior pregava a necessidade de olhar para experiências internacionais que colhem resultados positivos com a descriminalização e a regulação do comércio. A atual apenas cita experiências internacionais, sem usar a palavra descriminalização.

O PT entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral pedindo a inelegibilidade de Bolsonaro em decorrência de suposto esquema de divulgação de notícias contra o partido, que teria sido pago por empresários.

Os advogados do PT entendem que houve abuso de poder econômico e uso indevido do WhatsApp. O partido se baseou em reportagem do jornal "Folha de S.Paulo", publicada nesta quinta-feira, segundo a qual empresários pagaram pelo impulsionamento em massa de mensagens contra o PT e preparam uma grande operação para a reta final do segundo turno.

"Por meio de caixa dois eles resolveram financiar uma campanha de difamação, de inverdades a meu respeito. O fato é que estamos diante de uma tentativa de fraude eleitoral. E eu fico perplexo de ver que o pressuposto dessa campanha foi liquidar a eleição no primeiro turno para que as notícias de hoje não viessem à tona", declarou Fernando Haddad.

O candidato também se reuniu com organizações de defesa dos animais, que pediram a criação de uma secretaria nacional para combater os maus tratos aos bichos. Haddad disse que é simpático à ideia.

Depois, o candidato do PT se reuniu com um grupo de intelectuais. Em uma carta, eles pediram que Haddad convide adversários do primeiro turno - comprometidos com a democracia - como Ciro Gomes, Geraldo Alckmin, João Amoêdo e Marina Silva - para formar uma coligação eleitoral e, em caso de vitória, um governo de coalizão.

Haddad respondeu que está em contato com personalidades para ocupar cargos públicos, se ganhar a eleição. Disse que está aberto à ideia de um governo de unidade nacional, comprometido com mais liberdade, democracia e justiça social.

"É um pacto pela governabilidade, um pacto pela democracia, um pacto para levar mais direitos para as pessoas e é um pacto, e esse eu faço questao de frisar, por um governo amplo, um governo que realmente responda a nacionalidade do país, isolando essas forças retrogradas que ameaçam hoje o estado democrático de direito, o estado social que nós a duríssimas penas conseguimos concretizar de alguma maneira", afirmou Haddad.

O que diz o PSL

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, declarou que a campanha de Jair Bolsonaro nunca contratou empresas para fazer qualquer tipo de impulsionamento de publicações em redes sociais Bebianno disse que o crescimento nas redes sociais é orgânico porque, segundo ele, Bolsonaro tem um diálogo direto e verdadeiro com a população.

Bebianno disse, ainda, que todas as doações, tanto para a campanha quanto para o partido, foram de acordo com a legislação.

O presidente do PSL classificou as declarações de Fernando Haddad como "um sinal claro de profundo desespero de quem vai perder a eleição". E disse que Haddad certamente será processado.

G1


Jair Bolsonaro afirma que não vai a debates no segundo turno

por Gabriela Canário 19 de Outubro de 2018 às 15:51
categoria: Eleições 2018

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, disse no fim da tarde desta quinta-feira (18) que não vai a debates marcados para o segundo turno das eleições. A informação foi reforçada pelo presidente do PSL, Gustavo Bebianno.

Os dois deram entrevistas após o candidato passar por uma reavaliação médica, para ver como está a recuperação após a facada que levou durante ato de campanha em Juiz de Fora, em 6 de setembro. Pela manhã, os médicos Antonio Luiz Macedo e Leandro Echenique, ouvidos pela TV Globo, disseram em mensagem que o comparecimento de Bolsonaro a debates dependia dele. Ou seja, do ponto de vista clínico, o candidato estaria liberado.

“Segundo fui informado tenho restrições, eu poderia me submeter a uma aventura, de participar de um debate, de duas ou três horas, mas poderia ter uma consequência péssima para minha saúde. Então, levando-se em conta a restrição, levando-se em conta a minha saúde e a gravidade do que ocorreu, a tendência minha é não participar do debate”, disse Bolsonaro à TV Globo, antes de confirmar que a decisão dele e de familiares é a de que ele não participe.

