Lucas Pizane é o terceiro eliminado do ‘BBB 24’, com 8,35% dos votos

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Lucas Pizane, participante pipoca do BBB 24 — Foto: Reprodução

O participante foi o menos votado pelo público para continuar na casa

Lucas Pizane é o eliminado do “Big Brother Brasil 24” desta terça-feira (16), com 8,35% dos votos. Nesta fase do jogo, o público deve votar em quem deve permanecer no reality. Terceiro a sair da casa, o cantor baiano disputou a preferência dos telespectadores com Beatriz e Davi, que levaram 28,44% e 63,21% dos votos, respectivamente.

Parte do grupo pipoca, Pizane teve uma participação de apenas oito dias na casa. Além de ter caído num paredão com dois concorrentes que já se mostram populares aqui fora, uma das possíveis razões para sua eliminação foi o fato de ele estar envolvido na polêmica conversa do quarto do líder, na qual Rodriguinho e Nizam comentam sobre o corpo de Yasmin Brunet e os brothers presentes, incluindo Pizane, falam sobre ver a modelo tomar banho pela câmera do banheiro. Horas depois desse episódio, o brother chegou a comentar com Yasmin sobre alguns homens terem falado sobre mulheres da casa, mas sem entregar muitos detalhes.

Na enquete realizada pelo site do jornal EXTRA, Lucas também aparecia como o menos votado nessa decisão em que o público precisava indicar o seu favorito entre os três, com Davi em primeiro lugar e Beatriz em segundo.

Sobre Lucas Pizane

O cantor baiano Lucas Pizane, de 22 anos, nasceu em um vila de pescadores em Itaparica, na Bahia. Ele se mudou para Salvador ainda na infância. Atualmente seguindo carreira solo com o nome artístico Pizane, ele já fez parte de dois grupos de música baiana. O primeiro foi Os Ninfetos, de pagodão baiano, em 2020. O segundo foi a banda Lazy, de samba reggae e pagodão, em 2022.

Com o primeiro grupo, Os Ninfetos, o participante do “BBB 24” chegou a aparecer em playlists de pagodão baiano nas plataformas de streaming. Já o segundo trabalho foi uma banda Lazy, que ganhou esse nome, segundo o próprio cantor contou, por conta da fama de preguiçoso que o baiano leva pelo Brasil. Mas, ele explicou, tudo não passava de ironia.

(Extra)