asdasdasdasd

Deputado Federal de PE Betinho Gomes não apoiará Fernando Bezerra Coelho nas eleições de 2018

por Redação Nossa Voz 22 de Setembro de 2017 às 08:41



O deputado federal Betinho Gomes (PSDB-PE) esteve em Petrolina na última semana e concedeu entrevista exclusiva à redação do Nossa Voz. Ele comentou a respeito da saída do senador da República, Fernando Bezerra Coelho, do PSB. “A saída dele é um abalo no governo Paulo Câmara e causa estragos. Acho que é um assunto preocupante para o governo, mas é preciso aguardar o desdobramento e a posição do PMDB porque o Jarbas Vasconcelos já mostrou que quer o controle do partido em Pernambuco”, destacou.

Apesar de admitir o poder e influência de Fernando Bezerra Coelho, o deputado tem outro nome para apoiar nas eleições de 2018. Ele acredita que o partido dele, o PSDB, tem uma base forte para lançar um governador, e que não vai ficar refém das forças políticas que vem monopolizando a administração do estado. “As forças de oposição precisam se organizar. Eu tenho defendido que o meu partido, a partir da base que tem, temos a ousadia de lançar um candidato a governador. Não vamos ficar reféns das mesmas politicas de sempre que se alternam no governo de Pernambuco. Por isso estamos fazendo esse debate”, enfatizou.

Ele acrescenta que é preciso apresentar algo novo para o estado e que apoiará o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes para o governo de Pernambuco.


Ronaldo Silva rebate Paulo Valgueiro sobre aprovação prévia das emendas pelo executivo: 'não queira aparecer'

por Redação Nossa Voz 14 de Setembro de 2017 às 07:52

Durante a sessão da última terça-feira (12), o líder da oposição, Paulo Valgueiro (PMDB) voltou a criticar a postura dos vereadores da situação e fez a grave denúncia de que os parlamentares teriam levado as emendas para aprovação prévia do prefeito Miguel Coelho, ferindo a autonomia do Poder Legislativo.

“É uma discussão inócua porque tem maioria, o governo tem maioria e todo projeto que vier passa do jeito que vier, não tem nem discussão. As nossas emendas inclusive foram levadas para o gabinete do prefeito Miguel Coelho para saber se deviam ou não serem aprovadas. É assim que é o Novo Tempo. Então essa discussão toda aqui é desnecessária”, disparou.

Em entrevista ao programa Nossa Voz, por telefone, o vereador e presidente da comissão de finanças da Casa Plínio Amorim, Ronaldo Silva (PSDB), rebateu o oposicionista dizendo que ele tem o interesse de causar um desconforto entre a bancada de situação e a população. “Eu não posso me calar numa hora dessas. Não costumo trabalhar fazendo politicagem dessa forma. Eu acho isso uma deselegância do vereador Paulo Valgueiro. Quem perde vai para a oposição e quem ganha vai governar”, disparou.

O assunto já rendeu várias bate bocas dentro da Câmara de Vereadores e a bancada de situação sempre defendeu que não existem orientações do poder executivo quanto às emendas que tramitam na Casa. “[Paulo Valgueiro] está faltando com a verdade. Eu não levo as emendas para dentro da Prefeitura. O prefeito sabe trabalhar com as emendas porque ele já foi deputado. É uma falta de respeito. Eu te respeito, Paulinho, mas você está jogando os seus companheiros contra a sociedade. Não queira aparecer”, criticou. 


Lula chama Palocci de 'calculista e frio' e diz a Moro que ex-ministro mentiu

por Redação Nossa Voz 14 de Setembro de 2017 às 07:20

Em depoimento na Justiça Federal de Curitiba nesta quarta-feira (13), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o ex-ministro de seu governo Antonio Palocci "mentiu" em depoimento ao juiz Sérgio Moro. "Eu vi o Palocci mentir aqui", afirmou. Lula chamou o ex-ministro de "calculista e frio" e disse que Palocci só citou seu nome na tentativa fazer delação premiada e reduzir alguns anos de condenação.

"Ele fez um pacto de sangue com os delatores, com os advogados deles e talvez com o Ministério Público", afirmou Lula, em referência ao "pacto de sangue" que Palocci afirmou haver entre Lula e a Odebrecht, incluindo um pacote de propinas de R$ 300 milhões.