Bebianno reforçou a ausência de Bolsonaro nos debates com o candidato do PT, Fernando Haddad.

"Essa situação da colostomia é muito complicada e impede que ele seja submetido a estresse. Ele não tem obrigação de comparecer. Não vai comparecer”, afirmou o presidente do PSL.

De acordo com Bebianno, a intenção é também não fazer campanha na rua.

"Ele continua com a colostomia do lado direito do seu abdômen. Quando é feita do seu lado esquerdo, o paciente tem um controle do seu fluxo digestivo, ao passo que do lado direito, não. Como não há esse controle aquela bolsinha pode se encher rapidamente, pode haver um acidente. Pode estourar, como já aconteceu, então, apesar da melhora que ele vem tendo o seu estado é de desconforto", explicou.

G1


Advogado e mais dois homens são presos por tentar extorquir deputado Roberto Carlos

por Gabriela Canário 19 de Outubro de 2018 às 14:45
categoria: Polêmica

A Polícia Civil prendeu na noite desta quarta-feira (18) o advogado do deputado estadual Roberto Carlos (PDT), Idenilton dos Santos, e outras duas pessoas suspeitas de tentar extorquir o parlamentar. Segundo informações da RecordTV Bahia, os homens, identificados como André Paulo Soledade Dias e Felipe de Jesus Menezes, foram presos no Salvador Shopping.

O Bahia Notícias entrou em contato com a assessoria de comunicação da Polícia Civil para confirmar o caso, mas foi informado de que informações sobre as prisões ainda estão sendo levantadas. 

Ainda de acordo com a emissora, os três tentaram extorquir R$ 300 mil do pedetista. O advogado usava André e Felipe, que trabalharam na campanha eleitoral de reeleição do deputado, para coagi-lo. Inicialmente, eles pediram os R$ 300 mil, mas depois reduziram o valor para R$ 7 mil. O montante seria entregue nesta quarta, no shopping, onde os dois foram presos. Eles ameaçavam denunciar supostas irregularidades em contratos realizados pelo deputado.

Ainda conforme a emissora, os dois homens estão na 1ª Delegacia, enquanto o advogado está na Coordenadoria de Polícia Interestadual (Polinter).

Correio da Bahia 


Decisão Judicial mantém atual direção à frente do Sindsemp até realização de novo pleito

por Gabriela Canário 19 de Outubro de 2018 às 08:30
categoria: Polêmica

Por meio de uma decisão liminar proferida ontem, dia 18, o Juiz Drº Carlos Fernando Arias acatou o pedido formulado pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina e determinou a manutenção da atual gestão que é presidida por Walber Lins. Na decisão, o magistrado afirmou que “a atual Direção teve todas as suas contas aprovadas […] inexistindo, neste momento, qualquer indicativo de que sua nomeação provisória trará mácula à administração Sindical ou aos interesses envolvidos, pelo contrário, assegurará os interesses dos sindicalizados neste período de turbulência”.

Na Semana passada, o Conselho Fiscal do Sindicato passou a administrar a entidade, após o fim da gestão da atual diretoria. O presidente Walber Lins disse que esta foi uma “atitude individual a isolada” de um membro, que entrou com ações que, segundo ele, prejudicam o Servidor, como o bloqueio de cheques, junto aos bancos, que seriam para o pagamento, por exemplo, do plano de saúde dos trabalhadores, num valor de cerca de 1 milhão de reais. “Eles não assumiram, eles obstruíram os trabalhos do Sindicato buscando estabelecer essa situação de travar sem se importar com o servidor”, acusou Walbe, que é ainda candidato à reeleição. 

