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Começa segunda (21) cadastro do Chapéu de Palha em Petrolina

por Redação Nossa Voz 20 de Janeiro de 2019 às 07:00
categoria: Agricultura

O cadastramento no programa Chapéu de Palha em Petrolina-PE começa na segunda-feira (21), na Agrovila Massangano, zona rural do município e segue até a primeira quinzena de fevereiro. O cadastro vai ser fe[ito em algumas comunidades, mas também haverá atendimento no Centro de Convenções da cidade, a partir de fevereiro.

Confira o cronograma de atendimento em Petrolina:

 

21/01 a 22/01 – Agrovila Massangano 

23/01 a 25/01 – Projeto Bebedouro 

23/01 a 25/01 – Tapera 

28/01 a 30/01 - Projeto Maria Tereza

28/01 a 01/02 – Projeto Senador Nilo Coelho – N10

04/02 a 08/02 – Centro de Convenções de Petrolina 

11/02 a 15/02 – Projeto Senador Nilo Coelho – N4 

Foto: Divulgação/Gov. de Pernambuco


Negociação entre sindicato dos Trabalhadores Assalariados Rurais e Patronal ainda não tem data para acontecer

por Gabriela Canário 14 de Janeiro de 2019 às 09:26
categoria: Agricultura

A rodada de negociação entre o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Assalariados Rurais de Petrolina com a Classe Patronal havia sido marcada para a próxima quarta-feira, dia 16. Entretanto, o encontro foi cancelado no último final de semana por e-mail de acordo com a Presidente do STTAR, Lucilene Santos – a Leninha.

Ela explica que o Patronal recebeu a pauta de reivindicações no último dia 29 de dezembro. Dentre os pedidos, estavam a proposta de aumento salarial para $ 1.086,73 o que representa % acima do piso. Além disso, a classe trabalhadora solicita ainda o aumento da licença maternal de quatro para seis meses; fornecimento da camisa com proteção ultravioleta como parte dos equipamentos de segurança dos trabalhadores; manutenção na cláusula do abono (para atendimento médico); alimentação no local de trabalho; manutenção abono consulta gestante (de três para oito consultas durante a gravidez); abono integral para obtenção de documentação por parte do trabalhador; dentre outras reivindicações.

Apesar de ainda não ter uma nova data para acontecer, Leninha explica que os trabalhadores não precisam se preocupar porque a data-base está mantida e todos devem receber retroativo salarial. “A gente fica angustiado porque o patronal não conseguiu essa agenda e a gente tem que aguardar. A gente está passando por um momento difícil e a gente fica ansioso. A gente quer tranquilizar os trabalhadores porque a data-base continua e o trabalhador vai receber o retroativo. Isso faz parte de uma negociação coletiva”, afirmou.


Chuva causa perdas à produção de uva em Petrolina

por Gabriela Canário 12 de Dezembro de 2018 às 09:50
categoria: Agricultura

Após seis dias de chuva intensa no Vale do São Francisco, produtores de uva registraram prejuízo de R$ 7 milhões e a perda de 650 toneladas da fruta. Os números são do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), no Sertão de Pernambuco. A precipitação afeta, principalmente, produto que seria destinado ao consumo do mercado interno durante o Natal.

Ainda de acordo com o Sindicato dos Produtores Rurais do município (SPR), a estimativa é de que 35% da produção de uva que estava pronta para colheita tenha sido comprometida com a chuva, que registrou uma média de 90 milímetros na zona rural.

Em 24h, Petrolina registra mais da metade da chuva prevista para dezembro

“Essa chuva teve prejuízo na uva que faltava colher. Nossa safra para exportação termina na primeira semana de dezembro, então, o produtor deixa uma uva para colher até o dia 25, que vai para o mercado interno. Pode haver aumento do preço, mas o mercado ainda está aguardando como o tempo vai se comportar, afinal, há outras regiões produtoras”, explica o gerente executivo do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina, Flávio Diniz. Já em relação ao plantio de mangas, que também é forte no Vale do São Francisco, as chuvas retardam a floração.

