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Documentário produzido por Bárbara Paz ganha prêmio no Festival de Veneza

por Milena Pacheco 9 de Setembro de 2019 às 09:38
categoria: Cinema

Foto: Perfil Instagram @barbararaquelpaz

Bárbara Paz recebeu o Prêmio da Crítica Independente no 76° Festival de Veneza. A atriz foi produtora do documentário Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou, que narra a batalha do seu marido, Hector Babenco (1946 – 2016), contra o câncer. Além dela, quem assumiu a produção do longa foi Myra Babenco e os irmãos Caio e Fabiano Gullane.

“O cinema está filmando a memória, porque o cinema está contando a história daqueles que vivem, daqueles que viveram, porque o cinema está comemorando o amor, porque o cinema é amor’, representa o que ela pensa do filme e do cinema: “Eles entenderam tudo isso e estou muito emocionada. O cinema é amor”, explicou Bárbara. (Fonte: Social1/Foto Perfil Instagram @barbararaquelpaz)


UNEB: Cineasta Felipe Calheiros será palestrante no evento gratuito de áudio visual em Juazeiro

por Milena Pacheco 20 de Agosto de 2019 às 09:59
categoria: Cinema

A 9°edição do ‘Curta na Uneb’, que vai acontecer no próximo dia 26 de agosto, conta este ano com a presença do cineasta Felipe Peres Calheiros como palestrante, que vai abordar o tema “Documentário e Direitos Humanos”. A programação é gratuita, aberta ao público e começa a partir das 16h, no Auditório de Multimídia do Departamento de Ciências Humanas da Universidade do Estado da Bahia, em Juazeiro. Já a mostra de vídeos está marcada para às 18h, no Canto de Tudo.

(Foto: Divulgação)

Felipe Calheiros é doutorando em Educação Artística, fotógrafo e educador de vídeo-documentário. O convidado da mostra já recebeu cerca de 20 prêmios e menções honrosas por documentários exibidos em mais de 100 festivais nacionais e internacionais.

O ‘Curta na Uneb’ é uma mostra de vídeos que desde 2006, reúne alunos, professores e membros da comunidade no campus Juazeiro da instituição. Um momento em que a criatividade é destaque com conteúdos em diversas temáticas.

O evento, que já entrou no calendário cultural no Vale do São Francisco, terá sorteios e para participar basta interagir na publicação da página @curtanauneb do Instagram do evento e seguir todas as regras na descrição da postagem oficial. (Texto: Mariane Ribeiro)


Cinemas têm até janeiro para garantir acessibilidade a cegos e surdos

por Milena Pacheco 19 de Agosto de 2019 às 10:32
categoria: Cinema

A partir do dia 1º de janeiro de 2020, todas as salas de cinema do país serão obrigadas, sob pena de multa, a oferecer aparelhos de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos. A determinação está na Instrução Normativa 128/2016, da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Até o dia 16 de setembro deste ano, os exibidores precisam ter atingido a meta de 35% das salas dos grandes complexos e 30% das salas dos grupos menores.

Foto: Leo Rodrigues/Agência Brasil

Segundo o secretário-executivo da Ancine, João Pinho, o dia 16 de junho foi o primeiro prazo para o cumprimento das metas, com a exigência de 15% das salas de grandes complexos oferecendo os recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras) para quem solicitar.

“Agora a gente entrou efetivamente na segunda fase, que é monitoramento do cumprimento em si. Ainda tem um pouco de orientação, mas já começa com a fiscalização pelos complexos. Estamos acompanhando semanalmente pelos sistemas internos da agência e de acordo com o plano de fiscalização, que envolve visitas técnicas quando necessário. Estamos divulgando a lista dos cinemas que se declaram acessíveis”.

Segundo o último levantamento feito pela agência, divulgado no fim de junho, a meta de 15% havia sido cumprida. A lista das salas com os recursos pode ser consultada na internet e o próximo levantamento deve ser divulgado no início de setembro.

Pinho explica que as exigências de acessibilidade para o setor de cinema no Brasil começaram em 2014, com a obrigatoriedade de todos os filmes produzidos com recursos públicos oferecerem os recursos para audiência de cegos e surdos. E desde 16 de junho todos os filmes, inclusive estrangeiros, já estavam adaptados.

