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Cancão não se incomoda com filho de José Batista, mas confirma fogo amigo na situação

por Redação Nossa Voz 12 de Março de 2019 às 16:05

No fim de sessão de Câmara de Vereadores de Petrolina desta terça-feira (12), o vereador Ronaldo Cancão (PTB) comentou as declarações feitas pelo colega de bancada, José Batista (PDT), que disse em entrevista ao Nossa Voz que alguns vereadores da situação estariam incomodados com as andanças que ele tem feito com o filho, Wenderson Batista. 

Na entrevista, José Batista reforçou que não tem intenção de concorrer nas próximas eleições. E por isso, muitos já apontam Wenderson como herdeiro dos votos do PTbista.  Mas, segundo o vereador isso estaria causando uma ciumeira dentro da bancada dos aliados do prefeito Miguel Coelho. "É eterna a ciumeira. Porque o ego de algumas pessoas vai além da conta. E eu quero ver quem diabo vai empatar que meu filho ande comigo", desafiou José Batista atribuindo o mal estar ao "fogo amigo". 

Questionado pela reportagem do Nossa Voz, Ronaldo Cancão comentou a declaração e negou que exista mal estar com relação às andanças de José Batista com o filho. "Isso não me incomoda. Na verdade pra entrar na Câmara tem que ter é voto e eu entrei com voto. (...) Eu não entrei com favorecimento, entrei com trabalho. E essa questão de se incomodar, de forma alguma, cada um cuida do seu papel, cada um cuida da sua área. Eu tenho um profundo respeito ao vereador Zé Batista", disse Cancão.

 

Mas o vereador Ronaldo Cancão confirmou que o 'fogo amigo' existe. "Nós não podemos fugir da realidade é que: cada um ocupa seus espaços. Isso aí é real. Cada um cuida do seu", disse o vereador que garantiu até foi prejudicado pelo 'fogo amigo'. "Já fui vítima várias vezes, mas eu tenho Deus e quem tem Deus, tem tudo", finalizou.


PR, PSL, ou o partido que vier: Qual será o destino de Miguel Coelho depois que sair do PSB?

por Karine Paixão 6 de Março de 2019 às 16:05

Se tem uma coisa certa sobre o destino de Miguel Coelho no próximo ano é a sua saída do PSB. Não existe a mínima possibilidade do prefeito de Petrolina manter-se no mesmo partido do governador Paulo Câmara, a quem faz oposição. Por ter um prazo estendido até abril de 2020, o gestor se dá ao luxo de permanecer na legenda ostentando a rebeldia. Mesmo assim, Miguel vem testando cenários e vai se movimentando nos bastidores.

No ano passado, conversou com o presidente do comitê provisório do PSL em Petrolina, Júlio Costa. O encontro vazou e ambos negaram que o prefeito estivesse buscando o ingresso no partido do presidente Jair Bolsonaro. Este ano no entanto, Fernando Bezerra Coelho assume a liderança do governo Bolsonaro e perde mais uma etapa na batalha pelo comando do MDB em Pernambuco. Será que o senador vai trocar de partido assegurando a sétima filiação na carreira? Seria acompanhado pelo filho, já que Miguel precisa escolher sua nova legenda até seis meses antes da eleição que se aproxima?

Apesar de estar envolvido nesse escândalo das candidaturas-laranja, o PSL ofereceria ao pré-candidato a reeleição um maior tempo de guia eleitoral e com isso, faria frente direta a possível campanha de Odacy Amorim (PT), cujo partido empata com o PSL no número de assentos na Câmara dos Deputados (fator determinante no tempo destinado aos postulantes para isenções no rádio e televisão).

Se optar pelo PR, cuja estratégia que tirou o comando da legenda das mãos de Sebastião Oliveira e colocou nos braços de Anderson Ferreira foi a mesma que deu o comando do diretório petrolinense a Simão Durando (secretário de Governo de Miguel), Coelho terá que amarrar o PSL na base. Caso contrário, se for para as mãos de Júlio Lóssio (PSD) dará ao oftalmologista um tempo semelhante ao de Odacy deixando o prefeito de Petrolina com pouca visibilidade nos veículos tradicionais.

Diz o ditado bastante usado na política: Quem tem tempo não tem pressa. Mas quem tem concorrentes precisa se antecipar. E no caso de Miguel Coelho, que além de escolher o partido precisa pensar em todas as possibilidades de alianças numa eleição com estreia de segundo turno, cada segundo conta.


