Soso fala sobre Sport x Fortaleza e encontro com Vojvoda: “É um jogo que estou esperando”

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Mariano Soso na Ilha do Retiro  – Foto: Rafael Bandeira/ SCR

Argentino elogia compatriota e rival na próxima quarta-feira pelo Nordestão: “Desde que fiquei no Recife, foi muito generoso. Mas não acho que será generoso no jogo”


Do lado do Sport, um protagonismo quase que por inteiro delegado ao Fortaleza, seu rival de quarta-feira na Copa do Nordeste. Quem sustenta as afirmações acima é o técnico do time pernambucano, Mariano Soso, admirador e colega de Juan Pablo Vojvoda, seu conterrâneo e, por ora, adversário.

O treinador rubro-negro não esconde a ansiedade pelo encontro. Admiração por Vojvoda que Soso explica ir para além da profissão.

Mariano Soso, técnico do Sport — Foto: Paulo Paiva / Sport Recife

O argentino, ao chegar no Recife para defender o Sport, sua primeira oportunidade no Brasil, recebeu o abraço do técnico do Fortaleza. Mais do que isso: o acolhimento. Uma “generosidade”, citada pelo próprio Mariano, que não espera ter quando a bola rolar na Arena de Pernambuco.

– Acho importante centralizar nossa atenção em nossas virtudes, mas é um jogo de oposição. Eles jogam na Série A, têm qualidade e algo muito destacado que é um modelo de jogo muito claro e um grande estrategista, o Vojvoda. Acho que vamos enfrentar uma das melhores equipes da Série A do futebol brasileiro.

Assista à íntegra da coletiva de Mariano Soso após Sport 1 x 0 Porto

“É um jogo que estou esperando. O jogo é dos jogadores, mas nós temos a tarefa muito importante de desenhar um plano que neutraliza e possa agredir o Fortaleza. Se existe uma diferença entre duas equipes, cabe ao treinador diminuí-la. Juan Pablo tem tido atitudes muito solidárias comigo. Desde que fiquei no Recife, foi muito generoso. Mas não acho que será generoso no jogo”, conta Mariano Soso.

Um duelo, portanto, de gringos à beira da área técnica. Um, aos 48 anos, mais calejado de três temporadas de consolidação no cenário do futebol brasileiro, representando o espelho; o outro, aos 42, sendo impactado por ele e buscando a própria referência.

(GE)