(Assista aos vídeos do interrogatório no fim da reportagem)

Nesta ação, Lula é acusado de receber propina da empreiteira Odebrecht por meio da compra de um prédio para a nova sede do Instituto Lula, que não chegou a ser construída, e de um apartamento vizinho ao que mora em São Bernardo do Campo (SP).

Lula também afirmou a Moro:


  • Que não solicitou a compra do apartamento vizinho ao dele em São Bernardo do Campo.

  • Que visitou o prédio objeto da denúncia uma vez e que o achou inadequado.

  • Que as doações que o Instituto Lula recebeu da Odebrecht não eram propina.

  • Que jamais tratou com Emílio Odebrecht sobre dinheiro para o PT

  • Que as três denúncias apresentadas contra ele pela força-tarefa da Lava Jato são "ilações".

Palocci foi interrogado por Moro nesta mesma ação na semana passada e afirmou que Lula tinha um "pacto de sangue" com o dono da empreiteira Odebrecht, que incluia um "pacote de propinas" para o ex-presidente no valor de R$ 300 milhões.

Em seu depoimento, que durou 2h10, Lula afirmou que Palocci "inventou essa frase de efeito" e que tenta, ao acusá-lo, fechar uma delação que possa trazer redução de pena.

Lula disse ainda que o ex-ministro é "calculista e frio". "Conheço o Palocci bem. O Palocci, se não fosse ser humano, seria um simulador. Ele é tão esperto que é capaz de simular uma mentira mais verdadeira que a verdade. O Palocci é médico, calculista, é frio", afirmou.

Moro, então, perguntou se nada do que o ex-ministro disse é verdadeiro. "Nada é verdadeiro", respondeu Lula. "A úncia coisa que tem de verdade ali é ele dizer que está fazendo a delação porque quer os benefícios da delação. Ou quem sabe ele queira um pouco do dinheiro que vocês bloquearam dele", afirmou.

Sobre a menção de Palocci de que Lula cometeu obstrução de Justiça, o ex-presidente negou: "Eu não admito que ninguém diga que eu tento obstruir a Justiça. Porque eu, se não acreditasse na Justiça, eu não estaria fazendo política."

Lula afirmou não ter raiva de Palocci pelas acusações. "Lamentavelmente, o Palocci se prestou a um serviço pequeno, porque inventar inverdades para tentar criminalizar uma pessoa que ele sabe que não cometeu os crimes que ele alegou é muito desagradável [...] Eu, sinceramente, não tenho raiva do Palocci. Eu tenho pena de ele ter terminado uma carreira tão brilhante da forma que ele terminou."

Sobre as declarações de Lula, o advogado de Palocci, Adriano Bretas, afirmou que o ex-presidente é dissimulado e que a lógica dele é dizer que os que o acusam mentem.

Apartamento

Lula afirmou que não pediu a ninguém a compra do apartamento vizinho ao seu em São Bernardo do Campo. Ele também negou ter participado do contrato de locação do imóvel e disse que o local era usado por seguranças e também para reuniões políticas.

Lula disse que "deve ter" o recibo de pagamentos do aluguel do apartamento. "O recibo não fica comigo, mas isso pode ser pego e enviado", afirmou. Questionado pelo MPF se o ex-presidente não achava relevante apresentar os recibos, Lula, orientado pelo advogado, não respondeu.

O ex-presidente relatou que, quando o dono do apartamento faleceu, ele não manifestou preocupação de que o imóvel fosse adquirido por um terceiro. Segundo Lula, ele ficou sabendo que o Glaucos da Costamarques [acusado de ser laranja na transação] havia comprado o imóvel quando foi estabelecido contrato de locação com a dona Marisa [ex-mulher de Lula, já falecida].

Lula disse que até interrogatório de Glaucos, tinha certeza que o aluguel estava sendo pago. "Para mim foi surpresa, porque o Glaucos nunca reclamou para mim que não estava sendo pago até 2015."

G1


Mesmo apoiando saída de Fernando Bezerra do PSB, bancada de situação diz que não abandonará partidos

por Redação Nossa Voz 11 de Setembro de 2017 às 08:50

Desfiliado do Partido Socialista Brasileiro (PSB) desde a última terça-feira, dia 5, o vice-líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (PE) tem total apoio da bancada de situação da Câmara de Vereadores de Petrolina, que é composta ainda pelo Partido Social Cristão (PSC), Partido Republicano Progressista (PRP) e pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

De acordo com o líder de governo na Casa Plínio Amorim, Ruy Wanderley (PSC), a decisão do senador vinha sendo pensada desde 2015, mas que o grupo [ainda] não conversou com os vereadores de situação para discutir o destino dos partidos que apoiam Fernando Bezerra Coelho. “A gente acompanhava de perto essa situação. Foi uma decisão de parte do grupo”, limitou-se, afirmando que não descorda da opção do senador em deixar o PSB após 12 anos. Segundo ele, não haverá mudanças dentro dos partidos aliados.