“Se a gente colocasse a obrigatoriedade logo, o exibidor não ia ter conteúdo acessível para oferecer ao público alvo. Isso era para criar um estoque de filmes e também de séries, porque vamos começar isso depois para a TV. Então a gente já teve 100% dos filmes nacionais, agora 100% dos filmes de qualquer nacionalidade e em 1º de janeiro 100% dos cinemas”.

O secretário explica que não há dados sobre a utilização dos recursos de acessibilidade nas salas, mas para o ano que vem o sistema da Ancine que contabiliza a bilheteria dos cinemas do país vai trazer essa informação. Além disso, ele destaca que duas câmaras técnicas montadas dentro da agência, uma sobre acessibilidade e outra com os exibidores, acompanha a implementação das medidas para avaliar a eficácia e qualidade dos serviços oferecidos.

“Tem as duas câmaras técnicas para dar o feedback, como melhorar o equipamento, aumentar o número de equipamentos disponíveis se tiver muita demanda, legenda em libras malfeita, por exemplo. Daí teremos que fazer campanhas para melhorar essas coisas”.

Segundo Pinho, o Brasil é pioneiro na área, sendo o único país que exige exibição cinematográfica com língua de sinais. “Temos recebidos feedbacks qualitativos, muito emocionantes, de pessoas com deficiência que nunca tinham ido ao cinema na vida, pessoas que nunca viram ou asistiam filme sem entender. A gente vê que está impactando positivamente a vida dessas pessoas”, explicou. (Fonte: agenciabrasil/Foto: Leo Rodrigues/Agência Brasil)


Bilheteria EUA: Simba assume o trono na primeira semana

por Milena Pacheco 22 de Julho de 2019 às 09:16
categoria: Cinema

Homem-Aranha: Longe de Casa ficou com a segunda colocação

O Rei Leão dominou as salas de cinema norte-americanas e fez mais de US$ 180 milhões em seu primeiro final de semana. Com Homem-aranha: Longe De Casa chegando em sua terceira semana, a queda de 54% era esperada.

E realmente 2019 é o ano dos live-actions da Disney. Aladdin é atualmente o filme no ranking há mais tempo em cartaz. Em sua nona semana, o longa já totaliza US$ 340 milhões no mercado interno. (Fonte: cineclick/Foto: Reprodução Internet)

Confira o ranking completo:

1 - O Rei Leão - US$ 185 milhões

2 - Homem-aranha: Longe De Casa - US$ 21 milhões

3 - Toy Story 4 - US$ 14,6 milhões

4 - Predadores Assassinos - US$ 6 milhões

5 - Yesterday - US$ 5,1 milhões

6 - Stuber - US$ 4 milhões

7 - Aladdin - US$ 3,8 milhões

8 - Annabelle 3 - De Volta Para Casa - US$ 2,6 milhões

9 - Pets - A Vida Secreta Dos Bichos 2 - US$ 1,5 milhão

10 - Midsommar - O Mal Não Espera A Noite - US$ 1,5 milhão


“O Rei Leão” estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira

por Milena Pacheco 17 de Julho de 2019 às 16:42
categoria: Cinema

Nos 25 anos que separam o original da nova versão, o mundo da animação se transformou

Nos 25 anos que separam O Rei Leão original da nova versão, que estreia nos cinemas brasileiros na quinta-feira (18), o mundo da animação se transformou. O Rei Leão, dirigido por Rob Minkoff e Roger Allers e lançado nos Estados Unidos em junho de 1994, foi uma das últimas animações feitas nos moldes tradicionais, com desenhos à mão.

Menos de um ano e meio depois, Toy Story estreava, tornando norma a animação digital.

Foto: Disney/Reprodução

Desde então, a computação gráfica avançou bastante, como se vê neste O Rei Leão dirigido por Jon Favreau. É tão realista que, se os animais não falassem, poderia passar facilmente por um documentário narrado por David Attenborough.