A direção informou ainda que já adotou todas as providências cabíveis visando responsabilizar “aqueles que, de forma leviana, e completamente ilegal, cometeram dentre outros, o crime de invasão de estabelecimento comercial […] e promoverá todas as ações cíveis e criminais necessárias para responsabilizá-los pelos atos absurdos e ilegais praticados no intuito de impedir ou embaraçar o curso normal do trabalho e o regular desempenho das atividades desenvolvidas”.

Entenda o caso

O imbróglio envolvendo a administração do Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina começou após a anulação do pleito referente ao triênio 2018/2021, após acusações de “inconsistências encontradas nas urnas”. Uma audiência deve acontecer no dia 13 de dezembro, mas ainda não há data para a realização de uma nova eleição. Com o fim do mandato da atual presidência, membros do Conselho Fiscal tentaram assumir a Direção do Sindicato.


PF faz operação contra esquema de fraudes em instituto de previdência em PE

por Gabriela Canário 19 de Outubro de 2018 às 08:25
categoria: Corrupção

Polícia Federal em Pernambucodesencadeou uma operação contra um esquema de fraudes em um instituto de previdência dos servidores de um município da Região Metropolitana do Recife, nesta sexta-feira (19). Segundo a PF, houve uma mudança na carteira de investimento do instituto a mando do prefeito, o que coloca em risco o pagamento futuro de aposentadorias.

As investigações começaram em março deste ano e apontam que mais de R$ 90 milhões do instituto, que estavam investidos em instituições sólidas, foram transferidos para fundos compostos por ativos "podres" - ou seja, sem lastro e com grande probabilidade de inadimplência futura, colocando em risco o pagamento da aposentadoria dos servidores do município, segundo a PF.

Os investigadores encontraram indícios de que a alteração na carteira de investimentos do Instituto de Previdência foi feita a mando do prefeito do município em razão do oferecimento de vantagem indevida.

Foram emitidos 22 mandados de prisão, sendo dez preventivas e outras 12 temporárias, e outros 42 de busca e apreensão para a Operação Abismo. As equipes cumprem mandados em Pernambuco e também no Rio de JaneiroSão PauloParaíbaDistrito FederalGoiás e Santa Catarina.

Segundo a Polícia Federal, os mandados de prisão são para empresários, lobistas, advogados, políticos, religiosos e outras pessoas que participariam do esquema criminoso. As medidas foram determinadas pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores depositados em contas em nome dos investigados.

Os nomes não foram divulgados devido ao sigilo das investigações, segundo a PF. Entre os crimes atribuidos aos envolvidos estão lavagem de dinheiro, associação criminosa, crimes financeiros, corrupção ativa e passiva, cujas penas ultrapassam os 30 anos de reclusão.

Os presos serão levados até a sede da Polícia Federal onde serão interrogados e logo em seguida irão ser encaminhados para os respectivos sistemas prisionais. Os presos de outros estados ficarão reclusos em sistemas prisionais de seus estados onde ficarão à disposição do Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

Mandados

Para Pernambuco, foram emitidos 18 mandados de busca e apreensão, dois de prisão temporária e quatro de prisão privisória nos municípios do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, e Salgueiro, no Sertão.

Em São Paulo, os mandados doram emitdos para Jundiaí e Guariba, sendo dez de busca, um de prisão temporária e outros cinco de prisão provisória. No Rio de Janeiro, os dez de busca e apreensão são para capital e há ainda seis de prisão temporária e um de prisão provisória.

