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Lucinha Mota afirma que ingresso dela na política está 'incomodado muita gente'

por Gabriela Canário 22 de Maio de 2018 às 08:39

Em um ato político realizado no último domingo, a mãe da garota Beatriz Angélica, Lucinha Mota, deu início à pré-candidatura à deputada estadual nas eleições 2018 de Pernambuco, pelo PSOL. Em entrevista exclusiva ao Nossa Voz ela contou como tomou essa decisão, falou da bandeira que será levantada dentro da Assembleia Legislativa e afirmou ainda que o ingresso dela na política tem incomodado muita gente.

Depois do assassinato da filha, no dia 10 de dezembro de 2015, dentro de um colégio particular de Petrolina, Lucinha diz enxergar na política um reforço para continuar na luta contra a impunidade do caso, que segue há dois anos e meio sem solução. Ela ressaltou que a inserção dela na política se deu “por não se sentir representada pela classe política de Pernambuco”, e que, se eleita, vai defender a bandeira da segurança pública no estado. “De lá para cá aconteceram muitos episódios e eu fui amadurecendo a ideia e decidimos que eu seria, sim, pré-candidata. Minha bandeira é lutar por justiça, vou arregaçar as mangas”, destacou.

Estreante no cenário político, ela acredita estar apta a ser candidata e disse enxergar uma oportunidade de pressionar a Justiça pela resolução de casos de violência. Sem temer, ela disse que vai continuar lutando em nome da filha e de tantas outras pessoas que precisam. “Pessoas de bem podem agregar dentro da política. O nosso cenário está uma vergonha e pessoas de bem precisam participar diretamente da política. Vou lutar como já estou lutando por Beatriz e se tiver a oportunidade continuarei lutando ainda por mais pessoas, não só em Pernambuco, mas em todos os estados”, afirmou.

Ingresso na Política tem incomodado

Para ela não é novidade alguma, mas o ingresso na política já está incomodando. Lucinha explicou que tem se surpreendido pela receptividade da sociedade de uma forma geral, mas que tem muito político incomodado com a decisão da mãe de Beatriz. “Eu comecei a incomodar a partir do momento que eu levantei; que o Vale do São Francisco me tirou da cama […]. Se incomoda, eu vou continuar incomodando mais ainda. Eu não vou parar e vão ser obrigados a me engolir porque nada e nem ninguém me alcança, apenas Deus. E a minha luta é por Justiça e Deus ama a Justiça”, enalteceu.

E, seguindo o cronograma de protestos pela não solução do caso da morte da menina Beatriz, Lucinha afirmou está preparando uma nova manifestação caso a polícia ou Ministério Público não deem uma resposta positiva até agosto deste ano. Um grupo deve ir até Brasília onde devem acampar na Procuradoria-Geral da República por tempo indeterminado. “Isso [a pré-candidatura] não vai nos impedir de continuar lutando por Beatriz. Já estamos nos articulando para o próximo protesto. Quem puder nos ajudar, já estamos nos programando. Para isso existe um custo muito alto e eu queria pedir a colaboração de mais pessoas. Quem puder nos ajudar, entra na página 'Somos Todos Beatriz' […] isso vai nos ajudar a realizar mais um protesto em prol da Justiça”, finalizou.


Larissa Soeiro aguarda posicionamento de prefeito, após anúncio de saída de Maéve Melo

por Gabriela Canário 16 de Maio de 2018 às 08:00

Há quase seis meses à frente da pasta com a licença maternidade da Secretária Maéve Melo, Larissa aguarda um posicionamento do Prefeito Miguel Coelho se deve, ou não, continuar na pasta. Acontece que na semana passada, a professora Maéve publicou nas redes sociais dela que não voltará para a Secretaria de Educação de Petrolina porque vai, a partir de agora, dedicar-se a novos projetos pessoais e profissionais, mas não especificou a nova trajetória.

