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Covid-19: checadores de fatos e WhatsApp criam robô contra fake news

por Milena Pacheco 5 de Maio de 2020 às 16:09
categoria: Tecnologia

Serviço envolve redes de agências de checagem em 74 países

 


O WhatsApp e a Rede Internacional de Checadores de Fatos (IFCN, na sigla em inglês) criaram um serviço de esclarecimento para tirar dúvidas e combater notícias falsas envolvendo a pandemia do novo coronavírus. A iniciativa envolve redes de agências de checagem em 74 países, que já produziram mais de 4,8 mil desmentidos em 43 idiomas.

A disseminação de conteúdos enganosos sobre a covid-19 vem crescendo e gerando preocupação entre autoridades de saúde, bem como medidas por parte das plataformas digitais onde essas mensagens circulam.

O serviço consiste em um robô virtual (ou bot, no termo técnico utilizado). Para tirar dúvidas, basta o usuário de WhatsApp clicar neste link ou enviar a mensagem “hi” para o número +1 (727) 291-2606.

Ao acessar o serviço, é possível buscar checagens por tema, conferir as últimas verificações, obter dicas sobre como não cair em boatos e mensagens falsas e encontrar iniciativas de checagem próximas ao usuário.

Na procura pelas últimas verificações, a informação é oferecida de forma cronológica. Nesta seção, o interessado pode conhecer os últimos conteúdos avaliados e quais são as informações oficiais relativas a ele.

Para buscar uma checagem, o usuário insere uma palavra, assim como ocorre em mecanismos de busca. Por enquanto, esse procedimento funciona apenas em inglês, mas nas próximas semanas o aplicativo deve disponibilizar a busca em outras línguas. Não há previsão para quando o serviço será ofertado em português.

No Brasil, diversas agências trabalham com análise de conteúdos falsos, especialmente neste momento de pandemia. O Ministério da Saúde tem uma página específica para desmentir notícias falsas. (Fonte: Agência Brasil/Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)


Um em cada 4 brasileiros não tem acesso à internet, mostra pesquisa

por Milena Pacheco 29 de Abril de 2020 às 14:05
categoria: Tecnologia

Número representa 46 milhões que não acessam a rede

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Tecnologia da Informação e Comunicação (Pnad Contínua TIC) 2018, divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que uma em cada quatro pessoas no Brasil não tem acesso à internet. Em números totais, isso representa cerca de 46 milhões de brasileiros que não acessam a rede.

Os dados, que se referem aos três últimos meses de 2018, mostram ainda que o percentual de brasileiros com acesso à internet aumentou no país de 2017 para 2018, passando de 69,8% para 74,7%, mas que 25,3% ainda estão sem acesso. Em áreas rurais, o índice de pessoas sem acesso é ainda maior que nas cidades, chega a 53,5%. Em áreas urbanas é 20,6%.

Quase a metade das pessoas que não têm acesso à rede (41,6%) diz que o motivo para não acessar é não saber usar. Uma a cada três (34,6%) diz não ter interesse. Para 11,8% delas, o serviço de acesso à internet é caro e para 5,7%, o equipamento necessário para acessar a internet, como celular, laptop e tablet, é caro.

Sem serviço

Para 4,5% das pessoas em todo o país que não acessam a internet, o serviço não está disponível nos locais que frequentam. Ou seja, mesmo que queiram, não conseguem contratar um pacote de internet. Esse percentual é mais elevado na Região Norte, onde 13,8% daqueles que não acessam a internet não têm acesso ao serviço nos locais que frequentam. Na Região Sudeste, esse percentual é 1,9%.

“Então, talvez, para poder abranger, aumentar esse acesso à internet a toda a extensão do país, investir na questão da disponibilidade na Região Norte seja um caminho”, diz a gerente da Pnad Contínua, Maria Lucia Vieira.

A pesquisa aponta também desigualdades entre áreas rurais e urbanas. O percentual de moradores de áreas rurais que não utilizam a internet porque o serviço não está disponível é 12%, dez vezes maior que a da área urbana, 1,2%. Já o índice daqueles que dizem ser caro o equipamento necessário chega a 7,3% na área rural, enquanto nas cidades é 5%.