Ligado ao grupo de FBC há mais de 30 anos, o vereador Aero Cruz (PSB) disse entender que a decisão do senador de ir para o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) é uma questão política. “A gente tem que saber que ele não é uma liderança de um partido, ele é a liderança de um grupo”, defendeu. Fiel ao grupo do pai de Miguel Coelho (PSB), Aero não descarta a possibilidade de mudar de partido, caso seja uma decisão do grupo. “A gente do grupo faz parte de vários partidos. Posso ir para o PMDB ou continuar no PSB, o nosso grupo é liderado por Fernando Bezerra”, pontuou.

Apesar de concordarem com a decisão e apoiarem uma eventual candidatura de Fenando Bezerra Coelho ao governo do Estado, nem todos os vereadores estão dispostos a deixarem os seus partidos em nome do grupo. Gaturiano Cigano, que é recém-chegado à Casa Plínio Amorim disse entender que o rompimento do senador com o PSB foi um desgaste, mas que não pretende seguir o modelo. “Eu fui eleito pelo PRP e vou continuar no PRP”, enfatizou em entrevista ao Nossa Voz.

Rodrigo Araújo (PSC), que também chegou à Câmara de Vereadores neste ano, afirmou que não deixar o partido que o elegeu. “Eu sigo o grupo, mas estou em meu partido: o PSC. Eu defendo o meu partido porque eu agradeço muito a ele por ter sido eleito. Sou aliado do prefeito, mas estou no PSC e vou continuar nele”, destacou o parlamentar.Júnior do Gás (PR), que ocupa uma vaga deixada por Cícero Freire (PR), também se disse a favor do grupo, tendo em vista entender a influência de FBC para os partidos aliados. “O clima não estava muito bom lá no PSB. Ele é muito influente no Nordeste, Pernambuco e Petrolina”, limitou-se.

A mudança de legenda em si não é nenhuma novidade em meio aos rumores de que Fernando Bezerra pode, agora, enfrentar Paulo Câmara, de quem era aliado partidário. O vereador Ronaldo Silva (PSBD), vê na decisão uma possibilidade de FBC assumir o poder executivo do Estado. “O senador sempre teve o sonho de ser governador de Pernambuco. Está havendo a oportunidade e ele está pegando. Então ele tem toda chance e fazer grandes alianças no estado para juntar todas as forças políticas em prol de Petrolina”, destacou o parlamentar.

Vale ressaltar que Fernando Bezerra Coelho conhece bem o poder de perto. Ele, inclusive, foi um dos nomes cotados pelo falecido ex-governador Eduardo Campos (PSB) para ocupar a vaga principal no Palácio Campo das Princesas. O político, que é oriundo de uma família política tradicional, foi ainda por três vezes prefeito de Petrolina, deputado estadual e federal, Secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape e ainda Ministro da Integração Nacional.

Gabriela Canário 


Miguel Coelho diz que falta diálogo no PSB e não descarta deixar partido

por Redação Nossa Voz 8 de Setembro de 2017 às 08:49

O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), diz ser a favor da desfiliação do pai dele, Fernando Bezerra Coelho, do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Entretanto, o chefe do executivo disse que, na verdade, a decisão não foi unilateral, tendo em vista que o partido já almejava a saída do senador. “Estava se tornando inevitável porque a gente não queria sair, mas estavam querendo nos expulsar do PSB. A gente lamenta, mas essa mudança de partido representa um novo momento”, enfatizou.

Incluindo-se no discurso, o prefeito não descartou a possibilidade de também deixar o partido. Especula-se que ele também se una ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). “Nós fazemos parte de um único grupo, ele não vai se dividir. O que aconteceu foi uma decisão política. E quando a gente não é bem-vindo em lugar, é melhor não insistir e foi isso que o senador fez”.