Mas Favreau fez uma ressalva numa entrevista à imprensa, em Los Angeles: “Presta-se muita atenção à tecnologia, mas, na verdade, este longa também foi feito à mão. Os animadores trabalharam em cada quadro, cada ambiente visto no filme, a não ser por uma tomada – que eu quero que adivinhem”.

Favreau, que de ator de comédias e diretor de filmes leves virou o fundador do Universo Cinematográfico Marvel com Homem de Ferro, já tinha experimentado a animação fotorrealista em Mogli – O Menino Lobo, de 2016, cuja ação se passava nas florestas indianas, mas que foi totalmente feito em Downtown, Los Angeles.

A equipe de O Rei Leão também jamais pisou o solo do continente africano, a não ser numa viagem de pesquisa para estudar o comportamento dos animais e as diversas paisagens que aparecem no filme. Depois disso, tudo foi feito em Playa Vista, apelidada de Praia do Silício, a região que concentra as empresas de tecnologia em Los Angeles.

Mas o método foi um tanto diferente. “Mogli usou a mesma técnica de captura de performances desenvolvida dez anos antes para Avatar”, explicou Favreau. Agora, o cineasta resolveu experimentar um sistema de “game engine” e tecnologia VR.

“Essencialmente, criamos um game multiplayer de cinema.” Em vez de usar aqueles macacões cheios de pontos, os atores foram convidados a um cubo negro em que, com a ajuda dos óculos de realidade virtual, conseguiam enxergar os terrenos pelos quais seus personagens estavam transitando. “Vimos a Pedra do Reino, o cemitério dos elefantes, tudo!”, disse, animado, JD McCrary, que faz a voz original do Simba criança.

Além de poderem contracenar de verdade, em vez de gravar suas vozes isoladamente em cabines, os atores tiveram seus movimentos registrados pelas câmeras do diretor de fotografia Caleb Deschanel – numa animação digital tradicional, normalmente o movimento das câmeras e a iluminação são feitos no computador.

Só depois disso os animadores começaram a trabalhar, baseando-se nas pesquisas da vida selvagem, já que a ideia não era antropomorfizar os personagens. “Eu acho bacana ver a tecnologia como um convite ao progresso, mas não necessariamente como algo que vai substituir o que existe. Acredito num equilíbrio entre inovação e tradição”, afirmou Favreau.

Na história, ele optou pela tradição. Muito pouco foi alterado em relação à produção de 1994, considerada um clássico. Simba (voz original de JD McCrary na infância, Donald Glover na fase adulta) é o herdeiro do trono de seu pai, Mufasa (James Earl Jones, o único que repetiu seu papel). Sua mãe é Sarabi (Alfre Woodard).

Aventureiro, um pouco arrogante, Simba é amigo e prometido de Nala (Shahadi Wright Joseph na infância e Beyoncé como adulta) e recebe lições valiosas de seu pai, como a do círculo da vida. “Acho bom fazer filmes que são globais, com cidadãos do mundo, porque estamos verdadeiramente todos conectados”, disse Donald Glover.

Mas a convivência é curta: graças às armações de seu tio Scar (Chiwetel Ejiofor), Mufasa morre no estouro de uma manada, Simba sente-se culpado e parte para o exílio, renunciando a seu papel de príncipe e curtindo a vida adoidado com Timão e Pumba (Billy Eichner e Seth Rogen).

As famosas músicas, como Hakuna Matata, continuam, com a adição de uma inédita, composta por Elton John e Tim Rice.

A maior mudança são as hienas, que eventualmente podem ser engraçadas, mas certamente são mais ameaçadoras do que no desenho original. Elas são a SS de Scar, que não está nem um pouco preocupado com a manutenção do círculo da vida e em pouco tempo destrói a natureza ao redor.

A ressonância com os tempos de hoje é clara – como era em 1994, fazendo eco com o fim do apartheid na África do Sul. “O filme destaca as verdades na nossa vida. Não importa quem está ouvindo ou que idade tem”, disse Alfre Woodard. A tecnologia pode ter mudado muito em 25 anos, mas as mensagens de O Rei Leão continuam valendo. (Fonte: exame//Foto: Disney/Reprodução)


Austin Butler viverá Elvis Presley em cinebiografia

por Milena Pacheco 17 de Julho de 2019 às 09:38
categoria: Cinema

Foto: AFP

A Waner Bros. Pictures anunciou, por meio do seu presidente, Tom Emmerich, o nome do ator escalado para interpretar o cantor Elvis Presley nas telonas. O intérprete designado para o papel foi Austin Butler, que estreou na Broadway em 2018 contracenando com Denzel Washington em The Iceman Cometh, de Eugene O’Neill. 