Entre 2017 e 2018, no entanto, tanto na área rural quanto na urbana o percentual de pessoas que utilizaram a internet cresceu. Passou de 74,8% para 79,4%, em áreas urbanas, e de 39% para 46,5%, em áreas rurais.

Internet em casa

O índice de domicílios com acesso à internet também aumentou entre 2017 e 2018, passando de 74,9% para 79,1%. “O crescimento mais acelerado da utilização da internet nos domicílios da área rural contribuiu para reduzir a grande diferença em relação aos da área urbana”, diz o texto. De 2017 para 2018, o percentual de domicílios em que a internet era utilizada passou de 80,2% para 83,8% em área urbana e de 41% para 49,2% na área rural.

Em relação à renda, nas casas onde havia acesso à internet, o rendimento médio por pessoa era R$ 1.769, quase o dobro do rendimento nas casas daqueles que não acessavam a rede, que era R$ 940.

Esta é a terceira vez que a (Pnad) compila dados sobre Tecnologia da Informação e Comunicação. Os dados referem-se ao quarto trimestre de 2018. A pesquisa trata do acesso à internet e à televisão nos domicílios particulares permanentes e do acesso à internet e à posse de telefone móvel celular para as pessoas de 10 anos ou mais de idade, o que equivale a um total de cerca de 181,9 milhões de pessoas. (Fonte: Agência Brasil/Foto: Marcello Casal Jr)


WhatsApp vai limitar reenvio de mensagens a 1 destinatário por vez

por Milena Pacheco 9 de Abril de 2020 às 15:23
categoria: Tecnologia

O WhatsApp informou nesta terça-feira (7) que adotou novas medidas para evitar o compartilhamento de informações falsas pela plataforma em meio à pandemia do novo coronavírus. Agora uma mensagem que não foi criada pela pessoa que irá reenviá-la só poderá ser encaminhada para um destinatário por vez.

Por meio de nota divulgada em seu site, o aplicativo informou que também passará a usar a sinalização de setas duplas para indicar que a mensagem recebida não foi criada por quem a enviou.

"Geralmente, as mensagens encaminhadas muitas vezes podem conter informações falsas e não são tão pessoais quanto as mensagens típicas enviadas pelos seus contatos no WhatsApp. Agora, atualizamos o limite de encaminhamento para que essas mensagens só possam ser encaminhadas para uma conversa por vez", diz comunicado.

Segundo o WhatsApp, não é ruim que os usuários encaminhem informações úteis, vídeos divertidos, pensamentos ou orações. "Entretanto, temos visto um aumento significante na quantidade de mensagens encaminhadas que, de acordo com nossos usuários, podem contribuir para a disseminação de boatos e informações falsas." (Com informações G1)


Agência Brasil Explica: o que são pagamentos por QR code e cashback

por Milena Pacheco 9 de Março de 2020 às 07:50
categoria: Tecnologia

Ferramentas tecnológicas permitem pagamentos e transações via internet

    

Com o desenvolvimento de tecnologias da informação e comunicação (TIC), novas opções de pagamentos e transações financeiras também surgiram. Elas impulsionaram compras e circulação de dinheiro com cartões e transferências pela Internet, mas agora avançaram para novos recursos com a disseminação da conexão móvel e dos smartphones.

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Uma das novas ferramentas é o uso do chamado QR code. O código é organizado de forma gráfica bidimensional em formato quadrado ou retangular. Os elementos gráficos trazem informações que podem ser decodificadas por um aparelho, como um smartphone, desde que possua essa funcionalidade.

O recurso é disponibilizado em alguns modelos de telefones. Caso ele não venha pré-instalado, é possível baixar aplicativos em lojas como a Apple Store, a Play Store, a Samsung Store, entre outras. Há diversas opções, inclusive gratuitas.

Um exemplo, no Brasil, é o PagSeguro, por meio do aplicativo PagBank. Pela função “aponte e pag” o usuário pode realizar o pagamento desde que o fornecedor do bem ou serviço também possua o código em QR code para efetivar a transação. O Picpay é outra alternativa que vem crescendo no país.

A maioria dos bancos brasileiros já oferece esse serviço. O Banco do Brasil traz a funcionalidade como um recurso de seu aplicativo. Além de pagar, também é possível receber recursos utilizando o QR Code. A instituição anuncia entre as vantagens da modalidade a ausência de taxação e a possibilidade de transações a qualquer momento.