O irmão de Miguel Coelho, o Ministro de Minas e Energias, Fernando Filho (PSB), também está com o futuro incerto no partido. Este, inclusive, assumiu que tem dialogado com o Democratas (DEM) e com o PMDB, mas que não deixaria o PSB.

Sobre uma possível saída do irmão do partido, o Miguel Coelho disse que o grupo de FBC mantém uma relação amigável com todos os partidos, independentemente de ser de esquerda ou de direita, mas que o PSB tem falhado no diálogo com os aliados. “Acho que a política é a arte de dialogar e foi isso que faltou no PSB e é isso que a gente tá conseguindo abrir portas com outros partidos. Os deputados federais não podem mudar de partido agora por conta da janela partidária. Mas vamos aguardar”, finalizou.

Gabriela Canário


Vereador Aero Cruz elege Ronaldos como rebeldes e sugere que aliados tomem chá de camomila

por Karine Paixão 30 de Agosto de 2017 às 11:56

Para o vereador Aero Cruz, conhecido nos bastidores como “bombeiro”, cabe aos integrantes da bancada de situação dizer amém aos atos do Executivo Municipal e não questionar suas ações. Aero foi o único inclusive que votou contra o requerimento do vereador Ronaldo Silva, que convocou o diretor de esportes para dar explicações sobre a reprovação do Estádio Paulo Coelho pela Federação Pernambucana de Futebol na sessão desta terça-feira (29).

Segundo Cruz, os vereadores só podem seguir duas linhas na sua atuação parlamentar: Situação ou oposição. Em entrevista ao Nossa Voz ele também comenta os conflitos constantes ocorridos na base do prefeito Miguel Coelho. “Não deixa de ter quando a gente se coloca em algum tipo de situação. Estamos procurando conduzir, já procurei Ruy Wanderley para fazermos a reunião mensal que não fizemos para que haja os ajustes de algumas situações. É bom deixar bem claro e dizer que a gente tem uma linha que é situação ou oposição, para que possamos estruturar e manter a união dentro da bancada do grupo do prefeito”. 

Sobre as declarações de Cristina Costa de que Miguel Coelho manteria assessores na Casa Plínio Amorim po não confiar na atuação dos parlamentares da sua base, Aero desconversou. “Na verdade não tenho conhecimento de que o prefeito tenha dito isso. Estamos aqui e temos um bom acesso ao prefeito, tenha certeza de que a gente representa. Agora, as divergências vão acontecer, há divergências até na Igreja, imagine na Câmara dos Vereadores. E infelizmente as divergências partem sempre dos mesmos vereadores”. 

Convidado a apontar os mais “rebeldes” do seu grupo, o parlamentar não escondeu a insatisfação com as polêmicas geradas pelos vereadores Ronaldo Silva e Ronaldo Cancão. “O que estou dizendo aqui eu já disse a eles, precisam se conter em algumas situações, em algumas atitudes. No nosso grupo tem uns mais calmos outros são mais agitados, vemos Edilsão que não tem divergências, mas o Ronaldo Silva e o Ronaldo Cancão... Vou até pedir a menina da copa aqui que traga um chazinho de camomila pra acalmar mais eles para que não tenhamos mais divergências aqui no nosso grupo”.


Gonzaga Patriota crava saída dos Coelhos do PSB

por Mário Souza 29 de Agosto de 2017 às 18:08

 

Durante entrevista concedida ao Programa Nossa Voz da Grande Rio Fm Cabrobó, o Deputado Gonzaga Patriota (PSB), analisou o atual cenário de seu partido, em meio aos embates entre membros da cúpula socialista.

 

Para Patriota o processo é natural, no entanto ele acredita que o partido precisa cortar na carne eliminando aqueles que já não comungam das ideias da legenda. Segundo ele muitos oportunistas embarcaram no PSB e talvez seja mesmo a hora de descerem do barco. “Ola o PSB é como Gonzaga Patriota é pequenininho. Gonzaga nunca quis crescer com alguém nas costas, prefiro ficar pequeno com o povo. PSB se deixou crescer quando Eduardo Campos concorreu a Presidência e seria Presidente se não tivesse morrido, ai muita gente por oportunismo veio para o PSB, ficou no PSB e quis mudar o que é socialismo, integração, aproximação. O PSB não vai aceitar esse pessoal que tá votando numa Reforma Trabalhista para prejudicar o povo. Esses que votaram contra a indicação do partido , que votaram nesse Reforma Trabalhista e que vão votar na favor da Reforma da Previdência, obviamente que serão expulsos do partido. Mas antes de ser expulsos eles estão saindo e eu acho é bom” comentou.