Soeiro disse ter tomado conhecimento da situação também pelas redes sociais, mas que apesar do anúncio, Maéve Melo ainda se mantém secretária por cumprir o período de licença. “Como fui convidada pelo Prefeito, eu estaria interinamente por seis meses e eu estou interinamente. Foi uma surpresa para mim porque tudo estava sendo feito pera retorno dela. Acredito que o Prefeito deve se manifestar em breve assim que acabar a licença”, disse.


Miguel Coelho é discreto, mas acredita em nome de Fernando Filho para governador do estado

por Cidinha Medrado 11 de Maio de 2018 às 10:52

O grupo de Oposição ao Governo Paulo Câmara, em Pernambuco, confirmou que terá apenas uma candidatura ao executivo do estado nas eleições deste ano. Desde então, nenhum nome foi lançado e as especulações são muitas em torno de quem deve disputar com o atual governador. Alguns políticos fortes são cogitados, como os senadores Fernando Bezerra Coelho (MDB) e Armando Monteiro (PTB).

Recentemente, um nome entrou no cenário. Depois de um pronunciamento não oficial do Prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, os rumores dão conta de que o Deputado Federal, Fernando Filho (DEM), possa entrar na disputa. Em entrevista ao Nossa Voz, o parlamentar negou a pretensão de imediato. Ele diz que o foco, neste momento, é a permanência dele no Congresso Nacional. Entretanto, diz-se preparado para o desafio caso o seu nome seja o escolhido pela Frente.

Enquanto o grupo não oficializa o candidato, Miguel Coelho tenta manter-se discreto quanto ao nome do irmão na briga pelo executivo de Pernambuco. Ele afirma aguardar posicionamento da oposição, mas tece elogios ao Deputado, enfatizando o trabalho dele para com Petrolina, sendo que, segundo o prefeito, o Deputado Federal trouxe para a cidade cerca de 32 milhões de reais em emendas parlamentares em apenas 16 meses.

Questionado sobre o anúncio não oficial com relação à pré-candidatura do irmão, o prefeito esquivou-se, mas não negou que a informação estivesse em desencontro à verdade ou que havia sido, pelo menos, um mal entendido. “Nós somos um conjunto de forças políticas. O que eu acho mais importante agora é definir [o nome]. O cenário está muito frio por enquanto e a oposição precisa mostrar o seu projeto de futuro para Pernambuco. As pessoas querem mudança. Esse Governo já deu o que tinha que dar. Eu estou muito animado que esse conjunto da chapa terão os nomes mais competitivos”, limitou-se.


Fernando Filho nega pré-candidatura, mas não descarta possibilidade de concorrer ao Governo de PE

por Cidinha Medrado 11 de Maio de 2018 às 10:02

Um pronunciamento misterioso do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, sobre a possibilidade do irmão e Deputado Federal, Fernando Filho (DEM) entrar na disputa ao Governo de Pernambuco nessas eleições, movimentou os bastidores da política nesta semana. Ele assumiria o lugar do pai, o senador Fernando Bezerra Coelho, que está envolvido em um embróglio pela presidência do MDB no estado com o vice-governador, Raul Henry.

Em entrevista ao Nossa Voz na manhã desta sexta-feira, dia 11, Fernando Filho negou a pré-candidatura, acrescentando que o foco, neste momento, é permanecer no Congresso Nacional. “Eu trabalho com a possibilidade e com o projeto de disputar o mandato como Deputado Federal. Essa é minha prioridade, esse é meu foco. Esse tem sido o meu dia a dia: renovar o meu mandato”, explicou.