O banco Itaú também lançou serviço semelhante, chamado Iti. Ele funciona de forma semelhante ao PagBank. A instituição informa no material de divulgação do serviço que ele pode ser usado inclusive por pessoas sem conta no banco. O Bradesco também permite o uso do recurso, associado a um cartão da instituição. Para operar esse tipo de pagamento, é preciso utilizar o aplicativo “Bradesco cartões”.

E de onde vem o dinheiro? Neste e em outros aplicativos é preciso transferir recursos que possam ser utilizados nos pagamentos e transações. Em geral é possível fazer o repasse por meio de uma transferência bancária ou até mesmo boletos.

Cashback

Outra novidade entre os serviços de pagamento digital vem sendo chamado de cashback, ou dinheiro de volta, em tradução livre. Diversos bancos e empresas passaram a oferecer o recurso, que devolve ao cliente uma parte do dinheiro quando este realiza uma compra.

O recurso é disponibilizado por aplicativos de carteira digital, como o Picpay. Há também serviços específicos para esse tipo de ferramenta, como Meliuz, Cashola, Beblue, In Mais e Mycashback. Elas funcionam como um “clube de vantagens”, no qual empresas cadastradas oferecem descontos diferentes para compras.

Alguns sites têm foco em estabelecimentos físicos, enquanto outros firmam parcerias apenas com lojas online. Em parte dos serviços, o usuário instala uma extensão em seu navegador e quando estiver em uma loja virtual pode ser avisado das possibilidades de desconto disponíveis. Há também mecanismos de retorno em forma de crédito para compras futuras. Algumas opções também oferecem cupons de desconto.

Contudo, é sempre importante, como em qualquer serviço, consultar quem já o utilizou, o que pode ser feito por meio de comentários em sites de reclamações na Internet. (Fonte: agenciabrasil/Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil)


WhatsApp ultrapassa 2 bilhões de usuários em todo o mundo

por Milena Pacheco 14 de Fevereiro de 2020 às 09:45
categoria: Tecnologia

O WhatsApp anunciou, nesta quarta-feira (12), que ultrapassou a marca de 2 bilhões de usuários em todo o mundo. O mensageiro é o segundo aplicativo de propriedade do Facebook a conquistar o feito desde que a rede social atingiu o mesmo número, em 2017.

Lançado em 2009, o app de mensagens celebra o recorde histórico prestes a completar 11 anos e passados pouco mais de cinco anos desde que foi adquirido pela empresa de Mark Zuckerberg por US$ 16 bilhões, em 2014.

Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo

O anúncio foi feito no blog oficial do WhatsApp, em que o mensageiro aproveitou a oportunidade para reiterar seu compromisso em proteger a privacidade dos usuários. "O WhatsApp nasceu com o objetivo de oferecer um serviço simples, confiável e privado. Continuaremos com o mesmo compromisso inicial: ajudar a conectar o mundo com privacidade e proteger a comunicação pessoal de 2 bilhões de usuários em todo o mundo", disse a empresa.

O recorde veio pouco mais de dois anos após o WhatsApp atingir a marca de 1,5 bilhão de usuários ativos por mês, em 2018. Desde então, a popularidade do mensageiro só fez crescer: em janeiro, o aplicativo chegou a 5 bilhões de instalações na Google Play Store, loja de apps para celulares com sistema Android.

No Brasil, o WhatsApp foi o aplicativo mais usado em 2019, segundo relatório da empresa de monitoramento App Annie. O mensageiro também ocupou a liderança no ranking mundial de usuários ativos por mês, que leva em conta celulares Android e iPhone (iOS).

O último ano foi, de fato, importante para o WhatsApp: um levantamento da empresa de análise de dados Sensor Tower aponta, ainda, que o WhatsApp terminou 2019 como o aplicativo mais baixado do mundo. Foram cerca de 850 milhões de downloads, somadas as lojas Google Play Store e App Store. (Fonte: Techtudo/Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo)


Podcast Remexendo a Notícia traz panorama sobre mudanças previstas para Eleições Municipais

por Karine Paixão 28 de Janeiro de 2020 às 14:47
categoria: Tecnologia

O que já era bom, agora ficou melhor. O Remexendo a Notícia saiu da grade de programação da Grande Rio FM para proporcionar ao seu público uma experiência personalizada e única, passando agora ao formato de Podcast para ser acessado onde e quando o ouvinte/internauta quiser.