O impacto foi maior sobre as uvas consideradas remanescentes, tipos plantados desde a década de 80 e 90, a exemplo da crimson e thompson, que possuem boa aceitação no mercado nacional. Foi o que aconteceu na Fazenda Ara Agrícola, que perdeu 40% do cultivo. “A maioria era da variedade crimson, um tipo de uva que não aguenta chuva, então elas apodreceram e nós estamos com uma perda aí de no mínimo R$ 50 mil”, disse. Na Ara Agrícola, apenas 20% do planejamento para esta semana foi executado.

NOVAS VARIEDADES

Hoje, os produtores apostam também em novas variedades introduzidas há cerca de sete anos no Vale, como a vitoria e a arra-15. Além de apresentarem maior resistência à chuva, podem ter maior produtividade, formatos e sabores exóticos. Esse produto é mais voltado para a exportação. “A tendência é que as remanescentes sejam substituídas por essas (novas variedades)”, explica Diniz. Ele ressalta, no entanto, que precipitações acima de 30 milímetros, como a que foi registrada nos últimos dias, tem alto potencial de destruição dos cachos de uva.

A agricultura de irrigação não depende das chuvas diretamente, mas sim do rio que alimenta o reservatório de Sobradinho. Desde o fim do mês de novembro, as fortes chuvas em Minas Gerais tiraram a barragem da situação de colapso, atingindo um nível de 22,7%. É o maior nível desde o início da seca, há cinco anos. Um dos efeitos disso foi o fim do dia do rio, que proibia a captação de água a cada quinze dias para atividades de irrigação, por exemplo. As prioridades eram abastecimento humano e matar a sede de animais.

Quando estiar, o produtor tem um longo caminho pela frente para recuperar o prejuízo. Será preciso reunir os trabalhadores, remover as uvas rachadas, colher e processar, para depois resfriar. Caso haja acúmulo de água no engaço (cacho sem uvas), a qualidade pode ser comprometida. Segundo Diniz, as vinícolas podem aproveitar parte do produto rachado para produção de vinho e vinagre, mas como a quantidade rachada é muito grande, não será possível absorver tudo.

JC Online 


Com alta oferta, pequenos produtores de Ponta da Serra sofrem com queda no preço das frutas

por Gabriela Canário 3 de Dezembro de 2018 às 12:40
categoria: Agricultura

Com o aumento da oferta de algumas frutas em Petrolina, pequenos produtores de frutas estão sendo obrigados a suspender a colheita de culturas como coco, acerola e banana porque não está havendo a saída destas produções, que teve uma queda de cerca de 40% no preço com relação ao início do ano.

De acordo com o Presidente da Associação dos Produtores Rurais de Ponta da Serra, Jonicélio Coelho, o mercado está saturado e, com isso, os preços baixaram bastante, gerando prejuízos para os agricultores da comunidade. A queda de preços está sendo desenfreada. Uma caixa de acerola que era vendida a 28 reais, hoje vale apenas 16.

Ponta da Serra possui 23 lotes e o mesmo número de famílias que vivem exclusivamente da produção. “A gente trabalha numa área de pequenos produtores e precisa de muito apoio. A produção é grande e estamos tendo com dificuldade porque tem umas frutas que estão com dificuldade de preço e a gente tem custos altíssimos para manter a Associação. A gente teve muita acerola derramada e outra desperdiçada por falta de mercado”, relatou o presidente em entrevista ao Nossa Voz.

Adutora danificada

Outro problema enfrentado pelos agricultores de Ponta da Serra está relacionado ao abastecimento de água. Jonicélio conta que a tubulação na localidade é de cano de ferro. A garantia, ele conta, era de sete anos. Mas já se vão 20 desde a inauguração. De lá para cá, 23 vazamentos tiram o sossego de quem precisa plantar e colher. Os canos estão cheio de ferrugem. Quando tira de um ponto estoura em outro”, explicou o presidente. Sem respostas, a Associação pretende entrar com uma ação contra a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF) junto ao Ministério Público Federal.