G1


Diferença entre Bolsonaro e Haddad é menor entre mais pobres, mulheres e menos estudados

por Gabriela Canário 19 de Outubro de 2018 às 07:56
categoria: Eleições 2018

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta (18) apurou os percentuais de intenção de voto para o segundo turno da eleição para presidente da República entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Veja os números do levantamento por segmentos de sexo, idade, escolaridade, renda, região e religião.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S. Paulo". O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Antes do resultado por segmentos, vamos aos números totais:

Datafolha - 18 de outubro - evolução dos votos totais na eleição para presidente no 2º turno — Foto: Arte/G1

Datafolha - 18 de outubro - evolução dos votos totais na eleição para presidente no 2º turno — Foto: Arte/G1

 

Resultados da pesquisa por segmento

 

 

Sexo

 

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: masculino — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: masculino — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: feminino — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: feminino — Foto: Arte/G1

 

Idade

 

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 16 a 24 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 16 a 24 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 25 a 34 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 25 a 34 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 35 a 44 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 35 a 44 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 45 a 59 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 45 a 59 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 60 anos ou mais — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 60 anos ou mais — Foto: Arte/G1

 

Escolaridade

 

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: fundamental — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: fundamental — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: médio — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: médio — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: superior — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: superior — Foto: Arte/G1

 

Renda familiar (em salários mínimos)

 

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: até 2 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: até 2 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 2 a 5 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 2 a 5 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 5 a 10 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 5 a 10 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: mais de 10 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: mais de 10 salários — Foto: Arte/G1

 

Região

 

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sudeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sudeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sul — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sul — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Nordeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Nordeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Centro-Oeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Centro-Oeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Norte — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Norte — Foto: Arte/G1

 

Religião

 

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: católica — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: católica — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: evangélica — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: evangélica — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: espírita — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: espírita — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: umbanda, candomblé e outras religiões afro-brasileiras — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: umbanda, candomblé e outras religiões afro-brasileiras — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: agnóstico — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 18 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: agnóstico — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: ateu / não acredita em Deus — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: ateu / não acredita em Deus — Foto: Arte/G1

Sobre a pesquisa


  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

  • Entrevistados: 9.137 eleitores em 341 municípios

  • Quando a pesquisa foi feita: 17 e 18 de outubro

  • Registro no TSE: BR-07528/2018

  • Nível de confiança: 95%

  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"


PT pede ao TSE para declarar Jair Bolsonaro inelegível por oito anos

por Gabriela Canário 19 de Outubro de 2018 às 07:53
categoria: Eleições 2018

PT pediu nesta quinta-feira (18) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para declarar o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, inelegível por oito anos.

O pedido foi apresentado em razão de reportagem do jornal "Folha de S.Paulo" que relata casos de empresas apoiadoras de Bolsonaro que supostamente compraram pacotes de disparo de mensagens contra o PT por meio do WhatsApp. Bolsonaro nega irregularidades (leia mais abaixo).

Essa prática, em tese, pode ser ilegal, caso seja considerada pela Justiça doação de campanha feita por empresas. Desde 2015, empresas estão proibidas de fazer doação eleitoral.

Segundo o jornal, as empresas apoiadoras de Bolsonaro compram um serviço chamado "disparo em massa" usando a base de usuários do candidato do PSL ou bases vendidas por agências de estratégia digital.

O uso de bases de terceiros pode ser considerado ilegal, já que a lei permite apenas o uso de listas de apoiadores do próprio candidato (nos casos de números cedidos de forma voluntária).

Além da inelegibilidade de Bolsonaro, a coligação encabeçada pelo PT também pede a quebra dos sigilos bancário, telefônico e telemático das empresas e dos empresários mencionados na reportagem.

O que argumenta o PT

Para o PT, a conduta dos empresários configura propaganda eleitoral ilegal a favor de Bolsonaro e se enquadra no crime de abuso de poder econômico por parte da campanha. Na prática, argumenta a legenda, os fatos relatados pelo jornal nesta quinta-feira demonstram doação de pessoa jurídica, proibida pelo Supremo Tribunal Federal.

"O presente caso trata do abuso de poder econômico e uso indevido dos veículos e meios de comunicação digital perpetrados pelos representados, uma vez que estariam beneficiando-se diretamente da contratação de empresas de disparos de mensagens em massa, configurando condutas vedadas pela legislação eleitoral", diz o partido.