Simão Durando assume diretório do PR de Petrolina e Cícero Freire diz que pode deixar partido

por Redação Nossa Voz 28 de Fevereiro de 2019 às 14:39

O vereador Cícero Freire (PR) comentou a escolha do secretário de Governo e Agricultura de Petrolina-PE, Simão Durando como novo presidente do Diretório Municipal do PR. De acordo com o vereador, a decisão veio "de cima", mas vai ser acatada. "A gente respeita essa decisão que veio de Recife e estamos ainda filiados ao PR, somos do PR e respeitamos essa decisão", comentou. 

Com uma visível névoa de insatisfação, Cícero Freire deixou claro que está atento às possibilidades e não descartou deixar a sigla assim que for aberta a janela partidária. Aliado do deputado estadual Sebastião Oliveira, que perdeu a liderança estadual do partido para o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, Cícero disse que vai seguir os rumos de Sebastião. "Ele vai apresentar a proposta melhor pra gente. E nós vamos, com certeza, se Deus quiser, abraçar", garantiu o vereador de Petrolina.

Apesar de tudo isso, e considerando que Simão Durando é homem de confiança do prefeito de Petrolina, Cícero Freire garante que continua na base de Miguel Coelho na Câmara. Além disso, descreveu a relação com o gestor municipal como "boa e respeitosa". 

 

 



 

 

 

 


O Áudio e a "Cartilha": Percepções de uma sessão na Câmara de Petrolina

por Redação Nossa Voz 27 de Fevereiro de 2019 às 08:30

Na sessão de terça-feira (26), o clima de tensão tomou conta da bancada da situação depois do vazamento de um aúdio do vereador Elias Jardim (PHS). No áudio o vereador estaria justificando a demissão de uma funcionária do programa Nova Semente que não teria mostrado "gratidão" e nem dado "satisfação a ele".

O vereador não compareceu a sessão e, de acordo com o líder da situação, Aero Cruz (PSB), por razões pessoais. Mas alguns colegas de bancadas saíram em defesa de Elias Jardim e da lisura nas contratações do programa Nova Semente. 

Osinaldo Souza (PTB) exaltou o programa e as "melhorias" feitas pela atual gestão do prefeito Miguel Coelho. Falando sério, o vereador conseguiu arrancar risadas de algumas pessoas da plateia e também de colegas da câmara quando disse que o programa vai ficar melhor do que a educação da europeia. "Se continuar evoluindo dessa forma, nem a Europa vai dar de conta dos avanços do Nova Semente (...) Eu tô falando sério!", precisou destacar o vereador.

Enquando isso na sala de imprensa, "cai" no colo dos profissionais de comunicação uma espécie de cartilha contendo informações sobre os "avanços" programa Nova Semente. Segundo a fonte, o mesmo material foi distribuído para todos os vereadores da situação. Possívelmente uma tentativa de munir com informações a bancada do prefeito Miguel Coelho. 

Por fim, o ausente astro da sessão, Elias Jardim, falou com exclusividade com a produção do programa Nossa Voz. O vereador informou que vai participar da audiência pública desta quarta-feira (27) na Casa Plínio Amorim. Mas não garantiu que vai dar entrevista e se posicionar sobre o áudio vazado. 

 

      


2º Round: Ronaldo Cancão diz que fala de Odacy Amorim é "testemunho falso"

por Redação Nossa Voz 26 de Fevereiro de 2019 às 07:51

No Nossa Voz desta terça-feira (26) o vereador Ronaldo Cancão (PTB) participou do programa por telefone para dar uma resposta às declarações do presidente do IPA, Odacy Amorim. Ontem, também no Nossa Voz, Odacy rebateu críticas feitas por Canção na Câmara de Petrolina. Ele atribuiu ao ex-prefeito Odacy a responsabilidade sobre a situação do saneamento de Petrolina.

Odacy Amorim disse: "Se eu pegar as imagens da época que eu assinei o contrato, Ronaldo tava lá batendo palmas. Ele era meu secretário e participou dos eventos de muitas festividades. Eu acho que ele era que comandava os fogos, inclusive", alfinetou. 