Austin recebeu ótimas críticas no papel de Don Parritt, em O menino Perdido, e será visto no final deste mês com Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie em Era Uma Vez em Hollywood, de Quentin Tarantino. Além desses trabalhos, o artista atuou com Bill Murray e Adam Diver em Os Mortos Não Morrem, de Jim Jarmusch, sendo os dois últimos exibidos em Cannes esse ano.   

O longa dirigido por Baz Luhrman contará a história da vida e música de Presley pela perspectiva da conturbada relação entre ele e seu enigmático empresário “coronel” Tom Parker, que será interpretado por Tom Hanks, ganhador do Oscar pela atuação em Forrest Gump: O Contador de Histórias e Philadelphia. 

Luhrman irá produzir o longa ao lado de Gail Berman, Patrick McCormik, Schuyler Weiss e Catherine Martin, figurinista e designer de produção do filme. Andrew Mittman assina ainda como produtor executivo da cinebiografia. O filme começa a ser gravado no início do próximo ano em Queensland, na Austrália, e conta com o apoio do governo de Queensland, da Screen Queensland, do programa Producer Offset e do governo australiano. (Fonte: diariodepernambuco/viver/Foto: AFP)


'Sonho em trabalhar com um diretor pernambucano', diz Drica Moraes, homenageada do 23° Cine PE

por Milena Pacheco 15 de Julho de 2019 às 09:21
categoria: Cinema

Foto: Drica Moraes/Divulgação

A 23ª edição do Cine PE- Festival do Audiovisual, de 29 de julho e 4 de agosto no Cinema São Luiz, divulgou programação que pode ser conferida no www.festivalcinepe.com.br. Também adiantou a personalidade homenageada: a atriz Drica Moraes. Com 50 anos, sendo 36 de carreira, a carioca tem presenças notáveis na TV, no teatro e no cinema. “É uma atriz visceral. Ela vai da comédia ao suspense com maestria, e o festival entende que essa força criativa que ela carrega ao longo da carreira deve ser exaltada”, disse Sandra Bertini, diretora do Cine PE. Drica receberá o troféu Calunga de Ouro em agosto.

Adriana Moraes Rego Reis apareceu numa produção audiovisual pela primeira vez no episódio O sequestro de Lauro Costa, da extinta série Tele tema (1986), na Globo. Desde então, foram inúmeros personagens marcantes, incluindo a vilã Violante Cabral, de Xica da Silva (1996), e Marcela de Almeida, em O cravo e a rosa (2000). No cinema, fez “bem menos trabalhos do que gostaria”, como revelou ao Viver. Os mais recentes, que tiveram apelo comercial, foram em Bruna Surfistinha (2011) e Getúlio (2014). Em 2018, compôs os elencos de O banquete (2018), da Daniela Thomas, e Rasga coração (2018), do Jorge Furtado, ambos de um circuito mais alternativo.

Drica está na telinha como a infectologista Vera Torres na série global Sob pressão, que está na terceira temporada. O enredo do projeto, inovador no Brasil por ser lançado primeiro no streaming e mostra o cotidiano de um hospital público em São Paulo. (Fonte: diariodepernambuco/viver/Foto: Foto: Drica Moraes/Divulgação)


Primeiras críticas de “O Rei Leão” são extremamente positivas

por Milena Pacheco 11 de Julho de 2019 às 09:40
categoria: Cinema

Foto: Divulgação/Disney

O Rei Leão teve suas primeiras impressões divulgadas nos sites especializados dos EUA nesta quarta-feira, 10. O diretor-chefe do site Collider, Steven Weintraub, prevê rios de dinheiro. “Era como um show de rock. Esse filme vai fazer muito dinheiro”, escreveu ele no Twitter. Perri Nemiroff, do mesmo veículo, enalteceu personagens como Timão e Pumba. “São tudo!”, disse o jornalista.