Engajado com a frente de oposição ao atual governo, ele deixou o MDB no dia 7 de abril, data limite de alterações de acordo com a Janela Partidária. Há algum tempo, o senador Fernando Bezerra já não mais se coloca como pré-candidato ao Governo do Estado durante os eventos políticos que comparece. Fernando Filho descartou a pré-candidatura, mas não negou a possibilidade de entrar na disputa pelo mais alto cargo do executivo em Pernambuco. “Não vou dizer que eu não admita essa hipótese, mas acho pouco provável. Quem está na politica é natural... querer prosperar e ter evolução. Eu tenho vontade de um dia servir ao meu estado”, explicou.

Pensando no grupo de forma geral, ele diz que o foco é unir forças de oposição e apoiar o nome que for escolhido pelo grupo. “O importante é termos um nome que possa representar os anseios desse momento e apontar Pernambuco para um caminho diferente do que temos hoje. Evidente que nós também estamos muito empenhados nesse palanque de oposição de unir as forças de oposição ao Governo do Estado para que a gente possa apresentar a Pernambuco uma alternativa. Iremos fazer parte desse esforço, seja qual for o nome escolhido”, finalizou.


Denúncia: vereador diz que políticos 'furam fila' na saúde pública de Petrolina: 'usurpadores do SUS'

por Gabriela Canário 10 de Maio de 2018 às 14:38

Os problemas no atendimento e as mortes ocorridas no Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina ainda rende polêmica na Câmara de Vereadores do município. Na sessão desta quinta-feira, dia 10, a criação de uma CPI pra investigar negligência na unidade, através de uma comissão foi aprovada na Casa Plínio Amorim. Autor da ação, o vereador Ronaldo Souza (PTB) afirmou já ter enviado um ofício à delegacia regional pedindo detalhamento dos inquéritos instaurados que sejam relacionados às mortes e outros casos semelhantes no Hospital.

“Estamos tendo a iniciativa de apurar os fatos e não a instituição. Não temos o poder de investigar a instituição. Ontem eu enviei um ofício como vereador para o Delegado regional solicitando as informações sobre os inquéritos instaurados sobre a morte de crianças e mães no Hospital Dom Malan”, explicou Ronaldo SOuza. Segundo ele, a comissão vai reunir todos os fatos para se chegar a alguma conclusão e responsabilizar os culpados.

Além disso, durante discurso no plenário, o parlamentar fez grandes acusações e afirmou que existem políticos que “furam a fila” no Sistema Único de Saúde – o SUS, prejudicando o atendimento público no município. Com a CPI, ele pretende que sejam investigados os mandantes que estariam subornando funcionários dos hospitais públicos pra passar seus indicados nas filas dessas unidades de saúde. Questionado pelo Nossa Voz sobre os nomes desses políticos e se estes seriam vereadores da Casa Plínio Amorim, ele esquivou e disse que ainda não sabe nomes, mas que o Ministério Público deve investigar esse caso.

“Eu não disse o nome 'vereadores'. Eu disse que tem pessoas que são usurpadores do SUS. Vamos pedir ao Ministério Público para investigar as facilidades dentro do Malan e outras instituições de saúde públicas de Petrolina […]. Quem é o servidor que tá colocando gente na frente e recebendo ligação de madrugada para colocar nome na lista?”, questionou.

Comissão

Responsável pelas investigações quantos às problemáticas mencionadas na saúde pública municipal, a comissão, segundo Ronaldo Souza em discurso, estaria completa. A afirmação veio logo após o vereador Zenildo do Cocar mostrar interesse em fazer parte do grupo e solicitar a vaga. Em entrevista à reportagem do Nossa Voz, Cancão negou que a comissão esteja formada e disse que as vagas são para que parlamentares de quaisquer partidos possam ingressar, desde que esteja de acordo com o regimento interno.

Cinco vereadores, além de Ronaldo Souza, estão com nomes confirmados para compor a comissão: Paulo Valgueiro, Gabriel Menezes, Rodrigo Araújo, Cícero Freire e Ronaldo Silva. Restam duas vagas de acordo com o regimento. Entretanto, o petebista diz que o ingresso não é tão simples. “Não é só pedi uma vaga. Primeiro tem que ler o regimento interno […] aqui eu faço pela Lei e vamos obedecer as normas pertinentes da Casa. Se o PSB ainda tiver vaga para indicar pode ser ele ou a vereadora Maria Elena”, explicou.