Sobre a alfinetada, Cancão respondeu: "Não retiro uma palavra do que eu coloquei. E eu não bati palmas, porque eu não estava lá. (...) Ironizar a minha fala é um testemunho falso. Quem assinou a meta de investimentos foi o ex-prefeito".

Ronaldo Cancão admitiu que era cargo de confiança, nomeado pelo prefeito Fernando Bezerra Coelho (2005-2006). Nos dois últimos anos o vice Odacy assumiu a prefeitura e foi em 2008 que o acordo com a Compesa foi feito.  Odacy tinha explicado que o acordo foi feito pra parcelar uma dívida feita pelas gestões anteriores. Segundo o ex-prefeito, a prefeitura passou 15 anos sem pagar as contas de água.   


No páreo: Odacy Amorim fala em cautela, mas desenha chapa com Gabriel Menezes na vice

por Karine Paixão 25 de Fevereiro de 2019 às 12:19



“Eu tenho um sonho, eu não tenho obsessão”, disparou Odacy Amorim ao ser questionado sobre a possibilidade de disputar a Prefeitura de Petrolina no próximo ano. Em entrevista ao Nossa Voz na manhã desta segunda-feira (25), o presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco, comentou estar em sintonia com Deus para dar ou não seguimento a candidatura, mas sem tirar o olho do cenário político. 

“Se for da vontade de Deus que um dia eu volte a ser prefeito, eu tenho muita vontade. Mas se não for da vontade Dele, eu não quero ser prefeito de Petrolina nunca mais”, chegou a afirmar. Porém, o ex-prefeito faz questão de exibir a votação obtida, alfinetando o também ex-prefeito Júlio Lóssio que disputou o Governo do Estado no ano passado. “Eu não fui eleito deputado (federal), ganhei em Petrolina de todos os candidatos, ganhei até de candidato a governador aqui. Perdi pra Armando (Monteiro) por 80 mil votos aqui dentro”. 

Amorim também negou estar articulando a candidatura do irmão à vereador nas próximas eleições. “A questão dessa candidatura de Odomir, eu acho engraçado as invenções que botam. Odomir está lutando pra fazer o Revalida dele. Estudou fora do país, resolveu fazer medicina depois dos 30 anos. Graças Deus está aí, formou-se ele e a esposa, está trabalhando. (…) Ainda ontem eu conversei como nosso presidente Reginaldo que afirmou ser importante lançar Odomir, mas eu disse que não quero”. O ex-deputado ainda argumenta que já teve a chance de eleger a irmã vereadora em 2016, mas não o fez visando ajudar o partido. “Miraneri foi para um sacrifício. Ela é professora daqui e está cedida a Juazeiro. Nós lançamos ela para ajudar a legenda porque não tinha candidato suficiente. Se eu tivesse a intenção de atrapalhar eu tinha atrapalhado. Teria investido na candidatura de Miraneri para ela ter 1600 votos e ela teria tido”. 

Sobre a possibilidade de sair do Partido dos Trabalhadores caso haja resistência à sua candidatura a prefeito, Odacy nega, mas não exclui. “Se um dia eu tiver que sair do PT eu saio, Deus vai me mostrar o momento se for para eu sair. Agora, nem sou de fazer confusão em nome do PT. Acho que Lula é um injustiçado, está preso, um homem que fez muito pelos mais pobres, por causa de uma reforma em um apartamento (…) Existe possibilidade e vontade minha de ser candidato e o PT também caminha para querer que eu seja candidato”.  

Ao finalizar a participação no Nossa Voz, Amorim já deu uma ideia da chapa que se desenha para 2020, inclusive com a possibilidade de Gabriel Menezes na vice, já integrando outra legenda. “Já conversei com Gabriel e o quero perto de mim. Sei eu puder tê-lo do meu lado eu quero ter. Mesmo estando no PSL. Mas eu nem sei se ele fica nesse PSL, se eu fosse ele, aí sim cairia fora porque o caminho que foi dado aí… estou vendo uma confusão em cima de Bivar que é o presidente nacional, o negócio de uma mulher… Gabriel foi bem votado, tem que respeitar a votação de Gabriel”, considerou.