Angie J. Han, do Mashable, ressaltou os detalhes da animação. “[Ele] entrega tudo o que promete, é uma animação impressionante e uma escolha incrível de elenco”, completou, enaltecendo a cantora Beyoncé. “É uma Nala cheia de espírito”, disse. Chris E. Hayner temeu os efeitos visuais da nova adaptação, mas acabou impressionado. “Eu temia que os animais mais realistas não tivessem o mesmo carisma do desenho animado, mas eles são bons. Timão e Pumba roubam a cena”, contou ele.

A editora do site Rotten Tomatoes, Jacqueline Coley, escreveu que O Rei Leão é de “tirar o fôlego”, destacando, novamente, os protagonistas do longa, Beyoncé e Donald Glover. “Ela é uma rainha e ele continua sua sequência sobre ser incrível em tudo o que faz. Eles arrasaram”, afirmou. O filme estreia no Brasil no dia 18 de julho. (Fonte: Social1/Foto: Divulgação/Disney)


Deborah Secco diz que perdeu dinheiro fazendo 'Bruna Surfistinha'

por Milena Pacheco 10 de Julho de 2019 às 17:39
categoria: Cinema

Deborah Secco revelou que teve prejuízo financeiro com o filme "Bruna Surfistinha" (2011), no qual interpreta a protagonista que dá nome ao longa. A atriz contou ao programa TV Fama, da RedeTV, que colocou dinheiro de seu próprio bolso para concluir as filmagens, mas o lucro final destoou do esperado.

"Não tinha dinheiro para filmar, então eu falei: 'Quanto é para mais essa semana?'. E banquei a minha semana, virei sócia do filme", disse. "Banquei o filme e a gente não teve lucro. Foi um filme diferente do que todo mundo fala. Leio sempre na internet: 'Nossa, ela deve estar ganhando muito dinheiro' [...] mas, no final das contas, eu perdi dinheiro".

Apesar do prejuízo, a atriz diz que o filme foi importante para seu crescimento profissional. "Valeu muito a pena porque ganhei muito em realização artística e crescimento de imagem. Talvez ali, naquele momento, eu não tivesse noção do investimento que estava fazendo, não sabia que estava investindo nessa revolução da minha carreira de atriz".

Secco não faz novelas desde "Segundo Sol" (2018), mas estará em "Salve-se Quem Puder" (Globo), que tem estreia prevista para 2020. Recentemente, ela também se tornou sócia do aplicativo de beleza Singu, explorando seu lado de empresária. (Fonte: bahia/Foto: Divulgação)


Iza e Ícaro Silva dublarão versão brasileira de “O Rei Leão”

por Milena Pacheco 27 de Junho de 2019 às 17:24
categoria: Cinema

A Disney bateu o martelo e anunciou os dubladores da versão brasileira dos protagonistas de O Rei Leão. A cantora Iza viverá Nala, enquanto o ator Ícaro Silva será Simba. Na sua versão original, Donald Glover faz a voz do Rei da Selva, e a cantora Beyoncé faz o seu par romântico na trama.

Ao UOL, Iza contou mais sobre sua experiência no estúdio de dublagem. “Uma amiga estava comigo na gravação e ela colocou a versão da Beyoncé. Eu fiquei muito emocionada, porque estava ouvindo a música de um filme muito especial para mim, emocionada porque a Disney estava fazendo uma nova versão e porque era a voz da Beyoncé”, disse a cantora.

Já Ícaro revela uma certa tensão em protagonizar o longa. “Dá um medo”, disse o ator. “Tem uma pressão envolvida, mas ao mesmo tempo me sinto muito validado como ator, como artista. Justamente porque são Beyoncé e Donald Glover, que são artistas muito especiais, não só de tamanho e fama, mas o que eles se propõem a fazer — autorais, multimídias, efervescência negra e afirmação desta cultura”, contou. E aí, mais ansiosos? O Rei Leão chega aos cinemas brasileiros no dia 18 de julho. (Fonte: social1/foto: Reprodução Instagram)