Todas as semanas, aqui no Blog Nossa Voz, você acompanha a análise dos assuntos que foram pauta das grandes redações brasileiras, mas com o olhar diferenciado e análise inteligente de Vanda Torres e Cristina França.

Na estreia, as meninas remexeram o cenário da eleição municipal que se avizinha. Em 2020, o pleito traz novidades nas disputas pelas Câmaras Municipais em todo o Brasil e também o uso do Fundo Eleitoral, fixado em R$ 2 bilhões.

Quais fatores determinam a divisão desse montante? O que muda na eleição para vereador? A eleição deste ano vai influenciar em 2022 quando serão eleitos deputados, governadores e presidentes?

Ouça as repostas aqui, no Podcast Remexendo a Notícia.


Marketing Digital é tema de curso gratuito em Petrolina

por Adriana Rodrigues 23 de Janeiro de 2020 às 12:22
categoria: Tecnologia

(Foto: Sebrae)

Com o objetivo de abordar as principais estratégias de relacionamento no mundo online, a Faculdade UNINASSAU Petrolina promove, na próxima terça-feira (28) o minicurso sobre Marketing Digital. Evento acontece na Instituição a partir das 18h30.

O evento é direcionado a qualquer pessoa que tenha interesse pessoal e/ou profissional na temática. O curso será ministrado pelo jornalista, professor universitário e especialista em jornalismo digital, Cecílio Bastos.

O diretor da Instituição, Sérgio Murilo, destaca que “o curso abrange todas as áreas de atuação, todas as profissões, afinal, todos estão imersos no mundo online e é preciso conhecimento para traças estratégias coerentes e de sucesso para alcançar as metas estabelecidas”, disse.

Para participar basta se inscrever no site extensao.uninassau.edu.br e doar 1 kg de alimento não perecível. (Ascom)


Brasil é o 3º país em que pessoas passam mais tempo em aplicativos

por Karine Paixão 16 de Janeiro de 2020 às 11:52
categoria: Tecnologia

As pessoas passaram 3 horas e 40 minutos, em média, utilizando aplicativos (também conhecidos como apps) em 2019. O índice é 35% maior do que em 2017. As informações são do principal relatório sobre o tema no mundo, da consultoria App Annie. A edição de 2020 foi divulgada ontem (15).

O Brasil ficou na terceira colocação no ranking dos países em termos de tempo gasto em apps, levemente acima da média, com 3 horas e 45 minutos.

O país foi superado pela China, onde as pessoas mexem com esses programas durante quase 4 horas, e a Indonésia, onde o tempo diário chegou a 4 horas e 40 minutos. Em seguida, vêm a Coreia do Sul (3h40) e Índia (3h30).

Na comparação entre 2019 e 2017, a China obteve a maior ampliação (60%), seguida pela Índia, o Canadá e a França (25%), a Indonésia (20%) e o Brasil, a Alemanha, Coreia do Sul, o Japão e Reino Unido (15%).

No recorte por idade, a chamada geração Z (nascida entre 1997 e 2012) passou 3 horas e 46 minutos por app por mês e teve 150 sessões por mês nos principais aplicativos.

O download anual de aplicativos cresceu 45% nos últimos três anos: saiu de 140 bilhões em 2016 para chegar a quase 204 bilhões em 2019.

No Brasil, esse aumento foi de 40%, atingindo cerca de 5 bi no ano passado. Entre as nações, o maior aumento no período foi da Índia: 190%.

Tipos

Os apps de finanças foram acessados 1 trilhão de vezes em 2019, um crescimento de 100% na comparação com 2017. O Brasil também ficou em terceiro no ranking desse tipo de programa, atrás apenas da Índia e da China.

Mas enquanto alguns países já têm a maioria de acessos em carteiras virtuais (China e Coreia do Sul), no Brasil e em outros (como Indonésia, França e Alemanha) as transações digitais são realizadas em sua maioria por apps de bancos. Os apps mais baixados nessa categoria foram Nubank, FGTS, Picpay, Caixa e Mercadopago.