Gilmar Santos comenta disputa por presidência de comissão e esclarece boatos sobre mal estar no PT de Petrolina

por Redação Nossa Voz 21 de Fevereiro de 2019 às 12:03

Nesta quinta-feira (21) o vereador de Petrolina-PE, Gilmar Santos (PT) participou do programa Nossa Voz para divulgar a campanha voltada aos direitos humanos no carnaval deste ano. O vereador também comentou assuntos polêmicos como a reivindicação de Osinaldo Souza (PTB) pela presidência da Comissão de Direitos Humanos da Casa Plínio Amorim e um possível mal estar que estaria acontecendo dentro do diretório municipal do PT com a notícia da indicação do irmão de Odacy Amorim como canditado a vereador em 2020 pelo partido.

Sobre a possível candidatura de Odomy Amorim, o vereador Gilmar Santos, disse que são apenas rumores. "Eu fiquei sabendo desses rumores ontem e em nenhum momento havia me manifestado anteriomente de estar aborecido, de estar chateado. Então tem  muita especulação e até uma tentativa de dividir e criar esse clima de divergência mais intenso entre o Partido dos Trabalhadores", explicou.

Gilmar Santos ainda destacou que não vê como ameaça essa indicação, mas disse que, como em qualquer outra, é preciso respeitar e discutir todos os nomes dentro da instância partidária. "Não vejo como ameaça porque é sempre a população que vai julgar. (...) Para o diretório, para comissão executiva é uma surpresa", declarou o petista. 

Sobre Osinaldo Souza e a Comissão de Direitos Humanos

Gilmar Santos se mostrou tranquilo quando à reivindicação de Osinaldo Souza. O vereador disse que o regimento interno foi respeitado quando foram formadas as Comissões Permanentes. "Nós temos uma normativa que diz o seguinte: Os líderes do partido indicam os membros e os membros elegem o presidente, ponto! O líder do PTB, Manoel da Acosap, estava presente, me indicou pra comissão e o indicou também. Só que dentro da comissão foram dois votos a um. Eu penso que é muita perca de tempo do vereador em polemizando essa questão. Porque no fim das contas, o que mais importa é que dentro da comissão você mostre serviço. O vereador faz tanta questão de assumir a presidência, mas durante dois anos, nós não tivemos uma convocação oficial de reunião", alfinetou o vereador do PT.

Ainda segundo Gilmar Santos, as reuniões que aconteceram foi por insistência dele e do colega de bancada Paulo Valgueiro (MDB). "É muito triste a gente saber que vereadores querem assumir determinados espaços em comissões mais por ego do que, propriamente, para servir a popuçação. O vereador (Osinaldo) enquanto presidente, tinha posição de ataque aos direitos da Mulher, é intolerante com a comunidade de terreiros, apresentou projeto pra perseguir professores (referência ao projeto Escola Sem Partido), que por sinal foi totalmente vetado pela prefeita em exercício (Luska Portela) e eu espero que a Câmara mantenha o veto. Porque é vergonhoso apresentar a Câmara apresentar um projeto e ele ser vetado totalmente por inconstitucionalidade", argumentou.

“Direito humano não é fantasia, carnaval é massa com democracia”

No sábado (23), às 18h, o vereador e os membros do mandato coletivo vão lançar a campanha 'Direito humano não é fantasia, carnaval é massa com democracia' na folia de momo em Petrolina. "Essa campanha representa o nosso compromisso com a defesa da dignidade de todo ser humano aqui no município. Nós acreditamos que a campanha em defesa do direito humano, da dignidade humana deve ser permanente. Vivemos numa sociedade onde a vida humana é constemente ameaçada. (...) e o nosso grande objetivo é sensibilizar os governos", explicou o Gilmar.

Além do trabalho de sensibilização e panfletagem no circuito do carnaval, todo o material da campanha também vai ser disponilizado para compartilhamento na internet.


Aero acusa colegas de bancada pela desarmonização na definição de Comissões na Câmara

por Simone Marques 12 de Fevereiro de 2019 às 19:27

Após a queda de braço entre oposição e situação por conta das definições das Comissões na Casa Plínio Amorim, finalmente uma reunião realizada na segunda-feira (11) terminou com a celeuma e pé de guerra entre os edis. Mas engana-se quem pensou que as discussões se encerraram por ali, não por enquanto.