Com 13 pré-candidatos a deputado estadual, Petrolina sedia Game of Thrones da política local

por Karine Paixão 4 de Abril de 2018 às 14:25

 

Petrolina já conta com 13 pré-candidaturas a deputado estadual e para que haja a devida consolidação delas, muita água vai rolar embaixo dessa ponte eleitoral. Começando pela validação de filiações seguindo para o prazo de filiação e troca de partidos e finalizando nos apoios dos respectivos grupos políticos, tem pré-candidato que está encarando uma verdadeira gincana para conseguir ingressar na disputa por uma vaga à Assembleia Legislativa de Pernambuco. 

É o caso da vereadora Maria Elena. Integrante do PSB primeiro teve que cavar sua expulsão do partido para em seguida optar entre filiar-se ao PROS e ficar com o governador Paulo Câmara (PSB) ou ao PRTB mantendo-se fiel ao senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). E se permanecer ao lado do emedebista, será que Elena terá o apoio desse grupo político que lança o filho mais novo do senador, Antônio Coelho, 22 anos, como prioridade nessa disputa? E tem mais: antes do caçula ser lançado, corria nos bastidores o nome de Zé Coelho Neto, filho do ex-senador José Coelho. Teria Neto desistido ou seria o segundo nome e assim ocuparia o espaço almejado pela vereadora? 

Ao falar de Maria Elena é possível lembrar que a Câmara de Petrolina pode ter uma debandada de parlamentares no período de campanha. Além da vereadora citada, já confirmaram a pré-candidatura Osinaldo Souza (PTB), Ruy Wanderley (PSC) e Cícero Freire (PR). Em cima do muro mas com nomes inflados nos bastidores estão Cristina Costa (PT) e Gabriel Menezes (PSL). 

Segundo comentários de integrantes do PT local, Cristina Costa contaria com o apoio da pré-candidata ao Governo do Estado, Marília Arraes (PT), que inclusive virá a Petrolina fazer esse gesto confirmando a dobradinha. Correndo contra o tempo para herdar o espólio político da ex-deputada Isabel Cristina, que faleceu em 2016 em decorrência de duas paradas cardíacas, Costa ainda pode enfrentar a concorrência de Dulcicliede Amorim que deve ser filiada ao Partido dos Trabalhadores com a ficha abonada diretamente pela executiva estadual numa ação de Odacy Amorim (PT), que ignora as deliberações do diretório municipal e mantém sua pré-candidatura a governador sem apoio dos petistas petrolinenses.

Alheio a essas disputas internas, Gabriel Menezes mantém sua campanha pelo fim da reeleição com seu nome integrando a lista dos pré-candidatos a Alepe. Integrante do PSL e eleito no grupo do ex-prefeito e pré-candidato a governador Júlio Lóssio, Menezes vai disputar votos nas mesmas bases eleitorais com a ex-primeira dama, Andrea Lóssio, que nesse feriado publicou fotos de suas andanças pelo interior do Município. 

Voltando ao grupo do senador Fernando Bezerra Coelho, dois insatisfeitos decidiram trilhar seus caminhos longe das bençãos do cacique político. Pérsio Antunes (SD) é deles. Ele assumiu sua pré-candidatura e ingresso no Solidariedade, partido que quer manter-se longe do chapão do PSB mas negocia apoio a Paulo Câmara. O afastamento de Antunes de FBC deu-se  em consequência de promessas não cumpridas ainda nas tratativas da campanha de 2016. Pérsio deixou o grupo de Lóssio, não conseguiu se reeleger-se vereador pois seu partido não se coligou com nenhum outro e assim com o coeficiente alto e sem calda, perdeu a eleição figurando entre os últimos colocados na lista do Tribunal Superior Eleitoral. Aos amigos próximos, afirma ter levado uma rasteira do senador. 