Tecnologia aprimora estocagem de espécie forrageira na Zona Rural de Petrolina

por Gabriela Canário 13 de Novembro de 2018 às 09:19
categoria: Agricultura

Estimular e capacitar os agricultores para uso de tecnologia através de um alimento energético e rico em proteína por meio da fermentação da palma forrageira. Este é o objetivo da Prefeitura de Petrolina que está incentivando a tecnologia da ‘Sacharina de Palma’, na Unidade Demonstrativa ‘Terreiros Produtivos’, na fazenda Carretão, comunidade de Caititu, zona rural do município.

A iniciativa, coordenada pelos técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Agrário, permite que o agricultor use estratégias de sustentabilidade que possam garantir recursos suficientes para a segurança alimentar dos animais durante os períodos mais críticos de seca, principalmente, através da estocagem deste alimento.

De acordo com o secretário executivo de Desenvolvimento Rural e Irrigação, André Jackson de Holanda, a ideia é repassar a técnica da ‘Sacharina da Palma’, aos agricultores, estudantes, professores e multiplicadas nas regiões.

“A convivência com a seca no semiárido nordestino exige criações de estratégias como a palma, pois esta cultura proporciona dois cortes anuais, podendo um desses cortes ser estocados e posteriormente ser transformados em feno comum ou enriquecidos com a ‘Sacharina de Palma’, que contém até 20% de proteína bruta, tendo cinco vezes o teor verificado em estado natural, a um custo bem menor que os das rações produzidas com milho ou farelo, podendo ser utilizada como alimento o ano inteiro, sem comprometer a saúde do animal”, explicou o secretário executivo.

Outra importante questão comemorada por André Jackson é que na Unidade Demonstrativa ‘Terreiros Produtivos’, já possui mais de 50 quilos de ensilados em estoque.

Terreiros Produtivos

O projeto realizado pela Prefeitura de Petrolina aproveita ao máximo as águas de poços tubulares para ampliar a produção e renda dos agricultores. A primeira unidade demonstrativa foi inaugurada neste ano e utiliza a água de um poço tubular com vazão de 3.000 litros/hora e irriga, inicialmente, uma área de 0,5 hectares de palma e 0,4 hectares de sorgo forrageiro, além do umbu. Neste trabalho, os agricultores também são orientados a empregar a água salobra de forma correta, técnica e em quantidades pré-estabelecidas nas pequenas plantações de espécies características da região. Além desta, outras unidades demonstrativas serão implantadas pela prefeitura em outras localidades da zona rural.


Entrega dos boletos do Garantia Safra será feita segunda-feira (12) em Juazeiro

por Gabriela Canário 8 de Novembro de 2018 às 09:13
categoria: Agricultura

O prefeito de Juazeiro Paulo Bomfim irá realizar na próxima segunda-feira (12), às 9h, em seu gabinete, no Paço Municipal, a entrega dos boletos para o pagamento do Programa Garantia Safra aos representantes e presidentes de associações das comunidades rurais do município.

Os boletos referentes à safra 2018-2019 devem ser recolhidos pelos agricultores beneficiados até o dia 30/11/2018 (prazo final para o pagamento dos mesmos), nas associações dos seus distritos e comunidades.

“O município de Juazeiro tem dado toda atenção aos agricultores familiares que participam do programa, disponibilizando informações e facilitando o acesso aos boletos. Pedimos aos beneficiados que façam o pagamento em prazo hábil, pois o mesmo será encerrado no dia 30/11”, ressaltou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária, Tiano Felix.

O secretário também alertou os agricultores que o não pagamento dos boletos resulta no prejuízo total, caso haja a perda da safra. “Consideramos a importância deste programa que atende aos nossos agricultores sujeitos a perdas de safra, o que é um risco grande nesta época de estiagem. Alertamos a todos que peguem seus boletos para que não haja nenhum prejuízo”, frisou o secretário.

As condicionantes para os produtores participarem do programa são: renda bruta familiar mensal de até um salário mínimo e meio, excluindo a aposentadoria rural; plantio em áreas não irrigadas; plantio em áreas entre 0,6 e 10 hectares; plantação de algodão, arroz, feijão, mandioca e/ou milho, e adesão ao garantia safra antes do plantio.