Indagado sobre se ainda haveria espaço para a Família Coelho no PSB (Senador Fernando Bezerra Coelho, Ministro de Minas e Energia Fernando Bezerra Filho e o Prefeito de Petrolina Miguel Coelho), Gonzaga disse que o espaço existe, no entanto as pretensões e ideologia do grupo estão em colisão com interesses socialistas e portanto o caminho natural é a saída.

“Espaço no Partido eles sempre tiveram. Gonzaga atriota não tem porque não pede. Eu era Presidente do Partido em Petrolina eles pediram a presidência e eu tive que dar a Presidência para Miguel, estão espaço eles tem. Agora eles tem que olhar o futuro deles, o Fernandinho eu admiro porque eu vi nascer, vi na barriga da mãe. Como Ministro tá dando um Show e como Deputado tá fazendo muitas coisas boas. Mas dentro do partido ele não vai mandar, poque tem os mandões que são as pessoas que vem do tempo de Arraes e dai por diante. Eu acho que Fernando Filho deve sair, obviamente que vai com o pai, deve ir com o Irmão, com a família e outros amigos que fazem parte. Eu não to condenando de maneira nenhuma, porque eles tem que crescer , o Fernando Filho pode ser candidato a Governador se sair do partido, se ficar vai ser difícil, porque o partido já tem candidato” analisou.


Cícero Freire nega interesse em assumir o PR de Petrolina: “estamos com outra direção”

por Redação Nossa Voz 21 de Agosto de 2017 às 15:09

 

Quase dez dias após a morte do presidente do Partido da República (PR) em Petrolina, Klebyo Bezerra Vieira, assassinado em frente ao aeroporto Senador Nilo Coelho, o destino do grupo político ainda é incerto. Integrante do partido, o ex-vereador e atual integrante da administração municipal, Cícero Freire, disse que o nome do novo presidente deve ser uma decisão tomada pela família de Klébyo e o partido.

Questionado se possui pretensão de assumir ao cargo, Cícero Freire se esquivou e disse que, no momento, a direção que pretende seguir é ao lado da gestão municipal, como diretor de transportes. “Eu sou vereador licenciado e estou ajudando o prefeito Miguel Coelho e nós estamos com outra direção”, destacou.

Ele nega que já existam nomes especulados e que no prazo de 30 dias deve ser resolvido. “No momento estamos em sentimento e cobrando investigação [do assassinato] urgente”, disse.

Questionado pela redação do Nossa Voz, o vereador licenciado também avaliou o trabalho de Júnior do Gás, o suplente dele na Câmara de Vereadores. “Acompanho demais e ele tá fazendo um trabalho maravilhoso ouvindo os colegas de bancada. Estamos indicando vários projetos, como a limpeza do Rio São Francisco e estamos pedindo ele para cobrar o Governo do Estado”, disse.

Especula-se nos bastidores que essa “outra direção” a qual o ex-vereador se refere, seja a possibilidade de estabelecer uma ponte para uma candidatura a deputado estadual.“O futuro a Deus pertence”, disse Cícero Freire em entrevista recente ao Nossa Voz.


Miguel Coelho rebate críticas de Lucas Ramos: “Precisa se atualizar melhor”

por Redação Nossa Voz 17 de Agosto de 2017 às 08:46

Ao avaliar o primeiro semestre da gestão de Miguel Coelho (PSB), o deputado Lucas Ramos (PSB) abriu mão da camaradagem comum entre colegas de partido e fez duras críticas ao prefeito de Petrolina. Em entrevista ao Nossa Noz no final do mês passado, Ramos afirmou que Miguel governa “olhando para o retrovisor” e tem como principais ações apenas duas grandes festas: Carnaval e São João.

A redação do Nossa Voz conversou com o prefeito de Petrolina e questionou como ele avaliava o posicionamento do deputado, tendo em vista que parecia haver um entendimento entre os dois. Miguel Coelho disse que as falas são pobres e infundadas e que Lucas Ramos parece não estar a par do que acontece em Petrolina, já que está preocupado com outras cidades do Sertão.

“Se a pessoa não quer ver, só que fazer a crítica pela crítica sem dar um caminho de ajuda eu não vou entrar no mérito. Ou ele não tá andando por Petrolina – porque está andando em outras cidades – ou precisa se atualizar melhor do que está acontecendo”, rebateu o chefe do executivo. Lucas ramos já confirmou o interesse em se candidatar como Deputado Federal em 2018.