Mas foram citados dois insatisfeitos e o segundo a pular do barco de FBC foi o ex-secretário de Infraestrutura e Habitação, Coronel Heitor Leite. Na reforma administrativa ele deixou a pasta, cogitaram que ele seguiria para a Secretaria de Educação, mas na verdade ele não estaria mais figurando entre os aliados de Fernando Bezerra. Insatisfeito com a falta de apoio a sua pré-candidatura a deputado estadual, ele retirou-se do cenário político local, mas existe a aposta que em breve ele surpreenderá. 

Por fim existe a pré-candidatura a deputado estadual de Lucas Ramos (PSB). Formando uma dobradinha com o deputado federal Gonzaga Patriota, Ramos busca aumentar sua base eleitoral em Petrolina acolhendo dissidentes, como é o caso do vereador Elismar Gonçalves (MDB) que ensaiou uma aliança com o prefeito Miguel Coelho (PSB), mas logo recuou. Filho do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Ranilson Ramos, o socialista obteve em 2014 a maioria dos seus votos fora da cidade obtendo 58.515 votos. Foi o 13º mais votado da atual legislatura. 

Lembrando que essa lista preliminar pode variar nos próximos dias, ainda em tempos de janela partidária e prazos de filiação previstos na Lei Eleitoral. O caminho até chegar na disputa é árduo para alguns e brando para quem apenas planeja divulgar o nome ou visa barganhas. Até agosto, quando as convenções partidárias validarão as candidaturas dos escolhidos tudo pode acontecer. Seguem as jogadas no xadrez da política. 


Maria Elena mantém pré-candidatura a deputada estadual: 'Agora é a minha vez'

por Gabriela Canário 4 de Abril de 2018 às 09:42

A vereadora Maria Elena (PSB) vai levar a diante o sonho de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Com exclusividade, ela conversou com o Nossa Voz, revelando como fará para viabilizar a pré-candidatura a deputada estadual. Ela busca a saída do PSB para que assim possa trocar de partido em tempo hábil como determina a Justiça Eleitoral e conseguir o apoio do grupo do senador Fernando Bezerra Coelho com serenidade e sem se deixar influenciar pelo fogo amigo.

“É uma situação ainda não confortável e que é preciso paciência e diálogo. Tudo de uma forma muito transparente […] eu nunca fui adepta dessa prática de ficar mudando de partido. Mas na política tudo é possível no campo da legalidade para realizar os sonhos como esse meu. É necessário eu pedir esse desligamento”, explicou.

Maria Elena afirmou que está conversando com dois partidos, o Partido Republicano da Ordem Social e o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro. Ela avalia qual pode projetar melhor a candidatura dela ao parlamento estadual. “Eu estou conversando com dois partidos possíveis à altura do meu potencial eleitoral. Agora chegou a minha vez. Agora chegou a hora de realizar o meu sonho. Acho que eu mereço. Eu vou para a luta com reais possibilidades de entrar na Alepe”, acredita.

A vereadora acredita que contará com o apoio do grupo do senador Fernando Bezerra Coelho, apesar dele ter lançado a pré-candidatura a deputado estadual do filho mais novo, Antônio Coelho e que, com essa definição, tem espaço no grupo para o apoio do nome dela. “Ele é jovem, estudou Ciências Políticas nos Estados Unidos. Não cabe a mim aceitar ou não. Eu sou pré-candidata e estou muito animada. Estou com essa expectativa certa de ser candidata. Eu quando parto, vou com otimismo. Desejem sorte a essa vereadora. Chegou a nossa vez”, finalizou.