Produção de manga é tema de encontros com especialista em Juazeiro

por Gabriela Canário 10 de Outubro de 2018 às 07:38
categoria: Agricultura

Os produtores de manga do Vale do São Francisco terão a oportunidade de participar de encontros com especialista da cultura e aprender novas técnicas e inovações adotadas no cultivo da fruta, além de trocar experiências e acessar conhecimento para aumentar a produtividade e qualidade da manga para atender os mercados interno e externo.

Os encontros são destinados aos produtores rurais que cultivam ou irão iniciar produção de manga e aderirem ao projeto Crescer no Campo Fruticultura no Vale do São Francisco, desenvolvido pelo Sebrae em Juazeiro, em parceria com o Centro de Excelência Fruticultura, CNA, FAEB, SENAR, Sindicato do Produtores Rurais, Embrapa Semiárido, CODEVASF, entre outras instituições.

No total serão dez oficinas, ministradas ao longo de dois anos de execução do projeto. Os interessados podem se inscrever previamente até o dia 11 de outubro às 17h30, através do link. A taxa de custa R$ 60 por oficina e a vagas são limitadas. Para aderir ao projeto e participar das oficinas, os produtores rurais devem procurar o Sebrae em Juazeiro, na Rua Coronel João Evangelista, Centro. O telefone para informações é o (74) 3612 0827.

O primeiro encontro acontece no dia 18 de outubro, no Centro de Excelência em Fruticultura, no Distrito Industrial de Juazeiro. A oficina Manejo em Cultivos Irrigados de Manga no Vale do São Francisco para altas Produtividades será ministrada pelo consultor Eduardo Ferraz, graduado em engenharia agronômica, diretor-presidente na Clorofila Agropecuária e consultoria e especialista na área de exportações.

Para o especialista, uma série de manejos precisa ser ajustada para atingir um padrão de qualidade da fruta e assim conquistar mais janelas de comercialização. “Atualmente o que se vê é que grande parte da produção regional atente mais o mercado interno. Para focar na exportação, o produtor deve se qualificar mais, adotar novas técnicas e melhorar a produtividade das áreas, de olho nos dois mercados”, explica Ferraz.

“As oficinas são organizadas de modo que o mangicultor possa dialogar e tirar suas dúvidas direto com o especialista da cultura de manga. São momentos importantes também para trocar experiências, já que todos os participantes atuam no mesmo segmento”, destacou o técnico do Sebrae e gestor do projeto, Robério Araújo.

A programação dos encontros com o especialista de manga ainda vai tratar de conceitos de poda e espaçamento, irrigação e fertirrigação, pós-colheita - formação das brotações, maturação e indução floral, construção de plantas e frutos, manejo fitossanitário, manejo nutricional, manejo de serviços e operações e colheita e pós-colheita das frutas.


Produtores do Vale do São Francisco aprendem a alinhar fruticultura e sustentabilidade

por Gabriela Canário 9 de Julho de 2018 às 10:09
categoria: Agricultura

O Vale do São Francisco já se destaca no cenário nacional como maior produtor de frutas irrigadas, principalmente de manga e uva. E para desenvolver ainda mais a atividade no Norte da Bahia, uma parceria entre o Sebrae e a empresa global de alimentos e bebidas PepsiCo criou o Programa de Agricultura e Integração Sustentáveis, que faz parte do Projeto Crescer no Campo Fruticultura. O objetivo é identificar fragilidades das unidades produtivas, mostrar aspectos que precisam ser melhorados dentro da propriedade, melhorar a gestão dos negócios e controle de qualidade, além de levar tecnologias de cultivo e ações de sustentabilidade, nesse primeiro momento, para 30 produtores rurais de coco de Juazeiro, Casa Nova, Rodelas e de outras cidades baianas no período de dois anos.