O Brasil seguiu na terceira colocação também no ranking do crescimento em tempo gasto em apps de compras, atrás da Índia e Indonésia.

Entre 2018 e 2019, os brasileiros ampliaram em 32% a sua presença nesse tipo de ferramenta. Os apps mais baixados com essa finalidade foram Mercadolivre, Americanas, Magazine Luiza, AliExpress e Wish.

A colocação foi mantida também no caso dos apps de entrega de comida. O número de sessões nesse tipo de ferramenta entre os usuários daqui foi de 8 bilhões, ficando atrás dos Estados Unidos (10 bi) e da Indonésia (20 bi).

Nas aplicações voltadas ao entretenimento, o Brasil ficou em 7º lugar no ranking de crescimento entre 2018 e 2019, ainda assim com um índice de 32%.

Entre os locais onde o uso desse tipo de app foi maior estão Índia (78%), França (60%) e Japão (58%). Os mais baixados dessa modalidade foram Netflix, Youtube Go, Amazon PrimeVideo, Globoplay e Viki.

Entre as redes sociais, o estudo não divulgou ranking mundial, mas registrou a força do app chinês Tik Tok. A lista de mais baixados no Brasil é formada por Whatsapp, Status Saver, Snapchat, Telegram e Hago.


Portal de Consulta de Linhas Pré-pagas entra em funcionamento

por Adriana Rodrigues 7 de Janeiro de 2020 às 16:00
categoria: Tecnologia

(foto: Folha PE)

Já está em funcionamento o Portal de Consulta de Linhas Pré-Pagas, ferramenta pela qual os consumidores poderão verificar a existência de linhas pré-pagas ativas cadastradas nos seus CPFs. A consulta pode ser feita no endereço, onde será possível identificar cadastros indevidos, de modo a evitar a ocorrência de fraudes com linhas a eles associadas indevidamente.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o serviço será implantado de maneira gradual. Nesse primeiro momento, o acesso estará disponível apenas para os consumidores da Região Norte. A partir do dia 15 de janeiro, o acesso estará disponível para os clientes das regiões Centro-Oeste e Nordeste. Já os clientes das regiões Sul e Sudeste, terão acesso à base do portal a partir do dia 22 de janeiro.

Atualmente, o serviço pré-pago contabiliza 122,3 milhões de linhas, cadastradas pelas operadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo. Segundo a Anatel, a iniciativa do portal visa “garantir uma base cadastral do serviço correta e atualizada, a fim de evitar a ocorrência de fraudes de subscrição (linhas associadas indevidamente a CPFs) e, dessa forma, proporcionar mais segurança aos consumidores”.

Segundo a Anatel, o serviço não traz informações para quem possui linhas de celular pós-pagas. E a página disponibiliza orientações para quem identificar a existência de linhas cadastradas indevidamente em seu nome. Nesse caso, o cliente deverá entrar em contato com a operadora para correção das informações.

“É válido destacar que o pedido de cancelamento/desvinculação do consumidor deverá ser atendido em até 24 horas caso a solicitação seja executada por meio de atendente e até 48 horas úteis se solicitada no call center ou portal da prestadora sem a intervenção de atendente. Por questão de segurança dos consumidores, para realizar este cancelamento, será necessário confirmar dados demonstrando que é o titular do CPF”, informou a Anatel. (com informações Agência Brasil)


WhatsApp vai parar de funcionar em alguns celulares em 2020

por Milena Pacheco 18 de Dezembro de 2019 às 16:27
categoria: Tecnologia

Aparelhos com versões desatualizadas do Android e do iOS não serão mais compatíveis com o aplicativo

Se você é usuário de um smartphone antigo, é melhor começar a pensar em um novo aparelho para o ano que vem. Isso porque alguns smartphones não poderão mais rodar o WhatsApp a partir de fevereiro de 2020.

Foto: Pixabay/Reprodução

O motivo se deve a incapacidade de sistemas operacionais desatualizados – e que já não recebem novos updates – rodarem as versões mais novas do aplicativo de mensagens.

Segundo o próprio WhatsApp, nos smartphones que utilizam o Android é preciso estar pelo menos com a versão 4.0.3 do sistema operacional instalada – disponibilizada ainda em outubro de 2011. Usuários de iPhone precisam realizar o update do iOS para a versão 9.0. (Fonte: Exame)