Paulo Câmara é apontado como o pior governador da história de Pernambuco

por Gabriela Canário 4 de Abril de 2018 às 08:14



O levantamento de opinião da Uninassau, em dado momento, perguntou aos eleitores sobre quem foi, na opinião deles, o melhor e o pior governador do Estado. Na pesquisa espontânea, Eduardo Campos é citado como melhor governador da história por 35,9% dos entrevistados. Miguel Arraes, que fez um trágico terceiro governo, aparece em segundo lugar para 16,5%. Jarbas Vasconcelos é listado em terceiro, por 10,3% dos entrevistados. Nesta lista, Paulo Câmara (1,2%) aparece em quinto lugar, logo depois de Roberto Magalhães (1,9%). O governador socialista lidera a lista, para 42,3% dos entrevistados, quando a pergunta é sobre quem seria o pior governador da história do Estado.

Na ordem, surgem Jarbas Vasconcelos (5,3%), Eduardo Campos (3%) e Roberto Magaçhães (1%). Maioria não admira ninguém. O levantamento permite especular que, em tempos de operação Lava Jato, há uma elevada antipatia com os políticos de um modo geral. A tendência pode ser verificada a partir da indagação de quem seria o político de Pernambuco que o eleitor mais admira. Mais da metade dos entrevistados (54,8%) respondeu que não admira nenhum político.

O melhor colocado neste ranking é o ex-presidente Lula, citado por 8,6% dos entrevistados, mesmo envolvido em processos e mais processos na Lava Jato. Pela ordem, aparecem ainda Eduardo Campos (5%), Jarbas (3,8%), Arraes (1,6%), Mendonça Filho (1%) e João Paulo (1%).

Blog do Jamildo 


Cármen Lúcia pede em pronunciamento 'serenidade' contra 'desordem social'

por Gabriela Canário 2 de Abril de 2018 às 17:53

G1, BrasíliaA ministra Cármen Lúcia durante evento em São Paulo no mês passad (Foto: Marivaldo Oliveira/Código19/Estadão Conteúdo)

A ministra Cármen Lúcia durante evento em São Paulo no mês passad (Foto: Marivaldo Oliveira/Código19/Estadão Conteúdo)

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), gravou um pronunciamento nesta segunda-feira (2) no qual defende o “fortalecimento da democracia”, afirma que “há que se respeitar opiniões diferentes” e pede "serenidade" para que diferenças ideológicas não resultem em "desordem social".

O pronunciamento, de 3 minutos e 18 segundos de duração, cujo texto foi divulgado antecipadamente pela assessoria do STF, tem previsão de transmissão pela TV Justiça a partir das 18h30. A assessoria não informou o que motivou o pronunciamento da ministra.

"Há que se respeitar opiniões diferentes. O sentimento de brasilidade deve sobrepor-se a ressentimentos ou interesses que não sejam aqueles do bem comum a todos os brasileiros", afirmou a ministra.

Nesta segunda-feira, Cármen Lúcia se reuniu com o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, a fim de discutir a segurança no dia dojulgamento do habeas corpus preventivo apresentado pela defesa do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. O julgamento está marcado para a próxima quarta-feira (4), e há expectativa de que atrairá manifestantes contra e a favor de Lula.

Com o habeas corpus, a defesa de Lula pretende impedir que, embora condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), de segunda instância, ele não possa ser preso antes de esgotados os recursos em todas as instâncias da Justiça.

 

"Vivemos tempos de intolerância e de intransigência contra pessoas e instituições", afirmou a presidente do STF no pronunciamento.

 

Cármen Lúcia afirma ainda que, na sociedade, “não podem persistir agravos e insultos contra pessoas e instituições pela só circunstância de se terem ideias e práticas próprias”.

“Diferenças ideológicas não podem ser inimizades sociais. A liberdade democrática há de ser exercida sempre com respeito ao outro”, diz o texto.

Segundo ela, "fora da democracia não há respeito ao direito nem esperança de justiça e ética".