O PT também argumentou ao TSE que o caráter eleitoral dos fatos narrados é "evidente" e demonstra "potencial suficiente a comprometer o equilíbrio do pleito eleitoral de 2018".

Ainda no pedido ao TSE, o PT argumenta ser "notório" que a campanha de Bolsonaro se aproveita de "mentiras" disseminadas nas redes sociais, principalmente porque os principais alvos do conteúdo falso são os candidatos da coligação de Haddad.

"A sistematização das fake news, ao que se aponta, parece estar claramente voltada ao favorecimento dos noticiados, o que faz surgir a preocupação acerca da autoria e responsabilidade de quem está produzindo tais materiais", afirmou o partido na ação.

Para o PT, é de conhecimento público que a atuação do Poder Judiciário nos aplicativos é um desafio. Isso porque os dados dos divulgadores de conteúdo falso se perdem "dentro de mensagens protegidas por criptografia", tornando os responsáveis "anônimos".

Bolsonaro e PSL contestam

Antes, pelo Twitter, Bolsonaro afirmou: "Apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita. Sempre fizeram política comprando consciências. Um dos ex-filiados de seu partido de apoio, o PSOL, tentou nos assassinar. Somos a ameaça aos maiores corruptos da história do Brasil. Juntos resgataremos nosso país!"

Segundo ele, o PT não está sendo prejudicado por fake news, mas pela "verdade".

Ao site Antagonista, Bolsonaro disse não ter controle sobre o que empresários apoiadores dele fazem.

"Eu não tenho controle se tem empresário simpático a mim fazendo isso. Eu sei que fere a legislação. Mas eu não tenho controle, não tenho como saber e tomar providência. Pode ser gente até ligada à esquerda que diz que está comigo para tentar complicar a minha vida me denunciando por abuso de poder econômico", declarou Bolsonaro.

"Roubaram o dinheiro da população, foram presos, afrontaram a justiça, desrespeitaram as famílias e mergulharam o país na violência e no caos. Os brasileiros sentiram tudo isso na pele, não tem mais como enganá-los!", escreveu.

O presidente do PSL, partido de Bolsonaro, Gustavo Bebianno, negou qualquer iniciativa do gênero, isentou a legenda e disse que o candidato do PT, Fernando Haddad, terá que provar a acusação. De acordo com Bebianno, a história é "ridícula". "Não faz parte de nossa política. Nunca fizemos qualquer tipo de impulsionamento. Nossa campanha é orgânica. Voluntários do Brasil inteiro".

Gustavo Bebianno disse ser impossível controlar as mensagens diretas. "Impossível você controlar o uso que as pessoas fazem de suas redes sociais", declarou.

Segundo ele, o PSL gastou R$ 600 mil na campanha eleitoral, arrecadados através de plataformas digitais. E que não tem qualquer controle sobre o que as pessoas publicam nas redes sociais.

Bebianno não se referiu à reportagem publicada no jornal. Disse que a acusação do PT é grave e que o partido entrará com uma ação contra Fernando Haddad.

"Certamente, ele será processado. O senhor Haddad está absolutamente desesperado porque vai perder a eleição. É uma facção criminosa travestida de partido político. Agora, o Partido dos Trabalhadores falar em mentira, fake news, falar em compra, gastando milhões para manipular a opinião pública. Quem sempre fez isso foi o PT.”

Haddad na Rádio Globo; Bolsonaro no Facebook

Numa transmissão ao vivo no Facebook, na noite desta quinta-feira, Bolsonaro afirmou que não há provas de que ele tenha envolvimento com a atitude dos empresários mencionados pela "Folha".

"Me acusam de estar fomentando isso junto a empresários, mas nós não temos necessidade disso. O Haddad, acabo de ler, disse: 'Vamos levar ao conhecimento da Justiça todos os indícios que ele [Bolsonaro] pediu apoio aos empresários'. Essa história de levar indícios não tem prova de nada. [...] Não precisamos de fake news para combater o Haddad. As verdades são mais que suficientes", afirmou.