Perguntamos ainda como o prefeito avaliava algumas críticas feitas pelo pai dele, o senador Fernando Bezerra Coelho, ao Governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e também se era possível que o senador deixasse o PSB. “O senador não fez nenhuma crítica direta ao Governador. Mas é preciso ter mais ações por causa da seca. Mas o Governador tem sido solidário com Petrolina, uma parceria importante. É importante esta parceria e essa habilidade”, limitou-se.

Recentemente, o senador esteve cumprindo agenda em algumas cidades do sertão para conversar com lideranças políticas e defendeu posições políticas, falou sobre expectativa para o futuro e criticou a falta de ações do governo do estado nas localidades. FBC também falou sobre sua possível saída do PSB, acusou o partido de ter radicalizado sobre fechamento de questão e afirmou que a situação dentro do partido está muito delicada.

“A situação no PSB de maio pra cá, ficou meio complicada, porque radicalizaram a política dentro do PSB o partido sempre foi aberto, paciente com o exercício de posições divergentes, nunca tinha radicalizado em termo de fechamento de questão, mas resolveu fechar questão em relação as votações das reformas e isso criou uma dificuldade de relacionamento dentro do partido. É um incômodo, um desconforto para a gente que está sendo alvo de processo no conselho de ética do partido, 16 deputados federais e 2 senadores do partido, então é uma situação muito delicada”, lamentou o senador.

Especula-se, nos bastidores, que o senador Fernando Bezerra Coelha, candidate-se ao Governado de Pernambuco. Entretanto, o político não confirmou a versão.


Ronaldo Silva diz que Câmara reavaliará ressalvas do TCE sobre contas de Julio Lóssio: “Não existirá politicagem”

por Redação Nossa Voz 16 de Agosto de 2017 às 15:49

O Vereador Ronaldo Silva, que é presidente de Constituição e Justiça e também de Finanças e Orçamento na Casa Plínio Amorim, em Petrolina, esteve no estúdio do Nossa Voz na manhã desta quarta-feira, dia 16, onde fez uma avaliação dos trabalhos à frente das duas comissões e também de todo o Legislativo Municipal. “A gente tem feito um trabalho com responsabilidade”, garantiu.

Uma das missões mais importantes que tramita na Comissão de Finanças, por exemplo, é a análise das contas dos ex-prefeitos Odacy Amorim (PT), referente ao ano de 2009, e de julio Lossio(PMDB), referente aos anos de 2009, 2010 e 2013. No caso do peemedebista, a solicitação foi repassada antes do recesso legislativo e o ex-gestor ainda deve ser informado que a comissão está analisando as contas de quando ele estava no executivo.

“Vamos fazer um trabalho descente porque não pode existir politicagem nesse assunto. O Tribunal de Contas já deu um parecer favorável. Nós vamos vê as ressalvas e reavaliar. O que é certo vai ser certo”, enfatizou Ronaldo Silva. As contas do ex-prefeito Júlio Lossio foram aprovadas pelo TCE com ressalvas. De acordo com o vereador, elas foram repassadas para a Câmara de Vereadores e devem ser julgadas nos próximos dias, mas não determinou datas. “São muitas pastas, muitos papéis. Temos que avaliar com calma. Quem tem tempo, não tem pressa. Temos que fazer com calma para fazer certo”, disse.

Sobre as contas do ex-prefeito Odacy Amorim, de 2008, essas ainda não chegaram nas mãos dos vereadores em Petrolina. A culpa, segundo Ronaldo Silva, não é do Legislativo. “As contas de Odacy ainda estão no TCE. As de Julio Lossio tem seis meses que chegaram na casa. Já chegou a de 2013, mas a de 2008 não chegou. A demora é no Tribunal de Contas”, explicou.

Questinado sobre se existe um consenso por parte dos parlamentares na Casa Plínio Amorim para a aceitação decisiva ou rejeição das contas de julio Lóssio, o vereador ronald Silva disse quenão vai admitir qualquer tipo de politicagem em cima do caso. “Quem quiser se aparecer com essas contas de Julio Lóssio, tome cuidado e se eu souber vou fazer a denúncia na tribuna da câmara”, disse. Caso as contas sejam rejeitadas, Lossio ficará inelegível.

Gabriela Canário