Íntegra

Leia a seguir a íntegra a íntegra do pronunciamento da presidente do STF:

A democracia brasileira é fruto da luta de muitos. E fora da democracia não há respeito ao direito nem esperança de justiça e ética.

Vivemos tempos de intolerância e de intransigência contra pessoas e instituições.

Por isso mesmo, este é um tempo em que se há de pedir serenidade.

Serenidade para que as diferenças ideológicas não sejam fonte de desordem social.

Serenidade para se romper com o quadro de violência. Violência não é justiça. Violência é vingança e incivilidade.

Serenidade há de se pedir para que as pessoas possam expor suas ideias e posições, de forma legítima e pacífica.

Somos um povo, formamos uma nação. O fortalecimento da democracia brasileira depende da coesão cívica para a convivência tranquila de todos. Há que serem respeitadas opiniões diferentes.

Problemas resolvem-se com racionalidade, competência, equilíbrio e respeito aos direitos. Superam-se dificuldades fortalecendo-se os valores morais, sociais e jurídicos. Problemas resolvem-se garantindo-se a observância da Constituição, papel fundamental e conferido ao Poder Judiciário, que o vem cumprindo com rigor.

Gerações de brasileiros ajudaram a construir uma sociedade, que se pretende livre, justa e solidária. Nela não podem persistir agravos e insultos contra pessoas e instituições pela só circunstância de se terem ideias e práticas próprias. Diferenças ideológicas não podem ser inimizades sociais. A liberdade democrática há de ser exercida sempre com respeito ao outro.

A efetividade dos direitos conquistados pelos cidadãos brasileiros exige garantia de liberdade para exposição de ideias e posições plurais, algumas mesmo contrárias. Repito: há que se respeitar opiniões diferentes. O sentimento de brasilidade deve sobrepor-se a ressentimentos ou interesses que não sejam aqueles do bem comum a todos os brasileiros.

A República brasileira é construção dos seus cidadãos.

A pátria merece respeito. O Brasil é cada cidadão a ser honrado em seus direitos, garantindo-se a integridade das instituições, responsável por assegurá-los.


Odacy Amorim nega aliança com Paulo Câmara: 'nem acordo e nem inimizade'

por Gabriela Canário 29 de Março de 2018 às 08:55

O atual deputado estadual e pré-candidato ao governo de Pernambuco, Odacy Amorim (PT) afirma estar convicto do propósito dele em assumir o cargo mais alto no Palácio Campo das Princesas. Para isso, ele descarta a possibilidade de reeleição ao parlamento à nível do estado, deixando a oportunidade para a esposa dele Dulcicleide Amorim.

As previsões são de que os partidos do Trabalhador e Socialista Brasileiro firmem uma aliança nacionalmente. Odacy Amorim, nega está esquematizando qualquer entendimento dentro da do futuro político dele com o partido de Paulo Câmara. “Não sou aliado do governador. A questão aí não passa pela política estadual. A gente vai discutir dentro do partido e defendemos candidatura própria. A questão não sou eu, é o partido […] Eu não tenho esquema de entendimento com Paulo Câmara, nem acordo e nem inimizade”, afirmou.

No âmbito nacional, o petista reconhece que a sigla “não vive um momento fácil” sendo mais do que necessário “um projeto de retomada da presidência do Brasil”. Mas, a depender do andar da carruagem, dentro de Pernambuco, ele deve seguir as orientações do PT. “Se vier a aliança, seria se não existisse candidatura própria”, comentou.

Odacy Amorim nega a possibilidade de se candidatar ao senado. “Eu me proponho a ser um candidato [ao governo de Pernambuco] para resolver os problemas de Pernambuco”. Entretanto, ele confirmou que não descarta a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara Federal. Nesta hipótese, sendo a vereador do Recife, Marília Arraes, a candidata ao executivo estadual, o rumo é certo. “Se ela for candidata, vai ter o meu apoio”, finalizou o deputado.