Em entrevista à Rádio Globo, também na noite desta quinta, Fernando Haddad afirmou que a disseminação de conteúdo falso por empresas no WhatsApp não é liberdade de expressão, mas crime eleitoral.

"Ninguém aqui está pedindo para limitar liberdade de expressão. Nós estamos falando de caixa 2. Isso não é liberdade de expressão. Reunir empresários para bancar uma campanha ilegal não tem nada a ver com liberdade de expressão. É dinheiro ilegal. A própria matéria [do jornal] salienta. Caluniar não é liberdade de expressão [...]. Então, nós não estamos falando de liberdade de expressão. Nós estamos falando de crime eleitoral", declarou o candidato do PT.

PSOL

Também nesta quinta-feira, o PSOL pediu ao Tribunal Superior Eleitoral que, em até 72 horas, determine ao WhatsApp a criação de mecanismos para restringir o compartilhamento de mensagens; o encaminhamento e a transmissão de mensagens; além do tamanho de novos grupos na rede social.

"Todos os atores envolvidos no pleito eleitoral, especialmente os canais por onde circulam as propagandas e discursos dos candidatos, devem primar por fazer um papel cidadão para que as eleições ocorram com a lisura, ética e cidadania necessárias", argumentou o partido.

G1


PT pedirá investigação e cassação da chapa de Bolsonaro ao TSE, afirma Humberto Costa

por Neya Gonçalves 18 de Outubro de 2018 às 15:59
categoria: Eleições 2018

Em reunião com dirigentes e parlamentares eleitos do PT e do PSOL nesta quinta (18), na Casa Marielle Franco (comitê do PSOL), no Derby, o senador reeleito Humberto Costa (PT) comentou sobre uma denúncia publicada pela Folha de S.Paulo de que empresas estariam comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparando uma grande ação para a próxima semana, que antecede o segundo turno. Humberto disse que o partido não só vai pedir investigação ao TSE como também a cassação da chapa do presidenciável do PSL.



A prática denunciada pela reportagem é considerada ilegal, já que se trata de doação de campanha por empresas, o que é proibido por lei, com o agravante de não ter sido declarada. "Isso é muito grave, não somente a contratação de empresas que representa doação não declarada, caixa dois, que está proibido terminantemente nesta campanha, principalmente a questão da participação de empresas na doação para as campanhas eleitorais. Outra questão importante é que está se divulgando a partir desses disparos mentiras e notícias falsas, assim como aconteceu na Inglaterra (Brexit), nos Estados Unidos (Trump), assim como aconteceu em várias outras eleições", disse Humberto.



Segundo o senador, o PT entrará com um pedido formal ainda hoje no TSE, cobrando investigação e também solicitando a impugnação da chapa de Jair Bolonaro (PSL). "Nós estamos entrando hoje no TSE para apuração e investigação e creio até que uma proposta de cassação da chapa desse cidadão que está utilizando esse método", informou. (Folhape)


Bolsonaro volta a admitir que pode faltar a debates por 'estratégia'

por Gabriela Canário 18 de Outubro de 2018 às 15:00
categoria: Eleições 2018

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta quarta-feira (17) que irá aguardar a avaliação dos médicos, marcada para a quinta-feira (18) para decidir se irá participar de debates visando o segundo turno. O presidenciável, contudo, admitiu que pode deixar de comparecer a encontros com candidato Fernando Haddad (PT), mesmo se for liberado pela equipe médica. "Tudo na política é estratégia", declarou.

Ao deixar a sede da Polícia Federal no Centro do Rio, Jair Bolsonaro afirmou que não está fazendo "papel de vítima". 