O produtor rural Hamilton Nunes foi o primeiro a receber as ações do programa na região. O pernambucano que mudou para a Bahia nos anos 1980 cultiva coco e manga no Projeto Curaçá, na Zona Rural de Juazeiro. Ele já fornece coco in natura há mais de dez anos para a empresa PepsiCo e, em pouco tempo recebendo as orientações e consultorias do Sebrae, já fez intervenções na forma de gerenciar o negócio familiar e reforçou os cuidados com o uso de defensivos agrícolas e a preservação do meio ambiente.

“A equipe chegou aqui, propôs mudanças e nós estamos adequando. A quantidade de coco perdido, as áreas não produtivas, o controle financeiro, o manuseio de agrotóxicos, os cuidados com o solo, a segurança do trabalhador, tudo isso está sendo pensado e reestruturado para que possamos ser uma empresa sólida, mas também sustentável. Nossa preocupação é produzir mais e ainda melhor para se destacar no mercado”, revela o produtor.

O programa funciona em etapas. Após a adesão de produtores rurais de coco, consultores são enviados às empresas rurais para iniciar o levantamento de dados sobre o empreendimento. Com base nas informações dos produtores rurais, é feito um diagnóstico para apontar o que deve ser melhorado na gestão, cultivo, sustentabilidade e acesso a mercados. Em seguida, a equipe do Sebrae traça um planejamento de ações que vai ser desenvolvido pelo produtor e trabalhadores do campo. Isso inclui medidas básicas como descarte correto de embalagens de agrotóxicos, inovação no cultivo, controle de gastos e lucros até capacitações da equipe. Nesse processo, ferramentas do Sebrae e dos parceiros envolvidos diretamente podem ser aplicadas na propriedade, a exemplo do Sebraetec, uma solução do Sebrae que subsidia em até 70% as ações de inovação, e as capacitações dos trabalhadores rurais, que serão realizadas pelo Sistema FAEB/SENAR e Sindicato dos Produtores Rurais, por intermédio do Centro de Excelência Fruticultura, sediado em Juazeiro.

Para o gestor do projeto de fruticultura do Sebrae em Juazeiro, Carlos Robério Araújo, através das ações do Programa de Agricultura e Integração Sustentáveis, os produtores estão buscando readaptar as formas de trabalho, com foco na sustentabilidade dos negócios. “A meta é implementar mudanças simples, mas que são inovadoras, como disponibilizar um kit de primeiros socorros na empresa, que o senhor Hamilton já está fazendo. O importante é a mudança de postura do produtor, que ele entenda que é preciso cuidar das pessoas e do meio ambiente para atingir a longevidade dos seus negócios”.

Esta semana, representantes da PepsiCo local, de São Paulo e Equador estiveram em Juazeiro para conhecer a metodologia que está sendo trabalhada com os produtores rurais da região. A ideia é trocar experiência e levar boas práticas aplicadas aqui para os outros 40 países, onde a PepsiCo atua com o programa de sustentabilidade desde 2013, para melhorar o nível tecnológico de conhecimento dos agricultores. “A PepsiCo busca fortalecer a cadeia de agricultores que provêm matérias-primas à empresa, para que sejam orientados a cumprir a legislação, respeitar o meio ambiente e produzir com eficiência, gastando menos. Através da parceria com o Sebrae, o conhecimento está chegando aos agricultores e o que se espera é uma mudança de comportamento deles para conseguir uma agricultura mais fortalecida na região”, destacou Stênio Zanim, gerente de Agro Sustentabilidade da PepsiCo.

O Programa de Agricultura e Integração Sustentáveis conta com a realização de ações do Sebrae, SENAR/Centro de Excelência em Fruticultura, Sistema FAEB, Sindicato dos Produtores Rurais, Embrapa e PepsiCo.


Encontro discute demandas da Fruticultura Irrigada com empresários e produtores de Pernambuco

por Gabriela Canário 15 de Junho de 2018 às 09:02
categoria: Agricultura

Em Petrolina, cidade considerada capital da irrigação no Sertão de Pernambuco, um encontro na tarde desta quinta-feira (14/06) reuniu diversos produtores e exportadores da região para discutir as demandas e ações estratégicas para o seguimento da Fruticultura Irrigada no país.