Responsável pelas articulações dentro do seu próprio grupo e líder da situação, o vereador Aero Cruz reconheceu que precisava ter mais harmonia. Em sua fala Aero deixa claro que existiam sete líderes onde todos estavam alinhados com o governo, porém acusou que dois deles estavam conversando com a oposição ocasionando a desarmonia. “Procuramos chamar esses dois líderes, sentamos, nos articulamos para que fossemos  para as Comissões todas já certas e dentro dessa conversa nós colocamos também a participação da oposição, que foi um levantamento de todos e nós achamos por bem não chegar como um trator, passando por cima. Nós teríamos condições de ganhar as Comissões sem a participação da oposição, mas achamos por bem a secretaria de Educação, Direitos Humanos e secretaria da Mulher nós articulamos para colocar a oposição”, esclareceu.

Questionado sobre a sua não participação em nenhuma das Comissões, o situacionista disse ter achado por bem se retirar das Comissões, mas sem abrir mão do espaço do seu partido. “Todo o espaço que nós tínhamos eu poderia ficar, mas indiquei o nosso membro vereador Zé Nildo do Alto do Cocar”, completou.

Por outro lado já a vereadora Cristina Costa elogiou a articulação dos seus colegas de oposição, e rebateu Aero Cruz quando ele disse que teria aberto para os oposicionistas participarem das Comissões. “Nós temos direito de participar das Comissões até porque temos três líderes aqui, articulamos enquanto lideranças de oposição que queríamos ficar em Comissões que nos deixaria mais próximos da população, vamos promover debates, audiências públicas nos bairros pra fortalecer, nós temos que usar estratégias”.

Cristina ainda lamentou a falta de preparo por parte do executivo que não foi capaz de dialogar com as lideranças. “Isso aqui é um espaço público, democrático, um ambiente político, e um ambiente político você tem que ter muito dialogo. A gente não faz política  com radicalismo, fechando as portas tudo querendo pra si, pois nem toda minoria ela é unanimidade, mas uma maioria que se acha unânime isso pra gente é uma burrice”.  

 


Aero Cruz admite falta de harmonia entre grupo da situação do governo na Casa Plínio Amorim

por Simone Marques 8 de Fevereiro de 2019 às 13:10

Após a oposição afirmar haver uma “disputa de egos” dentro da base do governo Miguel Coelho na Câmara de Petrolina, o líder da bancada Aero Cruz (PSB), disse que não aceitará que vereador A ou B queira se articular para pegar a caneta na mão e engessar o governo e bater o pé dizendo que assina ou não pareceres na Casa. “Como líder do nosso governo eu vou procurar defender para que tenhamos o comando das comissões, as secretarias das comissões para continuar o trabalho que estamos fazendo”, alegou.

O parlamentar negou que estaria brigando, mas sim, articulando para que a situação fique no comando da presidência de Finanças e Relatoria de Obras, essa última que ele já fazia parte.

Perguntado dos reais motivos pela disputa tão acirrada pelas Comissões de Relatória, e sobretudo de Finanças, considerada como a “menina dos olhos”. "Isso na verdade não é coisa de se espantar, já falei que naturalmente como ocorre no Congresso, na Assembleia é o que está acontecendo aqui. Todo Vereador tem interesse em fazer parte de uma Comissão importante, todos eles, e eu não sou diferente dos demais, mas o que deve ser usada é a regra, e não precisamos fazer arrumadinhos, articulações, isso a gente não faz. Agora não vou é dialogar sobre Comissões com oposição, jamais farei". 

O questionamento feio ao líder é, se de fato a base de situação estaria rachada. Aero titubeou e disse não ter sombra de dúvidas que esteja havendo uma falta de harmonia entre os colegas, mas garantiu estar disposto a apagar o fogo na base da conversa e articular para que a paz volte a reinar. “Quando terminar a gente desmonta o palanque e vamos trabalhar para o prefeito”. 

Será esse o inicio do caminho para um racha? Aguardemos os próximos capítulos. 

 


Sem entendimento, formação das Comissões da Câmara de Petrolina é novamente adiada

por Redação Nossa Voz 6 de Fevereiro de 2019 às 14:56

A tão esperada reunião marcada para esta quarta-feira (06) para decidir o comando das Comissões Pernamentes da Câmara de Vereadores de Petrolina-PE não deu em nada. Uma fonte confidenciou ao Nossa Voz que o clima no encontro foi pesado, houve muita briga e nada foi decidido.

A formação das Comissões ganhou uma nova data, vai ser na próxima segunda-feira (11), tempo suficiente pra acalmar os ânimos dos vereadores para que juntos eles consigam chegar a um consenso.  

Foto: Waldiney Passos