"Eu levei uma facada, não foi... Não era rinite, igual o Haddad teve e ficou sete dias sem ir (à prefeitura) de São Paulo. Perdi dois litros de sangue, cortou o intestino grosso, fezes se espalharam por todo meu organismo. Fui submetido a uma segunda cirurgia no dia 12, que começou às 9 horas da noite e terminou às 5 horas da manhã. Não foi uma brincadeira. Eu perdi 15 quilos foi um atentado", declarou Bolsonaro.

Depois, ele admitiu que sua eventual ausência também pode passar por uma decisão de campanha. "Vou debater com um poste, com um cara que é um pau mandado do Lula? Tenha santa paciência", disparou. "Tudo na política é estratégia. O Lula não compareceu ao debate, o último da Rede Globo, em 2006 se não me engano. Entra tudo no meio, eu decido em equipe."

Agência Estado 


Saiba mais sobre as propostas de Bolsonaro e Haddad relativas a armas de fogo

por Gabriela Canário 18 de Outubro de 2018 às 14:50
categoria: Eleições 2018

Os dois candidatos à Presidência da República apresentaram propostas sobre posse e controle do comércio de armas de fogo e munição. O que pensam Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) sobre o tema?

Para responder à pergunta, o G1 reuniu propostas e promessas de ambos os presidenciáveis. Elas estão descritas tanto em declarações públicas quanto nos planos de governo enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Confira os projetos, na ordem em que os candidatos aparecem na última pesquisa eleitoral:

Jair Bolsonaro (PSL):

Jair Bolsonaro durante entrevista ao Jornal Nacional — Foto: Reprodução/TV Globo

Jair Bolsonaro durante entrevista ao Jornal Nacional — Foto: Reprodução/TV Globo

O candidato do PSL afirma, no plano de governo, que vai reformular o Estatuto do Desarmamento (veja a íntegra das propostas abaixo). Em declarações públicas, Bolsonaro disse ser a favor da posse de armas de fogo para garantir o direito à legítima defesa a quem chama de “cidadão de bem”.

O presidenciável não especificou no documento ou em suas falas quais mudanças pretende fazer no Estatuto. Mas, em uma transmissão ao vivo no Facebook, defendeu que "cidadão de bem" possa, "com algumas poucas exigências", ter arma em casa.

Atualmente, o Estatuto do Desarmamento permite a compra e, em condições mais restritas, o porte de armas, que é a possibilidade de portá-la fora de casa.

As autorizações são concedidas pela Polícia Federal. As exigências para compra são as seguintes:


  • Ter ao menos 25 anos (igual para porte)

  • Ter ocupação lícita (não precisa para porte)

  • Justificar a "efetiva necessidade" de ter uma arma

  • Não estar respondendo a inquérito policial ou processo criminal

  • Não ter antecedentes criminais nas justiças Federal, Estadual (incluindo juizados), Militar e Eleitoral

  • Comprovar aptidão psicológica e técnica para usar arma de fogo

  • Apresentar foto 3 x 4, cópias autenticadas ou original e cópia de RG e CPF, e comprovante de residência

Algumas profissões, como policiais, agentes penitenciários, juízes, têm regras específicas. As regras para porte incluem uma justificativa específica da necessidade de se andar armado.

Veja as íntegras das propostas:

“Reformular o Estatuto do Desarmamento para garantir o direito do cidadão à LEGÍTIMA DEFESA sua, de seus familiares, de sua propriedade e a de terceiros!” - plano de governo

"Por que eu sempre defendi a posse de arma de fogo? É você, cidadão de bem, com algumas poucas exigências ter uma arma dentro da tua casa, do teu apartamento, da tua chácara, da tua fazenda. Isso chama posse de arma de fogo, é você poder reagir. Não só o MTST [Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto], bem como ao MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra], bem como a tentativa de invasão de qualquer outra pessoa, não interessa quem seja essa pessoa. O cara forçou a porta da tua casa, derrubou a porteira da tua fazenda, você tem o direito de reagir, por isso, eu defendo arma de fogo para o cidadão de bem. Isso repito, é posse de arma de fogo, não é porte." - Live no Facebook, 14/10.