Os temas foram apresentados ao Senador Armando Monteiro, pré-candidato ao governo do Estado do grupo “Pernambuco Quer Mudar”, e ao deputado Mendonça Filho, pré-candidato ao Senado na mesma chapa. Guilherme Coelho, vice-presidente da Associação Brasileiras dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), fez parte da mesa de discussão, juntamente com o Senador Fernando Bezerra, o Deputado Fernando Filho, e o prefeito da cidade, Miguel Coelho.

Guilherme Coelho reforçou a necessidade de uma parceria efetiva do governo do estado para o fortalecimento do setor, especialmente num momento de grande instabilidade política do país.

Entre as principais demandas levantadas pelo vice-presidente e empresários, estão o registro de agrotóxicos, a revitalização das rodovias, o combate a Mosca das Frutas, bem como as tarifas na exportação em países da Europa.


Em reunião com produtores, Armando e Mendonça ouvem demandas do segmento de fruticultura

por Gabriela Canário 15 de Junho de 2018 às 08:50
categoria: Agricultura

No primeiro dia de visita ao Sertão pernambucano, os pré-candidatos a governador Armando Monteiro (PTB) e a senador Mendonça Filho (DEM) ouviram demandas de produtores e exportadores para ampliar a produção da fruticultura do Vale do São Francisco. A reunião ocorreu na Valexport e reuniu cerca de 50 empresários. Armando relevou a intenção de abrir um canal permanente de diálogo com o setor, de forma institucionalizada, para discutir os pleitos e projetos. A visita foi acompanhada pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), o prefeito Miguel Coelho, o deputado federal Fernando Filho (DEM), entre outras lideranças da região.

“Me coloco à disposição do setor para o diálogo. Um verdadeiro governante tem que está conectado com todos os setores e com as demandas dos pernambucanos. Precisamos eleger as prioridades com clareza e trabalhar juntos. Pernambuco ficou andando de lado e só não parou por conta dos que continuaram produzindo. Mas está faltando governo. Está faltando governo na saúde, na infraestrutura, na segurança”, disse Armando Monteiro.

De acordo com o diretor da Valexport, Caio Coelho, os produtores reivindicam a manutenção de incentivos fiscais, entre eles o ICMS, como estratégia para preservar as exportações do setor. A entidade também pleiteia que o governo do Estado e a Prefeitura de Petrolina estabeleçam parceira para manutenção das estradas, como forma para melhorar o escoamento da produção. Os produtores também buscam redução das tarifas portuárias no Complexo de Suape, a aquisição de insumos para combater a mosca da fruta, entre outras ações.

Mendonça Filho afirmou que coloca sua disponibilidade como deputado federal e como pré-candidato a senador para continuar trabalhando pelo desenvolvimento do Vale do São Francisco. “Infelizmente, a gente não tem Estado para atender a saúde pública. A gente não tem a manutenção da nossa infraestrutura. Nossas estradas estão em calamidade e faltam recursos para manter nossas rodovias. E quanto a violência, um cidadão não pode ter tranquilidade dentro da sua própria casa por conta da insegurança”, colocou o democrata.

Para Jailson Lira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, os produtores do Vale do São Francisco vivem desafios na atividade econômica sem apoio do governo do Estado. “Precisamos de apoio do Estado para chegar aos mercados internos e externos. Os incentivos que o governo dá está aquém das nossas necessidades. É preciso ter no Estado pessoas que se interessem e ajudem o setor. O Estado não tem nos olhado tão bem como deveria”, cobrou o dirigente. A Valexport é uma entidade que representa produtores e exportadores e gera cerca de 50 mil empregos no Vale do São Francisco. Somente na uva, ela é responsável por 99% da exportação da fruta no Brasil.

VISITA - Ainda em Petrolina, Armando e Mendonça visitaram o bispo Dom Francisco Canindé, responsável pela Diocese de Petrolina. Também acompanhados pelo senador Fernando Bezerra Coelho e o deputado Fernando Filho, os pré-candidatos discutiram a situação de Pernambuco, sobretudo na que tange à educação, entre outros temas.