"Quero dar posse de arma de fogo para o cidadão de bem, o porte, obviamente, com algum critério." - Entrevista à Bandeirantes, 28/9.

"Pretendo sim, no que depender de mim, pois isso passa pelo parlamento, fazer com que todo cidadão de bom, homem ou mulher, caso queiram ter uma arma dentro de casa, cumprindo alguns critérios, possam tê-la. Quanto ao porte, ele não pode ser tão rígido como temos no momento" - entrevista à Rede TV, 11/10.

Fernando Haddad (PT):

Haddad dá entrevista ao JN — Foto: Reprodução/TV Globo

Haddad dá entrevista ao JN — Foto: Reprodução/TV Globo

O candidato petista fala em manter o Estatuto do Desarmamento nos termos em que ele vigora, conforme o plano de governo (veja a íntegra da proposta abaixo), e não fez nenhuma sinalização no sentido de facilitar a posse ou o porte de armas.

A principal proposta do candidato sobre o assunto é reforçar o rastreamento das armas “por meio de rigorosa marcação”.

Essa marcação já é obrigatória atualmente. O artigo 23 do Estatuto do Desarmamento estabelece que os fabricantes devem incluir dispositivos de identificação tanto no corpo da arma quanto nos projéteis e nas embalagens. A legislação pune quem suprime, adultera ou raspa a identificação.

A existência desse tipo de marcação é que permitiu, por exemplo, saber que balas de um lote que havia sido vendido para a Polícia Federal foram usadas no assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, em março deste ano um assalto aos Correios na Paraíba no ano passado, e em uma chacina na Grande São Paulo em 2015.

Veja a íntegra da proposta:

“Nesse contexto, a política de controle de armas e munições deve ser aprimorada, reforçando seu rastreamento, por meio de rigorosa marcação, nos termos do Estatuto do Desarmamento. A redução da violência causada pelo uso de arma de fogo passa por utilizar inteligência acumulada para retirar armas ilegais de circulação e represar o tráfico nacional e internacional” – plano de governo.

. Veja a íntegra do programa de Haddad

Estatuto do Desarmamento

Sancionado como lei federal em 2003, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o estatuto limita a circulação e o porte de armas de fogo e munição. À época, uma intensa campanha nos meios de comunicação pedia que proprietários de armas as entregassem em postos específicos de recolhimento.

A lei previa a possibilidade de proibição da venda de armas e munições no país, exceto para profissões especificadas, caso a população a aprovasse a medida em referendo. Na consulta popular, realizada em 2005, a maioria dos eleitores disse não à proibição.

Com a rejeição, a compra e o porte de armas seguem autorizados no Brasil sob determinadas circunstâncias.

Há propostas em tramitação no Congresso que visam a flexibilizar as exigências. Em novembro do ano passado, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou um projeto que autoriza moradores de área rural que tiverem bons antecedentes a terem arma. Outro, prevendo regras semelhantes, foi aprovado na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Nenhum dos dois foi aprovado ou rejeitado definitivamente.

Há também em tramitação um projeto de nova consulta popular sobre a revogação do Estatuto do Desarmamento, relatado pelo senador Sérgio Petecão (PSD-AC), reeleito para a próxima legislatura.

Armas apreendidas

Apesar da existência do Estatuto do Desarmamento, dezenas de milhares de armas são apreendidas todos os anos no Brasil. Nos últimos dois anos, esse número foi superior a 100 mil.

Os dados são do Anuário de Segurança Pública, que compila dados das polícias de todos os estados do país e é utilizado como dado oficial, já que o governo federal ainda não tem uma base de informações nacional.

Armas apreendidas no Brasil
























Ano
2014 108.888
2015 97.528
2016 118.289
2017 119.484

Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública